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Greta

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Para já: a transcrição do artigo de hoje:

Greta

É ela, é ela, a Virgem da Suécia, o gnomo maléfico que vagueia pelo planeta, que anuncia dor e sofrimento, lançando anátemas. Basta, tirem daqui este gnomo, já não aguento… Meus senhores, estamos perante dum novo culto: o culto de Greta Thunberg. Algo extremamente perturbador e que marca um novo ponto ínfimo na decadência da civilização ocidental. Mesmo acreditando que o gás natural que cada um de nós respira milhares de vezes ao dia e que as plantas usam para a fotossíntese acabará como sendo a nossa morte, eu ainda ficaria profundamente perturbado com o uso duma menina, claramente instável do ponto de vista mental, como locutor da agenda ambientalista.

As causas apoiadas por factos incontestáveis ​​não precisam da ajuda de adolescentes enervantes e emocionais para conduzir o discurso. Pelo contrário, uma sociedade racional pode pensar que as meninas adolescentes, enervantes e emocionais, podem ser um obstáculo, pois é provável que elas consigam rebaixar o discurso, abandonando o domínio do racional para trazer emoção e sentimentos.

É claro que é exactamente este o ponto onde estamos agora. Até poucos meses atrás, era perfeitamente possível manter uma posição razoável acerca das mudanças no clima global, encarando tudo não necessariamente como um produto de acções humanas: era possível fazer isso sem sermos considerados indiferente. Agora já não: discordar significa ser tratado como um +perfeito anormal, um louco, um insensível.

Por qual razão aconteceu isso? Porque quem criou a agenda climática considerou intolerável ter uma opinião diferente, razão pela qual decidiram aumentar a aposta, utilizando uma criança para defender a causa. E não apenas uma criança qualquer, mas alguém que tem um histórico de depressão e outras doenças mentais, capaz de fazer apelos extraordinariamente emocionais e “proféticos” ao “mundo”.

Sem dúvida, algumas pessoas são muito más com a pequena Thunberg e sem dúvida ela está a ser submetida a maus-tratos. Afinal, existem muitas pessoas covardes que gostam de ser covardes. Mas vale a pena lembrar que não foi do campo dos chamados “negacionistas de factos” que foi decidiu pôr em campo uma criança: pelo contrário, esta decisão veio daqueles que afirmam ter factos, provas, evidências cientificamente estabelecidas. Por quê? Se a ciência está realmente consolidada e os fatos são realmente incontestáveis, qual a necessidade de utilizar uma garota vulnerável para impulsionar a agenda globalista?

Pessoalmente, tenho medo que a menina Greta, mais cedo ou mais tarde, descobrirá de ter sido explorada por aqueles que considerava seus amigos, aqueles amigos que irão abandona-la uma vez comprida a missão. Greta acabará como uma pergunta nos testes do Trivial Pursuit no prazo de alguns anos e nada mais.

No nível social, tudo isso cheira mal, tem o cheiro desagradável de uma campanha deliberada para deixar as pessoas silenciosamente envergonhadas, explorando uma criança francamente muito perturbada. E o facto de haver pessoas prontas a usar esse tipo de táctica emocional para promover a sua agenda é realmente bastante sinistro, não é um bom presságio. Estamos perigosamente perto de ficar como uma sociedade totalmente governada pela emoção que prevalece sobre a razão, com os resultados observados na crescente incapacidade de grandes grupos de pessoas de aceitar a possibilidade de que outras opiniões que não as suas sejam permitidas.

O antigo Ministro da Economia italiano Giulio Tremonti falou acerca de Greta há poucos dias numa transmissão televisiva. O facto de ter sido Ministro da Economia pouco importa, o que conta é que Tremonti está acostumado a frequentar lugares como Davos ou as reuniões do Grupo Bilderberg. Eis o seu pensamento:

Existem problemas de mudança climática, de poluição, de redesenho da indústria no mundo. Sempre houve mudanças climáticas. Pode-se perguntar por que a Gronelândia é chamada assim. Era verde e ficou cinzenta. As mudanças climáticas fazem parte da história do planeta e da humanidade. Depois, há poluição. Convido a ler a história do clima nos últimos 1000 anos. Uma coisa é a mudança climática, outra é a poluição.

Se alguém pensa que Greta Thunberg é um facto espontâneo e natural, talvez não tenha ideia de qual máquina política e mediática esteja por trás de Greta: um fenómeno complexo, com um investimento de capital extraordinário, a tentativa de redesenhar a estrutura industrial feita com a globalização. A ideia é: não produzir mais onde a mão-de-obra é barata mas os produtos não são comprados e devem ser transferidos poluindo; vamos transferir a produção onde também existem consumidores e isso, de facto, é uma maneira de derrotar a China .

De Greta Thunberg falamos no blog há não muito tempo, tentando explicar quem fica atrás dela. Porque Greta não está sozinha, bem pelo contrário. E vamos ver aquela que está a transformar-se no verdadeiro “treinador” de Greta, a activista climática alemã chamada Luisa-Marie Neubauer. É possível encontrar Luisa-Marie em muitas imagens ao lado da pequena virgem sueca. Acontece que Neubauer é “Embaixadora da Juventude” da fundação ONE, uma organização internacional financiada por George Soros, Bill e Melinda Gates, Bono dos U2 e outros.

De acordo com o site ONE, a organização nasceu nas conversas entre Bill Gates e Bono no início dos anos 2000 sobre a necessidade de informar melhor os americanos acerca da extrema pobreza no mundo. As pessoas envolvidas? George Soros, Bill e Melinda Gates mais Bono dos U2, como vimos, mas há também Bobby Shriver (activista e membro da família Kennedy), Ed Scott (empreendedor, e, obviamente, filantropo) e Bob Geldof (antigo cantante e organizador de eventos como Live Aid e Live 8). Eles criaram uma organização de defesa chamada DATA que focava espalhar as suas mensagens através de celebridades e outras pessoas influentes para solicitar líderes mundiais a agir em problemas específicos de desenvolvimento. Em 2007, as organizações Data e ONE fundiram-se numa só e é daqui que sai Luisa-Marie Neubauer, a treinador de Greta.

Agora, com esta organização, o poder globalista está a colocar a pequena Greta em destaque público para promover uma agenda que de “verde” nada tem. E pouco importa se para alcançar isso é preciso explorar uma adolescente com a Síndrome de Asperger.

 

Ipse dixit.

Fontes: La7, Europe Reloaded