Em que acreditar e porquê? Numa visão alternativa. Porque sim.

É engraçado porque em princípio concordo com a grande maioria dos comentários dos Leitores após o artigo Em que acreditar e porquê? mas, ao mesmo tempo, tenho que discordar. Explico: a maioria cita a experiência. Justo, correcto, este é o meu metro de juízo também. Mas não podemos negar que a nossa experiência vivida numa sociedade doutrinada (ou até criada como “cenográfica”) pode não ser uma experiência real, mas induzida.

Isso é o que acontece com o princípio de coerência levado ao extremo: o completo imobilismo porque não podemos confiar em nada, logo não sabemos nada. Cogito ergo sum? Penso logo existo? Não: penso logo posso ter sido doutrinado, posso ter ideias que foram impingidas. Logo posso viver uma vida não minha mas planeada por outros. Logo não existo.

Este discurso é excepcionalmente profundo, muito mais daquilo que podem deixar entender estas linhas escritas à pressa (e peço desculpa por isso). A ciência de fronteira, aquela que tenta ir além do já estabelecido (mas sempre partindo de bases comprovadas), está a mover-se exactamente nesta direcção e as possíveis implicações dum eventual universo holográfico (que nada tem de “ficção científica”) são arrebatadoras. Interessa? Por enquanto não, portanto vamos em frente.

Dado que ninguém gosta do imobilismo, e dado que já que aqui estamos mais vale fazer algo, temos que utilizar aquele instrumento que quase todos os Leitores indicam como o deles: a experiência pessoal. Que pode não ser grande coisa (e, como vimos, não é) mas que no entanto é nossa, mesmo que construída sobre bases impingidas. Se utilizada de forma correcta, pode ajudar a desenvolver algumas teorias que, com um pouco de sorte, até poderiam estar certas.

Exemplo. Peguem num martelo e batam com força nos vossos dedos. Doeu? Sim, bastante até. Será que doeu porque assim fomos ensinados a pensar? Em teoria poderia ser, no entanto continua a doer e isso talvez signifique algo. Este simples teste apresenta duas vantagens: em primeiro lugar pode ser repetido (máximo duas vezes num curto espaço de tempo, depois será preciso esperar uns dois ou três meses para os ossos sararem), depois dá para efectuar um controlo cruzado, por exemplo com as radiografias do Serviço de Urgência, o que é sempre uma mais valia na procura da verdade. Convido os Leitores a experimentar, porque no final cada um deles terá conseguido viver uma experiência em primeira pessoa com a qual poderá até efectuar o tal controlo cruzado e ter um pouco mais de confiança nos seus próprios sentidos. Depois digam como correu, tá bom?

O que ensina este teste? No meu entender ensina que sim, podemos viver numa espécie de Matrix, uma “construção” na qual fomos programados para pensar em determinadas formas: mas no entanto aqui estamos e temos que lidar com esta “realidade”, verdadeira ou fictícia que seja. E dado que até agora não parece existir alguém capaz de “sair” desta construção, tudo o que podemos fazer é utilizar os instrumentos presentes na mesma “construção” para tentar melhora-la (admitindo que seja possível uma coisa assim).

Vou tentar tornar ainda mais claro o que entendo. Existem cientistas sérios, com experiências e instrumentos adequados, que tratam da já citada “ciência de fronteira”, algo que costumo seguir com particular interesse. Estes pesquisadores raramente têm espaço nos órgãos de informação porque as teorias deles não estão ainda aceites pela comunidade científica (e algumas nunca o serão: não é que toda a ciência de fronteira esteja certa) e porque, afinal das contas, os órgãos de informação são regidos por atrasados mentais que costumam deturpar em poucas linhas trabalhos duma vida. Uma das mais recentes teorias, partilhada por vários destes cientistas e para a qual existem sólidas bases matemáticas, afirma que o nosso universo parece comportar-se como um holograma. Repito: uma ideia não tão absurda como parece.

Seria simples encher páginas e páginas de Informação Incorrecta com este assunto, especular acerca da Matrix onde vivemos, imaginar qual obscuro poder fica atrás da construção, etc. etc. Mas não, de Matrix por aqui fala-se pouco ou nada. Por qual razão? Porque no final das contas seria um exercício sem nenhuma utilidade. É a experiência que ensina isso. Admitimos que estamos a viver todos numa Matrix: então? O que podemos fazer com esta informação? Nada.

Continuemos com outro exemplo (e peço desculpa ao Chaplin por utilizar mais uma vez as ideias dele). Admitimos que no topo da hierarquia dos malandros da nossa sociedade haja os conspiradores judaicos. Admitimos que sejam eles os responsáveis de tudo. Mais uma vez: e daí? Como é que esta informação melhora a nossa vida? Quais valiosos instrumentos fornece esta informação no meio duma guerra que, provavelmente, será longa e extenuante? A não ser que Chaplin acredite que a massa de ovelhas, perante esta “revelação”, fique de boca aberta durante alguns segundos para depois correr às armas e limpar o planeta dos malvados conspiradores. Mas sei que Chaplin não pensa uma coisa destas. Então voltemos à pergunta: qual a utilidade desta informação agora? Zero.

E atenção: o discurso feito com a teoria judaico-maçónica ou com a minha ciência de fronteira pode ser feito para um número extremamente elevado de teorias que circulam, em particular na internet. Substituamos os judeus-maçónicos pelos Reptilianos, pelos Annunaki, pela Terra Plana, pelo Comunismo, pelo anti-Comunismo… é só escolher a fé favorecida. O resultado não muda, será sempre o mesmo: zero vantagens práticas.

São todos assuntos interessantes? Não há dúvida, mas nesta precisa fase são inúteis. Pior: prejudiciais. Porque numa altura em que tudo parece sofrer uma forte aceleração numa determinada direcção (a Covid é o sintoma mais evidente disso), desviam a atenção do que conta aqui e agora.

– Estamos a lidar com aquela que já está a ser definida como a IV Revolução Industrial e nem sabemos do que se trata.

– a maior parte das pessoas acha que ouvir “esta vacina tem 90% de eficácia” significa que 9 em cada 10 vacinados não irão apanhar a Covid: mas não, não é isso que significa.

– muitos acreditam que um implante informático no cérebro seja uma questão relegada no âmbito da ficção científica: não fazem ideia de que uma tal coisa é possível já hoje com uma simples zaragatoa (no artigo anterior as informações. Não leram? Maus…).

– etc., etc., …

Dado que a minha fé no poder da informação alternativa há muito entrou no território dos números negativos, não espero que os seus potenciais recursos possam ser utilizados para inverter o rumo (não podemos esquecer que uma das funções principais de internet é aquela de criar confusão com um excesso de informação para dividir e paralisar). Mas algo podemos fazer. Aliás: temos o dever de fazer. Para nós? Não: para evitar que no futuro um qualquer rapazito cruzado na rua tenha todo o direito de cuspir na nossa cara (depois de ter retirado as respectivas máscaras).

Aqui e agora, um dos melhores sites de informação alternativa em Italia (Come Don Chisciotte) está a ser censurado (é já a quarta vez) simplesmente por ter hospedado nas suas páginas Youtube o vídeo dum daqueles poucos médicos-pesquisadores sérios que analisam os dados sem antes terem sido lobotomizados. O mesmo acontece no caso da publicação ByoBlu: não ofensas raciais (que doutro lado nem fazem parte da bagagem cultural daquelas páginas), não dúvidas sobre os movimentos LGBT ou ambientalistas (a virgem sueca!), mas simplesmente o ter dado espaço a vozes que não contam o que resto do coro está a cantar.

E podem encontrar mais exemplos de censura aplicada pelo mundo fora, aqui, agora e sempre com um determinado target em vista.

O que diz a experiência? Diz que a censura sempre existiu? Sim, com certeza. Mas a experiência ensina também que quando a censura concentra as suas atenções no mesmo ponto e num curto espaço de tempo, é porque algo está a passar-se. Convivemos diariamente e há anos com notícias que desafiam a versão dos media oficiais, mas a censura não intervém: a existência de Informação Incorrecta ao longo de 10 anos é a melhor prova disso. É a experiência que mostra como, aqui e agora, algo mudou em relação a um assunto específico: a Covid.

Então temos que ouvir o que a experiência diz: há algo diferente, aqui e agora. The Great Reset? Claro que é um documento verídico: é o programa do próximo futuro. Poderá não ser implementado dum dia para outro (e não será) mas o caminho é aquele.

O que diz mais a experiência? Diz uma coisa engraçada. Diz que quando um sistema é obrigado a recorrer à censura duma forma tão massiva e evidente é porque há riscos, nomeadamente o risco de algo correr mal. É um momento delicado. Repito: a minha fé no poder da informação alternativa caiu para níveis que nem o microscópio electrónico poderia encontrar, por isso não vou lançar cruzadas nem convido a participar nelas. Mas isso não significa aceitar o total imobilismo.

Então eis o meu convite. Esqueçam temporariamente tudo quanto é inútil, tudo quanto não pode fornecer utilidade. Deixem de lado tanto as conspirações milenárias quanto a ciência de fronteira assim como as ideologias políticas, porque daí nada vai sair. E espantem-se: deixem de lado até o rasto do dinheiro (um dos must de Informação Incorrecta) porque estamos muito além disso.

E passem a cultivar as dúvidas. Não as vossas, porque se estão aqui ou já têm as vossas dúvidas ou falam alemão e ainda não perceberam do que trata este site. Tentem cultivar as dúvidas nos outros.

– Com diplomacia, possivelmente sem chamar ninguém de “ovelha” como faço eu e sem o espírito da “cruzada”, porque os fanáticos assustam sempre.

– partilhem não os artigos que aparecem aqui (ou nos outros sites) mas os links neles contidos porque não poucas vezes são de indivíduos ou de instituições “com pergaminho” e dizer “O Max afirma que …” é diferente de “A Universidade Dos Melhores Médicos do Mundo afirma que …”).

– nunca esperem convencer o interlocutor porque ninguém tem tanta pouca autoestima ao ponto de responder “Olha, todas as minhas ideias estavam erradas, ainda bem que chegaste tu para mostrar-me o que pensar”: não é assim que as pessoas funcionam (e lembrem-se disso também enquanto comentam aqui em Informação Incorrecta!). A dúvida é como uma semente: tem que ser plantada e depois é só esperar. A dúvida é um pensamento e o pensamento é como o bicho da madeira: se houver comida (matéria cinzenta) cresce, se não houver morre (mas esta não será culpa vossa).

– tentem utilizar a ironia ou a piada fácil acerca do assunto para testar o interlocutor e ver qual direcção toma a conversa dele para ter noção dos seus níveis de resistência/convicção. Isso ajuda enormemente.

– tentem apoiar aquelas publicações online que julgam serem merecedoras. Não entendo um apoio económico: para quem estiver a escrever deste lado, muitas vezes uma palavra pode ter grande valor porque significa “Olha que não és o único que pensa desta forma, continua e vamos ver onde isso vai parar”. Mas um comentário negativo é igualmente importante: “Não concordo mas o discurso é interessante, vamos falar disso”.

– e, obviamente, continuem a cultivar as vossas dúvidas também, num sentido e no outro. Isso pode ser feito através da informação que em internet é coisa que não falta (por enquanto).

Tudo isso é pouco? Não acho.

Dúvida: resolve o problema de “em quê acreditar”? Longe disso. Mas, como já afirmado, tenta utilizar os poucos instrumentos disponibilizados nesta realidade, verdadeira ou falsa que seja, para criar uma visão alternativa. E isso é fundamental.

Uma visão alternativa está sempre certa? Obviamente não: poderia a Covid-19 ser uma pandemia verdadeira? Sim, poderia. Eu acho que não é, mas por honestidade intelectual não posso excluir o contrário de forma absoluta.

Então em que ficamos? Ficamos assim: temos que cultivar uma visão alternativa da realidade. É sempre precisa e deve sempre ser considerada. Sempre, não há excepções. Uma visão alternativa pode estar redondamente errada (nunca excluir isso, caso contrário torna-se fé!), mas é a única que oferece novas possibilidades, viabiliza comparações, obriga a pensar, dá vida ao diálogo e ao confronto. Sem uma visão alternativa há só o conformismo, que é o paraíso dos totalitarismos. Este é o meu único “metro de juízo”, o ponto de partida no qual me baseio.

E, no meio dum conformismo possivelmente nunca antes observado antes (com a “pandemia”, o “politicamente correcto”), cultivar uma visão alternativa é uma obrigação de todos. Uma visão alternativa que forneça instrumentos não apenas para desenvolver teorias abstractas de duvidosa ou nenhuma utilidade (“os Reptilianos mandam no nosso planeta”), mas uma visão alternativa que possa enfrentar a realidade aqui e agora com utilidade.

Porque, aqui e agora, as vacinas são seguras, 100% de certeza. Mas quando no futuro alguém eventualmente descobrir que a vacina da Pfizer provoca alguns efeitos secundários não desejados, os políticos não poderão ser responsabilizados (“mas nós somos políticos, não médicos: confiámos nas farmacéuticas”), as farmacêuticas nem por isso (“Estranho, os testes batiam todos certos. E, em qualquer caso, temos a imunidade legal, lembram-se?”) e serão os vacinados a ficar com a fava (como se diz em bom português), seja culpa dos Reptilianos, da conspiração judaica ou da ciência de fronteira com a sua Matrix.

Nota: utilizei as vacinas só como exemplo. Pessoalmente acho que a vacina da Pfizer irá “funcionar” (aspas necessárias: funcionar contra o quê?) sem criar grandes problemas. Se assim não fosse, seria o fracasso total de toda a construção Covid & C..

 

Ipse dixit.

45 Replies to “Em que acreditar e porquê? Numa visão alternativa. Porque sim.”

  1. Meu caro , a ideia parece -me válida , mas creio que já todos aqui fazemos isso e até pessoas que eu não imaginava que tivessem uma visão alternativa me enviam links de estudos a contrapor a versão do regime .
    Mas a forma de comparar experiência própria a uma martelada nos dedos parece-me … como se diz por aqui ” Gozar com quem trabalha” alguém que não acredita numa suposta viagem transatlântica porque governou embarcações e sabe que as coisas não funcionam assim … E alguém que é formado em engenharia de estruturas e por isso recusa a versão oficial da derrocada do World Trade Center parece -me justo e fundamentado, estes também são especialistas, a ciência não se faz apenas em laboratórios. E no dia em que abandonar mos a nossa soberania intelectual em prol apenas de supostos “cientistas” e “especialistas” estamos a abrir caminho para uma possibilidade de manipulação .
    Bem… Caro bloguista, desta vez não lhe vou descontar pontos na carta de bloguista , mas atenção, essa comparacão esteve ao nivel de uma martelada nos dedos… para a próxima desconto …

    1. P.Lopes!

      “Mas creio que já todos aqui fazemos isso”

      A maioria talvez, todos não. É por isso que nos últimos dois dias a página Facebook perdeu 4 ou 5 seguidores. E nem vamos esquecer que quem costuma comentar por aqui é a minoria de quem segue Informação Incorrecta.

      Vejo que P.Lopes confia no próximo. Eu faço parte dum grupo Whatsapp contra as medidas de distanciamento social e outras amenidades: observo como quem partilha links é sempre um pequeno conjunto de pessoas. Não vejo porque aqui deveria ser diferente.

      “Mas a forma de comparar experiência própria a uma martelada nos dedos parece-me … como se diz por aqui ” Gozar com quem trabalha” alguém que não acredita numa suposta viagem transatlântica porque governou embarcações e sabe que as coisas não funcionam assim”

      Juro, esta não entendi mesmo. P.Lopes acha que foi uma “indirecta” contra o mesmo P.Lopes, o Chaplin ou outro Leitor? De forma nenhuma mas, como disse, posso ter entendido mal o sentido.

      E ainda com esta história de Colombo? Seja permitida uma humilde sugestão: tente ultrapassar o trauma de Colombo, há vida além disso.

      Chaplin!

      “Um tutorial para missionários da fé da incredulidade”

      Em cheio! É por isso que uma pessoa que segue uma fé não pode concordar. Trata-se de admitir que a nossa religião, nesta altura, não consegue ajudar: pode ser fascinante em linha teórica, pode fornecer os instrumentos para entender a situação, mas não para enfrenta-la agora. Agora é preciso deixar de lado as nossas abstracções mentais e fazer o pouco que podemos. Que é pouco, concordo, e que não irá mudar o rumo dos acontecimentos. Mas talvez seja melhor do que o nada.

      Porque a alternativa qual é? Ficar a falar do sexo dos anjos, tipo os rebeldes da Vida do Brian dos Monthy Python?

      Para todos os Leitores!

      Estas são as minhas sugestões: não concordam? Perfeitamente lícito. Aliás: absolutamente perfeito porque o lema por aqui é “duvidar”. Então apresentem as vossas, serão sempre bem-vindas. Nesta altura são precisas pessoas que discordam, mas ainda mais aquelas que discordam e apresentam alternativas (a tal “visão alternativa” do artigo).

      E agora vou matar uns neurónios com a televisão.

      1. Bem eu já estava mesmo quase a ultrapassar e aproveitei a tarde de chuva para fazer um tratamento inovador á base de conhaque ( isso é chatear o Chaplin ) mas quando vejo a experiência pessoal ( nao só a minha mas tambem a do Krowler ) ser comparada a uma martelada nos dedos … epa…tive uma recaída

  2. Se o mundo fosse uma cor, diria que estamos no mundo verde que é aquele mundo entre o mundo azul, que conhecemos bem, e mundo amarelo, que só temos noticias de como será.
    Esse mundo verde é meio confuso, pois é o final do azul mesclando no amarelo e a gente fica meio perdido sem saber em que mundo está.
    Nesse mundo verde parece que vemos as mentiras virarem verdades e as verdades virarem mentiras.
    Coisa de louco?

  3. ‘Mas a experiência ensina também que quando a censura concentra as suas atenções no mesmo ponto e num curto espaço de tempo, é porque algo está a passar-se.’ – Este é o ponto, e é aqui que o foco deve ser concentrado; o que é que realmente se está a passar?
    Existe aqui um trabalho aliciante que se refere a desmontar toda a retórica oficial, para se chegar aquilo que é o cerne do problema e que nos permitiria passar do nível do campo do jogo para o nível da bancada.
    O esquema da pandemia, montado na base do medo, parece nesta fase ser um pau de dois bicos porquanto, se as pessoas na sua maioria têm medo do vírus, também estão com dedo da vacina. Estou curioso para ver o que vão dar as campanhas de vacinação. Nos EUA já se fala em pagar ás pessoas para aceitarem ser vacinadas.
    É este tipo de situação que permite ter algum optimismo, mesmo que muito moderado, e pensar que nem tudo está perdido.
    E agora vou beber uma aguardente de medronho, que o conhaque cá por casa anda em baixo.

  4. Perto do zero tudo passa a ser bom! Até porque o mundo está a apenas cerca de 7 bilhões de revoluções de distancia de uma revolução…

  5. Há 2 dias presenciei algo insólito mas compreensível. Transitando pela capital de um dos estados do sul Brasil, me deparei com um vendedor de rua que expunha bandeiras dos dois principais clubes de futebol locais, a bandeira nacional do Brasil, e, pasmem, a de Israel…

    1. Chaplin, é mesmo muito forte, não é? Entendo esta seu irresistível pulsão de reduzir todos os acontecimentos do Universo à conspiração judaico-maçónica, esta incapacidade de desligar-se ao longo do dia, nem que fosse por um par de minutos, justo o tempo de comer um hamburguer…

      O que acha: terá sido um agente do Mossad? Tentamos analisar os factos: o vendedor falou consigo, de forma directa? Ou ouviu a voz dele no seu cérebro? E disse o quê? “Vamos esmagar-vos como moscas, transformar-vos em escravos, violar e comer os vossos filhos e depois coze-los no forno com duas batatas fritas para festejar o Chanukkà”? Apontou a bandeira com a Estrela de David na sua direcção, de forma ameaçadora, como se fosse uma arma, talvez uma lança? Sentiu-se ameaçado pela Estrela de David? Ou não disse e não fez nada, limitou-se a olhar para si com o seu típico nariz em gancho e aquele ar superior de Povo Escolhido?

      Sentiu-se melhor depois de ter visto o agente do Mossad? Proporcionou-lhe indirectamente novo e úteis instrumentos para combater o que está por vir? Não? Então por qual razão sentiu a irresistível necessidade de partilha um episódio insignificante num artigo que não fala destas coisas mas que diz algo diferente, como por exemplo pôr de lado teorias talvez interessantes mas inúteis nesta altura? O agente deu-lhe dicas acerca dos próximos planos judaico-maçónicos? Ou postou este disparate só na tentativa de irritar, demonstrar o seu total desprezo pelas palavras de quem escreve? Algo como “o blog não é meu mas eu aqui conquistei o meu espaço anti-judaico-maçónico e tenho que defende-lo até dos ataques do dono do blog”?

      Chaplin, eu quero ajuda-lo. Mas você tem que ajudar-me também. Isso é: ajude-me para que eu possa ajuda-lo. Porque confie no que digo: sozinho, infelizmente, não vai conseguir sair dessa coisa que a psicanálise moderna já identificou, até com um nome bem preciso.

      Vou ficar ao seu dispor para começar um percurso de desintoxicação (o primeiro passo) e, se for o caso, procurar ajuda de especialistas. Fique tranquilo: não vou abandona-lo e tenho a certeza de que muitos outros Leitores torcem para a sua saúde. Mas caso continue com estas atitudes inutilmente provocadoras e, ao mesmo tempo, recuse qualquer terapia, diga-me qual as opções na minha mão para evitar que você continue a expor-se de forma tão triste. Isso dói, Chaplin, acredite: dói porque aqui todos gostamos de você, sabemos que é mais daquilo que insiste em mostrar e a última coisa que desejamos é observa-lo enquanto se submete a outras figuras ridículas.

      Fique tranquilo: o vendedor foi-se embora e não voltará, prometo. Recolha as forças, receba um grande abraço e não se esqueça: estamos consigo.

      1. Chaplin, nossa energia está onde nos concentramos. Não gaste mais a sua preciosa energia com essa preocupação meu amado irmão, pois como diz o texto de nada importa saber essa realidade na qual tu se concentra. A chuva molha e o fogo queima.

      2. Sinceramente… vejo como no mínimo intrigante, se não preocupante, a necessidade do blogueiro de ironizar-desacreditar quem não prescinde de tocar na mola mestra do sistema. Vivo num país em que igrejas evangélicas e suas mídias cada vez mais tratam de idolatrar judeus e Israel. Onde o presidente (cuja campanha foi financiada por estas mesmas igrejas) faz apologia judaica, onde o presidente do senado é 1 judeu que claramente expõe essa condição como superlativa. Onde, nas eleições municipais de semanas atrás, alguns candidatos se enrolaram na bandeira de Israel qdo foram votar. Onde governantes que se dizem “patriotas” erguem os pavilhões do Brasil junto com os de EUA e Israel. Posso até entender que o assunto não seja interessante para europeus, mas taxá-lo como disparate é o indicar do quanto o blogueiro fica incomodado com abordagens fundamentadas que envolvem o “povo escolhido”…

        1. O blogueiro podia ter ” pegado mais leve” ok, mas também não sei mais que dizer para que entendas que : Nós entendemos isso, ninguém diz que tu estas errado , mas é um exagero a quantidade de vezes que te reportas á questão judaica, lamento que assim seja porque do mesmo modo que te tornas-te especialista na questão judaica poderias também aprofundar o teu saber noutras áreas e partilhar os teus resultados.
          apesar do que possas pensar do P.Lopes … o P.Lopes tem muita simpatia por ti, continuei a reconhecer o teu discurso mesmo enquanto estavas no exilio, fui alias o 1.º a dar-te as boas vidas de regresso ao nosso convívio pleno e assemelhei esse momento ao regresso do filho prodigo, dediquei-te a ti das mais pelas poesias que já alguma vez passaram por este blog… por isso te peço :
          Charles, amigo, camarada companheiro, irmão, palhaço neste circo que é a vida … tem calma contigo, há vida para além da conspiração judaica.

  6. Querem que eu trate de que? De alienígenas? De governantes fantoches? De nações historicamente subservientes ao poder econômico-financeiro judaico? De conteúdos de fundo meramente propagandísticos que nada mais fazem do que distrair seu público alvo? De relativizar tudo para desacreditar tudo e assim imobilizar-se? De contextos reduzidos como se estes em nada se relacionassem com o macro contexto? De esquerdas e direitas? De democratas e comunistas? De republicanos ou “democratas”? Ou seja, de quase tudo que é falado exponencialmente e que não passa de um conjunto de diversões e distrações, mas que satisfazem os ditos blogues “alternativos” na mão de servidores que ditam todo regramento de uso? É sabido que para afetar o sistema de poder-dominium é imprescindível atacar 3 processos, todos em mãos judaicas: CONTROLE DAS MOEDAS; DA PROPAGANDA (em sentido amplo); LEGISLAÇÕES.
    E é disso que se precisa lidar!!! Fora disso, é faz de conta ou comidinha conspiratória.

    1. Chaplin, mas se este for o problema há uma solução muito simples: abra um seu blog onde tratar disso e dos assuntos que na sua óptica merecem.

      “É sabido que para afetar o sistema de poder-dominium é imprescindível atacar 3 processos, todos em mãos judaicas: CONTROLE DAS MOEDAS; DA PROPAGANDA (em sentido amplo); LEGISLAÇÕES.”

      Óptimo, faça isso. Ninguém está a travar as suas intenções. Avance.

      A plataforma Blogger é gratuita, nem precisa gastar um tostão. Não estou a ser irónico, falo de forma extremamente séria: tome o seu conhecimento acerca do assunto e transforme tudo numa publicação, tal como faço eu com Informação Incorrecta, tal como fazem milhões de outras pessoas com os blogues deles. Posso dizer-lhe que, depois de P.Lopes, o segundo Leitor seria eu, não tenha dúvida.

      Nunca fez isso e tem problemas? Eu ajudo, antes do WordPress estava no Blogger, sei como se faz e sei ser simples. Você sabe escrever, dá para ver: eu escrevo há dez anos artigos cheios de erros ortográficos e de sintaxe, tem noção disso?

      Outra hipótese: já pensou em tornar tudo um e-book? Também isso é grátis e até poderia partilha-lo de forma gratuita parta alcançar ainda mais público. Escreva um e-book e pode ter a certeza que será partilhado aqui em Informação Incorrecta também.

      Como pode ver, Chaplin, há soluções. Agora, o que não pode ser uma solução é poluir o blog dum outro gajo que nunca lhe fez mal nenhum. Além de ser uma total falta de respeito.

      1. Prontos … é assim.. o gajo tem uma certa razão, e não estou a falar em relação ao facto de P.Lopes se tornar o leitor n.º 1 e também o parasita n.1 sempre pronto a enfiar o pau na roda, e antevejo até uma ótima parceria com este blog, muito melhor que a espécie de parceria com o Tretas Foundation ( apesar de ser difícil fazer pior, é mesmo o fim da linha) Charles meu velho, avança, tens a minha bênção !!!

        1. Como assim ? Não vai haver novo blog ? Charles ? Então ? Um pouco mais de desportivismo, prova que és capaz de superar um desafio, eu lá estarei contigo nessa luta velho amigo !

        2. Eu também Charles, serei o 3º, sou meio agressivo, não é por mal, sou assim mas “fui com a tua cara”!
          Bora lá Charles, vai dar certo, depois enfiamos um pouco de metafisica nesse papo de judeu e você verá que o buraco é mais em baixo, ou melhor, mais acima… ou pro lado, sei lá…

          1. Man , estive a visitar o site do bloguer aquilo parece fácil, o nosso amigo JF parece que também dá uns toques de informática, poderia ser útil… JF lá também podes fazer comentários assim meio avermelhados , quer dizer … no teu caso é mesmo vermelho fluorescente tipo semáforo … isso é assim meio tresloucado mas é ao gosto de um determinado publico que se interessa por conspirações .
            Como é JF sobes a bordo ? Ou vais ficar no cais a servir de alvo as gaivotas ?

  7. Olá Chaplin e todos:
    O que é isso pessoal?
    Desde quando este espaço chama alguém de doente porque estudou o suficiente para interpretar a história a luz de uma variável por ele escolhida para re escrever a história? Isso não é II
    Já aqui mesmo sugeri que Chaplin escrevesse um livro? Ele me respondeu aqui mesmo e deu a entender que não quer. E daí ?
    Seria o mesmo que o Max me oferecer ajuda para eu apagar da memória tantas coisas que insisto, e que podem estar certas ou erradas. Não seria o Max que admiro e quero bem.
    Como vocês podem considerar que as explicações do Chaplin não tenham contribuído positivamente para II ? Que tenham siimplesmente poluido os comentários em II ?
    Acho as tuas sugestões de abrir um blog e mais ,Max, ótimas. Mas se ele não quiser? Se ele preferir continuar fundamentando uma variável por ele considerada principal, e não variável dependente ?
    Max, pensa só quanta besteira sem sentido contemporizamos ?

    Tudo que o Chaplin descreve sobre a bandeira de israel é verdade. é um fato.
    Mas ele desespera porque acredita que os que usam estes panos entendem o que estão usando. Não é assim Chaplin. O vendedor ambulante nada sabe nem de israel, nem EUA. Quis enfeitar a barraquinha e pendurou um pano colorido de cada lado. O brasileiro médio vê a bandeira do Japão dentro do restaurante de comida típica e brada: “nossa bandeira jamais será vermelha”.
    Deves ter percebido como os carros privativos dependuram uma bandeirinha norte americana bem a vista de qualquer um. É que faz uns 4 anos ele levou os filhotes até Disney, e adorou. Que os EUA são os responsáveis pela nossa indigência econômica e cultural faz décadas, o motorista e sua família não tem a menor ideia. Se tivesse ele escolheria outro roteiro turístico.
    Desde que o Bolsonaro enfeitou seu gabinete com 3 bandeiras, os bolsonaristas desejaram copiar. Só isso.

    Eu coloco no meu carro uma advertência que diz :””eu freio para animais” É verdade e me ajuda a achar o carro, quando eu o perco de vista. Muita gente já me perguntou o que é aquilo. Eu explico, não adianta nada. Eles saem dizendo que eu prefiro atropelar crianças. Provavelmente os mais religiosos me mandarão ler a biblia.
    É assim, não posso fazer nada a não ser advertir que, quando um animal passar na minha frente, eu vou frear. Estão avisados.

    1. Olá Maria! Antes de se dar crédito para algumas fontes, precisa-se identificar quem são elas Não esqueça que este II é de um europeu, e não partirá de um europeu a iniciativa de mudar um mundo que sempre privilegiou a Europa. Abraço

      1. Charles …Charles … tu não estás encurralado , tu não estás só , não é necessário nem nunca será necessário recorrer a esse tipo de argumentos …eles os europeus ? Nós ! Nós Charles os que pensamos alternativo, temos mais motivos para nos mantermos unidos do que afastados .

      2. Ahe? Depois de ter-me oferecido para ajudar-te a abrir um teu espaço na net? Chaplin, és mesmo uma pobre pessoa ingrata.

        Então a partir de agora façam o favor de ajudar Chaplin fora deste espaço porque Max, o servidor europeu privilegiado ao serviço dos judaicos-maçónicos, que fica “incomodado com abordagens fundamentadas que envolvem o povo escolhido” e que só sabe entreter o público com “diversões e distrações”, não apoia as iniciativas para mudar o mundo.

        Todos os comentários acerca do futuro de Chaplin vão ser apagados porque assim decidiu o servidor europeu privilegiado. Todos os comentários, não há excepções, porque o que este episódio me ensinou é que Informação Incorrecta tem que retomar o seu rumo, que sempre foi o de fazer informação e não gastar tempo e recursos com pessoas que não merecem.

        Sempre investi boa parte do meu tempo em pesquisas que sempre pus ao dispor de todos os Leitores, sem pedir nada em troca. Tenciono continuar a fazer isso e não desperdiçar o tempo meu e de quem segue Informação Incorrecta com as birras e os projectos de quem só sabe cuspir no prato em que comeu até ontem. Vou reler esta frase porque comprida: terei de pôr uma vírgula? Não, fica bem assim.

    2. Olá Maria!

      Vou responder-te com as palavras de Chaplin:

      “De alienígenas? De governantes fantoches? De nações historicamente subservientes ao poder econômico-financeiro judaico? De conteúdos de fundo meramente propagandísticos que nada mais fazem do que distrair seu público alvo? De relativizar tudo para desacreditar tudo e assim imobilizar-se? De contextos reduzidos como se estes em nada se relacionassem com o macro contexto? De esquerdas e direitas? De democratas e comunistas? De republicanos ou “democratas”? Ou seja, de quase tudo que é falado exponencialmente e que não passa de um conjunto de diversões e distrações, mas que satisfazem os ditos blogues “alternativos” na mão de servidores que ditam todo regramento de uso? […] Fora disso, é faz de conta ou comidinha conspiratória”.

      Maria, sabes o que significa isso? Uma coisa muito simples: 99% de quanto publicado durante 10 anos por Informação Incorrecta foi “faz de conta” e “comidinha conspiratória”. Porque os assuntos que o elegante Chaplin lista (“e que não passa de um conjunto de diversões e distrações”) são os assuntos desde sempre tratados aqui e para os quais tu também contribuíste com comentários na minha óptica valiosos.

      Isso significa que todos os Leitores que seguiram Informação Incorrecta são o quê? Uns coitados que nem repararam que tudo o que estiveram a fazer era engolir “um conjunto de diversões e distrações” para “satisfazer” o dono que não passa dum “servidor” (mais uma vez: obrigado Chaplin, sempre às ordens). Mas atenção: eu não tenho o direito de ofender-me, tenho o dever de ficar calado porque o Chaplin pode ressentir-se, pobre criatura. E ressente-se mesmo: “Total falta de respeito…larguei!” Ele pode, Maria, eu não: consegues explicar-me a lógica?

      “Desde quando este espaço chama alguém de doente porque estudou o suficiente para interpretar a história a luz de uma variável por ele escolhida para re escrever a história”?

      Explico-te desde quando:
      – desde que esta pessoa chama Informação Incorrecta e os seus Leitores (todos os seus Leitores, tu incluída) de pessoas que não entendem e que ficam satisfeitos com “comidinha conspiratória”;
      – desde que esta pessoa não sabe dizer mais de que “é culpa dos judeus”;
      – desde que esta pessoa nem respeita o que os outros escrevem porque qualquer altura é boa para ele e só ele espalhar a Verdade, desviando o assunto tratado num artigo;
      – desde que esta pessoa acha ser o único dono da Verdade por aqui, menosprezando sistematicamente qualquer opinião contrária;
      – desde quando fartei-me de avisar dezenas, centenas de vezes para mudar de atitude e como resposta sempre tive um indivíduo que continua a fazer o que mais lhe apetecer.

      “Acho as tuas sugestões de abrir um blog e mais, Max, ótimas. Mas se ele não quiser?”

      Então que não abra, ora essa. Isso significa que tenho que aturar a falta de respeito para Informação Incorrecta, os Leitores e todo o trabalho desenvolvido nestes anos (nem cito o “servidor” porque está implícito)? Mas o que é isso? O Dia Mundial do Mártir?

      “Se ele preferir continuar fundamentando uma variável por ele considerada principal, e não variável dependente ?”

      Nada contra, mas fora daqui pois internet é um lugar muito grande e eu, tanto para usar uma expressão tipicamente brasileira, “tenho o saco cheio” (e peço-te desculpa pela ordinarice).

      Beijokas!!!

      1. Bem, é um momento sempre difícil, “o comentador cujo nome não pode ser pronunciado” será de novo enviado para o degredo , ainda assim , mantenho a minha oferta de ajuda para por em funcionamento o futuro blog do ” comentador cujo nome não pode ser pronunciado” porque isso poderá ser a forma de manter uma coexistência pacifica. Apesar das regras apertadas esta é ainda a única forma de informar “o comentador cujo nome não pode ser pronunciado” de que a minha oferta se mantem de pé .

        1. P.Lopes!

          Desculpem, mas não podem trocar os endereços de correio electrónico? Eu continuo a pensar que o ”inominável” deveria publicar algo mas, mesmo que não o deseje fazer, vocês podem ficar em contacto pessoal via e-mail. Esta, pelo menos, é a opinião dum europeu colonizador, portanto vale o que vale…

          O “inominável” não vai ser enviado para o degredo: não vou bloquear o nick dele, nem o seu IP. É um ingrato e “encheu-me o saco” (passei a gostar da expressão lolololol!) mas se quiser escrever aqui tudo bem. O que o “inominável” não quer entender é que há limites que não podem ser ultrapassados. Simplesmente vou passar a apagar o que não me agrada, não mais do que isso.

          E troquem os e-mails.

          1. Trocar email …é uma opção …permita -me apenas que me dirija ao “inominável” para o questionar se aceita que disponibilize o meu email ?
            Char#### podemos trocar de e-mails por aqui ?

      2. Olá Max.

        Sempre digo que a palavra escrita é muito fria, por não ser possível suavizar a frase numa entonação de voz ou numa pronuncia mais branda como quando se fala ao vivo.

        Estamos todos sob muito stress, trancafiados como passarinhos.

        Mas não desanimes , meu amigo. São só pedras no caminho.

        Segue em frente.

        Lembre das palavras daquele escritor e poeta que nasceu na terra onde hoje vives:

        “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”

        Forte abraço.

  8. Parece que há um certo nível de stress entre os participantes deste blog. Também me incluo nisso.

    Pode ser um efeito do confinamento ? Tem chance.

    Mas ( quem se lembra ?) , já passamos por situações piores nos tempos do Vapera.

    Então , citando Chico Xavier: “Não há problema que não possa ser solucionado pela paciência”

    Abraços.

      1. P.Lopes o Vapera é dono de um blog radical aqui do Brasil, não é pra quem não tem estomago e se ofende à toa.
        Creio que ele foi citado agora por conta de que a um tempo atrás colei um link desse blog do Vapera aqui, porem me parece que ele ja era conhecido do pessoal daqui e teve gente que se incomodou com isso, inclusive achando que o Zé aqui era o próprio Vapera.

        Com respeito ao Max, mas me parece que o blog tem um tipo de uma “panelinha” entre alguns comentaristas.
        Será impressão minha P.Lopes?

        1. Talvez meu caro, mas as “panelinhas” deles são um direito que lhe assiste se sentem afinidades isso até se torna natural, são parcerias.

      2. Respondendo a sua pergunta, P. Lopes, o Vapera foi um sujeito que passou por aqui e escrevia tanta merda que o Max foi obrigado a bloqueá-lo pelo endereço da internet ( URL , acho, não entendendo muito ).

        Para vc ter uma ideia, esse sujeito, sempre prepotente e agressivo na linguagem, mantinha uma aversão absurda por mulheres que tem certas preferências sexuais e fazia questão de externa-la em seus comentários.

        Dá última vez que falei com ele, sugeri que procurasse ajuda médica. Parece que não o fez.

        Recentemente , um comentarista postou um texto do bloq do Vapera e achei que ele estivesse de volta. O comentarista disse que não era ele, então , não toquei mais no assunto.

        Não há a minima comparação com o desentendimento envolvendo as idéias do Chaplin, apenas quis dizer que este blog já suportou desavenças bem piores.

        É isso.

  9. O Vapera Nem queiras saber P.L.

    É isso Sergio o confinamento directa e indirectamente, falo por mim.

    Abraços
    Nuno

  10. Existem cientistas sérios, com experiências e instrumentos adequados, que tratam da já citada “ciência de fronteira”

    Max,
    Parece-me que andas a navegar em oceanos onde pontificam nomes como Nick Bostrom, Miguel Alcubierre, Alain Aspect, Silas Beane, entre muitos outros.
    Vamos nessa, também partilho desse interesse.

  11. Agora estás a chamar-me Bostrom Alcubierre?!? Basta, exijo um pouco de respeito! … ah, não, és tu Krowler, desculpa.

    Olha, estou apaixonado por estas coisas. Mas verdadeiramente. A ideia dum universo holográfico, o problema das informações, o multiverso… errei tudo na vida, deveria ter estudado isso. Só que odeio a Matemática e teria sido expulso logo no primeiro dia.

    Proximamente, neste mesmo canal!

  12. Olá Chaplin e Max: olha Chaplin, conheço a soberba de muitos europeus. Lembra que pai, mãe, avós e todos mais eram europeus, embora não tivessem um rei na barriga.
    Posso te adiantar que o Max não faz este gênero. Pode ser temperamental, alguma vez até explosivo, mas nunca, jamais um idiota pretencioso. É um sujeito como poucos, e olha que conheço gente por esse mundo afora. E não fosse o que ele é, eu não estaria aqui.
    Penso que vocês dois ainda podem vir a se entender. E, caso realmente te fores, sentirei falta dos teus comentários, apesar do Max achar que tu menosprezas a todos nós.
    Saúde, sorte e sabedoria, te desejo.

    1. Obrigado a ti Maria por tantos comentários sábios ao longo dos anos. Quem acompanha há mais tempo o II sabe qual é o “calcanhar de Aquiles” do blogueiro. Você passa a insuportabilidade do mesmo exclusivamente por este motivo. E trocar ideias com “democratas” seletivos não me serve mais…Ou falemos de absolutamente de tudo ou fiquemos indefinidamente no mundo do faz de conta. É o que é!
      Aos demais, fiquem em paz, sob a proteção da principal das santas, a Santa Conspiração.

        1. P.Lopes, este é uma daquelas imagens com endereço de e-mail criptados ou coisas assim? Pergunto porque a ideia de trocar endereços e-mail aqui em claro é má: ficam logo memorizados nos “spiders” e a partir daí ambos começam a receber toneladas de spam (experiência pessoal).

          Se a intenção for trocar endereços aqui tudo bem, mas não em claro. Avisem antes de fazer isso, há outras formas (por exemplo: podem pôr aqui um daqueles endereços que duram um ou dois dias com o qual trocar os endereços reais).

          Já sabiam isso? Ok, desculpem, não é o caso para ficarem logo zangados, fogo que maus feitios, e um gajo ainda tenta ajudar…

          1. Bem … hã…portanto , quer dizer … isto é, propriamente não … era apenas uma despedida a um velho amigo, companheiro , camada , palhaço neste circo que é a vida . Eu compreendo o ponto de vista do gajo que dirige o blog, de facto deve ser irritante , do meu ponto de vista é um pouco triste porque não vou poder fazer pirraça com o “comentador cujo nome não pode ser pronunciado”. Eu encaro o blog com seriedade é instrutivo , deveras, mas por vezes sinto falta de algo para que não se torne monótono e é ai que a pirraça cumpre a sua função lúdica para depois voltar aos assuntos sérios , convenhamos, a melhor forma de encarar a vida é com humor, o humor pode não dar sentido à vida mas dá sentido aos momentos que compõem a vida . É com pena que vejo partir o “comentador cujo nome não pode ser pronunciado” mas também lamento que ele não tenha a humildade para se adaptar às circunstâncias, e consequentemente lamento nunca vir a conhecer o comentador ou o bloguista que ele poderia vir a ser caso aceitasse o desafio .

      1. Calma Max, fica calmo, faz a tua boa acção, relaxa…

        Chaplin,

        bem pode agradecer o imenso respeito que tenho por Maria e as ideias dela, porque dependesse só de mim nem gastaria 5 segundos consigo após o que escreveu nas últimas horas. Mas Maria gosta de Chaplin, ok, então tente seguir-me.

        Chaplin, você é um idiota. Não um idiota simples, atenção, mas um idiota integral, a 360 graus. Dito sem ofensa, quero que isso fique claro: só com muita pena. Porque a sua pessoal guerra levada em frente com meios ridículos (e por isso destinada ao fracasso, a seguir os fundamento da motivação) nem lhe permite distinguir entre inimigos e possíveis, não digo “amigos”, mas aliados sim. Explico-lhe com alguns exemplos.

        Aqui em Portugal há os medicamentos chamados “genéricos”, que contêm os mesmos princípios activos dos normais e custam menos. Quando entro numa farmácia e peço um genérico acrescento sempre “…mas não um Teva”. Você é um entendido de coisas judaicas, correcto? Então nem precisa procurar para entender a razão. Quando a funcionária perguntar a razão, eu explico sem problema nenhum. É a mesma razão pela qual nunca entrei nos restaurantes da cadeia “Shalom”, a mesma pela qual afiliei-me (dou dinheiro, para ser mais claro) ao movimento BDS, a mesma pela qual na minha casa estão banidos filmes ou séries hebraicas, etc. etc.

        No dia em que descobri que o tecladista duma das duas minhas bandas favoritas (Type O Negative) era hebreu, entrei em pânico. Agarrei logo no computador para saber mais acerca da catástrofe e para boa sorte descobri que o sujeito tinha feito abjura. Chaplin não me conhece e por isso não pode entender, mas a verdade é que passei um mau bocado: não era só música, era uma inteira filosofia de vida que partia-se em pedaços.

        Dito isso, que não passam de pormenores, percebo também que ser um “herói solitário”, sozinho contra o resto do mundo mau, seja mais apelativo do que partilhar a cena com outros participantes. Exacto Chaplin: o seu calcanhar de Aquiles. Por isso chamo-lhe de idiota integral: um idiota normal aqui gastaria o tempo em comentários estúpidos. Chaplin, como idiota integral, toma os seus estudos para tornar-se “primadonna” e faz terra queimada em volta.

        O resultado que Chaplin consegue? Tente seguir-me um pouco mais.

        Informação Incorrecta começou a falar contra o sionismo muito antes de Chaplin aparecer e os Leitores mais antigos que ainda aqui estão não terão problema em confirma-lo. Depois apareceu Chaplin e, lentamente, os artigos contra o sionismo começaram a diminuir até praticamente desaparecer. Deve ter reparado nisso. A idiotice integral sugeriu-lhe o quê? “Olha o sionista que esconde a Suprema Verdade! Olha o europeu servo do poder que defende os Donos adoradores da Torah!”.

        Talvez uma pessoa normal teria perguntado: “Mas por qual razão aquele europeu explorador de inocentes brasileiros está a evitar o assunto depois de ter sido ele a introduzi-lo no seu blog?”. Possivelmente Chaplin perguntou-se o mesmo, mas a sua idiotice integral responde-lhe outra vez: “Olha o europeu, que goza dos imensos privilégios frutos do trabalho de nós pobres brasileiros, que foi comprado pelos conspiradores judaico-maçónicos!”. E o raciocínio de Chaplin não conseguiu ir além disso. Não por falta de capacidade, mas porque cegado pela idiotice integral.

        Em boa verdade já expliquei ao Chaplin as razões da escolha, mas volto a fazê-lo esperando que desta vez a sorte me assista e ilumine Chaplin. Siga-me porque o discurso não é simples.

        Há muitas técnicas de comunicação, algumas boas, outras nem por isso. Chaplin tem o dom de escolher sempre as piores. Porque se o desejo for convencer as pessoas, a coisa pior que pode fazer-se é começar a gritar. E também é possível gritar ao escrever, sem usar todas as letras com o Caps Lock inserido. Chaplin faz isso: grita a sua Verdade ao mundo, lança anátemas e excomunhões, afastando assim a maioria das pessoas e, coisa até mais grave, frustrando a pesquisas dele. Chaplin, tente entender isso: a maioria das pessoas não quer ver ou ouvir um possuído que grita (por esta razão a guerra de Chaplin nunca conseguirá algo).

        Numa certa altura até surgiu-me uma dúvida: “Será que este Chaplin está aqui para sabotar o blog?”. Porque a atitude de Chaplin tem este resultado: afasta a maioria das pessoas. Depois percebi que não, Chaplin não era um sabotador: era um idiota integral.

        Uma outra técnica de comunicação em que Chaplin falha redondamente é o facto de nunca por nunca admitir que o interlocutor possa ter razão. Nós, pobres humanos, não temos apenas que ouvir Chaplin gritar mas todo o mundo tem a obrigação de concordar com ele. Erro muito grave, porque não toma minimamente em conta o amor próprio do interlocutor, com efeitos devastadores. Qualquer interlocutor atacado fecha-se de imediato como um ouriço e aí o jogo está acabado. Erro típico do idiota integral (e também por esta razão a guerra de Chaplin nunca conseguirá algo). Em vez que deixar o interlocuto falar (neste caso: escrever) um pouco mais, tanto para individuar possíveis pontos em comum e eventualemente daí partir para introduzir a nossa posição, não, Chaplin acha que a única forma de conseguir é atacar como faz o touro, de cornos para baixo atropelando tudo e todos.

        Numa certa altura, acho que Chaplin ainda se lembra disso, comecei a tentar “arredondar” os ângulos do discurso para que o assunto voltasse nos carris da “normalidade” (isso é: tentar afastar dos visitantes a ideia de que entre os Leitores do blog houvesse um possuído, provavelmente neto de Hitler, e para que a comunicação de I.I. voltasse ao costume). Pelo que comecei a falar com Chaplin, tentando distinguir entre sionistas, hebraicos, judeus, etc. Lembra-se? Muito bem. Mas nada: casmurro como só os idiotas integrais conseguem ser, não apenas Chaplin nada entendeu como também começou a atacar o blogueiro, culpado de não condenar à danação eterna não apenas os sionistas, os hebraicos e os judeus todos, mas também os parentes deles da Antiguidade e do Presente, no nosso e nos outros planetas da galáxia.

        É aqui que decidi cortar no assunto, limitando ao máximo (até praticamente excluir) o discurso sionismo & companhia. Ao ponto que hoje Informação Incorrecta praticamente deixou de falar disso. Porque cada vez que eu escrever “hebr…” aparece o Chaplin com gritos e anátemas, insensível ao facto dos outros Leitores poderem discordar nem com o conteúdo mas com a forma. Parabéns Chaplin, um óptimo resultado. E a coisa mais engraçada é que Chaplin, em teoria, quer fazer conhecer aos outros as suas ideias.

        – “Queres saber uma coisa?”
        – “Sim, mas não gritar”
        – “TU TENS QUE OUVIR UMA COISA!!!”
        Este é o Chaplin.

        Mas reconheço que aqui errei também eu: permitir que por causa dum Leitor o blog ignorasse um assunto que sempre julguei importante. E foi um erro grave, admito. Consola-me o facto de ter aprendido com isso e saber que não voltará a acontecer.

        Um blog de informação alternativa como este não vive de publicidade e nem tenta juntar Leitores com artigos “bombásticos” para aparecer no topo das classificações. Um blog como este tem outros objectivos, que Chaplin deve ter intuido: partilhar uns pontos de vista. Os meus, com os artigos, os dos Leitores com os comentários. É um trabalho que precisa de tempo e paciência. A ideia é atrair por aqui Leitores que, caso contrário, estariam a trocar gatinhos sorridentes no Facebook, não por estupidez mas por falta de opções. Considerado o que disse antes (a maioria das pessoas não quer ler gente que grita), I. I. escolheu um perfil baixo: nada de artigos bombásticos (que “fazem” Leitores dum dia para outro mas que perdem pela superficialidade e a necessidade de publicar noticias “clamorosas” todos os dias). Pelo contrário: mais espaço ao “prazer” da leitura, com assuntos talvez sérios mas não raramente tratados de forma leve ou irónica (esta uma minha característica pessoal bastante vincada e que por vezes provoca problemas como quando o interlocutor não entende que estou a ser irónico). Mais: antes da “pandemia” da Covid-19, artigos variados sobre assuntos desligados um dos outros, porque se for verdade que não se vive apenas de pão, também uma dieta feita apenas de siosnismo e outro assuntos “maçudos” pode provocar prisão de ventre. Portanto, assuntos leves que, sem dúvida, na óptica de Chaplin são “comidinha conspiratória” mas que, olhem só, são de interesse meu e de outros Leitores também (acabei de trocar uns comentário com Krowler acerca da ciência de fronteira, por exemplo). Toda esta pode ser definida como “a linha editorial de Informação Incorrecta”, que a Chaplin fará endireitar os cabelos porque não consegue entender que há vida além dos sionistas, que não é possível dedicar a vida toda apenas à luta contra a terrível conspiração, que enquanto Chaplin continua a desgastar-se sobre o mais ínfimo dos detalhes hebraicos, o Mundo continua a rodar e não espera por Chaplin.

        E Chaplin nem se questiona se a linha editorial de I.I. possa ser útil, se possa eventualmente trazer mais vantagens à sua guerra total contra o Mal Absoluto: claro que não, não pode pois não é a linha editorial de Chaplin, ergo está errada por definição. Chaplin nem se coloca uma dúvida como “mas que direito tenho eu de entrar num blog que existe há anos e pretender que mude segundo as minhas directrizes?”. A idiotice integral de Chaplin autoriza-o a fazer isso mesmo: entrar num blog que existe há anos e pretender que mude segundo as suas directrizes, com assuntos seleccionados e tratados tal como ele quer que sejam tratados; caso contrário são ignorados ou menosprezados ou explorados para inserir o assunto judaico aí onde até nem é preciso.

        Resumindo: Chaplin faz tudo o contrário do que sempre desejei para este blog e, ainda não satisfeito, faz o ofendido.

        Obviamente, quanto mais Informação Incorrecta limitava o assunto, tanto mais a idiotice integral de Chaplin obrigava-o a pensar “Vês? Já nem fala dos porcos sionistas porque ou é um deles ou é pago por eles!”. Terzium non datur, só podia ser isso.

        Até chegar aos dias de hoje. Estamos no meio duma fase única na história recente da Humanidade e, como é claro, Chaplin quer resolver isso como? Mas obviamente com a guerra total ao sionismo! E o que significa “guerra total”?
        Só pode significar uma coisa: fazer a guerra da forma como só Chaplin pode escolher (os outros, coitadinhos, não entendem). O que leva a repetir os mesmos erros de sempre: anátemas, gritaria, ofensas, etc. etc.. Com os mesmos resultados de sempre, como é óbvio.

        E até quando uma pessoa como P.Lopes, que na óptica de Chaplin servo dos sionistas não é (no total devem ser uma meia dúzia de pessoas na Terra), dá uma óptima sugestão (cito: “poderias também aprofundar o teu saber noutras áreas e partilhar os teus resultados”), a resposta não deixa espaço: não, não e ainda não, a guerra só pode ser total, quem hesitar que seja enforcado, que recuar que seja fuzilado. Porque esta é uma guerra que, na óptica de Chaplin, só pode ser conduzida com os meios estabelecidos por Chaplin. Quem não concorda “deve” ser um servo dos judaicos, quem sugerir alternativas simplesmente não entende o “problema judaico”. “Primadonna”, como afirmado.

        O blogueiro fica incomodado? Que se lixe o blogueiro: só porque há anos que deixa Chaplin escrever o que lhe apetecer, só porque paga do seu bolso o espaço onde Chaplin escreve atropelando todos os que discordarem, só porque Chaplin ignora sistematicamente a linha editorial do blog, só porque acredita que os melhores resultados só podem ser obtidos não com cabeçadas contra a paredes com paciência e uma certa dose de inteligência aplicada (chama-se “diplomacia”), só por isso este servo dos judaico-maçónicos (de certeza com origem judaica ele mesmo assim como o cão dele) tem o direito de pensar duma forma diferente do Chaplin? Obviamente não, ora essa. Ao blogueiro europeu privilegiado e aos desprevenidos Leitores dele, os que se contentam com a tal “comidinha conspiratória”, podemos permitir no máximo silêncio e resignação.

        Lamento Chaplin, não posso continuar desta forma. Não vou mudar Informação Incorrecta por causa sua. Já fiz isso uma vez, como disse, e não volto a repetir o mesmo erro.

        Diz Maria: “Penso que vocês dois ainda podem vir a se entender”. Não Maria porque, como tu sabes, desde o primeiro dia os comentários aqui no blog foram livres e todas as opiniões permitidas. O que eu não poso permitir e não vou permitir é que alguém não permita outras opiniões.

        Portanto aqui, caro Chaplin, acaba o meu último esforço para esclarecer tudo, esforço fruto dum lado das palavras de Maria e do outro duma assinalável violência que eu tive de exercer sobre mim mesmo para ainda estar aqui a falar consigo.

        Se acha que esta é uma tentativa mal disfarçada do blogueiro para evitar de perder um valioso activo do blog, então faça o favor de desaparecer para sempre: de certeza que sabe onde fica a saída.

        Se acha que esta é uma tentativa mal disfarçada do blogueiro para evitar uma hemorragia do blog, então faça o favor de desaparecer para sempre: já sabe onde fica a saída.

        Se acha que esta é uma maneira do blogueiro para pedir-lhe desculpa de alguma forma, faça o favor de desaparecer para sempre também. Lembra onde fica a saída? Óptimo.

        Se acha que esta é uma forma indirecta do blogueiro dar-lhe razão, nem que seja parcialmente, ou de admitir que ele errou, faça o favor de… já imagina o resto? Exacto: de desaparecer para sempre também.

        Agora:

        Se Chaplin tiver pachorra, pense no que escrevi. Do meu lado nunca espero desculpas (das quais nem gosto), só um mínimo de inteligência (pode fazer uma troca: dispa-se da idiotice integral e experimente um pouco de inteligência, tanto para ver o efeito que faz).

        Se Chaplin não tiver pachorra e achar tudo isso supérfluo, adeus para sempre e boa viagem. E fiquem sem remorsos: será dura, mas acho que I. I. encontrará a maneira de sobreviver

        E agora vou descansar com o meu filme favorito: Ben Hur, a versão original de 1907, que é aquela onde mata mais cristãos…

        (Maria, ficas a dever-me uma).

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