Vou esclarecer a minha posição após estas primeiras semanas de “pandemia”. Não que a coisa interesse particularmente, mas dado que tempo não falta…
- Independentemente do que o originou (libertação intencional ou evento natural), o Coronavírus existe e já chegou a muitos Países em todo o mundo.
- É um vírus relativamente pouco perigoso e bastante contagioso, como uma gripe sazonal.
- As pessoas saudáveis com um sistema imunitário forte têm pouco a temer. Aqueles que, por outro lado, estão com pouca saúde, têm patologias anteriores e estão avançados na idade, correm riscos, como acontece com qualquer gripe sazonal. Por esta razão é importante evitar a propagação do vírus entre os indivíduos que pertencem às categorias em risco e isso pode ser obtido ao seguir as regras básicas de higiene (evitar o contacto directo, frequentes limpeza e higienização das mãos).
- Nas áreas com maiores surtos, os hospitais estão saturados, as enfermarias de terapia intensiva estão a lutar para acomodar todos aqueles que precisam e os profissionais de saúde estão exaustos. Isto já está a acontecer em alguns Países (Italia e Espanha, por exemplo) e não há nada que sugira que o mesmo não irá acontecer em outros Países alcançados pelo vírus.
- É importante comparar numericamente os efeitos do Coronavirus com as vagas de gripe sazonal nas épocas passadas para entender o real grau de risco da actual “pandemia”. Após várias semanas de “pandemia”, os números dos óbitos estão alinhados com os dados relativos aos das gripes sazonais ou até ficam num patamar inferior.
- Igualmente importante são as distinções entre mortes “com” Coronavirus e “por causa do” Coronavirus. É preciso lembrar que, como a Epidemiologia ensina, não é possível ter dados fidedignos acerca da Taxa de Letalidade durante uma epidemia/pandemia.
- Perante tudo isso, as medidas restritivas implementadas pelos governos de vários Países são totalmente injustificadas e hipócritas (pois as dezenas de milhares de mortos de qualquer gripe sazonal – centenas de milhares em todo o mundo cada ano – costumam ser alegremente ignorados).
- Seria preciso que os cidadãos, sobretudo durante a emergência, começassem a lutar para garantir os seus próprios direitos e para evitar a implementação de novas restrições. Obviamente ninguém irá mexer um dedo, o rebanho está totalmente hipnotizado.
- Dado que a hipótese duma alarme pandémico provocado e explorado para fins desconhecidos não é nada agradável, Informação Incorrecta agradece desde já todos os Leitores capazes de demonstrar que os pontos anteriores estão errados. Numa altura tão complicada como a presente, não haveria coisa melhor de que poder recuperar a plena confiança nas instituições democráticas.
- As regras de Informação Incorrecta permanecem em vigor em tempos difíceis também. Ataques contra o autor podem eventualmente ser ignorados, mas agressões verbais entre Leitores não serão toleradas.
Dez pontos? Exacto, como os 10 Mandamentos. Modestamente….
Queria realçar o ponto número 9: como ninguém tem a verdade no bolso, é importante confrontar as ideias e, sobretudo, os dados para poder tentar desenvolver umas hipóteses que possam ficar cada vez mais perto da realidade dos factos. Estamos no meio do caos e entender o que se passa seria, no mínimo, agradável.
Perante os dados até aqui encontrados, as minhas ideias são aquelas apresentadas acima. Mas posso estar errado e só os idiotas não mudam de ideia.
Ipse dixit.

