Vamos espreitar a economia americana.
O mercado imobiliário. O mesmo mercado que iniciou a pior crise económica desde o final da Segunda Guerra Mundial: lembram dos subprimes? Exacto. Tudo começou com os mútuos. Casas que as pessoas não conseguiam pagar.
E agora?
Começamos com o óptimo InterMarket & More.
Antes de parar, até as pedras resaltamAcabados os incentivos que permitiram aos políticos e contadores de histórias mais ou menos institucionais dizer que início da recuperação tinha chegado, a realidade fundamental que vê a oferta e a procura cruzar-se por interesse comum volta fortemente à cena, descrevendo uma situação pior do já extremamente negativo mês passado. Ah sim, porque de realidade falamos: sem procura, a oferta não vale nada. Repito: sem procura, há oferta não vale nada.
O número de novas obras lançadas em Junho, mês em que, realçamos talvez pela última vez, ainda são percebidas as consequências dos incentivos criados pelo bom governo de Obama, ficou em 54.200, isso é: 1,98% menos do mês de Maio. O dado aqui reportado é mensal. O U.S. Census Bureau, que gosta de vez divulgar dados anuais, informa que o número caiu de 587 mil novas casas anuais iniciadas em Maio (dado já revisto pelo Bureau: desde -10% até -14,9% em relação ao Abril, os mentirosos!) para 549 mil. Seja como for, uma catástrofe para quem previa a retoma imobiliária.
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Mas vamos seguir em frente. É sempre possível pensar que o passado é o passado, e que os próximo serão os meses bons para a recuperação. Será? Mmmhhh…talvez.
O número de licenças de construção, que ainda permanece fraco em Junho, mostra um bom progresso após a queda dos últimos meses. Ignorando a construção ilegal, que não poderia mascarar uma recuperação, o número de casas autorizadas segundo as licenças de construção atingiu o numero de 59.000 em Junho contra as 51 mil de Maio. Estamos realmente raspando o fundo do barril e ainda conseguimos encontrar alguma coisa!
Fontes: InterMarket & More, U.S. Census Bureau,
Tradução: Informação Incorrecta



