A segunda vaga

JF, Leitor antigo de Informação Incorrecta, encontrou e traduziu um interessante artigo de Joaquin Flores, editor chefe de FRN, um portal de notícias que aconselho manter debaixo dos olhos pois costuma proporcionar visões alternativas dos factos (pena ser só em idioma inglês).

Provavelmente as palavras de Joaquin Flores não podem ser definidas como “optimistas”, mas apresentam um cenário que não podemos descartar a priori. É uma possibilidade.

Um agradecimento especial, como é óbvio, vai para JF: nesta altura de caos, qualquer contribuição pode ser a faísca que permite o aparecimento da luz. Boa leitura!

O que nos reserva o Event 201? Tenha cuidado ao dizer que o COVID-19 não é muito perigoso

Parece que já realizaram parte do Event 201. Mas isto não é tudo, tendo em conta o que já foi publicado sobre o assunto.

Não é com muita frequência que escrevo directamente. Qualquer leitor de FRN já está ciente da versão dos média corporativos acerca desta história sobre COVID-19/Coronavírus e já viu bastantes problemas nisso. Existem muitas teorias e a maioria aponta na mesma direcção. A verdade é que a essência geral que estamos a receber dos chamados média alternativos basicamente está correcta. Mas talvez tenham reparado que, além dalgumas grandes excepções, não houve o nível de censura que esperávamos em volta disto. E vou explicar o porquê.

Ultimamente, eliminar as genuínas vozes populistas e substituí-las por falsos salvadores que garantem a segurança do sistema tem sido o objectivo. Vemos isso no YouTube e nos média online. O que pretendem fazer é virar o resto do público desinformado contra “nós”. Existe uma possibilidade muito real de que isso seja feito passando pela actual fase de “permissibilidade”. É onde nos estamos agora.

Haverá depois algumas “mutações” ou algumas “novas realidades” introduzidas que serão mais letais daquilo que temos agora. É possível que haja várias vagas. Uma vaga que realmente mata, mesmo as pessoas em boa saúde, mas que foi projectada para implementar-se de forma mais lenta e de várias maneiras (sendo mais difícil de transmitir em última análise).

Depois, há a situação pela qual muitos de nós provavelmente já passaram quando tiveram uma gripe séria em Novembro ou Dezembro. Com a maioria dos sintomas sobre os quais já lemos, tal como a febre – e foi a primeira febre verdadeira, acompanhada por gripe, em muitos anos ou décadas que muitos de nós já tiveram.

Talvez estas duas vagas funcionem juntas, em vez da primeira fornecer imunidade para a segunda. Quem sabe? Mas estou disposto a apostar que muitos de nós dariam “positivo para o COVID-19” num teste padrão para a procura de anti-corpos como o ELISA [Enzyme-Linked Immunosorbent Assay, ou ensaio de imunoabsorção enzimática, é um teste que permite a detecção de anticorpos específicos, ndt]. Mas a doença já passou. Por enquanto.

Já afirmam que é possível contrair isso várias vezes. Dizem que a imunidade natural que os nossos corpos geram é geralmente fraca. Não podemos acreditar nos relatórios dos média ou nas exagerações mediáticas. Reivindicam números que agora parecem baixos, e de facto são números baixos por enquanto. Mas…

Vimos o que fizeram na Síria, onde as crianças eram usadas em encenações ou falsos gaseamentos e as agências envolvidas foram forçadas a admitir muito mais tarde (tarde demais) que tais coisas não tinham acontecidos. Estamos a lidar com pessoas que congelavam cadáveres de crianças, colocavam-lhes outras roupas empoeiradas/sujas, filmavam-as repetidamente em vários locais para depois coloca-las novamente no congelador. As pessoas que acompanharam de perto a guerra na Síria e a propaganda dos EUA/Reino Unido em volta disso, como FRN fez durante anos, estão plenamente conscientes do que são capazes para alcançar os seus objectivos.

Como a média alternativa concentra-se na ideia de que “não é mortal”, em vez de “quem provocou isto'”, este será o pretexto utilizado para desligar todos depois da segunda vaga, ou “versão alterada”, tiver sido lançada para que seja seguido o caminho, digamos, do Irão.

A economia é fictícia e de qualquer forma iriam encontrar uma maneira de nos despedir. Estão a definir uma lei que afecta fortemente os trabalhadores e os pequenos empresários, mas subsidia as perdas do grande capital e dos bancos. A ideia é consolidar ainda mais o domínio total do espectro militar, da inteligência, dos medias sociais, da economia e da janela de Overton na política. Trata-se da redistribuição ascendente da riqueza e do poder.

É um distúrbio mental e eles são tão benevolentes que irão nos salvar certificando-se que o resto de nós tenha o mínimo possível de dinheiro e de poder. Sabem, por experiência própria, que é uma sede que não pode ser suprida. Devem ser as pessoas mais miseráveis no Mundo.

Socialismo para os ricos, individualismo grosseiro para todos os outros. Enquanto isso, os políticos de “esquerda” e de “direita” controlam os dois grupos que deviam manter-se unidos – trabalhadores e pequenas/médias empresas – mas que se encontram em conflito um contra o outro.

Portanto, não vamos nos concentrar em tentar argumentar que este vírus não vai prejudicar-nos. Isso seria considerado o tipo de “desinformação” que eles pretendem como pretexto para encerrar tudo de uma vez, se tudo isto se tornar realmente grave. Iriam atirar especialistas para inundar todos os médias, inclusive os sociais, a dizer que as autoridades querem proteger a liberdade de expressão e, portanto, permitindo que as teorias da conspiração se tornem desenfreadas.

Como verdadeiros psicopatas incendiários, diriam que “nós arruinamos tudo”, que “nós fomos irresponsáveis”, mesmo quando foram eles os primeiros a criar e espalhar esse contágio. Eles vão acabar para o Inferno (mas como podemos apressá-los para lá?).

Pense em tudo o que já ouviram nos EUA e na Europa Ocidental acerca dos nossos pais e avós “serem um fardo”: eles vivem de reformas e Kissinger apelidou-os de “comedores inúteis”. Apesar de Kissinger ser o homem que cunhou este termo, se pesquisar esta definição no Google irão encontra-la como uma “citação nazista”, fictícia e muito vaga.

É possível que um ambiente de tensão ainda mais mortal possa ser tolerado por pessoas muito, muito saudáveis. Mas é fácil de imaginar o que está a ser preparado para nós. E para os nossos pais.

Eles gostariam de acabar com as pensões e os apoios sociais. Retirar esses seres humanos dos orçamentos. Pensem no que a segunda e nefasta vaga faria no mercado da acções!

Depois de assistir a todo este processo do Event 201, que estava disponível ao público, há um papel principal destinado aos media sociais para que se mantenham abertos durante esse período. Vejamos as suas falsas razões para isso.

Eles não querem causar níveis de pânico que coloquem as pessoas nas ruas, apenas o suficiente para manter as pessoas em casa (por mais estranho que isso pareça, funciona), e estão a apresentar as coisas de forma lenta. Como um sapo em água a ferver. Desligar os media sociais “só porque sim” tornaria a situação ainda mais desorientada. O que eles querem é ter um pretexto para fazer o que os psicopatas fazem de melhor: culpar a vítima pela sua punição!

Com isto me despeço. Muito obrigado pelo vosso apoio e leitura.

 

JF dixit!

Fonte: FRN

One Reply to “A segunda vaga”

  1. A censura nas redes sociais, Facebook, Twitter, Instagram, já é notória e vai aprimorar-se ainda mais.

    Mas começa a existir uma migração considerável de usuários(as) para o VKontakte, onde a liberdade de expressão é maior.

    Crie uma página no VK para o blogue a ver se tem adesão por parte dos usuários(as).

Obrigado por participar na discussão!

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