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O Coronavirus: um 11 de Setembro global?

Num ambiente particularmente triste, onde o chroma key parece ainda um desconhecido, Vladimir Kvachkov concede uma entrevista de 360 graus onde são analisados todos os aspectos fundamentais do fenómeno do Coronavírus e revelados os seus verdadeiros objectivos perturbadores.

O Coronel Vladimir Vasilievich Kvachkov, antigo membro do Speznaz (Forças Especiais da Direcção Principal do Estado-Maior General das Forças Armadas da Rússia, o serviço de inteligência das Forças Armadas russas), já honrado com a Ordem da Estrela Vermelha na altura da antiga União Soviética e com a Ordem da Coragem após a queda do Muro de Berlim, como é óbvio, não é um comentarista qualquer: apesar de estar reformado, ainda encontra-se no acitvo e no centro duma obscura história ligada à luta contra aquela que ele define como “máfia judaico-maçonica)”. As palavras dele contam, apesar de não sabermos quanto daquilo que afirma for fruto apenas do seu pensamento.

O juízo de Kvachkov é simplesmente desarmante: o Coronavírus não teria de modo algum as características de uma verdadeira pandemia global nem as de uma epidemia mortal, mas seria de facto uma operação mundial desencadeada pelas elites globalistas para atingir os seus objectivos finais:

O fenómeno do coronavírus, falsamente designado por pandemia, deve ser examinado na perspectiva das potências mundiais. Trata-se de um fenómeno religioso, político, financeiro, económico e nacional. Permitam-me que diga que não há pandemia, é uma mentira, deve ser vista como uma operação estratégica global. É exactamente assim que esta operação deve ser pensada. Estas são ordens e exercícios das forças mundiais nos bastidores para controlar a humanidade.

A humanidade não seria, portanto, de modo algum confrontada com um fenómeno de saúde, mas sim com uma verdadeira operação terrorista para redesenhar completamente o novo mapa geopolítico do mundo.

Basicamente, na década que acaba de começar, o planeta passará por uma transformação radical e o Coronavírus será o meio através do qual as elites globais que governam o mundo a partir dos bastidores, poderão prosseguir os seus objectivos.

O primeiro importante objectivo das elites é reduzir a população mundial:

Esse é o objectivo do coronavírus. Repito mais uma vez: temos pouca fé em Deus e muito menos na existência de Satanás, o inimigo da raça humana. O objectivo das forças sionistas e financeiras mundiais nos bastidores é a redução da população mundial. É a sua ideia fixa, eles pensam que há demasiadas pessoas no mundo.

Como é possível observar, Kvachkov introduz um elemento escatológico na sua análise: a matriz ideológica que apoiaria a elite internacional estaria intimamente ligada à religião satânica, em antítese do Cristianismo.

O mundo após o Coronavirus

Segundo Kvachkov, o vírus de Wuhan seria o meio ideal para criar uma sociedade a dois níveis, na qual a classe média abandonaria basicamente o cenário. No mundo pós-COVID, a pirâmide de poder seria constituída por uma elite com meios económicos e financeiros ilimitados, debaixo da qual uma multidão de pessoas pobres teria dificuldade em conseguir os meios básicos para sustentar-se. A globalização, portanto, aceleraria a sua fase final para alargar ainda mais as diferenças socioeconómicas em favor do topo da pirâmide, mas não antes de ter reduzido consideravelmente o número de pessoas presentes no planeta, um passo fundamental para erguer a nova ordem globalista.

Deveria haver 100 milhões na elite e um máximo de um bilião de pessoas na Terra para os servir. Então eles viverão em abundância na Terra. Porque nós, o povo, somos demasiados para as potências mundiais nos bastidores. É por isso que o coronavírus e a crise financeira emergida quase imediatamente estão ligados um ao outro.

O despovoamento não se ficaria a dever à extensão letal do Coronavírus. Se considerarmos a contagem oficial das mortes por COVID-19, mesmo considerando todas as pessoas que morreram por causa de outras graves doenças, a percentagem em relação à população mundial é de apenas 0.0002%. O verdadeiro factor que levaria a uma redução do número de pessoas no mundo viria dos efeitos devastadores para a economia global que a quarentena forçada está a causar.

Nesta nova sociedade, por conseguinte, o bem-estar económico do Ocidente desapareceria definitivamente e teria lugar um processo de “grecialização” económica generalizada: o mundo seguiria o percurso de extremo empobrecimento já seguido pela Grécia na última década.

Kvachkov também faz uma pausa para considerar a nova condição da ordem globalista. Os cidadãos deixariam de ser cidadãos, ou seja, deixariam de ter os direitos políticos que estavam habituados a considerar essenciais no decurso da sua existência. As massas seriam devolvidas as ordens da elite internacional. Com efeito, estaríamos a assistir ao fim do Estado de Direito tal como era conhecido e ao declínio dos Direitos Constitucionais fundamentais, substituídos por ordens administrativas em aberta violação da Carta Constitucional.

Coronavírus: o 11 de Setembro do mundo?

O antigo membro do Spetsnaz lembra que esta não foi a primeira tentativa para atingir o objectivo e cita o 11 de Setembro.

A primeira tentativa de retirar esses direitos ao povo aconteceu em 11 de Setembro de 2001. Poucas pessoas parecem lembrar-se de que, após o chamado ataque contra as Torres Gémeas, o Pentágono e a Casa Branca nos EUA, foi declarada a Guerra Mundial contra o Terrorismo. As potências mundiais nos bastidores criaram os acontecimentos do 11 de Setembro. Agora têm outra desculpa para assumir um maior controlo e dominar a humanidade. Foi por isso que surgiu o coronavírus.

Se o 11 de Setembro foi certamente o acontecimento que “justificou” todas as guerras dos Estados Unidos no Médio Oriente, o Coronavírus, neste caso, assumiria a mesma função a nível mundial, para construir a sociedade que a elite tem em mente. Na altura, tal como agora, as grandes potências transnacionais teriam desempenhado um papel decisivo na criação destes acontecimentos, sem os quais teria sido praticamente impossível chegar ao passo seguinte.

A este respeito, lembre-se um importante documento assinado pelos neocons americanos, intitulado Projecto para um Novo Século Americano. Neste manifesto de 1997, é explicitamente mencionada a necessidade de ter um “acontecimento catalisador catastrófico como um novo Pearl Harbor” para justificar as guerras do Deep State de Washington no Médio Oriente. Três anos mais tarde, vários signatários desse documento, incluindo Dick Cheney e Donald Rumsfeld, entraram na Casa Branca e um acontecimento catastrófico teve lugar, nomeadamente em 11 de Setembro de 2001.

Agora, para Kvachkov, o Coronavírus teria a mesma função, mas numa escala ainda maior.

Recebemos propaganda política especial, uma espécie de informação-psicopropaganda. Trata-se de uma operação psico-informativa especial das potências internacionais globalistas nos meios de comunicação social, pagas pela potências liberais sionistas que estão agora a criar este terror. Agora eles estão a ver quem obedece e quem não obedece.

Assim, neste ponto de vista, os meios de comunicação social teriam tido a função de submergir a população com mensagens terroristas sem dar espaço a uma grave contradição científica sobre a perigosidade real da Covid. Esta seria apenas a fase preliminar em que verifica-se quem está disposto a submeter-se ao regime globalista e quem não está.

Segundo Kvachkov, o próximo alvo seria a Rússia, o País mais desalinhado com as grandes forças globalistas, onde a crise do Coronavírus não teria o mesmo impacto que está a ter no Ocidente.

Podemos discordar da análise do perito militar russo (que, por exemplo, ignora por completo o elemento de controle digital que está a ser desenvolvido nestes meses), mas há alguns elementos dignos de interesse. O mundo descrito assemelha-se muito ao relatório publicado em 2010 pela família Rockefeller, em que a pandemia é anunciada com bastante antecedência e conduz exactamente ao tipo de sistema político que o Kvachkov descreve.

Por enquanto tomamos nota das declarações do Coronel Kvachkov. É claro que aqui estamos a frequentar os antros do “conspiracionismo”, onde encontrar provas é tarefa quase impossível: os media oficiais até recusam admitir que possa existir algo chamado de Deep State. Será o caso de espreitar mais de perto o documento da Fundação Rockefeller, o que acham?

Aqui vai a entrevista integral, legendada em inglês, transmitida pelo canal Studiya Rubezh.

Ipse dixit.