Clima: um Grande Mínimo Solar?

F. William Engdahl é consultor e professor sobre risco estratégico, é licenciado em política pela Universidade de Princeton e autor de best-sellers sobre os temas de petróleo e geopolítica. É autor de, entre outros títulos, Seeds of Destruction: The Hidden Agenda of Genetic Manipulation (“Sementes de Destruição: A Agenda Oculta da Manipulação Genética”).

Colaborador de Global Research, do russo New Eastern Outlook, da Rede Voltaire e de Veterans Today, acredita no petróleo biogénico, desconfia do Aquecimento Climático e acha que a Revolução Egípcia de 2011 foi orquestrada pelo Pentágono para facilitar a política externa de Barack Obama no Médio Oriente:  segundo Engdahl, o objectivo último dos EUA é tomar os recursos da África e do Médio Oriente sob o controlo militar e toda a Primavera Árabe foi um plano anunciado pela primeira vez por George W. Bush numa reunião do G8 em 2003, chamado “O Grande Projecto do Médio Oriente”.

Portanto, um autor fora do coro. O que não significa automaticamente que esteja certo. No entanto, aqui vamos ler quanto publicado no blog dele acerca do Global Warming, artigo que analisa quanto acontecido recentemente no Texas e que propõe uma hipótese.

Boa leitura.

O Grande Gelo do Texas: eis o urgente alerta climático mas não como pensas

Na tragédia extrema do Inverno em curso no Texas e em muitas outras regiões dos Estados Unidos não preparadas para um Inverno rigoroso, um ponto notável é que uma grande quantidade de vastas plantas de geradores eólicos em todo o Estado, supostamente aptos para gerar 25% da electricidade da rede do Estado, congelou e tornou-se maioritariamente inútil. O recente rigoroso clima invernal não só nos EUA continental, mas também em grandes partes da União Europeia e mesmo no Médio Oriente, justifica um olhar mais atento a um tema que há demasiado tempo tem sido ignorado pelos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC) das Nações Unidas, bem como por um novo grupo de académicos conhecido como Climate Scientists. Nomeadamente, a influência do nosso sol sobre o clima global.

Mudanças no clima frio

Em 14 de Fevereiro, uma frente fria recorde do Árctico varreu o Canadá desde o extremo sul até às partes mais a meridionais do Texas, chegando até a fronteira com o México. O impacto imediato foram cortes de energia para 15 milhões de texanos que estavam sem calor e electricidade a 17 de Fevereiro, visto que quase metade das unidades eólicas estavam congeladas e inutilizáveis, muitas delas de forma permanente, devido às tempestades de gelo,

Nos últimos cinco anos, o Texas duplicou a sua quota de produção de energia eólica na rede, numa pressa de adoptar um perfil energiético verde. Com cerca de 25 por cento da rede eléctrica do Estado proveniente das fontes eólicas, quase metade está fora de serviço, devido à tempestade.

Tyler, no Texas, outrora conhecida como a “Capital da Rosas na América”, viu temperaturas próximas de -20 graus Celsius.

As instalações de processamento de gás em todo o Texas estão a fechar à medida que os líquidos congelam no interior das tubagens, reduzindo ainda mais a energia, enquanto a procura de combustível para aquecimento explode. Os preços dos combustíveis para aquecimento no Oklahoma subiram 4000% em dois dias. Os preços de venda para entrega no Texas estão a ser negociados até 9.000 Dólares por mega-watt/hora. Dois dias antes das tempestades, o preço era de 30 Dólares. Num pico de procura no Verão, um preço de 100 Dólares é considerado elevado.

A redução do fornecimento de gás do Texas às companhias eléctricas mexicanas levou a apagões no norte do México, com quase 5 milhões de residentes e empresas a ficarem sem electricidade a 15 de Fevereiro.

O erro da energia verde

Além disso, a produção de petróleo dos EUA, concentrada no Texas, mergulhou por um terço e mais de 20 refinarias na Costa do Golfo estão encerradas, tal como os carregamentos de cereais ao longo do rio Mississippi.

Vários analistas do modelo desregulado da rede do Texas salientam que se o Estado tivesse mantido uma “reserva de emergência fiável”, como é possível com a energia nuclear ou o carvão, os apagões poderiam ter sido evitados.

O Texas forçou seis centrais eléctricas alimentadas a carvão a encerrar a partir de 2018, devido a regras estatais que obrigam as empresas de energia eléctrica a aceitar energia eólica e solar subsidiada, reduzindo a sua própria produção de carvão. Simplesmente foram forçadas a encerrar as centrais de carvão em funcionamento que geravam 3.9 GW. Algumas fontes dizem que se estas plantas ainda estivessem a trabalhar, os blackouts poderiam ter sido facilmente evitados. Ao contrário da actual tecnologia eólica ou solar, as centrais de carvão e nucleares podem armazenar até um mês ou mais de capacidade para emergências eléctricas.

Enquanto Estados do norte como o Minnesota, onde os Invernos rigorosos são comuns, estão preparados, o Texas não tem tais requisitos de capacidade de reserva.

Por exemplo, a Comissão de Serviços Públicos do Minnesota exige que as instalações tenham capacidade de reserva suficiente para garantir que a energia se mantenha em circunstâncias extremas.

Em contraste, o Texas opera um mercado energético em que os preços da energia são vistos como um incentivo apropriado para trazer mais centrais eléctricas. O objectivo deste modelo de mercado de energia era tornar o vento e o solar mais rentáveis para aumentar a sua quota de mercado em relação às alternativas convencionais como o carvão ou o nuclear.

O modelo da rede estatal forçou as centrais de carvão e nucleares do Texas a venderem electricidade com perdas no mercado porque não conseguem reduzir a sua produção de electricidade quando a elevada produção eólica e solar forçam os preços a baixar. No final, forçou o encerramento desnecessário de seis centrais de carvão, exactamente o que os defensores da energia verde pretendiam.

As falhas no modelo são óbvias, assim como a crescente dependência de opções eólicas e solares não fiáveis para alcançar uma duvidosa pegada de carbono zero.

Grande mínimo solar?

No entanto, há uma lição muito mais alarmante a ser aprendida com o desastre do Texas.

Estados como o Texas e Países de todo o mundo estão a exigir investimentos de triliões de Dólares em energia verde para criar o objectivo 2030 da ONU para chegar ao Net Zero Carbon até 2050, virando-se para a energia solar e eólica, manifestamente não fiáveis para substituir petróleo, gás e carvão; mesmo a energia nuclear livre de carbono é o oposto do que precisamos se a análise do ciclo solar for precisa.

Esta falha está enraizada numa campanha de décadas do IPCC da ONU, de figuras políticas como Al Gore e duma lobby de cientistas cujas carreiras dependem do facto de ignorar o maior factor que influencia o clima e as alterações climáticas da Terra, um factor que é certamente real: os ciclos solares.

Ao contrário dos modelos informáticos dos cientistas climáticos que projectam um aumento linear da temperatura da Terra como um aumento das emissões de CO2 “produzidas pelo homem” e um “efeito estufa” não comprovado, a temperatura da Terra e as alterações climáticas não são lineares.

Tem sido demonstrado, analisando vários milhares de anos atrás, que as alterações climáticas são cíclicas. E que as emissões de CO2 não impulsionam os ciclos. Se assim for, nós, como espécie humana, podemos muito bem estar a implementar políticas que deixarão grande parte do nosso mundo totalmente despreparado e vulnerável perante alterações climáticas muito piores e mais prolongadas do que a recente catástrofe no Texas.

Segundo a americana NASA, o planeta acaba de entrar num novo ciclo solar. Prevêem que o actual ciclo solar de 11 anos, conhecido como Ciclo 25 que começou em 2020, “será o mais fraco em 200 anos“. Se assim for, isso colocá-lo-ia na senda daquele que é conhecido como o Mínimo de Dalton, que decorreu aproximadamente entre 1790 e 1830.

Manchas solares ou manchas escuras na superfície do sol, que são geralmente acompanhadas por enormes flashes de energia magnética, têm sido medidas diariamente desde que o processo começou num observatório em Zurique, Suíça, em 1749. Observou-se que o número das manchas solares ou a actividade das manchas aumenta e diminui em ciclos de cerca de 11 anos.

A recente investigação também identificou ciclos mais longos e complexos de um período de cerca de 200 anos e 370-400 anos. Os físicos solares contaram os ciclos de 11 anos desde 1749, dando-nos em meados do ano de 2020 o início do ciclo solar 25.

Fonte: Valentina Zharkova, Modern Grand Solar Minimum will lead to terrestrial cooling

Em 2018, um grupo de físicos e matemáticos liderado pela Prof. Valentina Zharkova da Universidade Northumbria no Reino Unido, desenvolveu um complexo modelo baseado no papel observado do campo magnético solar de fundo na definição da actividade solar.

Podia prever-se que o próximo Mínimo Solar, que começou em 2020, se aproximaria do período mais recente e extremo do mínimo solar, o chamado Mínimo de Maunder, entre 1645 e 1710. Isto tem sido chamado de Grande Mínimo Solar, um período prolongado de actividade solar mínima, extremamente baixa, que começou há cerca de 370 anos atrás.

O grupo da Zharkova ligou os mínimos actuais a uma queda dramática do campo magnético interno do sol, uma redução de cerca de 70% na força do campo magnético em relação ao seu valor médio, resultante de variações regulares no comportamento do plasma quente que alimenta o nosso sol.

Por outras palavras, podemos estar na primeira fase de mudanças drásticas no clima da Terra que duram várias décadas. A investigação da Zharkova prevê que este período do Grande Mínimo Solar, começado em 2020, dure até cerca de 2053.

Durante o Mínimo de Maunder, erupções vulcânicas enviavam toneladas de cinzas para a atmosfera criando densas nuvens cinzentas que bloqueavam ainda mais a radiação solar. A actividade vulcânica e as fases mínimas solares estão bem correlacionadas, acredita-se que provêm da intensificação da penetração dos raios cósmicos na atmosfera terrestre, forçando as maiores erupções.

Durante o Mínimo de Maunder, conhecido no Hemisfério Norte como a Pequena Idade do Gelo, as temperaturas caíram a pique. De acordo com a Zharkova, isto provavelmente aconteceu porque a irradiação solar total foi muito reduzida, levando a Invernos rigorosos.

Um Grande Mínimo Solar muito mais suave, chamado o Mínimo de Dalton, entre cerca de 1790 e 1830, embora menos extremo que o período Maunder, levou a uma série de enormes erupções vulcânicas entre 1812-1815, culminando na erupção recorde na Indonésia do Monte Tambora, a maior erupção vulcânica do mundo durante os tempos históricos. Esta, por sua vez, criou tal densidade de nuvens a partir das cinzas que 1816 ficou conhecido na Europa como o Ano sem Verão.

As temperaturas frias trouxeram neve em New York no Verão de 1816. As culturas na América do Norte e na Europa falharam no que tem sido chamado de “a última grande crise de subsistência no mundo ocidental”. Na China, em 1816, houve uma fome maciça. As cheias destruíram as culturas. A época dos monções foi interrompida, causando inundações avassaladoras no Vale do Yangtze. Na Índia, o retardado monção de Verão provocou tardias chuvas torrenciais que exacerbaram a propagação da cólera numa região desde perto do Ganges, no Bengala, até Moscovo.

Irradiação solar e temperaturas: todos os períodos de mínimos solares coincidem com períodos frios no centro da Inglaterra. Fonte: Valentina Zharkova, Modern Grand Solar Minimum will lead to terrestrial cooling

As erupções vulcânicas estão em recente ascensão desde a erupção de dois enormes vulcões em Novembro de 2020 na Indonésia, em Lewotolo e Semeru, no início do actual Grande Mínimo Solar, relacionados ao declínio do sol na magnetosfera e a um influxo mais forte de radiação cósmica solar que penetra o magma rico em sílica dos vulcões.

Como observa Sacha Dobler, autor de Solar Behaviour [“Comportamento solar”, ndt]: “No que diz respeito à temperatura, o que é crucial não é quanta energia parte do sol, mas quanta dessa energia é bloqueada pelas nuvens, quanta chega à superfície da Terra e quanta é reflectida de volta para o espaço pelo gelo e pela neve”.

Uma maior penetração dos raios cósmicos na atmosfera durante os mínimos solares contribui para a nucleação das nuvens, tal como as erupções vulcânicas.

Dobler acrescenta: “Num Grande Mínimo Solar, os raios cósmicos desencadeiam inundações, tempestades de granizo, e – devido à perturbação dos jet streams e à mistura das camadas atmosféricas – são esperados eventos de precipitação local de longa duração […], são esperadas ondas de calor e incêndios”.

Em suma, podemos esperar acontecimentos climáticos instáveis e erráticos durante as próximas dez ou três décadas se os físicos solares como a Zharkova estiverem certos.

Mudança dos jet streams

Um efeito significativo do Grande Mínimo Solar em que estamos a entrar neste momento são as mudanças na posição dos nossos jet streams [em português: correntes de jato, ndt].

Durante períodos de alta actividade solar, os jet streams formam uma faixa relativamente estável em torno do hemisfério norte ao nível do sul do Canadá e da Sibéria, mantendo o rigoroso frio do Inverno contido.

Durante os mínimos solares como agora, a corrente do jacto, em vez de formar um anel estável, torna-se muito irregular ou ondulada. Foi isto que permitiu que um frio sem precedentes do Árctico chegasse até ao extremo sul do Texas.

Este fluxo irregular e fraco permite a chegada de frio severo e neve em algumas áreas e bolsas invulgarmente quentes em locais como a Sibéria, bem como períodos invulgarmente quentes e secos ou húmidos. À medida que avançamos mais para o actual Grande Mínimo Solar por volta de 2030, os físicos esperam que esta mudança climática “extrema” se intensifique.

O Sol é, por ordens de magnitude, a força mais influente que afecta o clima da Terra e as suas alterações climáticas. Infelizmente para a humanidade, o grupo predominante de cientistas climáticos que apoiam a hipótese do aquecimento global causado pelo homem através do CO2 não modelou qualquer efeito de alteração da radiação solar no nosso clima. O IPCC rejeita o sol como um factor relevante, algo que está a provar ser extremamente perigoso.

Será que os poderes por detrás de Bill Gates ou de Klaus Schwab estão familiarizados com o mínimo solar e o facto deste ser provavelmente tão mau ou pior que o mínimo Dalton de 1790-1830?

Se o mundo está a gastar triliões e a desviar recursos preciosos para preparar-se para “zero emissões de carbono” enquanto os piores efeitos solares em 200 anos ou mais ocorrem no Texas e em outras partes do mundo, seria uma forma diabólica de acelerar a agenda de redução populacional enquanto o mundo é apanhado desprevenido por graves falhas nas colheitas e fome em massa.

 

Ipse dixit.

Imagem: David J. Phillip/AP (File) em NBCDFW

5 Replies to “Clima: um Grande Mínimo Solar?”

  1. Antes da pandemia o meu prato favorito eram as alterações climáticas, tendo dedicado bastante tempo ao assunto.
    Ambos os temas dividiram, e continuam a dividir, profundamente a opinião pública, tendo criado duas correntes de opinião. Uma dessas correntes está a mentir.
    O que está referido neste post, e de forma bem fundamentada, é, como não podia deixar de ser, do conhecimento daqueles que afirmam que o clima da terra está a aquecer. A questão importante é perceber-se porque o fazem.
    A pandemia e as alterações climáticas são os dois temas chave da agenda globalista, porque conseguem mobilizar em torno de si a esmagadora maioria da opinião pública. É difícil imaginar que outros temas seriam tão mobilizadores.
    O que para mim ainda não é muito claro tem a ver com o desenvolvimento que ambos os temas vão ter no curto e médio prazo, uma vez nesta data que vários cenários são possíveis.
    O Max no ultimo parágrafo deixa um boa pista.

  2. O artigo é muito correto no que professa, só acho que o motivo das erupções vulcânicas não é o citado e há ainda a precessão dos equinócios que contribui para o frio no hemisfério norte, por falar em vulcões em breve teremos mais um na Nova Zelândia a encher nossa atmosfera de cinzas, quem viver verá.

  3. Parece que tudo que “os sábios” orientam para fazer, seja com a Covid, seja com o clima, é justamente para desviar dos problemas reais, e causar dano às populações.
    Imaginem todas estas catástrofes atuando em conjunto, coisa que eu venho observando e achando que estou errada: inundações, erupções vulcânicas, tempestades de vento, secas regionais, nevadas intensas e prolongadas… mais tudo que é fabricado para matar os solos, contaminar as sementes…
    Se tal acontecer nos próximos anos, entraremos na era da escassez. E escassez significa aumento vertiginoso de preços pela comida. Vai ficar difícil comer bem sem plantarmos em áreas cobertas, aquecendo no frio e resfriando no calor, aguando quando necessário, enfim, tratamento especial. E de onde sairá a eletricidade para regular a temperatura das estufas? Pequenas hidroelétricas teriam de ser construídas em cada rio de planalto. Se os governos são cúmplices do genocídio programado, as iniciativas caberão às coletividades organizadas. É justo ai que tudo empaca. Os jumentos sempre puxaram a carroça de um jeito. Mudar o jeito exigiria mudança nos jumentos. Ahhh…mas para estes mudarem, haja fome e pancada.

  4. O autor identifica através do trabalho da Prof. Valentina Zharkova, alguns dos elementos que têm estado ausentes da narrativa oficial. Esses elementos, bem ou mal correlacionados com os acontecimentos de acordo com a opinião emitida, são imprescindíveis ao estudo e entendimento do “puzzle”. A sua propositada retirada, entre outros mais, por parte do IPCC e dos demais “papagaios” da narrativa “ocidental”, ilustra eficazmente a relação entre esta e a propaganda emitida em consequência e, o propósito, a agenda geopolítica da “guerra” energética entre o bloco de cá e o bloco de lá… os povos, as gentes nada são ou significam para estes psicopatas auto-endeusados. Meros peões a usar e a descartar conforme der jeito… e a preparar psicologicamente e socialmente (plano em curso) para servirem de “carne para canhão”, se e quando tiver de ser.
    Adiante… relativamente aos fenómenos e ciência a acompanhar para os tentar ir entendendo, deixo-vos aqui alguns dos sites que acompanho por rotina. Pessoalmente creio que as duas teorias pecam por exagero, dado a magnitude da escala a que estes fenómenos se dão. Nomeadamente, a tendência que têm para reduzir no tempo e ao tempo presente (anos/décadas), ocorrências cujos ciclos são seculares e milenares. Interpreto tais tendências, para além das agendas, como resultado da natureza antropocêntrica do ser humano. Expectável? Talvez, mas torna-se causa permanente de miopia na elaboração de teorias/teses para o entendimento da “Big Picture”.
    Sites: Wattsupwiththat (referenciado inclusive pelo acima citado Mitos Climáticos);
    DrRoyspencer (dados sempre atualizados);
    Sealevel.info (complemento aos dados emitidos pelos acima citados, para o tema em particular);
    Electroverse.net (contraditório e criativo, adeptos da teoria do Arrefecimento Global);
    Skepticalscience (informativo e criterioso).

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