Geopolítica: situação e previsão para 2019

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Na última parte de 2018 houve uma multiplicidade de crises aparentemente incompreensíveis: a provável “caótica” saída de Londres da União Europeia, os problemas entre Roma e Bruxelas, os protestos dos coletes amarelos na França, o regresso das tensões na zona da Crimeia, a saída dos Estados Unidos do acordo sobre os mísseis nucleares de médio alcance, a pressão sempre dos EUA sobre o gasoduto Stream 2, o aumento de tensões político-económicas entre Pequim e Washington.

Vistos assim podem parecer casos isolados, apesar de numerosos, quase desligados entre eles. Na verdade há um fio vermelho que une os vários aspectos e, dado que nenhuma dessas crises conseguirá extinguir-se de forma rápida, estão lançada as bases para um 2019… “divertido”? Talvez não, mas interessante sim. Vamos tentar fazer alguma ordem no meio deste caos todo? E vamos.

Uma história velha

Como vimos: o Reino Unido, Quinta República francesa, a Crimeia, o nuclear americano, China contra Washington. Situações às quais podemos juntar as “eternas” Síria e Venezuela. Não é anarquia: todos estes fenómenos aparentemente não relacionados são devidos à luta das potências marítimas contra aquelas continentais, neste caso a guerra anglo-americana contra a Eurásia. Além disso temos que acrescentar o caso-Venezuela, a guerra dos Estados Unidos naquele que considera o seu quintal, a América do Sul. Mas aquele da Venezuela é um caso distinto, porque não é parte dum projecto de ofensiva global mas algo limitado ao “território de caça” que não apenas Washington considera como “natural” mas também as outras potências. Como vimos em outros artigos, pode ser útil uma comparação da resposta da Rússia no caso da Síria e da Venezuela.

A guerra anglo-americana contra as potências “terrestres”, pelo contrário, é história velha. Muito velha. Se formos espreitar nos livros de História, podemos constatar como isso teve início há muito, mesmo muito tempo atrás. Podemos até fixar uma data: dia 8 de Agosto de 1588, altura em que os navios de Sir Francis Drake derrotaram a Armada Invencible espanhola nas águas do Canal da Mancha. Se antes a Inglaterra tinha que ver a frota espanhola passar e dominar os mares, a partir daquele dia a situação começou a inverter-se de forma irremediável: foi o nascimento da potência marítima inglesa e, sucessivamente, daquela americana também.

O problema da potência marítima anglo-americana sempre foi um: a marginalização. Observamos um mapa do planeta:

Reino Unido e Estados Unidos ocupam as margens daquela que é a maior massa de terra. Isso sem considerar a África, à qual a Eurásia é ligada mas que, por razões económicas e sociais (em síntese: o atraso do Continente Negro), não participa do mesmo grau do desenvolvimento. É no bloco euroasiático que correm as principais “autoestradas” dos recursos e dos comércios: caminhos naturais tornados famosos com as viagens de Marco Polo no final de 1200 d.C., mas que na verdade já os Romanos e os Gregos conheciam e exploravam (de forma muito mais limitada). As vias de comércio da Eurásia são tão “naturais” ao ponto que o explorador italiano já tinha percorrido há mais de sete séculos aqueles que são hoje os “corredores” económicos entre Leste e Oeste euroasiático.

As viagens de Marco Polo entre 1271 e 1295. Imagem: Encyclopaedia Britannica.

Aquela das potências marítimas (Grã-Bretanha e Estados Unidos) não é apenas uma marginalidade geográfica, mas cada vez mais uma marginalidade económica e política.

Um número crescente de actores, da Turquia ao Paquistão passando pelo Irão e pelo Iraque, procuram agora a Rússia ou a China para as sua segurança ou investimentos: a União Europeia e a China representam respectivamente a primeira e a terceira economias mundiais, a Rússia tem um enorme potencial. A integração entre essas três principais entidades políticas só aumenta com o tempo, porque, ao contrário do século XX, já não há qualquer barreira ideológica para separar Pequim ou Moscovo do resto do planeta. Se algo não for feito, dentro de uma década a influência global das potências marítimas entraria em colapso.

O Velho Continente e a Nova Cortina de Ferro

Portanto, do ponto de vista de Londres e Washington, é necessário agir. O que os estrategistas anglo-americanos planeiam? Também aqui: coisas velhas. Falamos da sólida desestabilização continental, já cara ao inglês Lorde Palmerston (pai do intervencionismo no estrangeiro durante o séc. XIX), que queima a Europa e a Ásia. Nenhuma das três grandes entidades políticas deve, portanto, ser poupada: a União Europeia, a Rússia e a China. No caso de Rùssia e China a atitude é óbvia: mas a União Europeia?

Afinal a UE não tinha sido patrocinada pelos Estados Unidos? Sim, foi, mas isso já é passado e a (falsa) ameaça de Trump de abandonar a Nato diz muito sobre como mudaram as cosias na última década. A União Europeia, de facto, começou como contrapartida política da Nato: ambas as organizações têm a sua sede em Bruxelas. A UE e a Nato são um produto anglo-americano, terminal atlânticista na Eurásia (como ensinava o defunto Zbigniew Brzezinski). Com a chegada de Donald Trump, a União Europeia deixou de desenvolver esta função pois ainda se encontra nas mãos do partido globalizador (George Soros, a cambada Clinton-Obama com anexa a alegre companhia da Esquerda “progressista”), à medida que alguns actores locais (como a Alemanha) começam a fazer as suas próprias contas. Podem Estados Unidos e Grã Bretanha permitir a independência da União Europeia? Absolutamente não. Enquanto os aliados mantinham a indiscutível supremacia económica e militar (1945-2008), era interesse deles defender e estender a antiga CEE: interesse que desaparece e se transforma em destruição quando a supremacia desaparece. E é esta a nossa situação actual.

O “soberanismo” de Londres (com o Brexit) e de Washington (com a eleição de Donald Trump) determina uma mudança de sentimento do establishment atlântico em relação à União Européia. A UE e o núcleo da Zona do Euro serão desestabilizados: é altamente provável que Londres deixará a União na mais desastrosa das formas possíveis, isto é, com a opção “nenhum acordo”, rejeitando o acordo do passado 11 de Dezembro apresentado por Theresa May e deixando que a Inglaterra abandone a UE sem qualquer tratado até 31 de Março de 2019. Um divórcio tempestuoso aquele de Londres, com importantes recaídas financeiras e económicas: este será o gatilho da “bomba” colocada no lado sul da Europa, ou seja, na Itália e na França.

A Zona Euro e a mesma União podem sobreviver a um Italexit? Ou a um Francexit? Muito, muito difícil. Doutro lado, a destruição da Zona Euro e da UE está na agenda norteamericana: Washington tem como plano o grande regresso à Guerra Fria, de modo a cortar todos os laços políticos e económicos entre as capitais da Europa Ocidental e Moscovo. A saída de Washington do Tratado INF (o dos mísseis de médio alcance) no final de Outubro tem como objectivo partir a já débil união política no seio do Velho Continente e a criação dum nova Cortina de Ferro, com o emprego de armas nucleares tácticas de um lado e do outro, desde a Roménia até a Polónia.

Para perceber ainda melhor o que se passa, eis uma imagem com os pontos “quentes” em volta do bloco euroasiático:

Isso significa que a movimento dos Coletes Amarelos não é genuíno? Não: o movimento teve início após um brutal aumento do preço dos combustíveis e das portagens das autoestradas, isso sem contar todos os escândalos que envolvem a presidência francesa, a corrupção e os escassos resultados económicos do País. Macron não entendeu que a sagra da austeridade estava acabada e tomou medidas que exasperaram os franceses (o que tomou de surpresa também os partidos de Esquerda, cada vez mais afastados da realidade). Mas isso não significa que o movimento não seja bem visto além do Atlântico. Não há provas do financiamentos directos ou de apoio táctico, mas de certeza que a Administração de Trump não está a complicar a vida dos Gilets Jaunes. Doutro lado, nada disso seria novidade: o Maio de 1968 eclodiu em França como tentativa americana de provocar a queda do Presidente De Gaulle e quebrar o eixo França-Moscovo.

A Alemanha, como de costume, é sólida e monolítica: tão sólida que se atreve a ignorar as ordens americanas, como no caso do gasoduto North Stream. É provável que no decorrer de 2019 haja tentativas de sabotar o projecto de forma permanente, talvez ao fazer deteriorar a situação política na Ucrânia ou ainda com a utilização de alguns “radicais islâmicos”, sempre bons para enviar sinais a quem é capaz de entender.

E falando de Ucrânia: em Novembro subiu em flecha a tensão ao redor do Estreito de Kerch. O regime nazista de Kiev é utilizado pelos anglo-americanos para estrangular as relações entre a Rússia e o Ocidente. E aqui é preciso realçar como a União Europeia demonstrou toda a sua obtusidade ao reconhecer de imediato o novo governo ucraniano, sem entender o que estava em jogo. O sonho dos estrategistas anglo-americanos é provavelmente uma intervenção militar russa, que iria erguer um muro de ferro impenetrável: mísseis tácticos nucleares, suspensão do North Stream e nova rodada de sanções. Uma maravilha. Mas é improvável que Moscovo possa cair numa cilada tão banal. Mais provável que a Rússia continue numa postura defensiva, deixando que os Estados Unidos gastem meios e recursos num regime sem futuro. Obviamente está sempre aberta a possibilidade duma false flag.

Em qualquer caso: Hard Brexit, desestabilização em Itália, “revolta” em França, Ucrânia em continua tensão são as maiores ameaças para a Europa em 2019. Isso sem esquecer os “terroristas Islâmicos” que irão aparecer na França e, provavelmente, na Alemanha e/ou na Bélgica (sede da UE e da Nato).

Ásia: China, o inimigo mortal

Vamos para o Leste. A China representa para os EUA o que a Alemanha de Guilherme II representou para o Império Britânico: o inimigo mais temido. Mais populosa, com uma força de trabalho disciplinada, barata, hiper-eficiente, equipada com infra-estruturas futurista, operante nas áreas mais promissoras e rentáveis ​​da indústria e das telecomunicações, a China é naturalmente destinada a ultrapassar os EUA, assim como Berlim era naturalmente destinada a ultrapassar Londres no início do XX século. O reequilíbrio das contas comerciai não será suficiente aos EUA, interessados ​​em cortar as asas do poder chinês antes que seja tarde demais: a prisão de Meng Wanzhou, filha do fundador da Huawei (5G) é uma provocação deliberada, com a qual os EUA parecem desistir da diplomacia em favor da força.

O problema é que é tarde demais e a força parece a única forma com a qual Washington e Londres podem esperar de ganhar um desafio com a China. Em teoria. Na prática as coisas são bem mais complicadas. A China não é a União Europeia. Em Pequim há um projecto de longo prazo e enquanto aqui pensamos acerca do ano de 2019, lá pensam para os próximos 100 anos. A liderança não é composta por um bêbado pago pelos bancos, em Pequim todo o grupo dirigente é compacto e empenhado na implementação dum plano preciso e do qual ninguém se atreve a afastar-se. Do ponto vista militar, aos olhos de Washington e Londres, a situação é ainda pior: a convergência entre Teherão, Moscovo e Pequim é mais do que uma mera hipótese. Mas mesmo que assim não fosse, os números apresentado pelo Exército Popular de Libertação são aterradores:
2.035.000 de activos permanentes, 510.000 reservas, uma capacidade teórica de 10 milhões de efectivos, um orçamento de 175 biliões (em 2018), armas nucleares, armas cibernéticas de topo, armas espaciais (ZiYan, JianBing-5).

É o primeiro exército do planeta e ninguém ainda viu do que seria capaz. Um inimigo demasiado forte, até aos olhos de Londres e Moscovo.

Como enfrenta-lo? Não com um ataque directo ou tentando desestabilizar a China (algo impossível por enquanto), mas mantendo sob pressão o resto da Eurásia. Em 2019 veremos as potências marítimas ao ataque da Europa, desde a França, passando pelas Alemanha, Ucrânia e Italia. Um golpe muito duro será dado em Maio, com as eleições europeias: os cidadãos do Velho Continente estão fartos duma União corrupta e absolutamente ineficaz (ou melhor: eficaz só em prol de bancos e multinacionais) e ditarão um viragem na direcção dos partidos “populistas” ou até de Direita, abandonando as posições da falsa-Esquerda e dum Centro cada vez mais perdido. Música para os ouvidos dos anglo-americanos que nem terão de esforçar-se muito neste sentido: é só cultivar a insatisfação já presente.

A União Europeia conhecida até hoje entrará num ciclo particularmente conturbado, os fundamentais da Zona Euro estarão em discussão e na segunda metade de 2019 poderão surgir surpresas nestas duas áreas. Caso Macron não consiga resistir e seja substituído, a França com um novo Presidente entraria em choque com a Alemanha; em Italia o sentimento anti-Berlim já é forte. Impossível a realização tanto dum Italexit quanto dum Francexit até o final do ano, no entanto é sabido que Roma já tem um Plano B para o “depois” e o futuro de UE e Zona Euro não está nada garantido.

O Médio Oriente continuará em chamas, mas esta é uma previsão deveras simples: no caso, seria estrondoso se a situação ficasse mais calma. A política de israel e o marcha atrás de Trump (que afinal não abandonará a Síria) são uma garantia de conflito.

Novidades podem ser esperadas na Ásia. É difícil prever quais, mas é provável que Washington e Londres tentem algo num País asiático “secundário”: e não se fala aqui apenas dos “terroristas islâmicos” do costume, estes continuarão a aparecer. Mais provável a desestabilização tendo em vista a implementação dum regime (ainda) mais ligados aos interesses anglo-americanos. As Filipinas neste sentido estão em primeira linha: os americanos bem conhecem as ilhas, os “terroristas” já actuam. O Myanmar (a antiga Birmânia) é desde sempre um barril de pólvora, mas excessivos desordens no País poderiam significar uma inédita quanto simples intervenção militar da China (com a qual o País faz fronteira) e a consequência seria uma cómoda saída de Pequim para as praias do Oceano Índico. Altamente improvável. Lamento, mas o papel de carneiro fica bem às Filipinas.

 

Ipse dixit.

3 Replies to “Geopolítica: situação e previsão para 2019”

  1. Um apanhado que me elucidou bastante sobre a Europa que, com exceção da Grécia, eu julgava com melhores expectativas. A capacidade de acertar prognósticos é rara num contexto que parece mudar muito rapidamente. Lembro de um livrinho de uma preceptora alemã de sobrenome Von Binzen “encomendada” de lá por uma família muito rica daqui, com a finalidade de educar as crianças e adolescentes da dita família escravocrata brasileira, Isso lá pelos anos 1830 e alguma coisa. A Ina dedicou-se a escrever suas impressões sobre a sociedade que entrava em contato e prognosticar algumas perspectivas. Chamou a narrativa de Os meus romanos, e nela focava as relações sociais da escravidão tardia no Brasil, considerando ser um estigma que levaria séculos, independente de legislação, para desgrudar da sociedade, cujos elementos chaves eram: senhor, feitor e escravo. E não é que a jovem escritora, uns 23 ou 24 anos de vida, acertou: muito ricos, classe média e povo. A classe media trabalha para os muito ricos para simbolicamente sentir-se próxima e confiável. E o povo sobrevive da fé, resignação e esperança. Segundo o atual ministro da justiça Sergio Moro, o assassinato será considerado legítima defesa, sem acusação ou punição, quando o policial sentir com relação a alguém que considerar suspeito, medo, surpresa ou emoção forte. Por outro lado, o ministro da economia tentará aprovar até maio, num congresso morto de medo de acusações reais ou fictícias, uma reforma que extingue as leis trabalhistas e outra reforma da previdência social igualzinha aquela que se fez no Chile de Pinochet e que levou à miséria e suicídio em massa, atingindo brutalmente trabalhadores e servidores públicos da ativa ou já aposentados. Como bem disse Lula: “Guedes fabrica pobres, e Moro os mata”

  2. Não sei, acho que os dias do petro dolar estão no fim para parte do mundo.
    Mas algo que não dá para entender a dívida americana o maior comprador é contra quem fazem guerra económica?
    Os “3 doidos que rodeiam” Trump pensam mal que vão ficar com as Américas, talvez momentaneamente depois será instabilidade nessa área do mundo(nem tudo se vende) ou em sonhos, mais tarde ou cedo vão criar não inimigos lá e do outro lado do Atlântico e Pacífico grande maioria querem evitar (exemplo na onu qualquer palermice é sempre chumbada com distinção) relacionamentos mais profundos e instáveis com quem de concreto só tem de interessante o mercado. Enquanto uma crise monetária não deitar ainda os planos por terra
    Simples o mundo já foi dividido, para eles.
    Agora é aguardar uma série de vietnames que aparecerão.
    A Europa não se pode contar com Inglaterra (embora maioria dos ingleses até estejam contra a saida, vao ser os que perdem mais).
    Se é para dividir para conquistar/reinar já vão tarde.
    A Europa está a comprar ao Irã em dolar por acaso? as trocas na Ásia ou com a Ásia é em euro yuan yen rupia criptomoeda até a Arabia é em moeda chinesa com a China ou outra moeda.
    Embora muitos façam de conta que apoiem aqui e ali o excepcionaliatão este próprio está a isolar-se a construir muros(literalmente), enquanto outros se expandem sem uma bala,(péssimo marketing e promoção de supostos valores “dúbios”)
    Claro que vão tentar sabotar aqui e ali e depois ficar mais ainda mais isolados em propaganda interna, de fora só alguns aliados (alguns bem instáveis também)

    A culpa é sempre dos outros até quando é nossa (deslocalização, vendas(sem nexo), falta de aposta no desenvolvimento a não ser de patentes duvidosas), o populista não vai devolver ou fazer o Maga(fazer a america “great” outra vez) ao rust belt, criou só uma falsa (tambem com a Hillary!?)esperança, e conforme o tempo passa vê se o criar de divisões e retrocessos civilizacionais e o tal de pântano lá continua por escoar.
    Quem segue vai ter muito trabalho e tarefa inglória.

    N

  3. Peço desculpa por inicio algo atabalhoado (falta de óculos). Vou precisar os americanos(nada contra o povo que só tem duas escolhas eternas, excepto esses governos e certa politica externa ou pior guerra ou desestabilização externa) a nação é óbvio que é um mercado interessante, mas com os neocons mesmo ao pé do trapalhão, nada de bom pode vir.
    Trump até parece normal ao pé de 3 peças do pior(todos com histórico nada abonatório).
    Por dentro vão continuar divididos, para fora exportar a confusão que lá reina.
    Se não fosse pelo poderio bélico já teriam sido postos e deixados de lado tipo aqueles da Ilha Sentinel(aquela do Indico).
    É a altura para usar outros cambios, porque os que lá governam são instáveis e pior desestabilizam é ou pode ser perigoso usar o dólar é uma questão de perguntar aquela senhora que está no Canadá(ainda lá está?) por fazer negócios com o Ira(em dólares óbvio). Vem se sempre a saber mais tarde ou cedo.

Obrigado por participar na discussão!

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