Como explorar a Religião da Esquerda (para fins de Direita)

No blog American Thinker é possível encontrar um bom artigo, tornado ainda mais pertinente após os recentes factos de Roma (que o Leitor ignora pois os órgãos de comunicação não falam de certas coisas). Mas disso vamos tratar depois, antes o artigo assinado por Brian C Joondeph que, como ele mesmo esclarece, é um médico totalmente vacinado que recicla fielmente e pode, um dia, adquirir um veículo eléctrico.

A Covid substituiu a Mudança Climática como a Religião da Esquerda

A religião é um sistema de crenças baseado, em maioria, numa combinação de lógica e fé, para além do que pode ser cientificamente comprovado. Uma definição do dicionário é: “Religião é a crença num deus ou deuses e as actividades associadas a esta crença, tais como rezar ou adorar num edifício como uma igreja ou um templo”.

Ou, em termos mais simples, a religião pode criar ordem e significado num mundo aleatório e caótico. A religião está também fortemente enraizada e é profundamente pessoal, não algo que é posto de lado com base nas palavras de um governo, um político ou uma celebridade.

Para muitos, a política tornou-se uma religião e, como uma antiga regra de etiqueta aconselha, “Nunca discutir política ou religião numa boa companhia educada”. Infelizmente, hoje em dia, a ciência tornou-se política e entrou no reino da religião.

Durante décadas, o Comunismo foi a principal religião da Esquerda. A queda da União Soviética e os fracassos socioeconómicos de Cuba, Venezuela e outras ditaduras comunistas viraram a Esquerda para um novo deus, a Mãe Terra ou, simplesmente, para o ambiente. Esta religião passou do Arrefecimento Global nos anos ’70 para o Aquecimento Global uma década mais tarde, agora para as alterações climáticas ou o clima extremo – eventos cíclicos normais que fazem parte da vida no planeta Terra desde muito antes da existência humana.

Embora as alterações climáticas tenham sido a desculpa para maciços esquemas de impostos e despesas para a redistribuição da riqueza e o controlo da população de cima para baixo, o movimento foi paralisado à medida que o alarmismo se tornou menos credível para grande parte da população. É tempo de substituir um deus do ambiente por um vírus mortal, cujo tratamento e controlo poderia alcançar o que o Aquecimento Global e as alterações climáticas não conseguiriam. A Esquerda trata tanto o clima como a Covid com o fervor religioso da jihad.

A religião tem 6 elementos básicos. Quão semelhantes são a religião climática e a religião Covid?

Crenças: O planeta e a civilização serão dizimados devido ao Aquecimento Global causado pelo homem ou por um vírus causado pelo homem (cada vez mais provável). A Esquerda acredita nisso com absoluta certeza. Basta falar com os seus amigos liberais ou ouvir as notícias para o confirmar. São necessárias medidas imediatas e severas, ou estamos perante um evento de extinção, apesar das amplas provas em contrário.

Organização religiosa: Tanto o clima como a Covid estão organizados em torno do medo, grandes e poderosas organizações governamentais e meios de comunicação social que pressionam e amplificam esse pavor, propondo novas burocracias ou dando poder às já existentes para tomarem decisões totalitárias que confiscam tanto a riqueza como a liberdade.

Emoções: O medo é a principal emoção para ambos os sistemas de crenças. No caso do clima é o medo da fome e do fim da vida normal. No caso da Covid é o medo da morte por causa de um vírus com uma taxa de sobrevivência de mais de 99%. São utilizadas imagens emocionais, desde um urso polar que flutua sobre uma calota de gelo até uma sala de emergência ou uma unidade de cuidados intensivos lotadas, mesmo que as imagens sejam encenadas ou tenham pouco a ver com o assunto em questão.

Objectos sagrados: O movimento climático tem moinhos de vento, painéis solares e veículos eléctricos como objectos sagrados, sem admitir que os seus ícones religiosos estão a fazer pouco para resolver o suposto problema que gostariam de resolver. No contexto da Covid, os objectos sagrados são a ubíqua máscara facial, em grande parte simbólica e anteriormente reconhecida como inútil, pelo Dr. Fauci e outros, contra um vírus respiratório. A seringa da vacina é outro objecto sagrado, reverenciado por excêntricos políticos tardios como Stephen Colbert, que executam uma embaraçosamente insultuosa “dança da vacina” com seringas dançantes. Como se o disparate de Colbert pudesse mudar a mente de quem hesita perante as vacinas.

Símbolos: Estes podem ser equiparados a objectos sagrados. Acrescente a miríade de “fitas de sensibilização” orgulhosamente exibidas por aqueles que se preocupam com questões mais importantes do que você, e os autocolantes “Estou vacinado” ou um colar “vaxed” usado pelo novo governador de New York à medida que faz sistematicamente colapsar o seu Estado.

Seitas: Dentro destes dois movimentos existem diferentes seitas. Ambos são povoadas em grande parte por democratas e esquerdistas, mas também por republicanos virtuosos que querem aparecer “acordados” [awake, ndt], na esperança de evitar a ostracização ou a obliteração. Exemplos incluem o Senador Mitt Romney, outrora um super-capitalista, agora disposto a atirar quantias incalculáveis de Dólares a questões e processos judiciais para garantir que o Washington Post e a CNN não o maldizem.

Existem outras semelhanças entre o clima e a Covid, bem elaboradas pelo físico John Droz, Jr. Ambas as pseudo-religiões usam o medo de um inimigo invisível, um planeta em aquecimento, ou um vírus, para tornar o público receoso e obediente.

O medo baseia-se na “ciência situacional” que muda de acordo com a narrativa do dia. Por exemplo, o Arrefecimento Global mudou para o Aquecimento Global, depois para a mudança climática quando não foi possível certificar ou modelar com precisão o verdadeiro arrefecimento ou aquecimento. Com a Covid passámos de “15 dias para abrandar a propagação” e “as máscaras não são necessárias” para “as vacinas são seguras e eficazes” e “as vacinas tornarão a vida normal” com “as pessoas vacinadas não precisam de usar máscaras” para uma “pandemia dos não vacinados”, agora para “as vacinas não impedem a infecção ou a transmissão e apenas reduzem o risco de hospitalização e morte”. Poder-se-ia pensar que o mundo está a enfrentar o seu primeiro programa de vírus respiratório e vacinação, dada a rapidez com que todos parecem estar a aprender no terreno.

Os profetas da desgraça e da salvação difundem a mensagem, desde Al Gore até Anthony Fauci, e o lucro segue muitas vezes o profeta, como faz com alguns líderes incrivelmente ricos das mega-igrejas. A hipocrisia também é abundante. A conta de electricidade da casa do “verde” Al Gore Verde é 20 vezes superior à média nacional. O Dr. Fauci e outros estão sem máscara quando lhes convém ou quando as câmaras estão desligadas, enquanto dizemos ao resto de nós para usarmos duas máscaras.

As organizações científicas são cúmplices na promoção das suas religiões, desde a NOAA até ao CDC, e os meios de comunicação social juntam-se alegremente ao coro por fazerem parte de congregações religiosas, mesmo que se comportem de forma diferente nas suas vidas privadas. Pense no Chris Cuomo da CNN como um exemplo.

Os fanáticos religiosos propõem soluções que são benéficas para os grupos políticos favorecidos, desde os painéis solares de Solyndra até aos fabricantes de vacinas da Big Pharma. As vacinas Covid criaram 9 novos bilionários. […]

As soluções propostas são experimentais e de benefício limitado, com efeitos adversos significativos, alguns dos quais agravam o problema.

Desde os apagões graduais e o aumento dos preços do gás até as turbinas eólicas que matam as aves do lado do clima, passando pelos confinamentos intermináveis, requisitos de vacinação, regulamentos de máscara e encerramento de empresas, destruindo a saúde e a vida de tantos do lado da Covid.

Soluções de bom senso, seguras e baratas, são censuradas e severamente julgadas, tanto a energia nuclear como o Ivermectina. Todos estão a ser postos de lado em favor de remédios mais caros e potencialmente mais prejudiciais que nem sequer resolvem o problema que supostamente deveriam estar a resolver.

A China situa-se no meio das duas religiões como o maior poluidor do mundo, agora “louco por carvão” e servindo como fonte do coronavírus Wuhan original.

A já referida governadora de New York, Kathy Hochul, confirmou a nova religião Covid ao falar recentemente numa igreja de Brooklyn. Ela afirmou que as vacinas eram divinamente inspiradas e que os membros do convénio eram os seus “apóstolos”, assumindo o papel de Jesus, exortando todos a serem vacinados. Talvez Santa Kathy devesse consultar o Livro de Mateus: “Os saudáveis não precisam de um médico, mas os doentes precisam”.

Finalmente, ambas as religiões procuram minar a América, a sua economia, a Constituição e o seu modo de vida, tirando a liberdade aos americanos, substituída por um governo de comando e controlo de cima para baixo que dita todos os nossos comportamentos. O Globalismo é o objectivo, um Grande Reset, ou um governo mundial, controlado por elites auto-nomeadas que governam sobre as massas.

Esta não é certamente a mensagem ensinada pela maioria das grandes religiões do mundo, mas estamos num mundo novo, com uma nova religião de Esquerda, clima e agora Covid. Grite Hosana, ponha a sua máscara, entre no seu carro eléctrico e conduza até ao centro de vacinação mais próximo.

Um exagero? Não acho. Já falámos ao longo dos anos da política que é vivida por muitas pessoas como uma questão absolutamente prioritária, algo que impede qualquer confronto ou discussão civil e racional, no pleno respeito dos vários pontos de vista envolvidos. As reacções perante as alegadas questões climatéricas ou a Covid têm o mesmo nível e, na maior parte dos casos, ignoram as fundamentas científicas mais elementares: estão baseadas na fé. Fé nas palavras dos governos, fé nos sistemas de saúde, fé nas palavras dos “especialistas”, mas sempre fé, muito raramente informação ou lógica.

Na Esquerda, em particular, o valor ideológico tem sido muitas vezes substituídos por um novo conjunto de elementos que os media definem como “progressistas”: são aqueles valores que hoje constituem o corpus da Esquerda de governação e que, no imaginário colectivo, representam o ponto de vista de qualquer progressista (não digam a uma pessoa de Esquerda que os de Centro, de Direita ou até os sem partido podem ser ambientalistas também porque fica logo histérica). E a razão é simples: as mesmas Esquerdas têm logo abraçados tais conceitos quais elementos de agregação e porque assim foi decidido pelos poderes supranacionais. Obviamente há excepções, mas no geral esta é a regra utilizada para rotular as pessoas.

Os centros de poder têm plena consciência disso e exploram a situação.

Pegamos nos citados recentes acontecimentos de Roma. Síntese: uma manifestação pacífica de 100.000 pessoas no centro da cidade contra as medidas anti-Covid, uma das muitas manifestações destes tipo nos últimos tempos, sempre pacíficas, sem problemas. Com uma diferença: desta vez será a última manifestação antes da entrada em vigor do Green Pass obrigatório para poder trabalhar. Então algo acontece.

Acontece que um grupo extremista de Direita, Forza Nuova (nas últimas eleições legislativas: 0.38 % dos votos, tanto perceber a importância deles…), ataca uma sede do sindicato, provocando danos materiais limitados (um par de plantas interiores estragadas, uma quadro sem valor removido da parede, um vidro quebrado e pouco mais). Tudo debaixo dos olhos da polícia que não mexe um dedo e não é difícil entender por qual razão: quem conhece um mínimo de história italiana bem sabe dos estreitos relacionamentos entre serviços secretos e as forças pseudo-neofascistas que, pontualmente, aparecem para endurecer o jogo.

Alegado neo-fascismo e Covid: o que é preciso mais? Nada.

De facto, um acontecimento com consequenciais mínimas foi suficiente para que os principais diários (Il Corriere Della Sera, La Repubblica) lançassem ao uníssono o grito de alarme acerca do “perigo neofascista”: de repente, o País está sitiado por forças de Direita que ameaçam as instituições. Estas prontamente “respondem” com a programação de novas normas para regulamentar (tradução: “limitar”) as manifestações, tendo em conta as contemporâneas greves dos portos de Trieste e Genova (ambas motivadas pelo Green Pass) e a próxima reunião do G20, no final de Outubro. O governo precisa dum argumento forte para poder alterar um direito protegido pelo artigo 21 da Constituição (“Os cidadãos têm o direito de se reunirem pacificamente e sem armas. Não é necessário qualquer aviso prévio para reuniões, mesmo num local aberto ao público. As reuniões em locais públicos devem ser anunciadas às autoridades, que as podem proibir apenas por razões comprovadas de segurança ou de segurança pública”). Forças neo-fascistas que não acreditam na Covid são um argumento suficientemente forte: juntam fé política e medo sanitário.

Pelo que, todos os participantes na manifestação de Roma são rotulados como “No Vax” (movimento contrário a qualquer tipo de vacina) e “simpatizantes de Direita” (ou seja: uns ignorantes porque a kultura fica à Esquerda). O que é falso: a maior parte das pessoas não é uma convencida “No Vax”, muitas têm vacina contra a Covid e estão aí simplesmente porque não concordam com as restrições impostas pelo novo regime Green Pass. Além disso, as manifestações no âmbito da Covid sempre tiveram uma atitude afastada de qualquer ideologia, como é justo que seja.

Nos diários, nas páginas dedicadas aos comentários dos Leitores, aparecem só as vozes dos “defensores da liberdade” que, de forma cega e irracional, casam e reforçam os conteúdos tendenciosos dos artigos para pedir a dissolução das forças neofascistas, a prisão dos manifestantes, a vacinação obrigatória.

O “perigo neofascista” recolhe consenso, embora seja um perigo que não existe, literalmente materializado a partir do nada: recolhe consenso porque é uma espécie de tabu. Ninguém parece lembrar-se que, depois da Segunda Guerra Mundial, o único movimento extremista de “sucesso” foi aquele marxista-leninista das Brigate Rosse e da sua tentativa, com bombas e disparos, para impor no País uma revolução do proletariado; ninguém parece lembrar-se de que os atentados “neofascistas” do mesmo período eram em verdade acções encomendadas pelos serviços secretos, como os tribunais estabeleceram além de qualquer razoável dúvida, com o fim de exacerbar as tensões. Sobretudo: ninguém parece lembrar-se que aquelas forças que determinaram (e financiaram) a ascensão do Fascismo (e do Nazismo) são as mesmas que hoje abraçam a Esquerda progressista.

As pessoas aderem ao grito desesperado das instituições atacadas por estes supostos filhos (muito) tardios de Mussolini. Aderem sem memória, sem raciocínio, por uma mera questão de fé.

Poderiam parar e reflectir: é bastante incompreensível que um grupo, bem conhecido por parte das autoridades, possa alcançar e atacar a sede de um sindicato nacional com total impunidade, no centro da capital. É bastante incompreensível que isso aconteça sob o atento vigiar da polícia sem que esta mexa um só dedo (há vídeos que mostram isso). Mas esta é a realidade apresentada pelos media, uma realidade construída cuja incompreensibilidade não parece suficiente para despertar dúvidas (nota: é preciso notar que os media “constroem” as realidades e os relativos apoiantes também, obscurecendo as opiniões de quem não concorda com a verdade oficial e sobrestimando um consentimento político que as sondagens fadigam muito a encontrar: o risco de que nas próximas eleições o abstencionismo atinja 50% dos votantes é bem real, mas este é outro discurso).

Há uma clara tentativa de fazer leva no sentimento anti-fascista dos italianos, uma tentativa grosseira e fora tempo máximo mas que parece vingar naquela parte do eleitorado que ainda vota por uma questão de fé. Não acaso, nestes dias o diário La Repubblica (referência da Esquerda italiana) deu o seu melhor com especiais, entrevistas, reportagens ao vivo, lembranças da luta contra as forças do Terceiro Reich e tudo aquilo que poderia ter acordado o anti-fascismo dos leitores. Juntem, como lembrado, o medo da Covid.

Como explicou em tempos Freud, a massa tem uma capacidade cognitiva inferior à do indivíduo, mas uma energia emocional muito mais elevada. E não há nada melhor para abalar as emoções que mexer na fé da massa. Para que isto aconteça, a figura do incendiário, a pessoa de cabeça quente que desencadeia a faísca, é fundamental. Tudo o que é preciso para iniciar um incêndio é que algumas pessoas sejam colocadas nos lugares certos. São pessoas treinadas, profissionais num certo sentido, que sabem o que estão a fazer. O tipo de pessoa que tem contactos transversais de longa data em vários círculos; criminosos, políticos e mesmo policiais. Por vezes até no sistema judicial.

Assim, acontece regularmente que, em momentos particularmente quentes de conflito social, quando, por exemplo, acaba de se formar um novo movimento que se opõe às escolhas precisas do governo, um movimento crescente sem conotações ideológicas, é suficiente infiltrar uma caixa de fósforos bem treinada nos locais certos para desencadear o inferno. Aconteceu em Génova em 2001, em Roma em Outubro de 2011 e exactamente dez anos mais tarde, novamente em Roma, em Outubro de 2021. Curioso este o ciclo de dez anos.

O resto é feito pelos media e pela massa cujas certezas ficam abaladas. E o poder agradece.

Última nota: não concordo com o título escolhido pelo autor do artigo pois não acho que a Covid tenha substituído o Aquecimento Global como a religião da Esquerda. Acho ser um problema de calendário: nesta altura é preciso que as atenções sejam focadas todas na Covid mas ambos os assuntos fazem estavelmente parte da bagagem de Esquerda, convivendo com a questão gender e o acolhimentos dos imigrantes, por exemplo. Assuntos que voltarão quando será preciso.

 

Ipse dixit.

3 Replies to “Como explorar a Religião da Esquerda (para fins de Direita)”

  1. Olá Max e todos
    Muito criativas as comparações. Tanto que me fez rir várias vezes.
    É verdade, os e as esqerdinhas aderiram qual moscas no papel cola amarelo…
    Pior que aderiram também ao feminismo e todas as suas atuais derivações . Inventaram derivações para o homossexualismo, e as defendem com vigor. Adoram a ciência do momento e vão morrer sem saber o porquê.

  2. Aceitação, antes de tudo houve um grande estimulo a dissonância cognitiva para que a maioria engolisse toda farsa e toda mentira como religião que é. A dissonância virou uma doença real e simplesmente não tem cura, precisamos de uma nova civilização, uma nova sociedade, ainda bem que fim está próximo a terra vai cuidar disso em breve.

  3. O titulo deste artigo está errado. De facto é uma nova religião, mas é mais direita do que da esquerda. É a União Europeia que promove esta religião, assim como todos os media corporativos, a ONU e os governos (capitalistas) que participam do IPCC.
    Há esquerda que denuncia esta impostura global, https://resistir.info/climatologia/impostura_global.html.
    Não se pode dividir o posicionamento frente ao mito do aquecimento global em termos de esquerda/direita.
    Tanto na esquerda como na direita há gente que adopta atitudes opostas frente a isto.

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