Ano de 2021: situação e previsões

Primeiro artigo do novo ano! Pelo que: é tempo de algo demasiado verboso, uma daquelas coisas que provocam sono em grandes e pequeninos. Mas não podemos esquecer a moda desta altura: as previsões! E vamos começar.

Síntese

Neste preciso momento, o mundo está dividido em duas facções: aqueles que são fieis ao vírus e ao trabalho dos governos, e aqueles que questionam o que está a acontecer. Nunca antes na história da humanidade uma doença foi um facto político: por qual razão, então, hoje há pessoas que questionam o real alcance deste minúsculo inimigo, o Sars-CoV-2, enquanto ninguém jamais questionou a Peste Negra ou a varíola? Porque é que nunca ninguém questionou a conveniência de encontrar curas para a malária enquanto hoje muitos acreditam que a vacina tenha sido introduzida e/ou amplificada de forma instrumental?

Contudo em 2005 já tinha sido oferecida uma “antecipação” do que está a acontecer hoje, com a chamada “gripe das aves” e o milagroso remédio, o Tamiflu. E em 2009 eis a “gripe suína”: imediatamente após essa última emergência, a Organização Mundial de Saúde foi acusada de ter deturpado os dados e de ter declarado uma pandemia sem os pré-requisitos, para facilitar a venda de vacinas. Vacinas que várias nações compraram (com dinheiro público, óbvio), mas que depois não foram utilizadas. As acusações surgiram do óbvio conflito de interesses entre as empresas farmacêuticas e alguns representantes da OMS envolvidos na declaração de pandemia. Além disso, enquanto em 2009 a OMS publicou um documento analítico com a declaração pandémica, em 2020 isso nunca aconteceu e a única declaração nesse sentido pode ser encontrada num comunicado de imprensa no qual, laconicamente, é afirmado que a situação “pode ser definida como pandémica”. Nenhuma análise das razões ou dos dados, como aconteceu em 2009. Porquê? Talvez para evitar as acusações feitas no passado?

“Quem ganharia com isso?”

Uma coisa é certa: embora continuem a espalhar o alarmismo, afirmando não saber com o que estavam a lidar, parece que os governantes aparentes e ocultos tinham ideias muito claras sobre os efeitos permanentes do vírus. Tanto assim que em 2020 apareceu o The Great Reset, ou seja uma transformação radical da economia (e, portanto, da sociedade). Entretanto Bill Gates aparecia em todo os canais na televisão, dispensando certezas sobre o tema das vacinas (um mercado que costuma render-lhe 20 a 1 o investimento inicial), seguido por uma legião de políticos com repentinas competências sanitárias e de sanitários com competências políticas, todos especializados no combate a “pandemia”.

Muitas pessoas parecem estar “consoladas” na sua confiança nos governos pela pergunta, quase retórica, “Quem ganharia com isso?”. A resposta implícita seria: “Ninguém!”. Não ganham os políticos, “obrigados” a tomar decisões impopulares; não ganha a economia, sufocada pelas medidas anti-covid. Ganham apenas as casas farmacêuticas, mas sejamos honestos: imaginar um mundo de avesso só para permitir que Pfizer e companhia possam acrescentar uns biliões aos que já têm é um pouco forçado. E se considerarmos isoladamente a política de cada País, e considerarmos os políticos que as lideram como a expressão sincera dos interesses do eleitorado, então é fácil concluir que os danos causados pelas escolhas políticas são dramáticos e não justificáveis, excepto com base na protecção de um interesse em muito superior.

Mas se tomarmos uma perspectiva diferente, tudo é explicado de uma forma tão lógica que chega a ser banal. E, normalmente, a explicação mais simples é também a mais correcta.

De facto, se nos limitarmos a ouvir e recolher a informação fornecida por aqueles que governam (em nome e de facto), a verdade é clara: Great Reset, nova normalidade, novo humanismo… a questão do dinheiro já foi ultrapassada. Este é um problema de poder, não de moeda. As intenções estão debaixo dos olhos de todos, é só não “ver” mas “observar”. A única coisa que nos impede de o admitir ou reconhecer é a confiança que a maioria das pessoas têm para com as instituições e uma inteligente exploração dos meios de comunicação social.

Uma humanidade separada, controlada por tecnologias que permitirão trabalhar e ter relações humanas e sociais (mesmo afectivas), mas também estudar e comunicar em geral, tudo de forma distanciada. Uma população mundial escravizada aos requisitos de vacinação que permitem, por um lado, ganhar quantias de dinheiro impensáveis (há sempre algo ou alguém que precisa de ser “oleado”) e, por outro lado, violar até as liberdades fundamentais dos indivíduos.

Uma população reduzida em número para responder às preocupações ambientais dos “filantropos” como Bill Gates e os Clinton? Este é o ponto de vista de alguns, mas aqui já estamos num campo da futurologia particularmente atrevido e, por enquanto, desprovido de provas concretas. Ficamos com a gestão do poder, que chega e sobra.

Pirâmide

Pergunta: quem está por detrás disto? A resposta é também neste caso bastante elementar: se a maioria dos governantes operam em harmonia, é evidente que tem que existir se não um verdadeiro “acordo” ao menos uma série de directivas que estão a ser seguidas. E as directivas têm uma origem: quem costuma seguir os movimentos maçónicos não tem dificuldades em encontrar no Great Reset e no novo humanismo as claras marcas desta filosofia. Não é mistério que a maioria das indústrias fundamentais da economia mundial está nas mãos de muito poucas pessoas: basta dizer que 80% do mercado alimentar pertence a 5 empresas/famílias. Partindo de números tão pequenos, e de acordo com a conhecida cadeia piramidal de comando, é fácil compreender como poucos podem controlar muitos.

Naturalmente, cada degrau inferior desta pirâmide vê limitado o seu conhecimento, até chegar à massa de pessoas que ignoram completamente tudo, facilitadas nisso por conflitos internos especificamente provocados e órgãos de informação estapafúrdios.

Esquerda

A vertente política escolhida para realizar esta operação é a Esquerda, por razões óbvias: a história já identificou totalitarismos e ditaduras com a Direita, pelo que não teria sido possível impor outras sob a mesma bandeira. No entanto, a chamada “Esquerda” que hoje leva a cabo este projecto reveste-se de palavras vazias e conceitos estéreis mas apelativos: “solidariedade”, “respeito”, “igualdade”, “luta contra a discriminação”. Princípios dignos do máximo louvor, que fique claro, mas que hoje em dia estão terrivelmente esvaziados de qualquer significado. Porque enquanto entramos em desespero pela segregação racial (Black Lives Matter), a realidade é feita de idosos isolados, crianças psicologicamente devastadas, desemprego, pobres cada vez mais pobres, direitos apagados, liberdades limitadas, censura e uma pesada discriminação contra todos aqueles que não estão alinhados, sejam eles médicos, políticos ou cidadãos privados.

Em suma, uma Esquerda que, curiosamente, em vez de mitigar, alimenta os contrastes civis e sociais, e que inculca continuamente princípios e categorias mentais concebidas para criar divisão: “negacionista”, “teórico da conspiração” e assim por diante.

Quanto vai durar?

Quanto tempo vai durar? A resposta a esta pergunta é também intuitiva: até The Great Reset estar implementado. Ou seja, até se tornar impossível continuar a viver como antes. Em particular, até que a maioria das interacções humanas, laborais e sociais se tenham tornado digitais. Até que as economias tradicionais tenham entrado em colapso. Até que o sistema da obrigação vacinal esteja consolidado. Até que da mentalidade colectiva sejam erradicados os hábitos e as expectativas do passado.

Tudo isto já é visível nas declarações que os meios de comunicação conscientemente partilham: a vacina não dá nenhuma imunidade de longo prazo, nem impede de ser contagiosos. Assim, a vacina será uma constante (e não uma única vez), e mesmo depois das pessoas a terem aceite, continuará a haver bloqueios e privações, de modo a continuar com o projecto principal que precisa do medo para funcionar.

Doutro lado, faço gentilmente notar como, logo após a entrega das primeiras doses da vacina, tenha surgido a nova e “terrível” variante inglesa. Uma mutação já conhecida desde Setembro, mas amplificada só agora. A cenoura e o pau, o esquema é simples mas funciona tanto no caso dos burros quanto no caso dos cidadãos. A mensagem subjacente é: o vírus muda. Que depois é uma mensagem supérflua (todos os vírus mudam: quem segue Informação Incorrecta talvez se lembre que já no final da passada Primavera estas páginas tinham relatado milhares de mutações da Sars-CoV-2), mas que se lembrada nas alturas certas facilita a aceitação da ideia de que esta vacina poderá não ser a última.

2021: máscaras, gel, passaporte…

E não só: máscaras e gel vieram para ficar também, assim como o distanciamento social que não vai acabar em 2021. Há que ganhar tempo, por exemplo, para a maciça introdução dos “passaportes vacinais”, a grande novidade para as férias do próximo Verão. Tudo isso será suficientes para derrotar a “pandemia”? Não.

A Organização Mundial de Saúde deixou claro que a vacinação não será suficiente para prevenir a propagação viral. Algo como isto significa que mesmo uma pessoa vacinada continuará a ser considerada como um potencial portador capaz de transmitir a Covid. Entretanto, a mesma OMS e o simpático Dr. Anthony Fauci estão a espalhar a narrativa de que o “pior da epidemia” ainda está para vir.

O facto é que a resposta à pandemia é uma questão de dominância e não de saúde pública. E será preciso “algo” para manter elevado o nível do medo. A introdução de uma nova ameaça? Será suficiente uma nova “mutação” do Coronavirus ou será necessário um vírus inteiramente novo?

Na maioria dos casos, os vírus tendem a evoluir para estirpes menos letais do que a estirpe inicial: tendem também a equilibrar a taxa de propagação com a taxa de mortalidade. Dito de outra forma: como qualquer outra criatura, os vírus evoluem para sobreviver e um vírus não pode sobreviver se matar a maioria dos seus potenciais hospedeiros. Pode mudar para se tornar mais infeccioso, mas sempre menos mortífero. Um vírus que mate cada vez mais hospedeiros é um absurdo do ponto de vista da evolução.

Pelo que é provável que, tal como aconteceu com a “variante inglesa”, ao longo de 2021 apareçam mutações que aumentem a possibilidade de contagio: se aparecesse em cena uma variante mais mortíferas a coisa seria muito suspeita.

…e lockdown!

Se nem a vacina serve, então eis os lockdowns. Que oficialmente têm a função de travar a “pandemia” mas que na verdade servem principalmente para destruir as economias tradicionais. Os lockdowns não durarão indefinidamente, mas é legítimo esperar que demorem ainda uns tempinhos. Previsão pessoal: entre um e dois anos, incluindo portanto todo 2021.

É claro que não será possível continuar ao longo deste período todo com o mesmo tipo de lockdown. Em Portugal, por exemplo, não faria sentido o recolher obrigatório a partir das 13:00 horas dos fins semanas ao longo de muitos meses. Mas fiquem descansados: algo será encontrado porque estamos a falar de indivíduos que até conseguiram fazer “desaparecer” a gripe sazonal pela primeira vez na história da Humanidade. Fantasia é algo que não falta.

Entretanto, os governos continuarão a fingir estar preocupados com as consequências do “vírus”, distribuindo alívios paliativos e propondo remédios intermináveis, que, obviamente, acabarão em nada. As mudanças que pretendem causar, no entanto, serão duradouras. Um pouco como os controlos após o 11 de Setembro de 2001, que se tornaram um fenómeno comum e consolidado.

Destruir a economia tradicional requer tempo, mas não muito pois já ao longo de 2020 os danos foram incalculáveis: pensamos em perspectiva, pensamos no que significará no futuro a actual falta de investimentos. A subida do desemprego, que já aconteceu, é só o primeiro sinal dum sistema que foi conscientemente posto em condições de sofrimento. Quando a pequena economia estará entregue às mãos dos grandes players, os Estados irão intervir com um rendimento mínimo para todos. Mas não será em 2021, este é um discurso de médio prazo: acho que ao longo deste ano será introduzido o assunto ao nível institucional (União Europeia, por exemplo), provavelmente numa altura já próxima de 2022, mas nada mais por enquanto.

Economia e retoma

Continuando a falar de economia, a maior parte dos órgãos de informação especializados fala duma forte retoma. É uma previsão bastante óbvia mas que tem um problema na origem: assume que as vacinas conseguirão resolver o problema da “pandemia”. É óbvio porque, depois da forte travagem efectuada em 2020, é lógico que uma normal retoma das actividades favoreça um acentuado crescimento na produção (mas não ainda no sector do emprego, a não ser na segunda metade do ano). O problema? É que a que estamos a viver não é uma crise económica “espontânea” mas provocada. Pelo que qualquer retoma depende inevitavelmente da direcção que o poder irá escolher no âmbito da “pandemia”.

Pessoalmente não acredito que todo o esforço feito até agora seja desperdiçado com um “regresso à normalidade”. Se este regresso acontecesse (entendo: uma normalidade tal como havia antes), então seria obrigado a rever tudo o que penso acerca desta “pandemia”. Seria uma boa notícia? Seria uma óptima notícia: pessoalmente teria passado horas a procurar e escrever de notícias sem sentido, deveria admitir de ter caído na síndrome conspiratória da Nova Ordem Mundial, mas teríamos as nossas vidas de volta. E, ao mesmo tempo, seria algo na direcção oposta a quanto ditado pelo World Economic Forum.

Dado que os membros do WEF não são cidadãos normais mas são os donos da economia mundial, torna-se complicado acreditar que tudo não passou dum mal entendido. Pelo contrário: penso que o desejo será de moldar o ferro enquanto estiver quente. Pelo que, mesmo que a situação económica local e mundial possa ligeiramente melhorar (sem os tons extasiados que já circulam entre os “entendidos”), no máximo será possível falar dum curta pausa, um sopro de oxigénio à espera do novo mergulho. Que, eventualmente e na minha óptica, deveria voltar a acontecer sempre em 2021.

Soluções?

Para já, como é óbvio, espero que quanto escrito até aqui esteja redondamente errado. O meu desejo é que no final do ano apareça um Leitor a dizer “Max, lembras-te das tuas previsões? Bom, não acertaste uma: a vacina funcionou, o vírus foi-se, regressámos à normalidade. Fecha tudo que é melhor.” Acreditem ou não, pessoalmente ficaria bem feliz.

Mas até lá é lícita uma pergunta: como sair deste pesadelo? Muito sinceramente: não se sai, pelo menos não já.

A nível da sociedade, é difícil prever uma forma de acabar com isto. Em primeiro lugar, exigiria a sensibilização, mas a sensibilização é reprimida porque a maioria das fontes de informação são controladas tal como a economia global. Informar-se sempre foi e continuará a ser a única forma para manter-se livre e não subjugado. O problema é que as pessoas já não se informam, a não ser através de canais que desinformam.

Pelo que, é presumível que a sociedade hoje escravizada à nova ordem adquira consciência do que se está a passar de uma forma directamente proporcional à intensidade das mudanças e à duração das acções que estão na base das mesmas. É um processo que, historicamente, parece exigir pelo menos 3 – 5 anos para amadurecer de uma forma significativa. Dito de outra forma: actualmente não há nada que possa ser feito e qualquer resposta colectiva, uma resistência eficaz, poderá eventualmente surgir só depois.

A nível individual, porém, as coisas mudam e ficam mais “simples”: cada um pode ser o autor da sua própria libertação. Em primeiro lugar, recusando submeter-se a obrigações ou proibições ilegítimas, injustas, prejudiciais ou instrumentais. Qualquer forma de controlo é alimentada pelo medo e pela desinformação: para a emancipação, não precisamos de nada que esteja fora de nós. Só temos de deixar de ter medo.

 

Ipse dixit.

13 Replies to “Ano de 2021: situação e previsões”

  1. Max e demais leitores,

    Eu avanço com duas possibilidades de evolução do actual contexto da ‘pandemia’:

    1 – O processo será interrompido, criando assim a necessária confiança nas vacinas, a tenda será desmontada de forma temporária permitindo assim o regresso a algum tipo normalidade.
    Esta solução permitia avaliar todo o tipo de respostas associadas ás medidas que foram implementadas e, feitas as devidas correções, em breve surgirá nova ‘pandemia’, desta vez com um caráter mais definitivo. Do género, jogada para Check-mate.

    2 – O projecto já reúne todas as condições necessárias para avançar em contínuo crescente, conforme escrito no post, e as medidas vão sendo implementadas de forma gradual e consistente.

    Se ambas as possibilidades fazem sentido, é provável que a segunda hipótese nos dê mais oportunidades para reagir.

    Seguindo para o tema vacinas, num artigo do Globalresearch de 1/1/2021 (link abaixo), refere-se o novo processo de vacinação como a implementação de um sistema operativo nos seres humanos, para controle total. Daí o papel central de Bill Gates nesta história das vacinas.

    https://www.globalresearch.ca/injection-fraud-not-vaccine/5714282

  2. Volto a salientar que estão a acontecer vários movimentos e acções no plano geopolítico a nível mundial, tanto no Continente Europeu como nos Estados Unidos da América do Norte (EUA).

    O sr. António Costa, Primeiro-Ministro de Portugal, prevê de acordo com a sua análise da situação, a imunidade de grupo lá para o Verão de 2021, que por coincidência é quando o país receberá uma pequena tranche do empréstimo financeiro da união europeia (ue), isto é, se realmente vier a receber…:

    https://www.publico.pt/2021/01/01/sociedade/noticia/reanimar-economia-imunidade-grupo-portugal-sao-resolucoes-antonio-costa-1944749

    Vamos ver se a sua análise (ou previsão) não lhe prega uma partida financeira, quer dizer, «sanitária» ou «pandémica».

    Será curioso ver o desenrolar dos acontecimentos, e principalmente os movimentos e tomadas de posição da união europeia (ue), que agora vê o país que lhe deu origem e idealizou o seu sistema político, económico, e social, a abandonar o barco que neste momento se encontra encalhado e prestes a afundar.

    Recentemente, Bruxelas e a união europeia (ue) bloquearam o empréstimo financeiro aos Estados membros, fazendo chantagem com a Hungria e a Polónia, no entanto o impasse resolveu-se através de um processo de entendimento entre as partes que ao longo do mesmo teve os inevitáveis estados de emergência, recolheres obrigatórios, máscaras, etc., para nos manter entretidos, quer dizer, protegidos da «pandemia».

    Estas palavras do Primeiro-Ministro da Hungria, Viktor Orban, são dignas de leitura e reflexão:

    «Podemos dizer modestamente, é claro, que salvámos a unidade da união. Por isso, não se esqueçam que este diferendo não foi apenas por causa do Estado de Direito, a regulamentação, as questões financeiras, mas também sobre o futuro da União Europeia e sobre qual é o centro de poder da União Europeia, as instituições europeias como o Parlamento, a Comissão ou os Estados-Membros?

    E hoje entregamos provas de que a União Europeia é nada mais nada menos que a comunidade e a aliança das Nações e dos Estados. E ninguém pode contornar as intenções e a vontade dos governos eleitos de qualquer Nação, nem o Parlamento Europeu nem a Comissão, nem ninguém, porque (a) União Europeia é a unidade das Nações.»

    Com isto, não esqueçamos a questão económica inerente a esta situação que nos está a ser imposta.

    O corrupto sistema económico neoliberal, criado e controlado pelo regime da Inglaterra, encontra-se a desfazer-se por completo e como tal é necessário mostrar uma posição de força; é necessário que os governos dominados pela City of London e Wall Street, demonstrem aos seus cidadãos que quem manda são eles através dos seus lacaios, organizações nada transparentes, governos vassalos, e não os cidadãos, a Constituição, o Estado de Direito, ou as Liberdades Civis; pois numa situação de aperto em que a minoria e os seus acólitos que beneficiam desse sistema político/económico corrupto e desumano, vê essa estrutura que lhes dá sustento e domínio sobre a maioria a desmoronar-se, certamente que toma medidas para impedir a revolta contra, e o julgamento dos actos criminosos que têm vindo a praticar.

    Quanto ao resto, comportamentos selvagens, aberrantes, anormais, e psicopatas, como o uso de máscaras, distanciamento social, tocar com os punhos ou os cotovelos uns nos outros, álcool gel, e afins, demonstram claramente que algo de muito grave e nefasto se passa na sociedade Portuguesa, nomeadamente na classe trabalhadora, pois se em 2005 e 2009 se tentou fazer o mesmo mas pelos vistos correu mal devido à oposição fundamentada que os cidadãos trabalhadores apresentaram, e qualquer pessoa minimamente normal e com memória lembra-se perfeitamente que assim foi, as pessoas bateram o pé e com razão, não se entende porquê que agora não surge ninguém para contestar as ordens mal dadas.

    Ou melhor até se entende, basta ver o tipo de gente que neste momento se encontra empregada em Portugal, seja no público ou no privado, são todos amigos ou familiares uns dos outros, são desta ou daquela seita política ou religiosa, e quase todos possuem problemas mentais e deformações físicas, rabos de palha, e uma notável incompetência.

    Com uma classe trabalhadora composta por este tipo gente menos capaz, que foram colocados ao serviço para servir interesses obscuros, num país como Portugal onde 6 milhões de pessoas recebem dinheiro do Estado, é natural que a mediocridade, a cobardia, e o servilismo, consigam agora galgar sob os demais.

    1. “…basta ver o tipo de gente que neste momento se encontra empregada em Portugal, seja no público ou no privado, são todos amigos ou familiares uns dos outros, são desta ou daquela seita política ou religiosa, e quase todos possuem problemas mentais e deformações físicas, rabos de palha, e uma notável incompetência. …”

      Tu conheces pessoalmente todas as pessoas que trabalham neste pais no sector publico e no privado ? Tu és o único português competente para trabalhar ou estas apenas a extrapolar o teu modelo a todos os outros pensando que todos são como tu ?
      Só por curiosidade, ter deformação física é o quê ? Ser marreco ? Ser coxo ? Ter uma unha encravada ?
      Um marreco não pode ser um bom funcionário ? Para onde queres mandar os deficientes ? Câmaras de gás ?
      E já agora, em que cálculos é que baseias para repetires constantemente a ladainha de que em Portugal 6 milhões de pessoas recebem dinheiro do estado ? Estas a falar do reembolso do IRS ?

      Floco de Neve, tu tens noção do ridículo ?

      1. Também acho uma afronta dizer que 6 milhões de portuguese vivem como o Sr diz no fim da sua analise mas o que é dito no texto antes desta observação é que deve ser analisado a ser verdade estamos fodi….

  3. Olá Max e todos:
    Quando essa desgraça vai arrefecer? Não quero ser pretenciosa, mas acho que quando a meta definida pelos poderosos for alcançada, ou seja, como afirma seu porta voz Soros, metade da humanidade desaparecer..
    O que foi detonado em 2020, continuando a prestar atenção a Soros, foi uma aceleração rumo ao objetivo final, de 10 a 15 anos.
    Novamente sem querer ser pretenciosa, penso que o objetivo final está em curso desde que as grandes ou pequenas guerras provaram não matar o suficiente, e uma guerra nuclear total pode matar além do conveniente para o bom desenvolvimento do controle total e sua aceitação, o que evita problemas de rebeldias.
    Então medidas de aceitação praticamente global vem sendo introduzidas pouco a pouco, contando com o apoio das populações, tais como:
    1. Problemas climáticos; joga-se uma desculpa estúpida como o controle do dióxido de carbono, e produz-se a total desregulagem do clima como escassez de água e umidade em certos lugares e inundações em outros. Provoca-se a natureza de todas as maneiras possíveis para demandar o máximo de mortes localizadas.
    2. Envenenamento do solo e da produção agrícola. Corporações poderosas efetuam este trabalho nos países de terceiro e quarto mundo, pode-se dizer, obrigando o uso de sementes modificadas que não germinam sem os venenos utilizados. Isso contamina, e mata gerações que ainda nem nasceram.
    3. Desde sempre vacinas esterelizam populações pobres e causam doenças e morte
    4 Autoriza-se o aborto. Diz-se que provoca mais de 1 bilhão de gente não nascida pelo mundo.
    5. Então inventa-se a “pandemia”, com todos os cuidados para provocar o medo, e substituir a morte pela gripe e outras doenças pela morte por Covid-19, consagrando-se o pânico mundial. O isolamento forçado e o pânico asseguram suicídios, morte por remédios para depressão, e aumento generalizado do uso de drogas ilegais, além do fumo e do álcool.
    6. Inventa-se vacinas (aprovadas em 61 dias, maior absurdo não há), e as próprias instituições responsáveis afirmam vacinar “para ver o que ocorre”. Estou esperando para ver.
    7. Provoca-se o fechamento dos pequenos e médios negócios e empresas, acarretando maior desemprego, miséria e toda a morte que ela carrega consigo.
    Muito mais pode ser elencado, mas penso que basta por aqui. Sei que não tenho estatísticas, nem falas de gente famosa. É um pensamento simples, mas é o meu modo de ver as coisas.

    1. Estamos envolvidos em mais um ciclo onde os povos são manipulados, envolvidos e golpeados. O que variou ao longo do tempo foi a escala e as consequências destes processos, tendo uma mesma lógica a movimentar as peças deste tabuleiro.

  4. Olá Max, sua análise faz todo o sentido. Mas acho que tem uma peça nessa engrenagem de submissão do Ocidente que não consigo entender. Qual o papel da China? Para que tudo isso ocorra os chineses tem que estarem não apenas de acordo, mas junto com o WEF.

    1. Olá Eduardo!

      Olhe, esta é uma óptima pergunta porque a verdade é que tenho dúvidas, no sentido que ainda não consegui entender até o fundo qual o papel da China. Acho que Pequim irá continuar no seu caminho e que este irá correr de forma paralela ao resto do planeta, sem cruza-lo para não atrapalhar.

      Continuo convencido de que Pequim será o novo “centro do mundo” no futuro e a corrida das multinacionais para estabelecer uma base em território chinês continua não apenas por uma questão de mão de obra barata mas agora para produzir bens para o mercado chinês. A China portanto está a mudar e, lentamente, vai assumir o papel de actor principal em detrimento dos EUA (até que enfim..).

      Mas como fica o WEF? Poderíamos fechar o discurso ao dizer que afinal o WEF é uma emanação dos Rothschild e, dado que estes controlam também o banco central chinês, consequentemente controlam toda a economia de Pequim. Mas acho que as coisas não são tão simples assim e gostaria de poder responder duma forma melhor.

      Com certeza irei procurar para, aos menos, tentar obter um vislumbre do que realmente se está a passar. E obrigado pela pergunta 🙂

      1. Max, obrigado pela resposta.
        Não esqueçamos que o fundador do Alibaba está nas “sombras” há dois meses após criticar o sistema financeiro chines

        1. Hooo Eduardo … que homem de pouca fé … então ? O Jack está a ser reeducado , esta a ser orientado para seguir o caminho da luz provavelmente rodeado de Uigures que também estão a ser “esclarecidos e instruídos na verdade , ele vai voltar mais radiante que nunca… não te preocupes lá não existe pena de morte para quem critica o PCC … não … é tudo falso …

          1. Verdade P. Lopes, voltará purificado e livre das más influências e além de tudo mostrará o quão benéfico é o PCC para a humanidade.

  5. Nenhum dos “vírus” supostamente conhecidos passou pelo Postulado de Koch: NENHUM. Ou seja, _toda_ a mitologia viral é falsa. O furo é bem mais em baixo (como se diz no Brasil) do que é dito nesse texto acima…

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