Aviso:
O presente artigo é publicado apenas para fins informativos e é destinado exclusivamente à profissão médica.
Em nenhum caso utilize o protocolo aqui apresentado sem antes consultar um médico.
O movimento IppocrateOrg é uma rede internacional de Médicos, investigadores, profissionais de Saúde e assistentes sociais. Nesta altura está a enfrentar a crise da Covid-19 e publica quanto segue:
Nunca no passado, quando confrontados com uma patologia, houve uma resposta tão perturbadora dos chamados países avançados ou ocidentais.
Enquanto nos países de economias mais atrasadas foram imediatamente formulados protocolo e todo o pessoal médico e a população foram convidados a segui-los para combater a Covid, nos países mais em ricos não foi encontrada nenhuma síntese.
Ainda hoje, após 10 meses de epidemia, os medicamentos utilizados para tratar os doentes são os mais díspares. Variam de Estado para Estado, mas também de Região para Região. […] O único ponto em que todos os países ocidentais estão de acordo é o seguinte: não utilizar hidroxicloroquina. Os países em desenvolvimento, pelo contrário, concordam em utilizá-la, depois de testada a sua eficácia.
Como Movimento IppocrateOrg […] tentámos pôr ordem nesta matéria, considerando a ausência total de muitos governos dos países ocidentais.
Assim, propomos directrizes detalhadas, com especificações de medicamentos, dosagem e calendário, na esperança de que aqueles que têm o fardo de ter de produzir indicações precisas para a cidadania decidam fazê-lo ou deixem o seu lugar às pessoas mais apropriadas para gerir esta crise.
Depois desta introdução, são apresentadas as terapias, com algumas considerações iniciais:
Médicos chineses e italianos descobriram-as no terreno, entre Fevereiro e Março de 2020, e médicos de meio mundo inteiro verificaram-a. As terapias existem em muitas partes do planeta estão a ser aplicadas com sucesso. Até à data, em Itália estes tratamentos ainda não são reconhecidos por todos, talvez vítimas de uma “prática” incompreensível que cheira mais à burocrática do que à lógica e prudência.
Mas o número de médicos no mundo que as aplicam com sucesso está a crescer, talvez porque vêem os resultados, ou talvez porque lembram-se que o seu primeiro juramento, moral e profissional, não é ao Serviço Público Nacional, mas em nome de IppocrateOrg: a saúde e a vida dos pacientes acima de tudo.
Este não é o momento para controvérsias. Entendemos que as instituições sejam legalmente obrigadas a seguir práticas que atrasam demasiado as decisões, o que, infelizmente, é incompatível com uma pandemia, durante a qual, com toda a prudência do caso, as decisões devem ser tomadas com a necessária urgência.
A falta de informação é uma fonte de desespero e raiva e não pode ser ignorada por muito tempo.
Como trabalhadores da informação e na ausência de indicações claras e inequívocas das instituições responsáveis, fomos levados a tomar a decisão de elaborar um instrumento de consulta que esperávamos ver publicado pelas autoridades oficiais governamentais e sanitárias, tendo em conta o que foi experimentado no terreno e não apenas as indicações aprovadas pelas autoridades superiores.
Estamos certos que as mesmas autoridades apreciarão os nossos esforços em adoptar a máxima objectividade científica na elaboração do que é recomendado, com base também na fase empírica que, de facto, a profissão médica em todo o mundo tem vindo a adoptar há meses, a fim de fazer face à absoluta necessidade de salvar vidas humanas e de não ficar encurralado em controvérsias que não são da responsabilidade nem daqueles que tratam os doentes nem daqueles que têm o dever de informar os cidadãos.
Tratamento
Agora podemos e devemos concentrar-nos no tratamento. As que têm funcionados e que estão à disposição de todos.
Embora apreciando os esforços da indústria farmacêutica, não estamos a agir no interesse de ninguém, estamos apenas a indicar alguns medicamentos específicos porque são conhecidos e correspondem às moléculas necessárias para o tratamento do caso, mas, correctamente, especificamos que existem outros correspondentes. Qualquer farmacêutico pode sugerir o correspondente à sua disposição ou disponível no seu mercado nacional (alguns medicamentos têm nomes diferentes em alguns Estados ou são produzidos por outras empresas farmacêuticas).
Vamos agora resumir tudo num esquema que facilita a interpretação dos sintomas e do que fazer.
Atenção: para além da linguagem necessariamente médico-científica da indicação oficial, tentaremos, quando necessário, acrescentar entre parênteses uma versão mais popular.
Uma regra essencial a não esquecer: nunca sem um médico!
Quando se trata de tratamento médico, é bom não iludir-se que seja possível agir sozinho, sem os necessários controlos médicos, mesmo que apenas à distância. Por conseguinte, convidam-lo a seguir as seguintes indicações:
Prefácio
Tratamento domiciliário de pessoas que tenham contraído Covid-19
A recuperação de Covid está intimamente relacionada com a pontualidade e a qualidade dos cuidados prestados. A pessoa que sofre de Covid nunca deve encontrar-se em condições de ser hospitalizada. De facto, a hospitalização está muitas vezes ligada a um atraso ou deficiência no tratamento domiciliário.
Directrizes a seguir
se possível, o paciente deve sempre ser visto por um médico;
antes de prescrever qualquer tratamento, deve ser recolhida a anamnese e devem ser avaliadas todas as contra-indicações e interacções medicamentosas (doenças existentes e medicamentos em uso). Em qualquer caso, é aconselhável rastrear as últimas análises de sangue realizadas;
o paciente deve ser monitorizado por telemedicina ou pelo menos o seu estado deve ser descrito por um mínimo de duas mensagens diárias, nas quais são relatado:
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- os parâmetros respiratórios detectados, se sem um saturimetro, com a frequência respiratória (é preferível ter um saturimetro disponível na Internet ou na farmácia e fornecer o grau de saturação)
- os sintomas (o que o doente sente, qualquer desordem que acusa)
- e estado geral
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A escolha dos medicamentos, a altura da administração e as dosagens são três elementos intimamente relacionados, cuja cuidados gestão permite quase sempre tratar com sucesso o paciente em casa.
As directrizes tentam resumir a experiência médica mundial. Se na sua área (Estado, Região, Província) não existirem medicamentos autorizados pelas autoridades sanitárias nacionais, estes não podem ser prescritos.
Se o seu médico de família não considerar as seguintes indicações úteis para o tratamento da doença de Covid e considerar necessário utilizar apenas Paracetamol (taquipirina) mesmo após o segundo dia de febre e tosse, há médicos que podem ser contactados para uma assistência mais adequada.
A fim de optimizar o tratamento domiciliar, as directrizes que Ippocrate.Org propõe (actualizadas a 19 de Fevereiro de 2021) têm em conta a progressão da doença em 3 fases, como universalmente reconhecido:
| FASE | QUADRO FISIOPATOLÓGICO | QUADRO CLÍNICO | |
|---|---|---|---|
| FASE 1 (Early Infection) |
Multiplicação de vírus | Sintomas semelhantes aos da gripe (febre, mal-estar geral, artralgia, mialgias, dores de cabeça…) |
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| FASE 2 (Pulmonary Phase) |
Envolvimento pulmonar | Tosse, dispneia, polipneia | |
| FASE 2A Sem hipoxia |
FASE 2B Com hipoxia |
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| FASE 3 (Hyperinflammation Phase) |
Tempestade citoquínica | ARDS, vasculite, disfunção multiorgânica, microtrombose disseminada e microembolismo | |
Definimos em FASE 0 (FASE ZERO) um sujeito positivo à zaragatoa mas assintomático.
Sugerimos que se estenda a terapia dos sujeitos na FASE ZERO também aos contactos mais próximos.
A estratégia vencedora é a precocidade do tratamento.
Antes de continuar para o protocolo, Informação Incorrecta lembra:
Aviso:
As seguintes directrizes são publicadas apenas para fins informativos e são destinadas exclusivamente à profissão médica.
Em nenhum caso utilizar os medicamentos e/ou as terapia aqui apresentadas sem antes consultar um médico.
Nunca tente curar-se sozinho em casa mas contacte sempre um médico.
Informação Incorrecta declina qualquer responsabilidade no caso de uso impróprio das indicações aqui apresentadas
Lembro também que o tradutor não tem formação médica pelo que, em caso de dúvida, foi escolhido manter os termos ou as abreviações presentes no original em idioma italiano.
FASE ZERO
(sujeito positivo assintomático)
Outros princípios conhecidos por terem acção antiviral
| PRINCÍPIO |
POSOLOGIA |
CONTRA-INDIC. |
| Vitamina D3 | 50.000 U.I./dia x 6 dias (se não já em profilaxe) 10.000 U.I./dia x 6 dias (se não já em profilaxe) Prosseguir com 4.000 U.I./dia Em conjunto com uma refeição gordurosa (por exemplo, almoço) Idade pediátrica: 200 U.I./Kg/dia até negativização |
IRC graveHipercalcemia |
| Vitamina C | Da 1 a mais g/dia, também segundo a formulação | IRC grave, def. G6PDH |
| Vitamina K2 | 200 mcg/dia Com refeição gordurosa mas não com Vit. D3 (por ex. jantar) |
Paciente em TAO: não ultrapassar 90 mcg/dia |
| Zinco picolinato | 30-50 mg/dia | |
| Quercetina | Até 250 mg x 2/dia | |
| Lattoferrina | Até 200 mg x 2/dia | |
| Bromexina | 8 mg x 3/dia | |
| Pelargonium S. | > 12 anos: 20 mg x 3/dia x 7 dias 6-12 anos: 13 mg x 3/dia x 7 dias |
Diátese hemorrágica, por ex. em doentes em TAO |
| Suffumigi | 3 vezes/dia | |
| Idrossitirosolo e α-ciclodestrina | 2-3 spray x 3-4/dia em orofaringe |
Obviamente, o médico não prescreverá toda a gama de propostas listadas, mas escolherá os ingredientes activos que considerar mais apropriados de acordo com o paciente que tem de tratar.
A nossa recomendação, no entanto, é que nunca devem faltar:
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- Vitamina D
- Zinco
- Vitamina C
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que recomendamos administrar mesmo nas fases mais avançadas da doença.
Portanto, se o paciente estiver a ser tratado na Fase 1 ou 2, é preciso não esquecer de integra-los para além dos outros medicamentos prescritos.
FASE 1
(Sintomas simil-influenciais)
| PRINCÍPIO | POSOLOGIA | CONTRA-INDIC. |
|---|---|---|
| Idrossicloroquina | 200 mg x 2/dia x 7 dias | Aritmias Retinopatias Def. G6PDH |
| Azitromicina ou Doxiciclina |
500 mg/dia x 3 dias, stop 2 dias, depois repetir | Qtc longo |
| 100 mg x 2/dia x 7 dias | ||
| ASA ou Ibuprofene ou outros FANS |
500 mg x 2/dia max 7-10 dias com estômago cheio | Gastrite, ulcera… ● não associar mas utilizar em alternativa ● associar gastroprotector |
| 600 mg x 2/dia max 7-10 dias com estômago cheio | ||
| Segundo juízo do médico, também com base na anamnese | ||
| Colchicina | 0,5 mg x 2/dia x 14 dias | Insuf. Cardíaca, IRC |
FASE 2A
(envolvimento pulmonar sem hipoxia)
| PRINCÍPIO | POSOLOGIA | CONTRA-INDIC. |
|---|---|---|
| Prednisone ⚠️ | 50 mg/manhã ou 25 mg x 2/dia | ● não associar mas utilizar em alternativa ● associar gastroprotector |
| Betametasone ⚠️ | 8 mg/manhã ou 4 mg x 2/dia | |
| Desametasone ⚠️ | 6/8 mg/manhã ou 3 mg x 2/dia | |
| Metilprednisolone ⚠️ | 32 mg/manhã ou 16 mg x 2/dia | |
| Montelukast | 10 mg 2 horas após jantar x 14 dias | |
| Amoxi/Clav. ou Outro antibiótico |
875 mg+125 mg x 3/dia x 8-10 dias | |
| Associado a Azitromicina se susp. sovbeinfec. bact. | ||
| Acetilcisteina | 600 mg até x 3/dia x 7 dias | |
| Levodropropizina | 60 mg se necessário, até x 3/dia | |
| Enoxaparina | 4.000 U.I. x 1-2/dia x 10 dias se PC < 70 Kg 6.000 U.I. x 1-2/dia x 10 dias de PC 70-100 Kg 8.000 U.I. x 1-2/dia x 10 dias se PC > 100 Kg |
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| Adenosina | 30 mg em 5 ml de SF in aerossol x 2/dia x 6 dias |
⚠️ Corticosteróides: NUNCA NO INÍCIO, mas pelo menos 3-4 dias após o início dos sintomas de gripe!
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- durante 6-7 dias, e depois reduzir a escala
- melhor numa administração de manhã
- em 2 administrações se o doente estiver a sofrer
- Contra-indicações: Hipertensão Arterial, Hiperglicemia, …
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Recomendados: Eco e/ou Rx e/ou tomografia computorizada do tórax
FASE 2B
(envolvimento pulmonar com hipoxia)
| PRINCÍPIO | POSOLOGIA | CONTRA-INDIC. |
|---|---|---|
| O2-terapia | 1-6 L/min se SpO2 < 92% em AA | |
| Enoxaparina Corticosteroides Antibióticos |
Segundo juízo do médico |
Se fluxos de O2 > 6 L/min forem necessários
ou
SpO2 de forma persistente < 92%.
HOSPITALIZAÇÃO OBRIGATÓRIA
Em caso de dúvidas, é favor aceder à página dos contactos de IppocrateOrg.
Desejo agradecer a Leitora Sofia por ter sugerido a presente publicação.
Ipse dixit.

