Li, gosti, traduzi e aqui coli:
De volta aos sacrifícios humanos
A) A vacina mata
Este é um facto estabelecido. Nem uma, nem duas, nem algumas: dezenas de milhares de pessoas foram mortas pela vacina anti-Covid. Mortas, no sentido de que eram saudáveis, tomaram a vacina e morreram, mortas pela vacina. É um facto, está cientificamente provado. Mesmo que não seja dito e que tenta-se silenciar aqueles que o dizem, é um facto e está provado para além de qualquer dúvida. Por isso, vamos assumi-lo: a vacina mata, ponto final.
B) Será que a vacina salva vidas?
Digamos que alguém quer sair de casa, mas chego eu e espanco-o, forçando-o a ficar dentro de casa. Então digo: bem, salvei-lhe a vida, porque se ele tivesse saído podia ter sido atropelado por um autocarro. A vacina faz exactamente isso: espanca, danifica, pouco em alguns, muito em outros, alguns até são espancados até à morte, e começa a narrativa segundo a qual teria salvo algumas vidas porque “se tivessem saído de casa poderiam ter sido atropelados pelo autocarro”.
Esta é uma hipótese e só pode continuar a ser uma hipótese para sempre. Dizer que “ele teria apanhado de forma grave” ou que “de outra forma teria morrido” é afirmar uma hipótese sem qualquer base. Não se pode saber se uma pessoa teria apanhado uma dada doença, não se pode saber se a teria apanhado de uma forma mais pesada ou mais leve, ou se não a teria apanhado de todo. Pode-se especular, pode-se fazer cálculos estatísticos que indicam uma probabilidade, mas não se pode saber. Aqueles que afirmam sabe-lo pensam ter poderes mágicos de adivinhação, com os quais podem ver linhas temporais alternativas de outras dimensões. Em suma, não é um cientista, é um mágico.
C) A compulsão é um sacrifício humano
Dado que esta vacinação prejudica e mata, forçar todos ou qualquer pessoa a submeter-se a este tratamento é, de facto, um homicídio premeditado. E quando as pessoas são mortas para o “bem maior”, estamos a falar de sacrifício humano. Condenar pessoas à morte no pressuposto – um pressuposto estatístico, nem sequer um facto – de que isto salvará outras pessoas é precisamente um regresso à prática do sacrifício humano para obter uma boa colheita ou para apaziguar a ira dos deuses. Não são aqueles que rejeitam esta bárbara deriva que são pouco civilizados, opostos à ciência e à racionalidade, são aqueles que a apoiam que abraçam uma visão irracional, anti-científica e, acima de tudo, não civilizada. Aqueles que apoiam o uso obrigatório destas vacinas assassinas estão, de facto, a lutar para reintroduzir práticas bárbaras que a nossa civilização arquivou há séculos: o sacrifício humano.
Há alguns meses trás escrevi algo como “alguém tem que morrer para que outros possam viver” a propósito dos medicamentos que, apesar de normalmente vendidos, provocam mortes.
Parece inevitável: paramos, reflectimos e chegamos à mesma conclusão. Porque será?
Ipse dixit.

