O Acordo Verde revela a verdade nua e crua da Agenda 21 – (1ª parte)

Artigo publicado pelo American Policy Center (Centro de Política Americana) da autoria de Tom DeWeese, empresário Norte-Americano, defensor da liberdade individual, da livre-iniciativa, do direito à propriedade privada, do direito à privacidade, e da soberania e independência dos Estados Unidos da América do Norte (EUA).

Tom DeWeese é uma das vozes que desde algum tempo tem vindo a expor os conteúdos e medidas que seriam e estão a ser aplicadas nos Estados Unidos da América do Norte (EUA), como em outros países tanto na Europa como ao redor do Mundo, relacionados com o Acordo Verde (Green New Deal), a Agenda 21 e o Desenvolvimento Sustentável (Sustainable Development), promovidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O artigo é extenso e por tanto será publicado em duas partes.

Desde já informa-se os estimados leitores(as) que as opiniões expressas no artigo pelo autor bem como os propósitos defendidos pela entidade que o mesmo representa podem não necessariamente coincidir com as do blogue Informação Incorrecta.

Às vezes, se você lutar com garra suficiente e se recusar a recuar, sem se importar com as probabilidades, a sua verdade é reconhecida e prevalece!

Por vinte anos fui rotulado de teórico da conspiração, alarmista, extremista, perigoso, maluco.

Foi-me negado acesso aos palanques, grandes programas de notícias, e premiaram-me com chapéus de alumínio.

Tudo porque trabalhei para expor a Agenda 21 e a sua política de desenvolvimento sustentável como um perigo para os nossos direitos de propriedade, sistema económico e cultura de liberdade.

Desde a sua criação em 1992 na Cúpula da Terra das Nações Unidas (United Nation’s Earth Summit pela sua sigla em inglês, ndt.), 50.000 delegados, chefes de Estado, diplomatas e organizações não governamentais (ongs, ndt.), saudaram a Agenda 21 como o «modelo abrangente para a reorganização da sociedade humana».

O documento Agenda 21 de 350 páginas e 40 capítulos, foi bastante detalhado e explícito no seu propósito e metas.

Alertaram-nos que a reorganização seria ditada através de políticas abrangentes que afectam todos os aspectos das nossas vidas, usando a protecção ambiental simplesmente como uma desculpa para puxar as nossas emoções e fazer-nos voluntariamente entregar as nossas liberdades.

A secção I detalha as «Dimensões Sociais e Económicas» do plano, incluindo a redistribuição da riqueza para erradicar a pobreza, manter a saúde através das vacinas e medicina moderna e o controle populacional.

Para introduzir o plano, o Presidente da Cúpula da Terra (United Nation’s Earth Summit, ndt.), Maurice Strong, proclamou corajosamente:

«Os estilos de vida actuais e os padrões de consumo da classe média afluente – envolvendo o consumo de carne, uso de combustíveis fósseis, electrodomésticos, ar-condicionado e habitação suburbana – não são sustentáveis.»

Claro, de acordo com o plano, se não for «sustentável» deve ser interrompido.

Em apoio ao plano, David Brower, do Sierra Club (um dos autores da ong da agenda) disse:

«A criação de filhos deve ser um crime punível contra a sociedade, a menos que os pais possuam uma licença governamental».

Os principais grupos ambientais defenderam que a Terra só poderia suportar no máximo um bilhão de pessoas, levando o famoso Dr. Jacques Cousteau a declarar:

«Para estabilizar as populações mundiais, devemos eliminar 350.000 pessoas por dia».

A secção II fornece a «Conservação e Gestão de Recursos para o Desenvolvimento» delineando como a protecção ambiental seria a principal arma, incluindo a protecção global da atmosfera, terra, montanhas, oceanos e águas frescas – tudo sob o controle das Nações Unidas.

Para alcançar tal controle global para salvar o planeta, é necessário eliminar a soberania nacional e as nações independentes. A eliminação das fronteiras nacionais rapidamente levou à desculpa para permitir abertamente a «migração natural» dos povos.

A Comissão de Governação Global da ONU (UN Commission on Global Governance pela sua sigla em inglês, ndt.) delineou claramente o objetivo do controle global afirmando:

«O conceito de soberania nacional tem sido imutável, de facto um princípio sagrado das relações internacionais. É um princípio que só ascenderá lentamente e relutantemente face aos novos imperativos da cooperação ambiental global».

Isso explica por que os partidários de tal objectivo saem um pouco das estribeirass quando um candidato presidencial faz o seu slogan de campanha «Make America Great Again».

A principal arma da Agenda foi a ameaça do Apocalipse Ambiental, particularmente manifestado através da acusação de aquecimento global feito pelo homem, que mais tarde se chamou convenientemente de «mudança climática».

Não importava se a verdadeira ciência se recusava a cooperar neste esquema, já que as temperaturas globais reais realmente não estão a subir e não há evidências de qualquer efeito causado pelo homem sobre o clima.

A verdade não tem sido importante para os alarmistas.

Timothy Wirth, Presidente da Fundação das Nações Unidas (UN Foundation pela sua sigla em inglês, ndt.), disse:

«Temos que resolver essa questão do aquecimento global. Mesmo que a teoria do aquecimento global esteja errada, faremos a coisa certa em termos de política económica e ambiental.»

Para levar avante a sua total falta de preocupação com a verdade, Paul Watson da Paz Verde (Green Peace pela sua sigla em inglês, ndt.) declarou:

«Não importa o que é verdade, só importa o que as pessoas acreditam ser a verdade».

Assim, em seu fanatismo para fazer cumprir a grande agenda, a justiça social tornou-se a «força moral» sobre o Estado de Direito a livre-iniciativa, propriedade privada, comunidades rurais, e hábitos de consumo individuais tornaram-se os alvos, rotulados de injustiça social e racistas. Tais instituições estabelecidas e a economia de livre-mercado foram vistas como obstruções ao plano, assim como a unidade familiar tradicional, a religião e todos aqueles capazes de viver de forma independente nas áreas rurais.

Finalmente, a Agenda 21 foi resumida em documentos de apoio da seguinte forma:

«Uma execução efectiva da Agenda 21 exigirá uma profunda reorientação de toda a sociedade humana, diferente de tudo o que o mundo já experimentou. Requer uma grande mudança nas prioridades de ambos os governos e indivíduos, e uma reimplantação sem precedentes dos recursos humanos e financeiros. Essa mudança exigirá que a preocupação com as consequências ambientais de cada acção humana seja integrada à tomada de decisões individuais e colectivas em todos os níveis.»

Claro que termos tão evidentes tinham que ser escondidos do povo americano para o plano ser imposto com sucesso. Eles renomearam a «sugestão» para acção «voluntária» – apenas no caso de uma nação ou comunidade querer fazer algo positivo para a humanidade! No entanto, enquanto usavam uma linguagem tão inocente, as tropas de choque da Agenda 21 não perderam tempo empurrando-a para a política do governo.

Em 1992, logo após a sua introdução na Cúpula da Terra (Earth Summit pela sua sigla em inglês, ndt.), Nancy Pelosi introduziu uma resolução de apoio ao plano no Congresso.

É interessante notar que ela audaciosamente chamou de «projecto abrangente para a reorganização da sociedade humana».

Em 1993, o novo Presidente, Bill Clinton ordenou a criação do Conselho do Presidente para o Desenvolvimento Sustentável (President’s Council for Sustainable Development pela sua sigla em inglês, ndt.), com o expresso propósito de aplicar o projeto da Agenda 21 em quase todas as agências do governo federal para garantir que se tornasse a lei da terra.

Em seguida, a Associação Americana de Planeamento (American Planning Association pela sua sigla em inglês, ndt.) emitiu um boletim informativo em 1994, apoiando as ideias da Agenda 21 como um «projecto abrangente» para o planeamento local.

Lá se foi a ideia voluntária!

No entanto, como nós, os opositores começaram a ganhar algum terreno para expor o verdadeiro propósito e os cidadãos começaram a invadir as câmaras municipais protestando contra a implementação local, e de repente os outrora orgulhosos proponentes perderam as suas memórias colectivas sobre a Agenda 21.

Nunca ouvi falar! «Não há tropas de capacete azul no Município», disse um defensor, o que significa que as políticas usadas para impor não foram conduzidas pela ONU, mas apenas «locais, locais, locais». «Oh, você quer dizer que aquele documento inócuo de 20 anos não tem capacidade de execução? Isto não é isso!».

Estas foram as desculpas que nos despejaram os mentores, ongs e agentes do governo enquanto se mexiam para esconder as suas verdadeiras intenções.

Fui atacado na primeira página do jornal de Domingo do New York Times sob a manchete:

«Activistas lutam contra projectos verdes, vendo a trama da ONU»

O Southern Poverty Law Center (SPLC pela sua sigla em inglês, ndt.) produziu quatro relatórios separados sobre os meus esforços para parar com isto, chamando os nossos esforços de «Teoria da Conspiração de Direita e Anti-governo».

A revista Atlantic publicou uma matéria intitulada:

«A ONU está a usar ciclovias para alcançar a dominação mundial?» (Is the UN Using Bike Paths to Achieve World Domination?).

Artigos de ataque apareceram no Washington Post, revista Esquire, Wingnut Watch, Mother Jones e Tree Hugger, para citar alguns. Todos focados em rotular a nossa oposição como uma loucura.

Entretanto, uma Associação Americana de Planeamento (American Planning Association pela sua sigla em inglês, ndt.) alarmada, criou uma secçãoAgenda 21: Mitos e Factos» na sua página na Internet para supostamente contrariar as nossas reivindicações.

A APA (American Planning Association pela sua sigla em inglês, ndt.) organizou então um «Campo de Treinos» para retreinar os seus estrategas na forma de lidar connosco, usando um «Glossário para o Público», ensinando-lhes novas maneiras de falar sobre planeamento.

Diz a primeira linha do Glossário:

«Dado o escrutínio intensificado dos executantes por alguns membros do público, o que é dito – ou não dito – é especialmente importante na construção de apoio ao planeamento»

O Glossário passou a listar palavras para não serem usadas como «visão pública», «partes interessadas», «densidade» e «crescimento inteligente» (smart growth, ndt.), porque tais palavras fazem com que os «críticos fiquem indignados».

Funcionários locais eleitos, apoiados por grupos de ongs e estrategas, começaram a ridicularizar activistas locais – por vezes negando-lhes o acesso para falar em reuniões públicas, dizendo-lhes que a teoria da conspiração da Agenda 21 «foi desmascarada».

Mais recentemente, um vereador revoltado respondeu a um cidadão que alegou que o planeamento local fazia parte da Agenda 21 dizendo que «isso é que é a tendência».

Então, é claro, se toda a gente faz isso é porque deve estar certo!

Esta tem sido a nossa luta para parar este ataque à nossa cultura e aos direitos constitucionais.

Ao longo dos anos, desde a introdução da Agenda 21 em 1992, as Nações Unidas criaram várias actualizações que acompanham aos documentos originais. Essa prática serve dois propósitos.

Um deles é fornecer mais detalhes sobre como o plano deve ser implementado. A segunda é empolgar os seus activistas globais com um novo grito de protesto.

Em 2000, a ONU realizou a Cimeira do Milénio (Millennium Summit pela sua sigla em inglês, ndt.), lançando o Projecto Millennium (Millennium Project pela sua sigla em inglês, ndt.) com oito metas para a sustentabilidade global a ser alcançada até 2015.

No entanto, quando essas metas não foram alcançadas, a ONU realizou outra cimeira em Nova York em Setembro de 2015, desta vez delineando 17 metas a serem alcançadas até 2030.

Este documento ficou conhecido como Agenda 2030, contendo exactamente os mesmos objectivos que foram traçados pela primeira vez na Agenda 21 em 1992, e depois novamente em 2000, oferecendo sucessivamente uma direcção mais explícita para a conclusão.

Introduzir o «Acordo Verde» (Green New Deal pela sua sigla em inglês, ndt.), representa a táctica mais ousada até agora. As origens e o propósito do «Acordo Verde» (Green New Deal pela sua sigla em inglês, ndt.) não poderiam ser mais claros. As forças por de trás da Agenda 21 e o seu objectivo de reorganizar a sociedade humana, tornaram-se ao mesmo tempo impacientes e assustadas.

Impacientes, porque 27 anos após a introdução da Agenda 21, e depois de centenas de reuniões, sessões de planeamento, propaganda maciça e bilhões de dólares gastos, o plano ainda não está totalmente em vigor.

Assustados, porque as pessoas ao redor do Mundo estão a aperceber-se do seu verdadeiro propósito e a oposição começa a crescer.

Com isto, as forças por de trás da Agenda 21 corajosamente retiraram os seus meios de camuflagem e os seus argumentos inocentes, de que eles só querem proteger o meio-ambiente e construir uma vida melhor para todos nós. Em vez disso, estão na actualidade a revelar abertamente que o seu objectivo é o socialismo e o controle global, assim como tenho vindo alertando nos últimos vinte anos.

Agora, eles estão determinados a aplicar medidas no Congresso para finalmente torná-la a lei da terra.

Repare bem, todos aqueles que de vocês ouviram os meus avisos sobre a Agenda 21 ao longo dos anos.

Consegue ver o plano que eu referi estar subjacente ao «Acordo Verde» (Green New Deal pela sua sigla em Inglês, ndt.)?

Eu avisei que a Agenda 21 controlaria todos os aspectos das nossas vidas, incluindo como e onde vivemos, os empregos que temos, o modo de transporte disponível para nós, e até mesmo o que comemos. O «Acordo Verde» (Green New Deal pela sua sigla em inglês, ndt.) é um imposto sobre tudo o que fazemos, fabricámos, usamos, comemos, bebemos, conduzimos, importamos, exportamos e até respiramos.

Em oposição aos planos de Crescimento Inteligente (Smart Growth Plans pela sua sigla em Inglês, ndt.) da sua comunidade local, eu disse que o objectivo principal era eliminar os carros, substituí-los por bicicletas, caminhadas e transportes suaves por carris. O «Acordo Verde» (Green New Deal pela sua sigla em Inglês, ndt.) pede a eliminação do motor de combustão interna. Fiquem alerta. O próximo passo será colocar a proibição da venda de novos motores a combustão por uma data específica e, em seguida, limitar o número de veículos novos a serem vendidos…

(Fim da primeira parte)

 

Fonte: American Policy Center

Artigo seleccionado e traduzido por JF.

10 Replies to “O Acordo Verde revela a verdade nua e crua da Agenda 21 – (1ª parte)”

  1. Somos incapazes de planear o osso futuro, ao que parece.
    Forças antagónicas à sobrepopulação do nosso planeta aparentemente planeiam e executam projetos homicidas/ suicidários, o clima está em processo de mudança antropogenésica, ou não, e sem o clima, bái bái, fômo-nos na maioria, que o nosso espetro de sobrevivência é suficientemente estreito para despertar preocupação, parece-me.
    A solução á falar de (a) (por) bem uns com os outros.
    Et voilá! Ç’ast y est.

  2. As entidades de poder supra nacionais têm tanta confiança na incapacidade de pensar das maiorias que em seus acordos, agendas e tais, dizem claramente, com todas as palavras o que será feito, mediante o uso dos dispositivos de poder nacionais e internacionais. Não estão mentindo, dissimulando, não precisam mais usar de subterfúgios enganadores. Não mais porque as reações são insignificantes e pouco difundidas. Não precisam dissimular, Este é o acontecimento que crava o momento exato em que a chave do segredo gira na fechadura do mundo, e o mundo nunca mais será o que foi.

  3. Olá

    Este é o link para a versão traduzida para o português da Agenda 21:

    http://www.ecologiaintegral.org.br/Agenda21.pdf

    Gostaria que alguém me apontasse algo de pernicioso dessa agenda, que não fosse comentário do autor do post ou de alguém citado por ele.

    O autor escreve:
    “A secção II fornece a «Conservação e Gestão de Recursos para o Desenvolvimento» delineando como a protecção ambiental seria a principal arma, incluindo a protecção global da atmosfera, terra, montanhas, oceanos e águas frescas – tudo sob o controle das Nações Unidas”.

    Porém
    A secção II ( pag. 91 ) possui 14 tópicos , todos com subdivisões onde são descritas : – Base para a ação – Objetivos – Atividades .
    Em todos os 14 tópicos, o item atividades é descrito assim:

    “Os Governos, no nível apropriado, com a cooperação dos organismos competentes
    das Nações Unidas e, conforme apropriado, das organizações intergovernamentais e nãogovernamentais, bem como do setor privado, devem…”

    Com isso, vê-se que o autor trata do tema baseado em suas próprias convicções e não no que está escrito.

    A quem se interessar, eis o link acima, e tire suas próprias conclusões.

    1. De facto , o artigo é uma interpretação do texto , o texto original fala de cooperação com os governos locais mas o texto invoca constantemente a palavra ” devem ” trata-se de uma camuflagem semântica , a palavra ” cooperação” suscita a imagem mental de um acto voluntário , mas subjacente ao ” cooperar” está o ” devem” e esta palavra é um comando imperativo legal o que significa que a agenda 21 pode ser imposta por coação directa ou indirecta . Normalmente todos os países possuem os tratados internacionais transpostos para a ordem interna com força de lei é em muitos casos até acima das próprias constituições . Apesar de reconhecer que a linguagem do autor não é adequada a exprimir a dimensão legal do documento não posso deixar de reconhecer que as extrapolações tem um fundamento real e são uma forma de apelar a compreensão das possíveis consequências, onde os países e governos locais ficam de mãos atadas a mercê da interpretação que o líder da ONU lhe queira dar … Para que se entendam essas possibilidades a partir de um exemplo prático, o líder da ONU que pode ser o Thedros um Trump um Hitler ou outro parecido … creio que é esse o receio do autor , o qual eu partilho .

      1. Apesar de não ser a minha forma de abordar um tema eu aceito a abordagem porque o autor fala de um documento que está acessível e pode ser estudado comparado e discutido tal como fizeste e muito bem. Isto eu considero informação baseada numa interpretação .
        Agora imagina que queres fazer o mesmo com o artigo publicado mais recentemente onde fala do luta dos militares ingleses nas redes sociais contra as opiniões contrárias às vacinas ? Tens alguma coisa palpável para analisar ? Comparar ? Nada … portanto não é informação … É doutrinação .

        1. Certo, meu caro P. Lopes

          Quando li ( em parte ) a tal Agenda 21, minha primeira reação foi achar uma maravilha. Finalmente alguém pensou num modelo de desenvolvimento sustentável para o mundo, com a inclusão social dos países mais pobres e uma plano de geração de recursos econômicos que proporcionariam uma divisão mais igualitária das riquezas.

          Mas, passado o meu instante de ilusão, encaro a realidade de que não há vontade política para que isso se concretize. Usando uma expressão do seculo 19: “É só para inglês ver”. Pra mim, essa agenda só está aí para justificar a pauta das campanhas eleitorais ( onda verde ) e dar uma justificativa ao contribuinte pelo uso do dinheiro público em dispendiosas viagens internacionais. Eles tem que gerar algum documento para apresentar, para o povo não pensar ( ou descobrir ) que foi mais um passeio turístico.

          Fazer disso uma teoria da conspiração como pretende o autor , sinceramente, não acredito. Desculpe-me , mas não consigo enxergar.

          Acho que foi vc mesmo quem comparou a vida, a um jogo de cartas. Eu diria que no jogo de cartas, há a componente, sorte. Digamos que para mim, mais parece um jogo de xadrez.
          Cada peça, dia a dia, vai se movendo no tabuleiro mundial e quem tem mais poder ,tem a rainha.

          O quadro proporcionado pelo Covid fez com que:

          – Quem pode ganhar como a especulação de preços, ganhou.
          – Os bancos conseguiram aval para lucrar com empréstimo de recursos públicos.
          – Empresas que já não pagavam seus impostos ( porque não querem) , arrumaram uma nova desculpas para o calote.
          – As grandes corporações , com lastro para crises, veem seus concorrentes mais fracos, falirem,
          – Os corruptos que já roubavam o erário público,agora fraudam licitações de remédios e de aparelhos
          hospitalares.
          – Um presidente procura melhorar sua desgastada popularidade se apresentando como descobridor de remédio mágico.
          – Hospitais inflando mortes por Covid para receber mais reembolso financeiro.
          – Exportadores faturando alto para abastecer mercados mais lucrativos, gerando alta de preços de mercado interno;

          Poderia ficar a noite toda enumerando outras situações.

          E o jogo continua como sempre foi, muitos perdem para que poucos ganhem.

          Respeito muito a sua opinião, a do Max e de alguns outros comentaristas. A vizinha Maria é uma pessoa que pela proximidade, até gostaria de conhece-la pessoalmente. Não tenho toda essa bagagem cultural que vcs tem, até porque minha formação é nas ciências exatas, mas também até pelo questão cultural e econômico de meu país , que nos obriga a despender muito tempo com o trabalho e subsistência familiar, sobrando pouco tempo para a cultura. Por isso aprendo muito com vcs.

          Mas acredito , sim, na minha intuição e não considero que essa história toda do Covid seja orquestrada, minuciosamente planejada e com um plano de ação sistemático. Por um único motivo: até os mais poderosos tem interesses conflitantes. Mas, é só a minha opinião.

          Abraços.

          1. Olá Sergio!
            Faço-te duas perguntas para refletires.
            1- Consegues identificar que quase tudo que passa pela ação do homem envolve direta ou indiretamente relações de poder e dominância entre pequenas minorias e grandes maiorias?
            2 – Em caso afirmativo, qual o processo mais inteligente de exercer tal poder/dominância de alguns segmentos sobre grandes contingentes populacionais? A imposição da força explícita, cujo agentes ativos podem se expor, ou 1 abrangente conjunto de ações essencialmente conspiratórias, onde a exposição dos opressores fica oculta?
            Esta lógica sempre existiu desde qdo estrangeiros (como os acadianos) cooptaram a civilização suméria, e passou a preponderar no andar civilizatório qdo da institucionalização em nível global da propaganda, na esteira da 2ª Guerra Mundial.

Obrigado por participar na discussão!

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