A Idade das Trevas: quando?

Explica Wikipedia (sempre seja louvada) que:

A idade das trevas é uma periodização histórica que enfatiza as deteriorações demográfica, cultural e económica que ocorreram na Europa consequentes do declínio do Império Romano do Ocidente.

É correcto? Sim, no sentido que com a expressão “idade das trevas” costuma-se entender aquele período histórico (em particular até o ano 1000) e, por extensão, boa parte da Idade Média. E o erro está aqui: a Idade Média não foi uma “idade das trevas”. Houve alturas complicadas, sobretudo logo após a queda de Roma e as invasões “bárbaras” (a partir do séc. V): mas foi um período bem mais curto do que possam imaginar e o resto da Idade Média foi uma época de grande florescimento, que não acaso confluiu no Renascimento.

O jornalista Massimo Fini vai além disso e considera como “idade das trevas” aquela que se segue à ascensão do Iluminismo e que ainda hoje estamos a vivenciar. Não é um ponto de vista tão disparatado, sobretudo tendo em conta que o surgimento do Iluminismo coincidiu com a definitiva afirmação do Capitalismo (século XVIII). De facto, substituímos uma religião espiritual baseada num Deus intangível por uma bem muito mais pragmática centrada no dinheiro, a promessa dum abstracto Paraíso amanhã com a certeza duma riqueza real hoje.

O tema é extremamente complexo, mas Fini concentra-se num aspecto em particular, que calha mesmo bem nesta altura: a guerra.

Aqui limitar-me-ei a examinar esta degeneração através de um fenómeno particular, a guerra, que é tudo menos marginal, dado que existe há tanto tempo quanto o homem existe e que não foi possível definir a paz excepto como “um breve intervalo entre duas guerras” (mas seria melhor dizer “entre várias guerras”), e que agora, com a questão ucraniana, voltou poderosamente ao debate público.

Como eram as guerras na idade das trevas? Menos cruéis. E, em alguns casos, muito, mesmo muito menos cruéis.

Na Idade Média, a guerra só era travada por profissionais. Eram os nobres que tinham o dever de defender o território. Em troca deste compromisso, tinham uma série de privilégios. A este respeito, a explicação dada por dois escudeiros de Varennes-en-Argonne no final do século XIV é extremamente significativa: “porque” dizem os escudeiros, “em virtude da sua nobreza, são obrigados a expor os seus corpos e monta à guerra”.

Após a queda do Império Romano, houve uma acentuada queda demográfica: o conjunto de ordem e regras que pareciam “eternos” foram substituídos pela incerteza dos reinados que apareciam e desapareciam quase sem solução de continuidade. O Velho Continente demorou séculos antes de recompor-se, cúmplices também algumas pragas que dizimaram a população: só a Peste Negra do ‘300 provocou não menos de que vinte cinco milhões de mortos, um terço da população europeia na altura. E a Peste Negra foi apenas um dos vários episódios nefastos que atingiram a Europa.

Lógico, portanto, que a mão de obra fosse algo precioso, que não podia ser desperdiçado nos contínuos confrontos entre os senhores locais.

Os camponeses e artesãos, que então representavam cerca de 90% da população, foram mantidos fora da guerra e não ficavam envolvidos nela, nem emocionalmente, pois eram indiferentes à mudança do domínio de um soberano para outro, nem economicamente, a menos que tivessem a infelicidade de ter a guerra a passar por cima dos seus campos, um caso muito raro porque a pobreza da tecnologia militar medieval e o pequeno número de combatentes limitavam grandemente a área de acção da guerra. A própria economia, ao contrário de hoje, onde uma guerra aparentemente pequena como a entre a Rússia e a Ucrânia é suficiente para colocar o aparelho financeiro de metade do mundo em tumulto, não era de todo afectada porque a classe produtiva, ou seja os camponeses, permaneciam no lugar deles e continuavam a fazer, em paz, o que sempre fizeram.

Além disso, ir para a guerra significava dotar-se de armadura, um cavalo e, obviamente, uma arma. Tudo isso representava uma despesa que um simples camponês não podia enfrentar. Vice-versa, havia uma classe que nada fazia e tinha o poder económico suficiente: a aristocracia.

Para os profissionais da guerra (aos nobres juntaram-se mais tarde os mercenários), formados desde a infância, a guerra não era apenas uma forma de provar a sua coragem no terreno, mas também um acontecimento lúdico, uma “festa cruel”. O importante não era apenas lutar, mas lutar bem. A tecnologia ainda estava aqui fundida com o homem, a espada era apenas uma extensão do braço. O guerreiro sentia a espada como uma parte do seu corpo.

Mesmo deixando de lado os excessos românticos dos poemas medievais (a literatura épica e a  contemporânea narrativa cortês), é evidente que a guerra na “idade das trevas” era algo muito diferente daquilo que podemos observar hoje. Havia uma série de “valores” que tinham de ser respeitados, existia um código de honra ao qual não era possível subtrair-se: não eram meros conceitos abstractos pois a atitude tida durante um combate determinavam o respeito e a consideração gozados no seio da elite da época.

Lógico, portanto, que quando a espingarda foi introduzida, os cavaleiros opuseram-se a esta arma, que de facto inaugurou o combate à distância. […] Giovanni delle Bande Nere, um Medici, um grande e orgulhoso lutador, antes da batalha vestiu a seu armadura, confiante na sua força e coragem. Mas um tiro de espingarda, disparado de longe, foi suficiente para o pôr fora de acção.

Era o ano 1526 e, para sermos precisos, não foi uma espingarda mas um falconete, arma que disparava um projétil de meio quilo. Continua Fini:

As guerras da Idade Média não eram guerras ideológicas, como muitas guerras desde a Revolução Francesa o foram. Escrevia Saint-Just [revolucionário francês, que em 1794 irá acabar na guilhotina, ndt] ao General Jourdan [Mathieu Jouve Jourdan, também ele na guilhotina em 1794, ndt]: “As guerras de liberdade devem ser travadas com furor”‘ e Carnot [Lazare Carnot, revolucionário que conseguiu evitar a guilhotina, ndt] acrescentou: “A guerra é violenta em si mesma. Tem de ser conduzida até ao extremo ou ficar em casa. O nosso objectivo é o extermínio, o extermínio ao extremo”. Se ainda não é nazismo, estamos muito perto.

As guerras da Idade Média estão muito longe deste extremismo. Philippe Contamine [académico especializado na Idade Média, ndt] escreve em A Guerra na Idade Média [La Guerre au Moyen-Âge, 1980, ndt]: “Colocar o corpo em risco de morte e prisão, colocar o corpo e a vida em risco era aceitável, mas sem qualquer propensão para o fanatismo suicida; as noções de sacrifício, de devoção absoluta parecem estranhas à mentalidade medieval”.

Não acaso, no período da maior idealização das virtudes bélicas, as guerras eram muito menos sangrentas do que tinha acontecido no passado ou do que acontecerá no futuro. Alguns exemplo extremos podem dar uma ideia.

A Batalha de Anghiari (Italia) foi travada a 29 de Junho de 1440 entre as tropas milanesas de Visconti e uma coligação liderada pela República de Florença que incluía também Veneza e os Estados Pontifícios. Foi uma batalha muito importante para o equilíbrio político da Itália e do papado do século XV, tanto que teve a honra de ser retratada numa pintura de Leonardo da Vinci (que, sem muita fantasia, titulou como “A Batalha de Anghiari”). No campo enfrentaram-se um total de 10.300 soldados da infantaria mais 1.900 cavaleiros durante um período de 20 horas (24 horas segundo  Macchiavelli). Resultado oficial: um morto. Que não foi atingido por uma arma mas caiu do cavalo.

Um exagero? Bem provável. É lícito pensar em algo mais do que um morto. Mas não muito mais porque, como explicaram os grandes historiadores do Renascimento (o citado Macchiavelli, Guicciardini e Jovius), os combatentes da altura não empreendiam a guerra com uma seriedade sangrenta: dum lado tratava-se de prolongar o combate o máximo de tempo possível para que fosse possível obter um maior salário; do outro lado, o valor dum guerreiro não consistia na aniquilação do inimigo mas sim na capacidade de liderança e na habilidade de manobra (sem esquecer o código de honra do qual falámos antes). Portanto, os combatentes não procuravam uma decisão excessiva na batalha. Pelo contrário, evitavam isso, e quando finalmente chegava-se ao choque, os homens de ambos os lados, que se consideravam mutuamente como camaradas, poupavam-se uns aos outros e não derramavam sangue.

Voltando à Batalha de Anghiari, a estimativa mais fiável parece aquela do historiador Flavio Biondo (séc. XV, inclusive foi o primeiro a cunhar o termo “Idade Média”) que fala de sessenta vítimas. Mesmo assim, um número irrisório consideradas as forças em campo e a importância da batalha.

Outro exemplo é aquele da Batalha de Brémule (França), combatida a 20 de agosto de 1119, entre Henrique I Beauclerc, rei de Inglaterra e duque da Normandia, e Luís VI o Gordo, rei de França. O combate viu empenhados um total de 900 cavaleiros, dos quais 140 franceses foram capturados e apenas três morreram.

Tanto a Batalha de Anghiari quanto aquela de Brémule são casos-limites e não podem se assumidas como medida standard: a guerra é guerra e isso vale sempre. A guerra é violência, provoca sofrimento, vítimas: seria um erro crasso idealizar uma época histórica e com ela o “jogo bélico. Também na Idade Média houve batalhas expecionalmente sangrentas. Na Batalha de Townton (a 29 de Março de 1461, combatida entre as Casas inglesas de York e de Lancaster), as estimativas falam de 28.000 mortos: considerados os limites tecnológicos da época, trata-se dum número enorme.

Continua Fini:

No entanto, até à Primeira Guerra Mundial inclusive, a guerra nunca tinha envolvido directamente os civis. O avião já tinha sido inventado, mas só tinha tarefas de reconhecimento e se houvesse combate envolvia apenas pilotos, criando as figuras míticas de Manfred von Richthofen, um alemão, e Alfred Ball, um inglês. A mudança decisiva veio na Segunda Guerra Mundial, com os bombardeiros. A grande maioria dos 65 milhões a 70 milhões de mortos na Segunda Guerra Mundial não eram militares, mas civis desarmados, como é agora o caso na guerra ucraniana.

Não acaso, todas as mais sangrentas batalhas da Humanidade foram combatidas no século XX:

  • a cidade de Changchun foi sitiada pelas tropas maoístas em 1948, durante 150 dias: 425.000 mortos.
  • em 1941, entre Agosto e Setembro, meio milhão de Alemães entraram em conflito contra 750.000 Soviéticos nos arredores de Kiev, na Ucrânia. Foram os russos que capitularam, deixando no terreno boa parte dos 700.000 mortos.
  • a Batalha de Verdun ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial e deixou 715.000 mortos no campo, sendo ainda hoje lembrada como um dos episódios mais infames pela utilização de gás venenoso e armas químicas.
  • Estalinegrado, uma das mais famosas batalhas da Segunda Guerra Mundial, provocou cerca de 1.500.000 mortos em 1943.
  • Leninegrado, por seu lado, constitui o acontecimento bélico mais sangrento de toda a História: dois anos de batalha 4.000.000 mortos segundo alguns historiadores, 2.000.000 de acordo com estimativas mais moderadas.

“Culpa” dos avanços tecnológicos? Sem dúvida. Mas há mais do que isso.

Nos tempos modernos, a guerra não só perdeu a sua dimensão épica, não só perdeu a sua dimensão ética, como também perdeu a sua dimensão jurídica, o ius belli que foi respeitado mesmo durante a Segunda Guerra Mundial. A guerra era declarada e, a partir daquele momento, já não havia qualquer possibilidade de relação entre os beligerantes. Ainda menos economicamente. Hoje em dia, a guerra já não é declarada, temos vergonha dela, é chamada por outros nomes, “operação de manutenção da paz”, “operação policial internacional” ou, mais recentemente, a “operação militar especial” de Putin. Isto conduz ao paradoxo de ter relações comerciais com o que é agora considerado o “inimigo público número um”, Vladimir Putin.

Mas a guerra moderna implica outros problemas também. Por exemplo: como definir um combate no qual o alvo não tem a possibilidade de ameaçar quem está a apontar a arma? É aceitável que o “carrasco” esteja tranquilamente sentado a milhares de quilómetros de distância, em plena segurança, guiando um drone? Qual legitimidade tem o combatente que não luta?

Pode parecer uma pergunta supérflua, pois a guerra é sempre má. O que é verdade. Mas ainda hoje gostamos de distinguir entre algo “legitimo” durante um combate e algo “ilegítimo”, como por exemplo um assassinato, que não acaso é punido pela justiça tanto em tempos de paz como de guerra. Se apenas um pode atacar e o outro apenas sucumbir, abandona-se a esfera já dramática da guerra para entrar na esfera do assassinato. E este tem sido a característica de quase todas as guerras americanas e ocidentais dos últimos vinte anos, desde a guerra na Sérvia (1999), à guerra no Afeganistão (2001-2021), à guerra no Iraque (2003), à guerra na Líbia (2011).

Conclui Fini:

A guerra tornou-se uma coisa escorregadia, viscosa e desonesta, mesmo que os mortos ainda lá estejam e não sejam avatares. E a “idade das trevas” seria a Idade Média?

Boa pergunta. Não era simples transformar a guerra em algo ainda mais dramático. Mas conseguimos.

 

Ipse dixit.

Imagem: Stefans02 via Flickr Attribution 2.0 Generic (CC BY 2.0)

4 Replies to “A Idade das Trevas: quando?”

  1. Estava convencido que na idade média as guerras tinham sido mais sangrentas do que o relatado mas, por outro lado, faz sentido que sendo travadas por profissionais existissem códigos de conduta relativamente civilizados. Acresce que os propósitos das referidas guerras seriam também mais legítimos do que agora.
    Sem dúvida que, se falarmos em Idade das Trevas, os tempos actuais adequam-se melhor ao conceito.

  2. E as guerras que hoje o são de facto, mas que tal denominação não lhes é oficialmente dada?
    World Economic Summit… e ouvimos uma besta a afirmar que já estamos na WW3 à alguns anos.
    A que, em concreto se refere a besta?
    Eu cá tenho as minhas certezas… Guerra Biológica aos supérfulos, aos indígenas, aos “cordeiros”.
    Leninegrado poderá ainda ser o mais sangrento, talvez já não o mais mortífero…
    Por estes dias, já passamos os dois anos desde que as novas metodologias de eutanásia entraram em vigor, da instituição do declínio social, da ampliação da pobreza e da mortandade pela fome. No entanto, ainda um só ano após a disseminação de injecções de venenos e tóxicos na massa humana e apenas pouco mais de um mês de conflito bélico.
    A que chamarmos GUERRA, para começamos a contagem dos mortos?

  3. Algumas observações:
    – os exércitos regulares nacionais surgiram à partir da convocação compulsória de camponeses.
    – “segregar” a história em “idades” ou “eras” foi uma técnica para abonar ou desabonar o conjunto de ações (ou intenções) dos eventuais detentores do poder em relação aos interesses dos patrocinadores dos próprios escribas.
    – o título “idade das Trevas” denota uma narrativa discreta sobre uma época em que a Europa foi adequada baseada na institucionalização da Igreja Católica, cujo poder secular-religioso centralizava-se no princípio do Primado Papal, a grande fonte de receitas em forma de dízimo compulsório, e cujas monarquias dependiam de suas relações diplomáticas com o Alto Clero, e que resultaria na Reforma Protestante, início do processo de separação entre estado e Igreja, que na verdade, era uma disputa pela extração da riqueza produzida pelos 90% da população. À partir daí, o dízimo, gradativamente, deixaria de ser compulsório e substituído por novos impostos.

  4. Olá Max e todos: infelizmente algo me diz que nasci, vivo e vou morrer num tempo tenebroso, onde a guerra é o “ganha pão” de muitas corporações, não só de armamento, como de substâncias tóxicas, de reconstrução civil e militar e outras. A partir daí é de se esperar que o que se reconhece como guerra e outras formas que ainda não se reconhece como tal, exista e se aperfeiçoe permanentemente.
    Hoje só se fala na chamada guerra na Ucrânia. Dela já se elegeu um vilão (Putin), um herói (Zelensky) e vítimas, o povo ucraniano. Mas permanecem no seu curso devastador guerras em outros lugares (Iêmen, Iraque, Síria, Somália, Líbia…). Estas não terminaram, estão em etapas diferentes do bombardeio.
    O que terminou como designado segunda guerra mundial, não terminou exatamente, ficaram as reminiscências, as injustiças, as inverdades, e no palco do terror apareceu a guerra fria, eu diria também permanente.
    De tudo isso surgiu um “ganhador”, porque consideram ganhador aquele que mais se beneficiou economicamente (EUA), porque desde que eu me considero por gente, o ganho é equivalente ao lucro, e quem mais lucra impõe a sua “verdade”.
    Mas as coisas estão ficando ainda piores!
    Só consigo acreditar em guerra atômica em espaços bem delimitados, mas, mas mas…
    Faz mais ou menos uma semana, me dei conta que se está banalizando a guerra nuclear através dos onipresentes meios de comunicação de massa.
    Não foi no Brazil, nem em ilhas perdidas nos oceanos. Aconteceu na Espanha, Europa ou “sub Europa”, como pensam os europeus “de verdade”, gente mais ao norte.
    O ´´órgão de comunicação” versava sobre os cuidados diante da possibilidade das pessoas serem colhidas pela arma de dissuasão um pouco mais decisiva: todos deveriam ter a mão trajes de proteção, papel higiênico ( não me perguntem para que, porque não foi explicado, e pelo que me consta, não daria tempo para utilizá-lo), e panos limpos para usar em lugares do corpo afetados e do corpo de animais de estimação) Não estou mentindo ou delirando.
    Só entendi que há no mundo inteiro a contaminação por um tóxico que faz esquecer, porque a massa ignóbil não sabe o que acontece no epicentro e arredores atingidos por uma bomba nuclear. Toda gente esqueceu Hiroshima, e Nagasaki., e que agora o desenvolvimento tecnológico produz bem piores efeitos.
    Naturalmente que o mesmo Órgão não deixou de admitir que, para quem tem posses, o ideal seria um artifício de casa subterra nea, equipada para a família sobreviver por meses ou até anos, cujo preço pode atingir meio milhão de dólares.
    Provando a capacidade de persuasão dos veículos de comunicação, tenho encontrado na internet numerosos comentários do tipo ” a guerra nuclear é inevitável “, “acho que a solução é uma guerra nuclear” etc.
    Eu, se fosse Putin, não perderia tempo de manter por horas corredores humanitários para evadir civis e prender militares (inclusive os estrangeiros que lá se encontram) na siderúrgica do tempo da URSS, bem forte para sustentar bombardeios.
    E um pouco mais tarde, livrar da morte pessoal civil e militar escondido em subterrâneos do tempo da segunda guerra, em Mariupol.
    Afinal, ele é o vilão, e o pessoal está querendo guerra atômica, que para já vai liquidar com tudo.

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