Até hoje Informação Incorrecta falou do atentado contra as Torres Gémeas uma só vez.
Porquê? Não sei, seria preciso falar com o autor do blog.
Sou eu? Ah, pois, é verdade…
Bah, acho que o assunto está “queimado”.
Acerca do 9/11 foi dito tudo. Mas tudo mesmo.
Já não há espaço para novidades, qualquer teoria, até a mais exótica, a mais inverosímil, a mais absurda, foi tomada em consideração e defendida até o extremo.
A única coisa que poderia trazer algo de novo nesta altura seria uma hipotética confissão do exército americano. Ou do mesmo Bush, presidente na altura. Qualquer outra palavra iria juntar-se aos rios de tinta que já foram gastos, sem acrescentar nada de importante.
Responsável disso foi a versão oficial.
Há empresas que gastam centenas de milhares de euros, até milhões, para que um prédio em demolição possa cair na própria vertical. O 9/11 demonstrou que é dinheiro mal gasto: afinal, o que é preciso é um avião que atinja o prédio, num ponto qualquer. Com um pouco de sorte, é possível demolir dois arranha-céus com apenas um avião.
O aço, por exemplo: considerado um dos materiais mais duros, afinal não passa dum metal fraquito que funde com temperaturas relativamente baixas.
Para fazer ruir um prédio com estrutura de aço é suficiente um pouco de gasolina e um fósforo: depois é só esperar, a queda é inevitável.
Muito mais resistente é o papel: há bilhetes de identidade que resistem perante incêndios e queda de aviões. Não qualquer bilhete, verdade, apenas os dos terroristas árabes. Mas dá que pensar. Que tal arranha-céus de papel? Seriam indestrutíveis.
O atentado do 9/11 demonstrou que pilotar um avião é uma brincadeira.
Estão a ver os cockpit dos aviões, cheios de instrumentos, teclas, botões? Tudo falso, é só para justificar os ordenados dos pilotos.
Na verdade, é suficiente frequentar 10 dias numa escola de pilotagem qualquer para poder esvoaçar no ar com qualquer máquina: até será possível efectuar manobras no limite da física. E isso mesmo que a escola de voo ateste a nossa completa incapacidade (mas provavelmente é só inveja).
Seria possível continuar, pois o 9/11 abriu as portas dum novo mundo. Provavelmente, tal como aconteceu com as teorias de Einstein, tudo isso será percebido melhor com o passar do tempo, nós não temos capacidades ainda.
O que escrevi? “Qualquer outra palavra iria juntar-se aos rios de tinta que já foram gastos”.
Exacto. Vamos juntar um pouco de tinta.
Dimitri Khalezov é um especialista em demolições nucleares, ex oficial do Exército Russo.
Nucleares? Isso mesmo.
Ao ouvir o termo, pensamos logo no “cogumelo” atómico de Hiroshima. Mas este é apenas uma face do fenómeno. Na verdade, as demolições nucleares não têm nada a ver com bombas lançadas, “cogumelos” atómicos e toda a cenografia correlacionada.
Parece um disparate, não é? Duas bombas atómicas no centro de New York!
Sim, duas bombas atómicas no centro de New York. Nas fundações das Torres.
E inseridas ali quando? Na altura da construção.
O quê???
Exacto, na altura da construção dos arranha-céus: a única maneira conhecida na altura para demolir as duas Torres e obter assim a permissão para a construção. Permissão obrigatória e dependente, por lei, da capacidade de poder demolir o arranha-céu.
Uma teoria que consegue explicar as numerosas mortes entre as equipas de bonificação do Ground Zero.
Eu comecei a ler o documento dele com desconfiança, no mínimo:: mas após 33 páginas deixo aberta a porta. Acho que a teoria de Khalezov consegue explicar alguns aspectos, enquanto não soluciona outras questões.
O que, a bem ver, é o defeito de todas as teorias até hoje apresentadas, inclusive a oficial.
Mas não podemos descartar a teoria com um simples “parvoíces!”. Khalezov apresenta dados, não apenas uma hipótese de ficção científica.
Pode não ser a resposta definitiva, mas não parece uma contribuição de segundo plano.
A teoria de Khalezov não é mais absurda do que a versão oficial.
“Bravo Max: e quando é que vai traduzir as 33 páginas de forma que nós leitores também possamos ler e avaliar esta bonita teoria?”
Ehhhh? Desculpem? 33 páginas, vocês só podem estar a brincar comigo!
“Nem um resumo?”
Nada. Não é um conto, é uma teoria, até complexa em certos pontos, por isso não é simples fazer um resumo. O mesmo documento de Khalezov é um resumo.
Para os aficionados do 9/11 eis um link: Link!
É o documento de Khalezov, pdf, versão integral, em Espanhol.
“Mas é em Espanhol…”
Sim, em Espanhol, mas percebe-se muito bem, ora essa…
Ipse dixit.
Fontes: Dimitri Khalezov, Danielstulin

