Todo o vício e encanto: o Império do Pecado da Cidade de Londres

O presente artigo foi publicado no The Canadian Patriot, página/jornal online Canadiano que trata de assuntos sobre o Canadá e geopolítica; foi escrito por Cynthia Chung, escritora e co-fundadora da Rising Tide Foundation, organização sem fins lucrativos sediada em Montreal, Canadá, para a melhoria do entendimento e diálogo culturais entre o Leste e o Oeste

A queda de mais de 1000 pontos percentuais do mercado de acções em 27 de Fevereiro e rupturas mais amplas do sistema financeiro na semana passada foram mais um alerta para aqueles que se contentaram até agora em «viver o momento» do dinheiro rápido (ou dinheiro fácil, ndt.).

Desde a crise financeira de 2008, considerada a mais grave crise financeira desde a Grande Depressão dos anos 1930, muitos não conseguiram voltar a dormir depois de um pesadelo tão real. Alguns escolheram o caminho de armazenar latas de feijão, transformar a sua urina em água e assistir a aventureiros como Bear Grylls na esperança de absorver as suas habilidades através da osmose televisiva.

A crise de 2008 colocou em evidência o nível psicopata de ganância, vício, apatia e miopia daqueles que queriam jogar nas casas de casino da Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.) e Wall Street.

Fique rico o quanto antes e não se importe com quem possa se prejudicar durante o processo, afinal, ao fim do dia você será um vencedor ou um perdedor.

Uma vez que o público em geral tende a constituir-se de pessoas decentes, há uma dificuldade generalizada em compreender como economias inteiras de países foram sequestradas por estas piranhas. É que atingimos um tal nível de crime que até mesmo as pensões conseguidas a muito custo pelas pessoas, educação, saúde, casa, etc. estão a ser todas destruídas… LEGALMENTE.

Olhando para os banqueiros que hoje investem, lembra-nos aqueles tristes viciados no casino que estão arruinados e perdem tudo, excepto que a diferença é que eles têm a opção de vender a família do seu vizinho para a escravidão de forma a pagar a sua dívida.

Não é segredo que grande parte das «finanças» que passam pela Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.) e Wall Street, é suja, no entanto, apesar desse reconhecimento, parece existir uma incapacidade de as enfrentar, dizendo-nos que neste momento se tentássemos quebrar e regular os bancos «Demasiado Grandes para Falhar» (To Big to Fail pela sua sigla em inglês, ndt.), toda a economia entrava em colapso.

Ou seja, o mundo é de tal maneira administrado pela atividade criminosa que neste momento, tornámo-nos dependentes do seu dinheiro sujo para manter à tona a economia mundial.

Diante do colapso do sistema financeiro, as mentes mais bem treinadas da Ivy League no mundo, esbarraram com um beco sem saída: os resgates no sistema bancário que começaram em Setembro passado impediram por alguns meses um colapso de reacção em cadeia, mas à medida que a liquidez se esgota o mesmo acontece sobre as ideias de onde virá o dinheiro que justifica os resgates bancários.

Com esses becos sem saída, vimos a luz apagar-se nas mentes de uma grande parte dos economistas que vêm desenvolvendo a ideia nos últimos anos de que uma receita valiosa ainda pode ser gerada a partir de mais um fluxo inexplorado: a descriminalização e legalização do vício.

Os grandes bancos já têm feito isso secretamente como uma questão de prática por gerações… Então porque não sair do armário e oficializar? É aqui que está o dinheiro. É aqui que está o mercado de trabalho. Então não vamos «morder a mão que nos alimenta»!

Mas será este realmente o caso? Não há realmente nenhuma diferença qualitativa de como o dinheiro é gerado e como ele é gasto desde que haja um fluxo de dinheiro adequado?

Bem, nunca é um bom sinal quando ao lado dos mais ricos também se pode encontrar muito perto os mais pobres. E ao lado do maior centro financeiro do mundo, a Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.), está o bairro mais pobre de toda a Londres: Tower Hamlets com uma taxa de pobreza de 39% e uma renda familiar média de menos de £ 13.000/ano (aproximadamente 14.500 €, ndt.).

Uma Cidade dentro de uma Cidade

«O inferno é uma cidade muito parecida com LondresPercy Bysshe Shelley

Embora Wall Street tenha contribuído muito para esta triste situação, este centro bancário da América é melhor entendido como a prole da Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.).

A Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.) tem mais de 800 anos, é indiscutivelmente mais antiga que a própria Inglaterra, e tem sido há mais de 400 anos o centro financeiro do mundo.

Durante o período medieval, a Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.), também conhecida como Milha Quadrada (Square Mile pela sua sigla em inglês, ndt.) ou simplesmente a Cidade (The City pela sua sigla em inglês, ndt.), foi dividida em 25 alas antigas chefiadas cada uma por um conselheiro.

Isso mantêm-se até hoje. Além disso, existia a sinistramente intitulada Corporação da Cidade de Londres (City of London Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.) ou simplesmente a Corporação (Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.), que é o órgão municipal que governa a cidade. Isso também se mantém até hoje.

Embora as origens da Corporação (The Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.) não possam ser datadas especificamente, uma vez que nunca se encontrou uma carta (ou documento, ndt.) que tivesse «sobrevivido» para estabelecer a sua base «legal», ela (A Corporação, ndt.) manteve as suas funções até hoje com base na Carta Magna (Magna Carta, ndt.). A Carta Magna (Magna Carta, ndt.) é uma carta de direitos acordada pelo Rei João em 1215, que afirma que «a Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.) terá/desfrutará das suas antigas liberdades». Por outras palavras, a função jurídica da Corporação (Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.) nunca foi questionada, revisada, e NUNCA reavaliada, mas foi sim deixada a funcionar legalmente de acordo com as suas «liberdades antigas», e se me perguntar, é uma descrição muito cinzenta da sua função. Por outras palavras, eles são livres para fazer o que julgarem adequado.

E ainda fica pior. A Corporação (The Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.) não está sob a jurisdição do governo Britânico. Ou seja, actualmente o governo Britânico não tem autoridade para influenciar o modo como a Corporação da Cidade (The City Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.) escolhe governar o maior centro financeiro do mundo.

A Cidade (The City pela sua sigla em inglês, ndt.) tem um sistema de votação separado que permite que as corporações votem em como o seu «governo» à parte deve funcionar. Também tem a sua própria força policial privada e um sistema de tribunais privados.

A Corporação (The Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.) não se limita apenas ao funcionamento dentro da Cidade (City pela sua sigla em inglês, ndt.) O City Remembrancer, que soa mais como uma versão distorcida do fantasma do Natal passado, tem o papel de actuar como um canal de comunicação entre a Corporação e o Soberano (a Rainha), a Casa Real e o Parlamento. O Remembrancer age assim como um «lembrete», alguns até diriam «executor», da vontade da Corporação (The Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.). Este posto é ocupado por Paul Double desde 2003, não está claro quem concede esta posição não eleita.

O Sr. Double tem o direito de agir como lobista oficial na Câmara dos Comuns (House of Commons pela sua sigla em inglês, ndt.), e senta-se à direita da cadeira do Presidente, com o propósito de examinar e influenciar qualquer legislação que ele considere que afecta os interesses da Corporação (The Corporation pela sua sigla em inglês, ndt.). Ele também parece ter o direito de rever qualquer legislação que esteja a ser redigida e pode até comentar sobre isso influenciando o seu resultado final. É a única pessoa não eleita permitida na Câmara dos Comuns (House of Commons pela sua sigla em inglês, ndt.).

De acordo com a página oficial da Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.), a razão pela qual a cidade tem um sistema de votação separado é a seguinte:

«A Cidade (City pela sua sigla em inglês, ndt.) é a única área do país em que o número de trabalhadores supera significativamente os moradores e portanto, para ser verdadeiramente representativo da sua população, oferece um voto às organizações da cidade para que possam ter a sua opinião sobre a forma como a Cidade (City pela sua sigla em inglês, ndt.) é administrada.»

No entanto, os trabalhadores não têm absolutamente nenhuma palavra. As organizações da Cidade (City pela sua sigla em inglês, ndt.) para as quais trabalham têm um voto certo proporcional com base no número de trabalhadores que empregam, mas não consultam esses trabalhadores, e muitos deles nem sequer sabem que tais eleições ocorrem.

Se você sente que acabou de passar pelo Espelho da Alice *, não está sozinho, mas o que parece ser um nível absurdo de loucura é o que tem sido o maior centro financeiro do mundo desde 1600, sob as maquinações do Império Britânico.

Portanto, a questão é, se a Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.) manteve as suas «antigas liberdades» e o seu poder financeiro global, o Império Britânico realmente desapareceu?

Offshore Banking: Mão Invisível de Adam Smith?

Ao contrário da crença ingénua popular, o império no qual o sol nunca se põe (alguns dizem «porque Deus não confiaria neles no escuro») nunca desapareceu.

Após a Segunda Guerra Mundial, a colonização foi feita para terminar, e muitos pensaram, assim como com o Império Britânico. Os países estavam recuperando a sua soberania, governos estavam a ser criados pelo povo, o sistema de saques e pilhagens tinha chegado ao fim.

É uma bela história, mas não poderia estar mais longe da verdade.

Na Década de 1950, para «adaptar-se» às mudanças financeiras globais, a Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.) criou as chamadas «jurisdições secretas». Estas foram geradas para operar dentro dos últimos remanescentes dos pequenos territórios/colónias da Grã-Bretanha. Dos 14 territórios ultramarinos da Grã-Bretanha, 7 são paraísos fiscais de boa fé ou «jurisdições secretas». Um mercado financeiro internacional em separado também foi criado para facilitar o fluxo desse dinheiro offshore, o mercado Euro-Dólar. Uma vez que este mercado tem os seus bancos fora do Reino Unido e dos EUA, eles não estão sob a jurisdição de nenhum dos países.

Em 1997, quase 90% de todos os empréstimos internacionais foram feitos através deste mercado.

O que é muitas vezes mal compreendido é que as finanças offshore da Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.) não estão contidas num sistema de sigilo bancário, mas sim de confiança. A diferença é que a confiança acaba por jogar com o conceito de propriedade. A ideia é que você entregue os seus ativos a um administrador e a partir desse ponto, legalmente esses ativos não são mais seus e você não é responsável pela contabilização dos mesmos. A sua conexão com esses activos fica completamente escondida.

Além disso, dentro das jurisdições offshore da Grã-Bretanha, não é necessária qualificação para quem pode se tornar um administrador: qualquer um pode criar um fundo e qualquer um pode se tornar um administrador. Também não há registo de fundos nesses territórios. Assim, os únicos que sabem sobre esse acordo são o administrador e o colono.

John Christensen, um economista de investigação, estima que este capital que legalmente não pertence a ninguém pode chegar a US$ 50 trilhões dentro desses territórios Britânicos. Não só isso não está sendo tributado, mas uma parte significativa foi roubada de sectores da economia real.

Então, como é que isso afecta os países «anteriormente» colonizados?

Aí está o problema para a maioria das nações em desenvolvimento. De acordo com John Christensen, as dívidas externas combinadas dos países Africanos Subsarianos foram de US$ 177 bilhões em 2008. No entanto, a riqueza que as elites desses países mudaram para o exterior, entre 1970 e 2008, é estimada em US$ 944 bilhões, 5X a sua dívida externa. Não se trata apenas de dinheiro sujo, mas também de dinheiro ROUBADO dos recursos e produtividade dessas economias. Assim, como Christensen afirma, «Longe de ser um devedor líquido para o mundo, a África Subsaariana é um credor líquido» para as finanças offshore.

Nesse contexto, o chamado «atraso» da África não se deve à sua incapacidade de produzir, mas sim por vir experimentando saques ininterruptos desde que essas regiões foram colonizadas pela primeira vez.

Esses países Africanos, precisam então de pedir dinheiro emprestado, que é lhes dado alegremente a altas taxas de juros, e acumula um nível de dívida que nunca poderia ser pago. Esses países são, portanto, saqueados duas vezes, não deixando dinheiro para investir no seu futuro, muito menos para colocar comida na mesa.

Os paraísos offshore são o que tornam esse tipo de actividade “legal” e desenfreada.

E não termina por aqui. Em todo o mundo, estima-se que os países em desenvolvimento perdem US$ 1 trilhão a cada ano em fuga de capital e evasão fiscal. A maior parte dessa riqueza volta para o Reino Unido e os EUA através desses paraísos offshore, e permite que as suas moedas permaneçam fortes enquanto as moedas das nações em desenvolvimento são mantidas fracas.

No entanto, as nações em desenvolvimento não são as únicas que sofreram com esse sistema de saques. As próprias economias do Reino Unido e dos EUA também foram estripadas. Na década de 1960 e em diante, o Reino Unido e os EUA, para compensar o aumento do fluxo de dinheiro para fora dos seus países decidiram que era uma boa ideia abrir os seus mercados domésticos para os trilhões de dólares que passavam pelos seus paraísos offshore.

Esses bancos não estão interessados em colocar o seu dinheiro na indústria e na manufactura, eles colocam o seu dinheiro em especulação imobiliária, especulação financeira e comércio de moeda estrangeira. E assim resulta a financeirização das economias Britânica e Americana, e os empregos reais provenientes da economia real diminuem ou desaparecem.

Embora muitos economistas tentem alegar o contrário, o desespero começou a ferver e movimentos como os coletes amarelos são reflexos das verdadeiras consequências dessas políticas económicas.

Chegamos a um ponto em que todos os países do primeiro mundo ocidental estão a lutar com uma taxa de desemprego muito maior e um padrão de vida mais baixo do que há 40 anos. Junto com o aumento da pobreza, o aumento do uso de drogas, o aumento do suicídio e o aumento da criminalidade.

Uma economia estável baseada na Liberdade ou Escravidão?

De acordo com o relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT) em 2017, o Reino Unido tem de longe a maior taxa de overdose de drogas em toda a Europa, com 31%, seguida pela Alemanha, com 15%. Ou seja, o Reino Unido consiste em 1/3 das overdoses de drogas que ocorrem em toda a Europa.

A renda média familiar no Reino Unido é atualmente de £28.400 (aprox. 31.736 €, ndt.). A taxa de pobreza no Reino Unido é de ~20%.

A renda familiar média do que já foi o epicentro da industrialização mundial, Detroit, tem uma renda familiar média de US $ 26.249. A taxa de pobreza de Detroit é de ~34,5%.

Qual é a solução?

Reverter a desregulamentação de 1986 do Big Bang de Margaret Thatcher no sistema bancário que destruiu a separação de bancos comerciais, bancos de investimento, trusts e seguros para começar. Uma restauração semelhante da Glass-Steagall nos EUA deve seguir o exemplo, não apenas para quebrar o sistema bancário «Muito Grande para Falhar» (Too Big to Fail pela sua sigla em inglês, ndt.), mas para restaurar a autoridade dos Estados-Nões sobre as finanças privadas mais uma vez. Se estas medidas de emergência forem feitas antes do colapso dos mercados (e eles entrarão em colapso), então o revigoramento da infra-estrutura industrial em todas as nações Transatlânticas ainda pode ocorrer.

Vamos então terminar com as palavras de Clement Attlee, Primeiro-Ministro do Reino Unido de 1945 a 1951:

«Repetidamente vimos que há outro poder do que aquele que tem o seu lugar em Westminster. A Cidade de Londres (City of London pela sua sigla em inglês, ndt.), um termo conveniente para uma compilação de interesses financeiros, é capaz de se afirmar contra o governo do país. Aqueles que controlam o dinheiro podem seguir uma política no país e no exterior, contrariando a que está sendo decidida pelo povo».

 

* Passagem do livro «As Aventuras de Alice no País das Maravilhas», da autoria de Lewis Carroll.

 

Fonte: The Canadion Patriot

6 Replies to “Todo o vício e encanto: o Império do Pecado da Cidade de Londres”

  1. Muito bom artigo… Só uma correcção importante … “To Big to Fail” em português é “Demasiado Grande para Falir ou Cair” não “Falhar”…
    Mais uma vez digo: nunca antes a sociedade chegou a um nível tão grande de desenvolvimento tecnológico como social! Um nível em que podiamos acabar com a pobreza a nível mundial, promover a equidade, educação, saúde, etc…
    Mas em vez disso o que interessa é perpétuar o sistema de dívida, ou seja escravidão…

  2. City Londrina é sinônimo de monopólio, cartel, especulação, agiotagem, secretismo, CONSPIRAÇÃO.
    Pesquise sobre as “Libres” criadas desde o séc. 13, moldadas nas guildas hanseáticas. Não há melhor exemplo de poder supranacional do que a City. A abordagem do tema é excelente, mas é imprescindível conectá-lo ao período sombrio de mais de 350 anos em que os judeus foram repelidos da Inglaterra, e que envolveu a soberania da própria Inglaterra, endividada junto a elites usurárias judaicas.

  3. 50 triliões de capital internacional gerido pela City.

    Tendo isso em mente e recordando que o Brexit é uma realidade consumada é fácil deduzir que quem gere este fundo financeiro, entendeu que a europa vai estourar e eles querem cortar todas as ligações antes que tal aconteça.

    Vivemos tempos interessantes, claramente de transição, resta saber para o quê.
    Ao contrário da maioria, eu acredito que ainda tudo pode acontecer.

  4. Um artigo fascinante, um dos melhores que já passou por aqui. Demonstra com clareza o problema da economia mundial e em poucas e simples palavras aponta a solução. Desgraçadamente uma solução que não virá, na minha opinião, porque quem sabe, quem pode, é também quem tem e jamais abrirá mão da sua riqueza/poder. Só a aniquilação destas famílias de muitíssimas gerações, cujos nomes não aparecem, mas que gerenciam esse sistema especulativo/espoliador atingiria a cabeça do monstro. Isso é trabalho de conspiração x conspiração, atingir aqueles que durante séculos vem conspirando contra a humanidade, aniquilando aqueles que durante séculos aniquilam a raça humana.

    1. Mas observe o quanto repercute tão importante conteúdo…isto é o mais triste! Observar o quanto os próprios oprimidos não enxergam suas fontes de opressão…Gostam de debater, discutir assuntos que não passam do primeiros andares quando a origem de todos esses problemas está na cobertura do edifício…e depois vem o Max com petição…não tem como…continuaremos no faz de conta…e temos mesmo que pagar um alto preço por isso…

Obrigado por participar na discussão!

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