Eugenia, Great Reset, Inteligência Artificial e Transhumanismo – Parte I

Transhumanismo, Quarta Revolução Industrial, Eugenia…. como é que chegámos até este ponto? Matthew Ehret, jornalista (Startegic Culture, Global Time, Zero Hedge, The Duran), pesquisador da Universidade Americana de Moscovo, tenta uma reconstrução. Desde Nuremberga passando pelo WWF, as Nações Unidas, até o DNA. E pessoas. Nomes que pouco ou nada dizem ao grande público, mas que tiveram um papel importante na definição do rumo que estamos a seguir.

Trata-se duma viagem comprida. Pouco mal: é Verão, o Leitor está nas praias do Algarve, entre uma bola de Berlim e uma congestão pode gastar uns tempinhos numa interessante leitura. O quê? No Hemisfério Sul é Inverno? Pouco mal: o Leitor está nas pistas de esqui do Paraná, entre uma vodka e uma frieira pode entreter-se com a  leitura da primeira parte deste artigo.

Boa Leitura!

(Nota: a tradução é integrada por algumas notas que foram introduzidas para esclarecer alguns pontos)


Eugenia, Grande Reposição, Inteligência Artificial e Transhumanismo: uma história (parte I)

Veremos a biotecnologia servir os interesses da humanidade sob um paradigma multipolar que alimenta a soberania nacional, a vida humana, a família e a fé?

Por muito que nos possa causar uma grande dor de cabeça e mesmo dor de estômago considerar ideias como o potencial que a eugenia tem na nossa era actualmente conturbada, acredito que ignorar tal tópico não faz realmente qualquer favor a ninguém a longo prazo.

Isto é especialmente mau, pois os principais favoritos do Fórum Económico Mundial como Yuval Harari ostentam conceitos como “a nova classe global inútil” que a Inteligência Artificial, engenharia genética, automação e a quarta revolução industrial estão supostamente a inaugurar. Outras criaturas de Davos, como Klaus Schwab, apelam abertamente a uma cidadania global equipada com microchips capazes de interagir com uma rede global de pensamento único, enquanto Elon Musk e Mark Zuckerberg promovem “neuralinks” para “manter a humanidade relevante” através da fusão com computadores numa nova era de biologia evolutiva.

Geneticistas darwinianos líderes como Sir James Watson e Sir Richard Dawkins defendem abertamente a eugenia enquanto uma tecnocracia se consolida numa estação governamental usando uma “Grande Reposição” como desculpa para dar início a uma nova era pós-estado nacional.

Se há algo fundamentalmente maligno por detrás destes processos, que tem alguma ligação com a ascensão anglo-americana do fascismo e da eugenia há quase um século atrás, então devemos pelo menos ter a coragem de explorar essa possibilidade. (…)

O que é que não aconteceu em Nuremberga?

Há setenta e seis anos, quando os Aliados consolidaram a sua vitória sobre a máquina nazi e os “Tribunais de Nuremberga” estavam a ser rapidamente organizados, uma nova estratégia foi posta em prática pelas mesmas forças que tinham investido em massa energia, dinheiro e recursos na ascensão do fascismo como uma “solução milagrosa” para o caos económico do pós-guerra que se tinha espalhado pela Europa e pelos Estados Unidos.

É um dos maiores escândalos do nosso tempo o facto da máquina de Wall Street/City de Londres que financiou Hitler e Mussolini como aríetes para uma nova ordem mundial nunca ter sido realmente trazida à justiça.

Embora Franklin Roosevelt tenha conseguido colocar uma trela em Wall Street entre 1933 e 1945, enquanto preparava o cenário mundial para uma bonita visão pós-guerra de cooperação vantajosa para todos, as forças negras da oligarquia financeira que apenas queriam estabelecer um sistema de governo global unipolar não só evitaram a punição, como não perderam tempo em recuperar a sua hegemonia perdida antes do fim da guerra.

O papel de Sir Julian Huxley

Um dos grandes estrategas conceptuais deste processo foi um homem chamado Julian Sorrel Huxley (1887-1975). Celebrado como biólogo e reformador social, Julian foi um membro vitalício da Sociedade Britânica de Eugenia, que serviu ao lado de John Maynard Keynes como secretário e depois como presidente.

Julian era um homem dedicado que, juntamente com o seu irmão Aldous [autor de Brave New World, Admirável Mundo Novo, ndt], trabalhou arduamente para preencher os sapatos muito grandes do seu avô, Thomas (também conhecido como o bulldog de Darwin).

Enquanto simultaneamente dirigia o movimento eugénico pós Segunda Guerra Mundial, Julian viu-se a pôr em marcha o movimento ambiental moderno como fundador da União Internacional para a Conservação da Natureza em 1948, co-fundando o World Wildlife Fund (WWF) em 1961 e criando o termo “transhumanismo”. Fundou também em 1946 um organismo imensamente influente das Nações Unidas chamado UNESCO (abreviatura de “Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura”), que dirigiu como Director-Geral de 1946 a 1948.

O mandato para a nova organização foi claramente definido por Huxley no ano de 1946 em Unesco Its Purpose And Philosophy (UNESCO, o seu Objectivo e Filosofia):

A moral para a UNESCO é clara. A tarefa que lhe foi confiada de promover a paz e a segurança nunca poderá ser plenamente cumprida através dos meios que lhe foram atribuídos: educação, ciência e cultura. Deve-se prever alguma forma de unidade política mundial, seja através de um único governo mundial ou não, como único meio certo de evitar a guerra. No seu programa educacional pode-se enfatizar a necessidade última da unidade política mundial e familiarizar todos os povos com as implicações de transferir a plena soberania de nações separadas para uma organização mundial.

Qual o fim desta “unidade política mundial”? Várias páginas mais tarde, a visão de Huxley é apresentada em todos os seus complexos detalhes:

Actualmente, o efeito indirecto da civilização é provavelmente disgénico e não eugénico, e em qualquer caso parece provável que o peso morto da estupidez genética, fraqueza física, instabilidade mental, e susceptibilidade à doença, que já existe na espécie humana, venha a revelar-se um fardo demasiado grande para permitir reais progressos. Portanto, embora seja bem verdade que qualquer política eugénica radical será política e psicologicamente impossível durante muitos anos, será importante para a UNESCO fazer com que o problema da eugenia seja examinado com o maior cuidado e que a mente pública seja informada das questões envolvidas de tal forma que o que agora é impensável possa, pelo menos, tornar-se pensável.

Depois do mundo ter tido a oportunidade de ver como era um programa de eugenia com o total apoio de um engenheiro social fascista, não seria exagero dizer que perdeu uma boa parte da popularidade aos olhos de uma população mundial ainda muito ligada às instituições culturais tradicionais como o Cristianismo, o patriotismo e o respeito pela santidade da vida.

Embora trinta Estados dos EUA e duas províncias canadianas tivessem legalizado as políticas de eugenia (incluindo a esterilização forçada dos inaptos) entre 1907 e 1945, a ciência estatística e a aplicação política da eugenia pararam abruptamente no final da Segunda Guerra Mundial e, como Huxley repetiu no seu manifesto, algo de novo tinha de ser feito.

Uma palavra sobre o Tavistock

Huxley também trabalhou de perto com a Clínica Tavistock em Londres, que recebeu financiamentos tanto de Rockefeller como da Fundação Macy nas décadas de 1930 e 1950.

Liderado por um psiquiatra chamado Brigadeiro-General John Rawlings Rees, o Instituto Tavistock pode ser melhor entendido como o “ramo psiquiátrico do Império Britânico”, fundado em 1921 e que inovou técnicas psiquiátricas utilizando misturas de behaviorismo pavloviano e teorias freudianas para influenciar o comportamento de grupo de várias maneiras.

Na fase inicial, a clínica explorou as condições mentais extremas das vítimas de guerra do stress do pós-traumático combate que sofreram casos de desconstrução psicológica durante a guerra de trincheiras, reconhecendo-se o elevado grau de maleabilidade nestes sujeitos.

Como delineado num brilhante relatório EIR de 1996 de L. Wolfe, a ideia por detrás do Tavistock foi sempre impulsionada pelo objectivo de compreender como o cérebro poderia ser “desmodelado” e desconstruído para ser reconstruído novamente como uma tábua rasa, com a esperança de que esta visão dos indivíduos pudesse mais tarde ser replicada entre grupos sociais maiores e mesmo em inteiras nações.

Grande parte destas pesquisas têm sido aplicada na forma do MK Ultra nos Estados Unidos e será objecto de um futuro artigo futuro.

 G. Brock Chrisholm: o Czar do Tavistockian da Saúde Mundial

Um destacado psiquiatra que passou anos a trabalhar com Rees na Tavistock foi um canadiano chamado G. Brock Chrisolm.

Em 1948, Christolm fundou um organismo filiado nas Nações Unidas chamado Organização Mundial de Saúde (OMS) com o objectivo de promover a saúde mental e física do mundo. Um esforço nobre que implica muita responsabilidade e poder e que requer um líder com uma visão excepcional sobre a natureza da doença e da saúde. Infelizmente, com base na sua visão doentia da natureza da humanidade e da sociedade, Chrisholm foi certamente o homem errado para o trabalho.

Entre as principais causas da guerra e das doenças mentais, na mente de Chrisholm, não estavam o imperialismo ou a injustiça económica, mas sim a crença da sociedade no bem e no mal. Ao escrever em 1946, Chrisholm expôs o propósito da “boa” psicoterapia e educação” afirmando:

a reinterpretação e eventual erradicação do conceito de certo e errado que tem sido a base da educação das crianças, a substituição do pensamento inteligente e racional pela fé na certeza dos mais velhos: estes são os objectivos tardios de quase todas as psicoterapias eficazes.

Mas não era apenas o “conceito de certo e errado” ou “fé nas certezas do passado” que tinha de ser erradicado, mas a religião monoteísta, a família, e o patriotismo. Falando oito anos mais tarde, Chrisholm disse:

Para alcançar um governo mundial, é necessário retirar da mente dos homens o seu individualismo, lealdade à tradição familiar, patriotismo nacional, e dogmas religiosos.

O mundo torna-se mental

Uma vez que a UNESCO e a OMS estavam firmemente implantadas, foi criada uma terceira organização para orientar o financiamento e a prática da saúde mental global.

Como delineado pelo historiador Anton Chaitkin, financiada principalmente pela Fundação Macy, a Federação Mundial de Saúde Mental (WFMH) foi criada em 1948. A própria Fundação Macy tinah sido criada em 1930 sob a liderança do General Marlborough Churchill (primo de Winston) e tinha sido responsável pela inteligência militar secreta entre 1919 e 1929 sob a forma da “Câmara Negra” (Black Chamber ou Cipher Bureau). A nova fundação fazia parte da máquina Rockefeller e era utilizada como um canal para atirar dinheiro nas “ciências da saúde”, com ênfase na eugenia.

O coordenador técnico norte-americano da conferência que criou a WFMH revelou as origens da nova organização. Nina Ridnour escreveu que “a Federação Mundial de Saúde Mental…foi criada por recomendação da Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas e da UNESCO porque precisavam de uma organização não governamental de saúde mental com a qual pudessem colaborar”.

E quem se tornaria o primeiro Director-Geral da WFMH?

Enquanto ainda era responsável pela Clínica Tavistock em Londres, o Brigadeiro-General John Rawlings Rees foi colocado à frente da nova instituição por nada menos que o arqui-racista Montagu Norman (chefe do Banco de Inglaterra), que tinha montado a operação a partir da sua casa em Londres.

Descrevendo este plano estratégico de batalha para reformar a sociedade, Rees afirmou:

Se nos vamos preparar para sair e atacar os problemas sociais e nacionais da nossa época, então temos de ter as tropas de choque e estas não podem ser fornecidas pela psiquiatria baseada inteiramente em instituições. Devemos ter equipas móveis de psiquiatras que sejam livres de se deslocarem e de estabelecerem contacto com o território.

A ideia de equipas móveis de tropas de choque psiquiátrico foi uma ideia avançada pelo grande estratega Lord Bertrand Russell que escreveu em Impact Of Science On Society (“O Impacto da Ciência na Sociedade”) em 1952:

Penso que o assunto que terá maior importância política é a psicologia de massas. A sua importância foi enormemente aumentada pelo crescimento dos modernos métodos de propaganda. Destes, o mais influente é o que se chama “educação”. A religião desempenha um papel, embora em diminuição; a imprensa, o cinema e a rádio desempenham um papel cada vez mais importante. Pode-se esperar que, com o tempo, alguém consiga persuadir alguém de algo se conseguirá apanhar o paciente jovem e se o Estado lhe fornecer dinheiro e equipamento.

A guerra fria bipolar e um novo paradigma global

Nos anos que se seguiram, UNESCO, OMS e WFMH trabalharam em conjunto para coordenar centenas de organizações secundárias influentes, universidades, laboratórios de investigação secretos, incluindo o MK Ultra da CIA, para alcançar a desejada sociedade “mentalmente saudável”, limpa das suas ligações ao Cristianismo, crença na veracidade, patriotismo nacional, ou família.

Em 1971, o mundo estava maduro para grandes mudanças.

Os alvos do baby boom desta vasta experiência em engenharia social tinham sido inundados por um vasto arsenal de guerras culturais a todos os níveis.

À medida que o LSD se espalhava pelos campus da América e os assassinatos de líderes ocidentais que resistiam à nova era de guerras no sudoeste asiático se tornavam a norma, os baby boomers viam os seus entes queridos regressar do Vietname em sacos de cadáveres. “Não confie em ninguém com mais de 30 anos” tornou-se a nova sabedoria pois o amor ao País era apagado pela difusão antinatural do imperialismo anglo-americano no estrangeiro e das operações ao estilo COINTEL PRO em casa.

[nota: o COINTEL PRO foi um programa secreto criado por J. Edgar Hoover, constituído por uma série de operações ilegais e clandestinas conduzidas pelo FBI e que foi implantado e executado entre os anos de 1956 até após 1971. Entre seus objetivos estavam os de desestabilizar grupos de protestos, de esquerda, ativistas e dissidentes políticos dentro dos Estados Unidos. As actividades incluiam interceptação de correspondência e das comunicações, incêndios provocados e assassinatos. O COINTEL PRO constituiu-se como um terrorismo de Estado conduzido em nome da “Segurança Nacional”. As diretrizes dadas pelo Diretor do FBI J. Edgar Hoover, eram de que os agentes do FBI tinham a missão de “expor”, “enganar”, “provocar desentendimentos”, “destruir a credibilidade”, como também “neutralizar” as atividades e os líderes de quaisquer movimentos que ele listasse como ameaças a segurança nacional americana, ndt]

Quando o Coucil on Forieng Relations e a Comissão Trilateral libertaram o Dólar americano da reserva de ouro, foi inaugurada uma nova era de desregulamentação, consumismo e materialismo radical que levou a geração dos baby boomers a transformar-se rapidamente na geração hiper-materialista do “eu” dos anos ’80.

A nível ecológico, uma nova ética “conservacionista” tinha começado a mexer-se das margens para a corrente dominante, substituindo a antiga ética pró-industrial da sociedade produtor-criadora que historicamente tinha governado a civilização ocidental.

O principal entre os criadores desta nova ética de conservação, que substituiu a ideia de “proteger a humanidade do império” com “proteger a natureza da humanidade”, não era outro senão o próprio Julian Huxley.

No mesmo ano em que co-fundou a WWF, Huxley redigiu o Manifesto Morges (1961) como o manifesto organizacional do movimento ecológico moderno que colocou a civilização humana contra o equilíbrio matemático fechado supostamente da natureza.

Huxley co-fundou a WWF com o príncipe arquimalthusiano Philip Mountbatten e o Príncipe Bernhard dos Países Baixos.

O regime planetário de Holdren

Em meados da década de 1970, um dos principais neo-malthusianos dessa época, Paul Ehrlich, foi mentor de um jovem protegido chamado John Holdren, e juntos produziram em 1977 um chocante manual chamado Ecoscience, no qual a dupla escreveu:

Talvez essas agências, combinadas com o PNUA [Programa das Nações Unidas para o Ambiente, ndt] as agências da população da ONU, pudessem eventualmente evoluir para um Regime Planetário de uma super-agência internacional para a população, recursos e ambiente. Um Regime Planetário tão abrangente poderia controlar o desenvolvimento, a administração, a conservação e a distribuição de todos os recursos naturais, renováveis ou não renováveis, pelo menos na medida em que houvesse implicações internacionais. Assim, o Regime poderia ter o poder de controlar a poluição não só na atmosfera e nos oceanos, mas também em corpos de água doce, tais como rios e lagos que atravessam fronteiras internacionais ou descarregam nos oceanos. O Regime poderia também ser uma agência central logística para regular todo o comércio internacional, talvez incluindo a assistência dos Países desenvolvidos aos Países em Desenvolvimento, e incluindo todos os alimentos no mercado internacional. Ao Regime Planetário poderia ser atribuída a responsabilidade de determinar a população óptimal para o mundo e por cada região, e de arbitrar as quotas dos vários países dentro dos seus limites regionais. O controlo da dimensão da população poderia continuar a ser da responsabilidade de cada governo, mas o Regime teria o poder de impor os limites acordados.

Considerando que estas palavras foram escritas apenas três anos após o relatório NSSM-200 de Henry Kissinger, que transformou a doutrina da política externa dos EUA de pró-desenvolvimento em pró-redução da população, as palavras de Holdren de 1977 não devem ser tomadas de ânimo leve.

[nota: o “Memorando 200 de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança dos EUA e os Interesses Além-mar” foi concluído em 10 de Dezembro de 1974 pelo Conselho de Segurança Nacional do Estados Unidos, sob a direção de Henry Kissinger. Adoptado como política oficial dos EUA pelo Presidente Gerald Ford em Novembro de 1975, originalmente tinha sido classificado como sigiloso, mas foi posteriormente desclassificado e obtido pelos pesquisadores no início de 1990.

Explica Wikipedia:

Também conhecido como “Relatório Kissinger”, o memorando defende a tese básica de que o crescimento populacional nos países menos desenvolvidos é uma preocupação para a segurança nacional dos EUA, pois tenderia a riscos de distúrbios civis e instabilidade política em países que tinham um alto potencial de desenvolvimento econômico.

Treze países são citados no relatório como particularmente problemáticos em relação aos interesses de segurança dos EUA: Índia, Bangladesh, Paquistão, Indonésia, Tailândia, Filipinas, Turquia, Nigéria, Egito, Etiópia, México, Colômbia e Brasil. Estes países teriam uma projeção de 47% de todo o crescimento da população mundial.

O relatório defende a promoção da contracepção e outras medidas de controle populacional, como o aborto induzido. Também levanta a questão de saber se os EUA devem considerar a alocação preferencial de alimentos excedentes aos locais que são considerados construtivos na utilização de medidas de controle populacional.

Algumas das ideias-chave do relatório são controversas:

      • “A economia dos EUA exigirá grandes e crescentes quantidades de minerais do exterior, especialmente de países menos desenvolvidos [ver Política da Comissão Nacional de Materiais, Rumo a uma Política Nacional de Materiais: Dados Básicos e questões, abril 1972] […] Onde for que uma diminuição das pressões da população através de taxas de natalidade reduzidas possam aumentar os prospectos para tal estabilidade, a política de população torna-se relevante para o suprimento de recursos e para os interesses econômicos dos Estados Unidos… […] A localização das reservas conhecidas de minérios de maior qualidade favorece a dependência crescente de todas as regiões industrializadas em relação a importações provenientes de países menos desenvolvidos. Os problemas reais de abastecimento de minerais reside, não em suficiência física básica, mas nas questões político-econômicas de acesso, condições de exploração e aproveitamento, e divisão dos benefícios entre os produtores, consumidores e governos do país que os hospeda”.
      • “Seja através de ação do governo, conflitos trabalhistas, sabotagem, ou perturbação da ordem pública, o bom fluxo de materiais necessários serão postos em perigo. Embora a pressão da população não seja obviamente o único fator envolvido, estes tipos de frustrações são muito menos prováveis sob condições de crescimento lento ou nulo da população”.
      • “Populações com uma alta proporção de crescimento. Os jovens, que estão em proporção bem maior elevadas em muitos países menos desenvolvidos, tendem a ser mais voláteis, instáveis, sujeitos a extremos, alienação e violência do que uma população mais velha”.
      • “Nenhum país reduziu o crescimento populacional sem recorrer ao aborto”.

O relatório aconselha: “Nestas relações sensíveis, no entanto, é importante, tanto no estilo como na substância, evitar a aparência de coerção”. ndt]

O projecto genoma humano revive os monstros adormecidos

Durante as décadas seguintes, Holdren tornou-se amigo íntimo de um académico de Rhodes e matemático de Harvard chamado Eric Lander que liderou o Projecto Genoma Humano de 1995 a 2002. Lander anunciou o sucesso da apresentação do genoma humano totalmente sequenciado em 2003 afirmando:

O Projecto Genoma Humano representa uma das realizações notáveis na história da ciência. O seu culminar este mês marca o início de uma nova era na investigação biomédica. A biologia está a ser transformada numa ciência da informação.

Comentando sobre o potencial para impulsionar a evolução humana tornado possível pelo Projecto Genoma Humano de Lander e os novos desenvolvimentos na tecnologia mRNA CRISPR que estavam a ser desenvolvidos, Sir Richard Dawkins escreveu em 2006:

Nas décadas de 1920 e 1930, os cientistas tanto da esquerda como da direita não teriam considerado a ideia do designer baby particularmente perigosa, embora, claro, não teriam usado essa frase. Hoje suspeito que a ideia seja demasiado perigosa para uma discussão confortável, e a minha conjectura é que Adolf Hitler seja o responsável pela mudança… Pergunto-me se, cerca de 60 anos após a morte de Hitler, poderíamos pelo menos aventurar-nos a perguntar qual é a diferença moral entre tocar para ter habilidade musical e forçar uma criança a ter aulas de música. Ou porque é aceitável treinar corredores rápidos e saltadores altos, mas não reproduzi-los. Consigo pensar em algumas respostas, e são boas, que provavelmente acabariam por me persuadir. Mas não terá chegado o momento em que devemos deixar de ter medo de fazer a pergunta?

Não demorou muito até Holdren gozar de maior poder do que alguma vez tinha imaginado como czar científico e arquitecto do programa de governação “baseado em provas” de Obama, de maximizar o financiamento da tecnologia verde para descarbonizar a humanidade sob novos sistemas de governação global. Lander trabalhou de perto com Holdren como co-presidente do conselho científico de Obama e também com o presidente do Whitehead Institute, David Baltimore, na criação do Broad Institute of MIT e Harvard.

Juntos, Lander e Baltimore supervisionaram uma importante conferência de 2015 sobre a “nova era de investigação biomédica” que revelou uma nova tecnologia de edição de genes conhecida como CRISPR envolvendo a utilização de enzimas e RNAs encontrados em Escherichia coli que se descobriu terem a capacidade de visar sequências de DNA e induzir várias mutações. (…). O incrível poder do CRISPR de alterar radicalmente o DNA humano para sempre pode causar danos inimagináveis se colocado nas mãos erradas.

Na “histórica” cimeira internacional sobre a edição genética humana em Dezembro de 2015, o presidente da conferência, David Baltimore, fez eco das palavras arrepiantes de Julian Huxley durante o seu discurso principal: “Ao longo dos anos, o impensável tornou-se concebível. Estamos na cúspide de uma nova era na história da humanidade”.

Em Janeiro de 2021, John Holdren felicitou Erik Lander por ter sido nomeado Czar Científico de Joe Biden (Director de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca), um cargo anteriormente ocupado por Holdren. Nesta posição, Lander supervisionou a reactivação de cada política científica da era Obama como parte de uma revisão tecnocrática do governo dos Estados Unidos, de acordo com a agenda da Grande Reposição do Fórum Económico Mundial.

Usando o vasto poder do Emergency Authorization Act para contornar a FDA (Food and Drug Administration) dum lado e as tecnologias de terapia genética passadas como “vacinas” do outro, uma nova experiência social teve início. A tecnologia CRISPR já foi aclamada como a chave para resolver novas estirpes mutantes da Covid-19 e está a ser utilizada como “vacina” para algumas doenças tropicais na altura em que foi redigido o presente artigo. A ligação óbvia entre as organizações eugénicas de ontem e o aumento das operações modernas do mRNA associadas à GAVI e à Astra Zeneca de Oxford, revelada pela jornalista de investigação Whitney Webb no início deste ano, deve ser mantida bem presente.

Será esta tecnologia utilizada pelos herdeiros modernos dos eugenistas patrocinadores dos nazis numa tentativa de retomar onde o Dr. Mengele parou? Ou será que veremos esta biotecnologia servir os interesses da humanidade sob um paradigma multipolar que guarda a soberania nacional, a vida humana, a família e a fé?

As futuras partes desta série explorarão as raízes eugénicas do Transhumanismo, Inteligência Artificial e o Great Reset. Falaremos também da Escola de Frankfurt, da ascensão da Wiener Cybernetics e do programa delineado por Bertrand Russell e David Hilbert em 1900 para fechar todo o universo numa gaiola estagnada e morta.

Fim da primeira parte


Informação Incorrecta nasceu ao grito de “Independência ou Morte!”… não, desculpem, esta era outra história. O grito era: “Sigam o rasto do dinheiro”. Isso mesmo. E o lema permanece válido, mas ao longo destes anos todos seguimos os rastos do dinheiro para descobrir que, invariavelmente, apontava para uma única direcção. Se “todos os caminhos vão dar a Roma”, o trilho do dinheiro vai até aquela que nesta altura é definida como “elite”. Isso significa que “Sigam o rasto do dinheiro” tornou-se obsoleto? Longe disso: talvez seja ainda mais importante hoje do que no passado porque é um excelente instrumento para descobrir e entender o complexo emaranhado que conecta os vários ramos do poder.

Mas, paralelamente ao do dinheiro, há outros trilhos que devem ser seguidos com atenção: não substituem o caminho do dinheiro, são complementares a este, chegando lá onde o dinheiro sozinho não consegue. Isso porque, a partir dum determinado um nível, o dinheiro deixa de ser um fim para tornar-se um meio. E este meio pode ser utilizado para tornar teorias em prática.

Um Bill Gates, um Mark Zuckerberg, um Elon Musk se não estivesse mergulhado nas dívidas… estas pessoas estão preocupadas em juntar mais dinheiro? Em parte sim porque, sendo psicopatas, está na natureza deles. Mas em parte não porque, no geral, há quem trabalhe por eles neste sentido. Então utilizam os seus recursos financeiros para outros fins.

É aqui que encontramos a “filantropia”. Objectivo destes indivíduos é realmente aquele de “ajudar os outros”. Na óptica destas pessoas, que fazem parte de direito da citada classe da elite mundial, “ajudar” significa estabelecer as condições para que o futuro possa ser melhor do presente. E mesmo aqui reside o problema: melhorar o presente, na óptica da elite, passa por assumir decisões que envolvem a maioria dos seres humanos sem que estes tenham o direito de opinar sobre as escolhas. A “ajuda” é um kit já pronto, não negociável, que tem um fim já estabelecido. E trata-se duma “ajuda” que não pode ser recusada, sobretudo porque a elite considera as massas incapazes de auto-gerir-se e de tomar decisões adequadas.

O mais triste é observar como as massas façam tudo para confirmar tais pressupostos. São criadas instituições com um enorme poder e ninguém parece ter a curiosidade para tentar descobrir “quem é quem”, quem fica atrás, quem manda, com quais intenções. Quantos conhecem Eric Lander? Quantos conhecem as suas ligações com John Holdren? Quantos sabem do papel dele na Administração Obama? Quantos sabem que faz parte também da Administração Biden? Mas Lander e Holdren são os produtos daquele grupo de malthusianos cujos objectivos são, entre outros, a criação duma nova ordem planetária, a redução da população mundial e a modificação genética da espécie humana. Ideais que definir “autoritários” é pouco, defendidos por indivíduos fortemente problemáticos no seio duma Administração “democrata” e “democrática”.

 

Ipse dixit.

Fonte: na terceira e última parte do artigo.

29 Replies to “Eugenia, Great Reset, Inteligência Artificial e Transhumanismo – Parte I”

  1. Com o filtro adequado até é um bom artigo …infelizmente o bom Matthew não tem o mesmo espirito critico com todos os actores e continua na puberdade do jornalismo dividindo o mundo em bons e maus … ainda não percebeu que são todos maus ou muito maus … e estão numa competição para ver quem é o pior. Até aqui só falou dos “maus” , mas aposto o testiculo esquerdo em como na continuação vai idolatrar os seus regimes de eleição … e talvez até terminar como num vulgar e rasca concurso televisivo enviando beijinhos e abraços para o XiXi Ping , Vladimir Pudim … e o gajo que fala com os passarinhos …
    A aposta esta lançada .
    P.S. Não vale a pena começarem a afiar a faca… ja conheço o bom Matthiew … não vai falhar.

  2. “Acordo sobre imposto global é assinado por 130 países, taxa mínima de imposto será de ‘ao menos 15%’ sobre os lucros das maiores empresas globais, informou a OCDE. Implementação deve ocorrer em 2023” .
    Não é mais teoria da conspiração apenas.

  3. Olá Max e todos: termine ou não termine beijando Putin e o Xi ( como sugere o Lopes), o artigo começa maravilhoso, como maravilhosa é toda a iniciativa que desvela a arqueologia dos grandes poderes, desenhada pelo ocidente, com nomes e endereços institucionais.
    Parabéns ao Max, ainda uma vez.
    Algumas particularidades são notáveis:
    Os “mestres do universo” (expressão usada pelo Pepe Escobar) não tem pruridos em manifestar claramente seus planos e atividades, através de artigos, manifestos e instituições globais, que criam justamente para alcançar seus fins. Talvez tenham já certeza que, seja por meio da alimentação prejudicada, os venenos das plantações, os remédios ou as vacinas, a humanidade em geral não mais sabe pensar.
    Fica absolutamente claro para que serve a invenção e desdobramentos da ciência, da educação e da filantropia institucionalizadas, onde eu incluo além educação formal em escolas e universidades, a ferramenta da educação informal através dos mídia. Infelizmente suas clientelas desconhecem onde estão, logo são perfeitamente assimiladas pelo poder que as define.
    Muito elucidativo também a nomeação dos alvos de uma possível, embora improvável resistência ou seja lá o nome que queiram atribuir.
    Penso que a manipulação mental da maioria dos “inúteis” está bastante desenvolvida porque as pessoas veem e leem, mas entendem o que já estão formatadas para entender e considerar.
    Experimentem submeter à interpretação de uma classe universitária este texto, e verão que o que sai ou é um desentendimento total, ou uma leitura de suas posições de classe social.
    Experimentem pedir que façam um resumo dos caminhos temporais das vacinas, e muita gente perguntará o que o texto tem a ver com vacinas.
    Para mim o texto significa o inicio de um verdadeiro manual tático. Quem sabe algo mais além, embora concomitante com: siga o dinheiro.

  4. Olá Álvaro: muitíssimo obrigada pela entrevista traduzida em outra plataforma.
    É fantástico o novo normal. Uma humanidade idiotizada pelos mídias aceita a vacinação compulsória e permanente.
    O elemento sintético programado em computador e adicionado às vacinas provenientes de laboratórios norte americanos é “estimulador de patógenos”, conforme afirmação com todas as letras pelo entrevistado. E mais, o suposto espaço ora preenchido pelos patógenos das vacinas mRNA pode ser preenchido poe outros patógenos programados para outra arma bioterrorista da vacina a ser demandada pela humanidade e obrigatória pelos órgãos mundiais de “saúde”.
    Além do dinheiro que os investidores ganharão, a bizarrice de: vocês, deploráveis, exigirão a arma que os destruirá.
    Não se pode negar que os poderosos são aconselhados por gente muito inteligente, que evidentemente não requerem vacinas para si e para os seus. Mas a esperança reside em que entre os não poderosos também há gente muito perspicaz.
    Por outro lado, eu, uma senso comum qualquer, levada pelo instinto, intuição e pelos sentimentos, em comentário anterior aqui no II, supunha que estas vacinas deveriam carregar elementos prejudiciais aos deploráveis. E era verdade, ora comprovada.
    Se pudesse perguntar ao entrevistado, além do pulmão, quais outros alvos os “estimuladores de patógenos” já são do conhecimento comprovado, constantes na atual vacina contra a Covid-19, eu perguntaria.
    Mesmo sem resposta, a minha intuição aponta, como disse anteriormente, que o centro da questão não era a “pandemia”, mas as vacinas.( Em artigo anterior o Max vai apontando que as estatísticas demandam mais mortes pela vacina que muitas vezes pela “pandemia”)
    E agora digo que alguns próximos alvos dos “estimuladores de patógenos” poderão desencadear; esterelização, autismo, deficiência de memória, deficiência imunológica. Quem viver, verá ( desculpem a explosão de pretensão da minha parte)

    Olá Max: não te esquece de voltar, os assuntos estão pegando fogo, e tu estás a nos fazer falta.

  5. Álvaro, obrigado pelo link legendado em português.

    Existe um aspecto muito perturbador nesta história, que tem a ver com a forma como os líderes políticos mundiais estão a implementar, de forma muito agressiva e decidida esta agenda, contra as suas populações. Uma agenda que claramente não tem nada de sanitário.
    Parece que todos eles juraram obediência a algo superior, uma obediência de tal maneira cega, que os leva sem qualquer hesitação, a alterar constituições, prender cidadãos e fazer tudo o que for necessário para cumprir com a referida agenda.

    1. Quase todos os líderes políticos mundiais , mesmo aqueles que alegadamente se odeiam parecem dever obediência todos ao mesmo dono … o que só reforça a ideia de que afinal eles são aliados e o inimigo deles somos nós . Agora já me começo a questionar durante quanto tempo mais poderemos continuar a fazer comentários destes sem que o blog seja encerrado ou outra surpresa surja cono resposta e continuo surpreendido e incrédulo com a pandemia de burrice e de medo vinda de gente alegadamente …inteligente e corajosa esses conceitos parece afinal que sempre estiveram errados …

  6. Bento XVI, na sua ultima biografia publicada na Alemanha em Maio de 2020, escrita por Peter Seewald (não sei se já foi editada em Portugal, mas penso que não) faz uma afirmação muito interessante:
    “A verdadeira ameaça para a Igreja e, portanto, para o ministério de São Pedro, consiste na ditadura mundial de ideologias aparentemente humanistas. Contradizê-las constitui uma exclusão do consenso social básico (…) A sociedade moderna está no processo de formular um ‘credo anticristão’. E quem resiste a ele é castigado com a excomunhão social. O medo desse poder espiritual do Anticristo é, portanto, muito natural, e são realmente necessárias as orações de toda a Igreja para resistir a ele”.

  7. Caríssimos, já agora aqui fica para que conste, um video que guardei duma ‘whistleblower’ americana que já em março/abril do ano passado tinha esmiuçado toda esta trama programada e engendrada que não é mais do que o dr. Martin expôs em pormenor, tendo ainda a preciosa particularidade de ter conseguido depoimentos de vários governantes (entre os quais o ‘premier’ deste país) que nessa altura receberam da presidenta Ursula, 8 biliões de dólares para promoverem as ditas ‘vacinas’ (injecções)., Esse dinheiro foi portanto, ao que tudo indica, a primeira prestação para ‘olear’ e manter toda a essa insana engrenagem em todas as áreas dos respectivos países, sendo os mass-media (tv’s/jornais/radios/redes sociais) o foco principal, pois TUDO hoje em dia depende e se sustenta na tecnologia, embora se esteja ainda bem longe da sua influência máxima.
    https://mega.nz/file/IpYBmQ6J#DHtSX7NE2kSEtJY00DVo_d1H8gnz6IbO9CpeWoHgmNo

    1. Meu caro Alvaro , finalmente consegui ver o video todo, notavel trabalho de investigação. Obrigado pela partilha .

      1. Caríssimo, grato pelo retorno e ter conseguido ver o video todo (rs). Pois então segue um PDF que criei com videos relacionadas à pandemia programada (incluindo o do dr. Bhakdi, creio, pois ele já postou vários) desde esse até ao do dr. Martin, que desmonta e esclarece em definitivo e sem qualquer sombra de dúvida como tudo se engendrou e já de longa data com o propósito de ‘marcar’ todo o mundo mas sobretudo instalar o controlo tecnológico global. Faz parte de um fórum em que colaboro embora esteja de momento suspenso. Entretenham-se, enquanto Max não retorna (rs)
        https://mega.nz/file/GR9UAD4T#05gXsrEg3sEY5no36awslbi7CeB4YALITtB_lcZQaY8

  8. Este vídeo do Prof Sucharit Bhakdi (link abaixo) é muito interessante porque mostra o funcionamento das vacinas mRNA e os respectivos efeitos.
    Por se tratar de um assunto de máxima importância, dado o objectivo da DGS (Direção Geral de Segurança) em vacinar toda população portuguesa até ao final do verão, penso ser urgente fazer-se uma análise dos factos que nesta data são conhecidos.
    Não sei qual a situação no Brasil em termos de metas de vacinação, mas na Europa, EUA, Austrália e Nova Zelândia, entre outros, existe uma enorme pressão e pressa em vacinar a totalidade das suas populações, no cumprimento de uma agenda com uma calendarização aparentemente bem determinada.
    É precisamente a questão da meta de 100% de vacinados que merece uma análise muito cuidada.
    A exposição feita pelo professor Bhakdi, fecha com um prognóstico catastrófico para os vacinados com vacinas mRNA. Outros cientistas de renome chegaram a conclusões semelhantes, ou seja, num prazo de 3 a 5 anos a esmagadora dos vacinados irá morrer, e os restantes ficarão seriamente debilitados.
    Se estas vacinas, por hipótese, tiverem este efeito, o de dizimar parte da população, que efeito oculto terão as outras vacinas que não são de mRNA? Estupidificar os restantes? Tirar-lhes a capacidade de reagir?
    Tudo parece saído de um filme macabro, mas é precisamente com estes factos que estamos neste momento a lidar.

    https://rumble.com/vjow2d-proof-that-puts-an-end-to-the-sars-cov-2-narrative-professor-sucharit-bhakd.html

    1. Caríssimo Krowler reparei que o video do dr. Sucharit que indica não é o que consta do PDF que enviei para P.Lopes. Aqui segue a cópia legendada, para facilitar o entendimento das importantes explicações do doutor. E desde já aviso que eu nada vejo online, gravo tudo o que me parece de interesse e depois guardo ou descarto. Há anos que não vejo nem tenho tv., apenas conexão à net e geralmente a partir do final de tarde.
      https://mega.nz/file/7UsinbCa#MXv0XXhgcCF80mFVPhLkSywYmXwt8nRDe1lrNikVxgs

    2. Krowler, o Brasil aplicou cerca de 126 milhões de doses em sua população, 91 milhões receberam apenas a primeira dose e o restante as duas doses. Ou seja mais de 50% da população brasileira foi vacinada com pelo menos 1 dose. Aqui como nos países citados por você a meta também é 100% ou próximo disso.
      Oremos!!

  9. Álvaro, obrigado pela cópia legendada.
    Eu também não vejo TV, e no carro, na hora do noticiário, desligo o rádio.
    Sobre a meta de 100% vacinados, alguém tem alguma opinião formada a respeito?

    1. Caríssimo, faz muito bem desligar o rádio do carro, eu faço-o aqui em casa quando é o rádio que está ligado (geralmente na M80) pois geralmente é música aleatória via pen (mp3), que ouço todo o dia. Na carrinha é só assim pois tem ligação mp3. E como aqui em casa gravo tudo e sou cinéfilo de longa data, o que vejo são filmes e séries, documentários, etc, pois tenho um acervo de milhares e sempre a crescer. E quanto à meta que fala, não tenho opinião, basta-me as dos especialistas que constam dos videos que disponibilizo no PDF que mandei. Faço por estar atento a tudo mas cada vez mais desligado de toda esta treta insana da qual faço questão de me afastar o mais possível. Meu investimento prioritário é sim na saúde e em todas as suas vertentes pois bem falta nos fará esse ancoramento para enfrentar tanto as consequências deste desatino imposto como das radicais turbulências que se avizinham.

    2. A meta dos 100% não me parece “rentavel” , se atingirem por exemplo os 80% do mercado partir dai o esforço necessario para conseguir os restantes 20% vai ser muito superior ao esforço necessario para lançar um “novo” produto para outras variantes mais recentes onde com esse mesmo esforço podem atingir uma meta de, por exemplo, 60% .
      Abandonar 20% de clientes de um produto pode representar um ganho liquido de de 40%. de clientes noutro produto mais “inovador” sem desgastar a imagem com polemicas.
      Também a implicancia nos restantes 20% pode fazer com que os outros 80% comecem a ter duvidas sobre a real eficacia do produto, duvidas sobre a eficacia do produto é mau para o negocio.
      Existo um video do tio Biden em que ele declara que “existe uma epidemia de não vacinados que esta a matar pessoas” .
      O tio está claramente senil e não conseguiu compreender as subtis instruções que lhe foram dadas, este tipo de pressão social pode ter um efeito adverso .
      Estou a tentar ser racional na prespectiva dos vendedores … mas vejo ali algo de Kamikaze nisto tudo …

  10. Olá Alvaro: consegui terminar de ouvir todos os vídeos da tua compilação só agora. Já conhecia alguns, outros tomei conhecimento.
    Especialmente me chamou a atenção os depoimentos dos doutores Buttar e Bhakdi pelo empenho em divulgar os conteúdos daquilo que sabem, reunir-se com outros especialistas que compartilham opiniões contrárias às oficiais e o chamamento aos especialistas, médicos e cientistas do mundo a erguerem um muro de contenção contra a farsa da “pandemia” e “vacinação”.
    Esta é uma pequena esperança de que efetivamente haja uma reação a tudo isso. O povo francês já se manifesta contra, seguido pelo italiano, com contestações de rua.
    De forma que sou grata pela tua disponibilidade em divulgar tua busca, e a contribuição que prestas à II e seus leitores.

    Agora pensando no que me é dado conhecer do meu país, aqui infelizmente as passeatas são pedindo vacinação.
    Explica-se por uma conjunção de fatores: o estrangulamento cultural do povo brasileiro nas últimas décadas; meio século da televisão como maior recurso pedagógico; a influência positiva que o povo sempre foi levado a ter na vacinação e, naturalmente, a propaganda massiva em todo mundo em favor da vacinação contra a Covid.
    Observem que o dado fornecido pelo Eduardo de 196 milhões de brasileiros vacinados ainda não é fruto de uma obrigatoriedade massiva, ao contrário os brasileiros disputam tantas doses de vacina estiverem a disposição.
    E um dado que coroa esta atitude é que o presidente, odiado por um contingente significativo de brasileiros, é desfavorável ao entendimento do virus como pandemia, rejeita vacinação compulsória e aconselha o uso de hidroxicloroquina e Aztromicina, que o setor oficial e midiático rejeitam. Ocorre que o anti bolsonarismo acaba equivalendo á defesa de tudo que entenda a “pandemia” mal administrada pelo governo e responsável por um genocídio e a vacinação massiva como a salvação.

    Finalmente me parece que há um dado positivo nos países semelhantes ao meu mundo: a desorganização, o caos, o vire-se do jeito que der. No meio de tudo isso me parece que há mais linhas de fuga da vacinação obrigatória do que nos países “civilizados”. Além do mais, a possibilidade de negociar situações desagradáveis é bem maior.

    1. Caríssima Maria, folgo saber que deu acurada atenção à compilação que arrumei pois achei ser assim mais fácil de aceder a esse específico conteúdo embora a baixada de pelo menos os mais pertinentes seja o ideal, a meu ver. Pois é o que eu faço com tudo pois não vejo nem ouço nada online, prática que vem do tempo em que fui informático e programador nas Dir. Finanças, bem desde os primórdios dos computadores (meados de 95) como da internet (meados 96). E como já o disse por aqui, também não vejo nem tenho tv, apenas internet e normalmente a partir do final do dia (- 4 horas aí) e meu telélé (aí, celélé, rs) é básico, por opção e por enquanto…!

      E como sou cinéfilo de longa data a prioridade são a baixada de filmes/séries/documentários que prefazem já alguns bons milhares. Também me assumo como bibliófilo sobretudo de ficção de todo o género e o acervo também não é pequeno.

      Enfim, não me alongarei nesses particulares e quanto ao assunto em pauta, a ‘fraudemia’, continuo a dar conta de tudo quanto se vai destacando mas não tenciono insistir mais e desse jeito, nessa vertente, deixarei sim alguns links para algo que está de certo modo na linha do que Max expôs neste seu extenso mas deveras importante ‘compilado’ que, pelos vistos, tarda a ter continuidade, pois parece que entrou em mais uma das suas ‘hibernações’ (rs).

      Trata-se dos ‘Protocolos dos Sábios de Sião’ que, foram muito polemizados desde há mais de um século e que, por causa desta conspiração programada que nos caíu em cima, fui de novo chamado à atenção para eles. Já havia há muito adquirido esse pequeno opúsculo e na altura só o desfolhei por alto e nem lhe grande crédito, mas agora, face ao que estamos atravessando já o li com outros olhos e outros entendimentos.

      É provável que já o tenha mas aqui fica a versão traduzida e apostilada pelo vosso conterrâneo Gustavo Barroso:
      https://mega.nz/file/fFkU3QTC#01rsrRHqdJbXE1qnK74jlS8EndNOzpdhsVi8yQu6JcY

      Mas não me fiquei por aí pois nas minhas constantes pesquisas acabei por dar com uma outra ‘preciosidade’ que, pelos vistos, foi descoberta de modo algo insólito, e que parece ser como que uma actualização dos ditos, para os novos tempos tecnológicos.

      Segue assim, o que parece ser o original encontrado: ‘Silent Weapons for Quiet Wars’:
      https://mega.nz/file/14Qh2aJA#lx8evC-TyzN4tz8AZWgxnQI2lxUCbA_rZV4AK-j433Q

      E uma das cópias em português: ‘Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas’:
      https://mega.nz/file/cx4V0agS#cLgc_vTMwIsOjHqaAEQjDJTlFk6nk_-_YeeKhdhATW0

      E por fim como oportuno complemento fica o livro ‘A Sinagoga de Satanás’ no qual o autor Andrew Carrington Hitchcock disseca e expõe cronologicamente todo o incrível historial dessas famílias satânicas:
      https://mega.nz/file/1phGHb4Y#fmL0muvILupzXyC7hoW3LhDdCqvs5cLepovgIv0Fh2I

      E pronto, entretenha-se, se lhe interessar, claro, com mais estas achegas do meu espólio que talvez já sejam do seu conhecimento mas que podem não o ser a algum do pessoal que por aqui anda.

  11. Caríssimos,
    Com as novas medidas que o governo português vai opor em prática, penso que a partir de amanhã, vou ficar impedido de ir ao supermercado, restaurantes, ginásio, serviços públicos, e sabe-se lá mais o quê.
    O passo seguinte deve ser a proibição de sair de casa.

  12. Olá Krowler: meus pêsames!! Mas acredito que não sair de casa já se esvaziou. Foi substituído por um cartão que te leva a ficar em casa por aparentemente livre vontade.
    A intenção dessas medidas são sempre dar a impressão que as pessoas estão vivendo em liberdade, e que tudo está sendo feito pelo seu bem estar .
    Aqui não chegamos a isso pela bagunça generalizada e pela pouca disposição governamental de implementá-las. Fala-se sobre o assunto, mas por ora não passa de boatos.

  13. Caríssima Maria, grato por essa informação mas a Drª Florbela é alguém bastante conhecido por aqui pois desde o princípio desta ´fraudemina’ que se tem empenhado em expor com toda a sua experiência na área jurídica as prepotentes ilegalidades e anomalias legais que os nossos tristemente vendidos governantes têm vindo a decretar pois seus mandantes insistem em mantê-los de rédea curta como, aliás, todos os demais como bem patente naquele vídeo da Polly. Esperemos que o Dr. Fuellmich e sua equipa consiga levar avante o quanto antes o processo judicial tipo ‘Nuremberg’ para nos vermos livres dessa corja o mais depressa possível. E a propósito dê uma olhada a esta conferência que terminou hoje: https://doctors4covidethics.org/save-the-date-covid-19-interdisciplinary-symposium/

  14. Olá Alvaro e demais comentaristas de II :
    É uma boa notícia saber que a conferência solicitada anteriormente por médicos que se recusam a aceitar passivamente as determinações globais sobre “pandemia” e vacinação obrigatória, se realizou. Isso mostra que há especialistas dispostos a sair da passividade.
    É muita informação, algumas técnicas que me dificultam a compreensão, e ainda em inglês.
    Solicito a quem souber de traduções em português ou espanhol, favor comunicar.
    Por outro lado, o autoritarismo das medidas para obrigar a população a se vacinar na Europa e EUA são doentias, apesar da reação de parte da população em contestações de rua.
    O que vale, me parece, é que uma guerra silenciosa contra nós, corre o risco de ser exposta para a sociedade.
    Pelo menos já há dúvidas, demonstrado pelo elevado número de pessoas que não fizeram a segunda dose da vacina.

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