Ficaria muito surpreendido no caso contrário, porque a inoculação representa um passo fundamental tendo em conta os futuros desenvolvimentos. Mas esta é outra história.
Anónimo (séc. XII d.C.)
Umas dúvidas: o que é esta pressa toda? Por qual razão a vacina tem que ser a única maneira de combater o SARS-CoV-2 em detrimento de tratamentos que só agora, com as vacinas já em circulação, estão a ser considerados? Se a Covid-19 for um flagelo que ameaça a humanidade toda, porque deixar a solução nas mãos dos privados? Por qual razão não uma única vacina, ou um par delas, fruto da colaboração multidisciplinar, multi-institucional e internacional, possivelmente coordenada pela Organização Mundial da Saúde? Por qual razão até os Países adversários do Ocidente apostaram cada um na sua própria vacina? Porque não uma ou duas vacinas para debelar a nova Peste Negra mas uma série delas, ao ponto que poucos conseguem distinguir os relativos mecanismos de actuação? Quem receber a vacina da Pfizer ficará mais protegido daqueles que foram inoculados com a Moderna? E a Astra-Zeneca? A Sputnik V? As vacinas chinesas? E as outras? Responda o Leitor: quais as diferenças entre elas?
Podemos pensar: é o mercado. Não, não é: a Covid-19 foi e ainda é apresentada como algo especial, a pior pandemia dos últimos séculos além da Gripe Espanhola. O combate contra a Covid-19 é retratado como uma guerra, com tanto de recolher obrigatório. Então, perante uma ameaça global, a resposta só deveria ser global, não apenas privada. Mas não é isso que aconteceu.
Considerados outros aspectos, que não vamos tratar aqui mas que podem ser encontrados em tudo o que foi publicado nestas páginas ao longo de meses, parece-me evidente que um dos principais objectivos de toda a “guerra” contra a Covid sempre foi o desenvolvimento das vacinas. Não o único, mas um deles sim.
Medicamentos que apresentam muitas perguntas para as quais ainda não há respostas mas que continuam a ser apresentados como “a salvação”, mesmo que estejam ainda numa fase experimental, mesmo que a real eficácia deles seja objecto de debate por parte de especialistas.
O SARS-CoV-2 não foi “inventado” para espalhar as vacinas, mas é claro que as vacinas constituíram desde logo um dos objectivos primários. Ao ponto que qualquer voz dissonante é silenciada, acusada de pertencer à área da conspiração. Nenhum órgão de informação oficial cita as reacções adversas provocadas pelas vacinas se não de forma esporádica: somos diariamente informados acerca do número de mortos, de novos infectados (mesmo que o diagnóstico seja feito com um instrumento que não deve ser utilizado para diagnósticos!), mas nenhuma voz oficial informa acerca das reacções adversas, que existem e nem são poucas. A única excepção nesta óptica foram os mortos na Noruega: uma excepção tímida, rapidamente esquecida e que, em qualquer caso, representa apenas uma gota no mar das reacções adversas (que, como vimos, só na Europa eram vários milhares no final de Janeiro). A vacina deve ser defendida, apresentada como única salvação, mesmo que isso implique ignorar parte da realidade. Então é necessário encontrar a razão disso tudo.
Digo já que não tenho explicação. Não sei responder, muito simplesmente. O que posso fazer é resumir aqui uns pontos de vista que circulam na internet e não desde hoje.
Dinheiro
A primeira eventual resposta tem a ver com o dinheiro. Segundo esta versão, toda a história da SARS-CoV-2 serviu para que as empresas farmacêuticas pudessem produzir e vender as suas vacinas e facturar biliões. Muito simples. Até demais.
Pergunta: acham mesmo que um Bill Gates, uma das principais figuras atrás do desenvolvimento das vacinas, precisa de dinheiro? Terá dificuldades em pagar a conta da luz? Acreditam nisso? Mesmo assim, o seu esforço para espalhar o Verbo da Vacina tem sido incansável e não desde hoje (há anos que injecta os povos do Terceiro Mundo). Por qual razão um indivíduo com quantidades de dinheiro que só podem ser contabilizadas em biliões (e talvez algo mais) está a esforçar-se para convencer tudo e todos a vacinar-se? De certeza não é por causa do dinheiro. E nenhuma das casas farmacêuticas envolvidas nas vacinas anti-Covid precisa de dinheiro: consultem os facturados e reparem na quantia de “zero” que é possível encontrar na voz “lucros”.
Acho que estamos entendidos: esqueçam o dinheiro.
Diminuição da população
Uma teoria bastante radical: as vacinas fazem parte dum programa para eliminar boa parte da população do planeta. Assustador. Mas também com pouco sentido.
Se a ideia fosse reduzir a população global, a solução mais rápida seria uma guerra. Destrutiva, mas rápida e eficiente. Nos arsenais militares temos armas para destruir a vida no planeta todo não uma mas várias vezes. Todavia é preciso admitir que esta seria uma solução desagradável não apenas para os mortos mas também para os sobreviventes: para eliminar boa parte da humanidade seria precisa uma guerra de dimensões assinaláveis e os estragos provocados ficariam como cicatrizes ao longo de décadas ou até séculos. Por exemplo: haveria áreas não habitáveis, até sem vida.
Pelo que, eis a teoria da vacina: antes prepara-se uma doença mortífera (ou apresentada como tal) e depois, com esta desculpa, inocula-se a humanidade com algo que ao longo do tempo provoca óbitos em proporções industriais. Faz sentido? Não muito. Aliás: é bastante estúpido.
Qual o sentido de projectar uma doença para que depois o remédio mate as pessoas? Não seria mais lógico projectar uma doença mortífera e manter escondida a vacina? Seria suficiente espalhar uma doença letal propositadamente projectada em laboratório (e de certeza que temos capacidades para isso), depois espalha-la, deixar que apague uns quantos biliões de pessoas e só depois, uma vez atingido o resultado desejado, apresentar a vacina para salvar os poucos. Isso sim que faria todo o sentido: planeta com menos pessoas, recursos naturais intactos. Melhor é impossível. Mas não é isso que estamos a observar porque ninguém quer reduzir a população com uma vacina.
Implantes ocultos
Segundo outras vozes (poucas, para boa sorte), as vacinas são na verdade um instrumento para injectar nos nossos corpos dispositivos de rastreamento ou até com outras misteriosas funções. Nem vale a pena gastar tempo com isso.
Transhumanismo
A coisa que mais sobressai nesta “pandemia” de Covid é o aparecimento de vacinas duma nova geração: em vez que inocular no organismo um vírus desactivado e deixar que o sistema imunitário aprenda com a amostra para construir os seus anticorpos, desta vez a vacina injecta algo diferente.
Actualmente, as vacinas em circulação ou candidatas contra a Covid-19 são:
- 80 vacinas (entre as quais EpiVacCorona,
Novavax e RBD-Dimer) que utilizam um ou mais antigénios sem introduzir partículas patogénicas, inteiras ou não. Tal como as vacinas inactivadas, o vírus está completamente “morto”, e é, portanto, menos arriscado. - 36 vacinas (entre as quais a da Pfizer e da Moderna) que injectam RNA encapsulado em nanopartículas lipídicas;
- 35 vacinas (entre as quais a Sputnik V, Oxford-Zeneca e a chinesa CanSino Biologics) que utilizam um vector viral não replicante (no caso da Sputink, Oxford-Zeneca e vacina chinesa: o adenovírus humano geneticamente modificado e fundido com o peplomerado do vírus SARS-CoV-2) a fim de estimular uma resposta imunitária;
- 23 que utilizam um vector viral replicante;
- 19 que utilizam uma partícula pseudoviral;
- 4 vacinas (entre as quais Sinovac e Sinopharm) que utilizam o vírus inactivado.
Todas estas vacinas encontram-se actualmente na fase experimental e algumas delas apresentam uma tecnologia que nunca foi testada antes: é o caso das vacinas que injectam RNA modificado (Pfizer, Moderna) enquanto outras exploram tecnologias muito recentes (Sputnik V, Oxford-Zeneca e a chinesa CanSino Biologics), outras ainda são de tipo clássico (Sinovac e Sinopharm).
Logo é possível observar como as vacinas que mais depressa têm obtido a autorização de emergência para possibilitar a subministração foram as que implicavam uma tecnologia nova, nunca antes experimentada. E que também apresentam uma documentação incompleta (como todas e não poderia ser de forma diferente: na verdade são ainda em fase de estudo e estes, como vimos, não estarão acabados antes do ano próximo).
O resultado é que boa parte da população mundial nesta altura está a participar num ensaio de proporções inéditas: milhões de autênticas cobaias humanas nas quais as vacinas terão efeitos que permitirão aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento da vacina e, sobretudo, sobre as consequências de médio e longo prazo das novas tecnologias. Enquanto uma vacina costuma demorar anos para ser certificada, por vezes uma década, aqui estamos perante produtos que (segundo a teoria oficial) foram projectados, construídos e testados em poucos meses, menos dum ano.
Podemos afirmar que estas foram as vacinas que mais rapidamente conseguiram apresentar taxas de sucesso significativas contra a Covid-19. E isso em parte é verdade, pois a maioria das alternativas ainda encontra-se numa fase de desenvolvimento anterior. Mas nem podemos esquecer que, no caso da Pfizer e da Moderna, os dados apresentados são incompletos e, quando submetidos a análises, todas as dúvidas ficam (a Sputnik V nem se dignou de apresentar dados).
Pessoalmente estou convencido de que as actuais vacinas servem dois propósitos e é este o meu palpite. Como disse antes, não posso falar de “resposta”, pois não a tenho, mas só de palpite.
O primeiro propósito está ligado à propaganda: é preciso demonstrar que as vacinas baseadas na nova tecnologia funcionam; que os proponentes tinham razão porque na posse de conhecimentos superiores; que somos capazes de alterar os códigos genéticos do ser humano para melhorar a sua qualidade de vida. Passada a “pandemia”, preparem-se para os hinos de glória em louvor de Bill Gates & sócios.
O segundo propósito está ligado ao mecanismo de actuação e às consequências de médio e sobretudo longo prazo no nosso organismo. A Covid-19 está a oferecer uma ocasião nunca antes disponível: testar uma nova e prometedora tecnologia em biliões de pessoas, um ensaio que é o sonho de qualquer geneticista e que, de facto, permitirá aprimorar de forma continua e sempre actualizada as técnicas de manipulação genética para poder ir muito além das simples vacinas.
Os riscos? Limitados. As “novas” técnicas em verdade não são tão novas assim, é provável que estejam a ser testadas há anos nos laboratórios privados, pelo que os efeitos adversos deverão ser controlados ou, em qualquer caso, limitados a um leque já conhecido. O silêncio dos media dum lado, as terapias alternativas só agora consideradas e aa natural tendência do vírus em tornar-se endémico entre a população farão o resto: o SARS-CoV-2 sucumbirá demonstrando o sucesso das vacinas. Quantos aos efeitos do médio e longo prazo; este não constituem um problema. Também estes terão sido estudados e, em qualquer caso, não esquecemos que já hoje não conseguimos demonstrar a ligação entre vacinas de tipo “clássico” e doenças que aparecem nos meses ou anos seguintes entre os mais jovens, por exemplo. Imaginem uns efeitos que serão tangíveis apenas no prazo de anos ou décadas…
É por esta razão que estou convencido do sucesso das vacinas. O meu palpite é que representem um passo fundamental na direcção de algo maior, uma forma de manipular o código genético para outros objectivos que agora pertencem ao âmbito da ficção científica mas que após as vacinas ficarão mais próximos. Se a intenção for aquela de seguir o caminho do transhumanismo, as actuais vacinas constituem uma cómoda porta de entrada.
Um fracasso das novas tecnologia vacinais seria um regresso à estaca zero, acompanhado por uma maior desconfiança dos cidadãos em relação à manipulação genética. Este é um panorama que não pode ser equacionado, que deve ser excluído com todos os meios e todas precauções.
Outras ideias? Palpites dos Leitores?
Ipse dixit.

