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Kill Team

ATENÇÃO
Leiam antes de prosseguir com leitura, leiam quanto segue:
as imagens que seguem são particularmente violentas e chocantes.
É desaconselhada a visão por parte de crianças e de pessoas sensíveis.

É fácil escrever de Moral e de Valores ficando aqui, na frente dum ecrã, no conforto da própria casa, rodeado de objectos amigos.

Mais difícil é lembrar de tais conceitos quando a casa fica longe milhares de quilómetros, quando os rostos amigos são poucos e à nossa volta há só lugares desconhecidos, que não contam histórias familiares. 

Mas há limites. Há sempre limites, ultrapassados os quais entramos num território desconhecido, feito de pulsões que pouco têm a ver com o juízo que costumamos ter acerca do Homem e da alegada superioridade dele.

É por isso que nos Países “desenvolvidos” os exércitos são disciplinados, de forma que os Valores sejam preservados. Em guerra é isso que diferencia um País civil dum País não civil.

Por isso sobra uma pergunta: qual o lugar da Companhia Bravo?
No seio do exército mais desenvolvido do Mundo, o mesmo que espalha ideias como Democracia e Liberdade?
Ou no campo dos adversários, os cruéis talibãns?
Ou noutro ainda, um exército sem bandeira feito de homens que afinal são apenas o que parecem: homens e nada mais?

Difícil responder, mesmo ficando aqui, sentado com toda a comodidade em frente do ecrã tão familiar.

Nota: no link abaixo podem encontrar o artigo completo (em língua inglesa) com a história da Companhia Bravo.

Fonte: Uruknet

ATENÇÃO
As imagens que seguem são particularmente violentas e chocantes.
É desaconselhada a visão por parte de crianças e de pessoas sensíveis.

No dia 15 de Janeiro de 2010, os soldados da Companhia Bravo, destacados perto de Kandahar (Afeganistão), “justiçaram” na vila de Mohammad Kalay o rapaz Gul Mudin,  de 15 anos, desarmado e  não ligado à resistência dos Talebãns. 

Segundo o testemunho de dois soldados, Cpl. Jeremy Morlock e Pfc. Andrew Holmes, foi organizada uma cilada com o fim de matar o rapaz por meio duma granada.
A fotografia mostra o corpo do rapaz. 

Seguindo os procedimentos de rotina, os soldados retiraram os vestidos do rapaz , scanerizaram a iris dos olhos e retiraram as impressões digitais.Tudo foi fotografado.

Andrew Holmes com o rapaz morto numa foto-souvenir. Holmes levou consigo o dedo trancado de Mudin num envelope fechado: “Tinha intenção de ficar com o dedo e de seca-lo, estava orgulhoso do dedo”, confessou de seguida.posa con il corpo di Mudin.

É o turno da foto-recordação de Jeremy Morlock. 
 
 

Um soldado não identificado sorridente perto dum veiculo da policia afegã explodido perto da base americana. Foi no meio destes destroços que o soldado Gibbs encontrou um AK-47 utilizado depois para demonstrar o “ataque” do rapaz de 15 anos.

O exército dos Estados Unidos tentou esconder os homicídios de civis.

Nesta imagem, os corpos de dois civis afegãos ligados e colocados perto duma estrada.

Um cartaz escrito no papelão que costuma conter as rações do exército. A escrita diz: “Talebães mortos”.

Segundo o testemunho da Companhia Bravo, fonte que pediu o anonimato, não eram talebães mas agricultores inocentes que, após terem sido mortos, foram levados até uma estrada.

Entre as várias fotografias que os soldados da Companhia Bravo tinham como troféus, e que faziam feitas circular enquanto tais, é possível encontrar dezenas de vitimas não identificadas que “fogem ” às estatísticas oficiais. 

É o caso desta cabeça amputada.

Outra fdas foto-trofeus da Companhia Bravo. Civil ou combatente? A dúvida fica.

Em qualquer caso: desrespeito pela vida humana.