Covid-19: as resoluções da Coordination Santé Libre

Notícia de Global Research, um site interessante em língua inglês que todavia pode ser traduzido em tempo real: acedam ao site, espreitem em cima ao lado do título, onde está escrito Translate Website e escolham o idioma no menu em cascada. Há a versão portuguesa também e como tradução é sem dúvida decente, melhor daquela de Google disponível online (esta deve ser a versão paga).

Voltando ao artigo, eis o conteúdo:


Os Médicos de França Falam. “Para a verdade sobre a Covid-19”.

A televisão New Tang Dinasty (NTD) transmitiu a conferência de imprensa dos médicos franceses independentes que se definem como Coordination Santé Libre (“Coordenação Saúde Livre”). O grupo, com sede em França, representa mais de 30.000 médicos, uma quantidade igual de paramédicos e mais de 100.000 cidadãos. […]

Uma vez que o grupo não têm acesso aos principais meios de comunicação social franceses e europeus, decidiram trabalhar com a NTD, beneficiando da grande cobertura da rede de radiodifusão. O seu objectivo é informar o maior número de pessoas possível sobre a verdade por detrás da Covid-19, esclarecendo mitos, mistérios, controvérsias científicas e mentiras.

O Grupo de Coordenação Médica criou 4 células de investigação e informação pública acerca da Covid, cobrindo especificamente a prevenção, tratamento, diálogo e informação.

Em particular:

  1. a proibição pelo governo (francês) de utilizar os tradicionais e eficazes anti-inflamatórios e anti-infecciosos, tais como o Ivermectin e outros;
  2. analisar e tornar públicos os “números” – as estatísticas frequentemente falsas ou enganosas sobre novas “infecções” ou novos “casos” – a taxa de mortalidade (o que significa) – e levar estes conceitos correctos ao público;
  3. os vários aspectos e riscos das vacinas actualmente disponíveis – largamente não testadas – no Ocidente, especialmente os perigos das vacinas do tipo mRNA;
  4. informação pública, que é actualmente uma questão de desinformação, um caos de contradições científicas e médicas, manipulação de factos, meias-verdades e mentiras directas, bem como campanhas de intenso medo. Pessoas com medo tornam-se fracas, moralmente, fisicamente e mais vulneráveis à doença – todos os tipos de doença – bem como obedientes e deprimidas, o que pode levar ao suicídio.

Fui procurar algo mais sobre o grupo e encontrei vário material. Aqui, por exemplo, está a tradução do vídeo o qual explica de forma clara tanto as posições quanto as iniciativas da Coordination Santé Libre (nota: como tradução não é lá grande coisa mas a culpa não é minha, é deles que falam francês):

Conferência de Imprensa: Coordenação Saúde Livre – Colectivos de Médicos Independentes para Covid19

Existem outras abordagens terapêuticas muito eficazes a esta pandemia e não há justificação para as actuais medidas sanitárias, tais como recolher obrigatório, usar máscaras na rua, fechar restaurantes, bares, teatros, etc.. Muitos dos nossos irmãos e irmãs estão conscientes do que está a acontecer, mas não se atrevem a falar porque há ameaças por parte das autoridades sanitárias, ameaças de intimação e demissão por parte do Conselho da Ordem. Vamos pedir a estes colegas que lá estão, que estão perto de nós e nos apoiam, que sejam visíveis porque a população francesa precisa de saber que tem medicamentos e médicos que estão prontos para os tratar. Não temos hoje elementos que justifiquem todas estas restrições liberticidas e o colapso da nossa sociedade a nível social e económico. Estamos preocupados e é tempo de agir para trazer o país de volta à vida.

Durante esta conferência, foram oficialmente apresentados os seguintes elementos:

1. Criação de um Conselho Científico Independente – futuras informações virão numa conferência de imprensa alargada, detalhando as resoluções aqui anunciadas.

2. Projecto de resolução apresentado à Assembleia Nacional para abolir o estado de emergência sanitária.

A situação que o povo francês atravessa actualmente é um estado de emergência sanitária que dura desde o início de Março de 2020 e que hoje, através de medidas transitórias, se prolonga de facto até 31 de Março de 2021. Jean Castex [Primeiro Ministro francês, ndt] anunciou que este estado de emergência sanitária será revisto e que teremos medidas transitórias de emergência sanitária até 31 de Dezembro de 2021. Por conseguinte, durante todo o ano de 2021, a população francesa terá de se submeter a decisões unilaterais do executivo, uma vez que, em estado de emergência, as duas câmaras parlamentares são quase inúteis. O estado de emergência torna possível a tomada de decisões como os sucessivos confinamentos mas também o recolher obrigatório, pelo que os cidadãos franceses já não têm liberdade de circulação, liberdade de empreendimento e isto torna-se extremamente grave em relação à economia. Catherine Wonner, como membro da Assembleia Nacional francesa, apresentou um projecto de resolução para abolir este estado de emergência sanitária, para que todos os cidadãos franceses possam de novo ter livre acesso aos cuidados de saúde, assegurar que os médicos da linha da frente tenham liberdade de prescrição e permitir aos cidadãos escolher livremente se querem ou não ser vacinados, sem recorrer à imposição. Todos devem ser capazes de decidir, incluindo os idosos, onde quer que estejam, em casa ou numa estrutura, com um genuíno consentimento informado. De facto, o decreto que foi emitido pelo governo na véspera do Natal, que limita a liberdade de expressão dos médicos, é também muito preocupante, porque sentimos que todos os cidadãos estão a ser colocados sob uma capa, não só no que diz respeito à liberdade de movimento e acesso aos cuidados de saúde, mas também no que diz respeito à liberdade de expressão, e isto está a tornar-se extremamente preocupante.

3. Criação de uma unidade de estratégia terapêutica que fará recomendações extremamente rápidas, de uma forma colegial, obviamente.

4. Lembramos a importância da prevenção, que envolveria vitamina D, zinco, vitamina C e outras abordagens complementares dependendo do médico que cada paciente será livre de escolher e consultar. É importante que a população não espere pela vacina, à qual voltaremos mais tarde para fazer prevenção. Sabemos que nos EPHAD [Établissement d’hébergement pour personnes âgées dépendantes, instituição residencial para pessoas idosas não autónomos: é uma instituição médico-social, ndt] existem deficiências de vitamina D, sabemos que o zinco é um anti-viral que reduz as formas graves. É lamentável e há meses que lamentamos que não existam recomendações oficiais que talvez permitam a todos os médicos prescrever muito mais estes produtos de prevenção. Estas são medidas de senso comum que podem ajudar todos sem quaisquer efeitos secundários, enquanto se espera por outras abordagens e talvez uma vacina, quando esta for suficientemente eficaz.

5. O governo faz recomendações médicas e substituiu os médicos, dizendo que não há tratamento e que os antibióticos não devem ser utilizados. É extremamente preocupante que tenha esquecido uma palavra muito importante: tratar. Um médico trata todos os seus pacientes. O extraordinário paradoxo é que as pessoas que ousaram dizer para não tratar têm a Legião de Honra, e inversamente, os médicos que trataram e cuidaram com sucesso de pacientes encontram-se na frente de cafés ou nos tribunais, supostamente para tratar pacientes. Todas as publicações de todo o mundo notam que a letalidade, ou seja, o número de mortes em relação ao número de pacientes infectados, cai pelo menos 50% dependendo do tratamento adoptado, dependendo do tratamento ambulatório precoce. Os países que permitiram que os seus médicos receitassem livremente têm uma taxa de mortalidade por milhão de habitantes muito inferior à da França.

6. Estes tratamentos ambulatoriais precoces foram comprovados por clínicos gerais e médicos da cidade, os únicos que puderam provar a eficácia destes tratamentos.  Situação paradoxal em que todos os médicos hospitalares que estiveram e estão na televisão são médicos que vêem os pacientes demasiado tarde, ou seja, já não na fase viral mas na fase inflamatória em que o tratamento já não tem qualquer utilidade. Por outro lado, os médicos que vêem os pacientes e os tratam eficazmente não podem ser ouvidos, nunca aparecem nos principais meios de comunicação social.

7. Estamos muito aborrecidos com a comunicação de Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2021, que diz para não consulta-los e, portanto, mudar completamente o circuito habitual de cuidados. A nossa mensagem é a todos os cidadãos para que façam como hábito e aos primeiros sintomas que contactem o médico deles e que sejam verificados por médicos da linha da frente. Mantenham os seus hábitos.

8. Criação de uma “Cellule Chiffre” – Um dos objectivos é fazer estatísticas com pessoas competentes sobre dados do INSEE [Institut national de la statistique et des études économiques, o instituto nacional de estatística, ndt] e não sobre os dados inventados, para tentar lançar luz sobre estas mortes que, em grande parte, condicionam o estado de emergência sanitária em que vivemos.

9. Criação da Unidade de Vacina – Até agora, as vacinas eram testadas exclusivamente em pessoas saudáveis com uma idade média de 50 anos. Neste momento, estamos a vacinar pessoas de meia-idade insalubres nos seus 80 anos. Por isso apostamos no futuro na esperança de que a vacina seja eficaz para essas pessoas. Vemos que os países que mais vacinaram são também os países que estão a voltar ao confinamento, pelo que devemos fazer-nos perguntas. Além disso, as vacinas são difíceis de preservar e por isso não é certo que ainda haja mRNA na seringa e gostaríamos também de uma recolha rigorosa de números sobre a vacinação, tais como o número de mortes após a vacinação, efeitos secundários e, sobretudo, quantas pessoas ficarão doentes mesmo depois de serem vacinadas, porque não temos estes números hoje em dia e muito menos para uma população idosa. A palavra Liberdade deve ser uma realidade e não uma palavra sobre o portão das nossas câmaras municipais. Exigimos liberdade absoluta de vacina, bem como a liberdade de prescrever. É essencial que tenhamos a liberdade de escolher e não de começar com uma vacina sobre a qual temos poucos dados.

10. Criação de uma Unidade de Informação da População – Esta crise de saúde é também uma crise de comunicação. Ouvimos muitos dogmas, muitas dúvidas sobre o estado dos nossos conhecimentos actuais.

11. Preocupação com as EPHAD.

Alain Houpert, Senador e radiologista: “Os radiologistas estavam na linha da frente porque no início eram os radiologistas que sabiam dizer quem tinha ou não Covid-19 . Tenho uns colegas que foram afectados pela Covid, que escolheram ser tratados e ficaram tratados. E a partir desse ponto, a dúvida surgiu de mim. Somos todos médicos fora da faculdade e na faculdade o que se aprende é a dúvida. A França é povoada por EPHADs: avaliamos a qualidade de uma sociedade pela forma como tratamos os nossos anciãos. Os mais velhos têm estado na linha da frente porque não sabíamos o que fazer com eles: lembrem-se do Decreto, a primeira vez desde Hipócrates que um governo aconselha os médicos a prescreverem medicamentos para sedação, o famoso Rivotril. Estas pessoas idosas sofriam de isolamento. Como diz Erik Orsenna, a pior coisa que pode acontecer na história é impedir que as pessoas no fim da vida vejam as suas famílias e digam adeus. Estes doentes estiveram isolados nos seus quartos, morreram sem dizer adeus. Como homem, estou chocado com isto e gostaria de ver um pouco mais de humanidade na gestão desta crise sanitária, que nada mais é do que uma gestão tecnocrática e administrativa. Gostaria de ver números de mortes nos EPHAD , porque teremos de contar após a crise para descobrir o que aconteceu. Estão na linha da frente porque são os primeiros a serem vacinados. O consentimento deve ser livre, Informado e escrito. A escrita é importante porque deixa uma marca. O consentimento deve ser livre e longe de qualquer coacção, ou seja, qualquer pessoa idosa que não queira ser vacinada deve ter livre acesso, por exemplo, à cantina, a refeições tomadas em comum com todos os outros habitantes do EPHAD , etc.”.

12. Lembrete para Conselho da Ordem dos Médicos que se reúne de forma totalmente desigual: O Conselho da Ordem tem dois papéis principais, a protecção dos pacientes e a protecção do papel dos médicos na protecção da saúde. Não a protecção dos médicos, mas a protecção do papel dos médicos. Durante esta crise, o Conselho da Ordem não defendeu a liberdade de prescrição, e permaneceu totalmente em silêncio sobre o decreto de 23 de Dezembro que proíbe o discurso dos médicos. Aguardamos uma resposta do Conselho sobre esta liberdade de expressão, que todos devemos manter.

13. Os sindicatos de médicos também não estão activos na defesa de todos os nossos colegas no terreno, que fizeram o melhor que puderam para tratar e apoiar, mesmo com poucos meios. É de notar que fomos privados de meios como testes terapêuticos e de diagnóstico. Por conseguinte, apelamos aos sindicatos para que regressem à sua missão principal, que é defender os médicos.

Se alguém entender o Francês, eis o vídeo:

Estes são médicos e paramédicos, um total de 60.000 profissionais na França. Estarão todos doidos? Serão todos conspiradores? Ou serão pessoas que não conhecem ou que não sabem avaliar a realidade? Vice-versa: e se fossem profissionais que entendem como seria possível controlar os efeitos da “pandemia” com outros medicamentos além das vacinas? Por exemplo, como evitar agravamentos com a subministração de anti-inflamatórios já no mercado? Ou limitar os danos com coadjuvantes naturais como zinco e vitamina D?

Outro ponto interessante. Muda-se o País mas as estratégias são sempre as mesma. E com os mesmos resultados: a terceira vaga. Ah, ia esquecendo: foi só culpa nossa, claro…

 

Ipse dixit.

Imagem de abertura: © picture-alliance/Xinhua/A.Morrisard

8 Replies to “Covid-19: as resoluções da Coordination Santé Libre”

  1. «…Outro ponto interessante. Muda-se o País mas as estratégias são sempre as mesma. E com os mesmos resultados: a terceira vaga. Ah, ia esquecendo: foi só culpa nossa, claro…»

    Em Portugal, o Governo e a Presidência, têm vindo a adoptar e a impor aos cidadãos Portugueses as mesmas medidas para combater a «pandemia» utilizadas pelo regime da Inglaterra, numa quase e estranha sintonia, repetindo inclusive a mesma cartilha nos discursos e declarações.

    E sabemos que essas medidas, como por exemplo o uso de máscaras, luvas, viseiras, e confinamentos, para além de não possuírem evidência médica e científica, são igualmente ineficazes, conforme provam os constantes aumentos de casos e mortes divulgados pela comunicação social Portuguesa.

    Queria aproveitar e fazer referência à questão política e económica que estamos a viver, que neste momento é mais grave do que a doença do Coronavírus Covid-19, que é preciso que se diga, tem uma taxa de sobrevivência de aproximadamente 99,8%.

    Como tal deixo aqui a ligação para o «Mapa oficial com os resultados da eleição para o Presidente da República realizada em 24 de janeiro de 2021», publicado no Diário da República:

    https://dre.pt/application/conteudo/156971146

    Como podem verificar, o número de votantes foi de 4.258.356, enquanto que o número de abstencionistas não está escrito no documento, sendo este pormenor muito importante, pois a abstenção é composta por 6.601.564 cidadãos.

    Resumindo, os cidadãos Portugueses devem pensar muito bem no que se está a passar a nível político em Portugal, e perceber que o estado de coisas que neste momento estamos a viver não é somente fruto de forças ou projectos políticos e económicos internacionais bastante poderosos, mas também fruto de uma minoria nacional de 4.258.356 de eleitores que votam para continuar a manter este corrupto e anti-democrático regime em que vivemos e do qual dependem, enquanto que a maioria silenciosa dos 6.601.564 de cidadãos Portugueses está a sofrer por causa desta corja.

    1. Solicito que esses nºs sejam revistos…
      Onde estão nesses números os menores de 18? Ou PT tem bem mais do que 11m?
      Esses nºs não podem por isso estar corretos… após correção, agradeço republicação.
      Obg.

      1. Para efeitos de revisão dos resultados eleitorais referente às Eleições Presidenciais de 2021, deverá solicitar o acto junto dos organismos competentes do Estado Português, pois são os mais indicados para dar início ao procedimento de recontagem dos votos e respetiva revisão/correcção dos resultados finais.

        Os números aqui apresentados são provenientes do «Mapa oficial com os resultados da eleição para o Presidente da República realizada em 24 de janeiro de 2021», publicado em Diário da República, e da Rádio e Televisão de Portugal (RTP):

        https://dre.pt/application/conteudo/156971146

        https://www.rtp.pt/eleicoes/presidenciais-resultados/2021

        Tendo em conta a gravidade da sua acusação, que coloca em causa o resultado oficial das Eleições Presidenciais de 2021, ocorridas na República Portuguesa (RP), deve de imediato dirigir-se junto das entidades competentes por forma a provar o teor daquilo que afirma.

  2. São declarações que mostram que nem todos foram enganados, ou o são facilmente. isto dá um certo alento. Mesmo assim precisaria mais, muito mais. Declarações como estas atingem um pequeno público que já entendeu como funciona o sistema. Não sei o que poderia atingir a maioria e inspirar alguma dúvida. Se alguém tiver alguma ideia por aqui, seria bem vinda.

  3. Desde quando os mesmos segmentos se apoderaram dos controles da moeda, da propaganda e da informação privilegiada, o mundo virou uma retórica seguida e adorada seja através das religiões, das ciências e de tantas outras fontes de resultado igual.

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