Fundação Bill e Melinda Gates: Crimes Contra a Humanidade?

Será Hora de Iniciar Investigação da Fundação Bill e Melinda Gates por Possíveis ‘Crimes Contra a Humanidade’?

de Robert Bridge

 

Ocasionalmente a humanidade é confrontada com série de eventos, amiúde acompanhados de tremendo sofrimento humano, que parecem ser de tal modo intricadamente ligados e coordenados que explicá-los como mera coincidência ou teoria da conspiração não apenas é irresponsável/inconsequente mas algo, em si, potencialmente criminoso.

Este mês foi redigida petição para que o governo federal pedisse oficialmente ao Congresso que investigue a Bill and Melinda Gates Foundation [Fundação Bill e Melinda Gates] quanto a “negligência médica e crimes contra a humanidade.”

“Ao considerarmos eventos atinentes à pandemia de COVID-19,” reza a petição, “diversas perguntas remanescem sem resposta.”

“Em 18 de outubro de 2019, semanas apenas antes do ground zero(*) ser declarado em Wuhan, China, dois eventos importantes tiveram lugar. Um, o ‘Event 201 [Evento 201],’ o outro os ‘Military World Games [Jogos Militares Mundiais],’ estes levados a efeito em nenhum outro lugar senão Wuhan. Desde então foi iniciado esforço mundial por vacinas e rastreamento biométrico.”
(*) ground zero – Centro ou origem de atividade ou mudança rápida, intensa ou violenta. Merriam-Webster

A petição já recebeu mais de 450.000 assinaturas, ultrapassando em muito as 100.000 necessárias para que o presidente possa tomar medidas a respeito do assunto.

Embora muitas pessoas possam ter ouvido falar acerca do Event 201, pode ser que não estejam familiarizadas com todos os detalhes respectivos. Assim, pois, torna-se crucial examinar o que exatamente teve lugar naquele evento para ver se há quaisquer fundamentos para essa conclamação pública a investigação.

Event 201

Em 18 de outubro de 2019 o Johns Hopkins Center for Health Security [Centro Johns Hopkins de Segurança de Saúde], em parceria com o World Economic Forum [Fórum Econômico Mundial] e a Bill and Melinda Gates Foundation sediou o Event 201, exercício que incluiu surto simulado de coronavírus “transmitido de morcegos para pessoas, que por fim torna-se … transmissível de pessoa para pessoa, levando a severa/grave pandemia.” Soa familiar? Pois bem, as similaridades entre o evento simulado e nossa atual baça realidade não terminam aqui.

No decurso do evento de três horas e meia 15 representantes do mundo de empresas, governo e saúde pública foram encarregados de combater o surto fictício, apelidado de CAPS, que mataria 65 milhões de pessoas em todo o mundo em período de 18 meses. Eis o que nos é dito a respeito desse vírus fictício: a doença é transmissível por pessoas com sintomas brandos; não há possibilidade de vacina ficar disponível no primeiro ano; há remédio antivirótico que poderá ajudar os doentes mas não limitará significativamente a disseminação da doença. De novo, esse é quase  o conjunto real de circunstâncias que a comunidade global está atualmente enfrentando com a Covis-19 [sic]. Mas esperem, a coisa ficará ainda melhor.

O exercício teve até seu próprio canal de ‘fake news’ [notícias falsas apresentadas como se fossem genuínas] apelidado de GNN, informando acerca da batalha minuto a minuto contra o surto fictício. Âncora de notícias com feições asiáticas, Chen Huang, oferece os detalhes abaixo/seguintes acerca da pandemia. Tenhamos em mente, tudo isso sendo dramatizado 2 meses antes do aparecimento do vírus real/verdadeiro.

“Órgãos de saúde pública emitiram advertências/alertas oficiais de viagem, enquanto alguns países proibiram viagens para as áreas mais gravemente afetadas,” relatou Huang, com brilho nos olhos. “Em decorrência, a indústria de viagens está sofrendo duro golpe; reservas de viagens caíram 45% e muitos voos foram cancelados…

“Efeito cascata desabala-se pelo setor de serviços,” disse ela, comentário que provavelmente despertou a atenção da comunidade de criptomoedas. “Governos que têm viagens e turismo como parte ponderável de suas economias estão sendo golpeados de maneira particularmente dura.”

Se Huang tivesse ideia de o quanto.

Em seguida o vídeo retorna ao grupo de discussão a portas fechadas, com  aparição no ecrã de ominoso título de grande porte que reza: ‘RESTRIÇÕES A VIAGENS E COMÉRCIO ESTÃO TENDO PROFUNDAS CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS’

Tom Inglesby, da John Hopkins University, parecia estar fitando bola de cristal quando perguntou: “Como deveriam os líderes nacionais, empresas e organizações internacionais encontrar o ponto de equilíbrio entre o risco de piorar a condição da doença em decorrência da contínua movimentação de pessoas pelo mundo e o risco de profunda consequência econômica da proibição de viagens e comércio?”

Martin Knuchel, gerente de crise da Lufthansa Airlines, não foi menos profético, usando exatamente a mesma terminologia hoje empregada na distinção entre empresas/atividades de negócios “essenciais” e “não essenciais”.

“Precisamos tornar claro o que é viagem essencial ou não essencial,” disse Knuchel. “Caso contrário, se as reservas caírem para 20%  ao longo de curto período, a empresa definhará, isso é fato.”

Com efeito, a partir do início do surto (real) de coronavírus que começou ao final de dezembro de 2019 a Lufthansa foi sendo forçada a manter ociosos percentuais de sua frota hoje na casa dos 90%.

E em seguida veio Christopher Elias, homem de fala mansa, chefe da  Global Development Division [Divisão de Desenvolvimento Global] da Bill and Melinda Gates Foundation, discutindo a necessidade de assegurar as cadeias de suprimento em meio à pandemia.

“Há todo um complexo de problemas em mundo altamente interdependente de cadeias de suprimento ‘just in time(*)’,” Elias alertou/advertiu. “Precisamos pensar em quanta flexibilidade haverá nessa cadeia de suprimento just in time e assegurar que ela continue funcionando.”
(*) just in time – Sistema de fabricação/manufatura (produção de bens) just-in-time baseia-se em evitar desperdício mediante produção de apenas a quantidade de bens necessários em determinada ocasião, sem despesa de produção e armazenamento de mais bens do que necessário. Cambridge

Não deu outra. Esta semana a Tyson Foods, uma das maiores processadoras de carne do país, fez publicar página inteira do New York Times no qual advertiu que “a cadeia de suprimento de alimentos está-se rompendo/entrando em colapso.”

“À medida que instalações de processamento de carne suína, bovina e de aves forem sendo forçadas a encerrar suas atividades… milhões de libras de carne desaparecerão da cadeia de suprimento,” escreveu John Tyson, Chairman of the Board(*) [Presidente do Conselho de Administração] da Tyson Foods. “Em decorrência, haverá suprimento limitado de nossos produtos disponíveis em mercearias/em supermercados/no varejo até que tenhamos condições de reabrir nossas instalações no momento fechadas.”
(*) chairman of the board – A mais alta autoridade da diretoria de uma empresa, que preside as reuniões da diretoria, mas pode ou não ter autoridade executiva. Em empresas menores usualmente a mesma pessoa desempenha as funções de chairman [of the board] e de chief executive officer, ou CEO, – a autoridade executiva principal, responsável pelo funcionamento e desempenho geral da empresa. Business Dictionary

Apenas começamos, porém, a entrar em the twilight zone(*).
(*) the twilight zone – Lugar misterioso, ou situação que não pode ser explicada facilmente. Macmillan

Nesse ponto o exercício é interrompido mais uma vez por Chen Huang da GNN para algum comentário por ‘David Gamble’, antipático economista com nome infeliz que representa o mundo da finança, e pelo Dr. Juan Perez, porta-voz, mais fotogênico, do mundo da medicina.

Na entrevista encenada Gamble começa perguntando: “Quais são exatamente os riscos e benefícios de ralentar as viagens aéreas, de ficar em casa depois do trabalho, de fechar escolas, interromper as cadeias de suprimento… e interferir em nossos canais fidedignos de comunicação e notícia.”

“Quando tudo acabar, algumas famílias, algumas cidades, terão sofrido mais com nossa intervenção do que com o CAPS,” prevê ele, novamente, com incrível presciência/antevisão das coisas por vir.

Em resposta a Gamble o Dr. Perez diz: “Nossa resposta deverá almejar proteger toda vida que pudermos,” enunciado com o qual poucos discordarão. Quanto Gamble retruca sugerindo que aqueles alevantados objetivos devam ser acompanhados de proteção a empregos e a indústrias/áreas críticas, Perez responde com esta assombrosa/estonteante observação: “Como médico fico à vontade para dizer que nossa resposta, em termos de saúde, ao CAPS não poderá dar-se ao luxo de ficar à espera/dependendo de debate enormemente complexo acerca do… socorro econômico mais dispendioso da história.”

Inacreditavelmente o médico ator matraca exatamente a mesma posição assumida por governos em todo o mundo: ‘Não coloquemos em risco uma única vida, e sim antes mantenhamos todo mundo em casa enquanto encerramos as atividades do grosso da economia global, que poderá ou não vir a ser resgatada por meio de socorro financeiro.’ O comentário roteirizado do pretenso médico faz parecer que a saúde da economia global não guarda qualquer conexão com a saúde e o bem-estar das pessoas em todo o mundo. Nada poderia estar mais longe da verdade.

A esta altura é mister perguntar: qual é a probabilidade de exercício que simula surto de pandemia global não apenas acontecer semanas apenas antes do evento real como prever as características principais deste, inclusive o fechamento de empresas e escolas no mundo todo, a interrupção de cadeias de suprimento, e bem assim o mais dispendioso socorro financeiro da história, entre outras coisas? Em que ponto a linha separando fato de ficção, verdade de mentiras, torna-se tão confusa que demande investigação criminal?

O Johns Hopkins Center for Health Security, anfitrião do exercício inacreditavelmente visionário, poderá ter estado a cogitar de perguntas similares quando divulgou declaração acerca do espantoso séquito de coincidências, dizendo: “Recentemente, o Center for Health Security vem recebendo perguntas acerca de se aquele exercício de pandemia previu o atual novel surto de coronavírus na China. Para ser claro, o Center for Health Security e parceiros não fizeram previsão durante nosso exercício tabletop(*). Para o scenario(**), modelamos pandemia fictícia de coronavírus, mas declaramos explicitamente que não se tratava de previsão/predição.”
(*) tabletop – Cenário em miniatura organizado em cima de mesa. Merriam-
Webster
(**) scenario – Situação que apresente possibilidade de acontecer. Macmillan

Jogos Militares Internacionais, Wuhan

Como se veio a saber, em 18 de outubro, exatamente no mesmo dia em que o Event 201 estava sendo realizado em New York City, foi dado o pontapé inicial nos Military World Games [Jogos Militares Mundiais] em Wuhan, China, local dito ter sido o ground zero do surto de Covid-19.

Os 7th International Military Sports Council (CISM) Military World Games  [Jogos Militares Mundiais do Conselho Militar de Esportes – CISM] foram realizados de 18 a 23 de outubro de 2019 em Wuhan, capital da Província de Hubei, na China. Foi a primeira competição esportiva militar internacional realizada na China, com aproximadamente 10.000 atletas de mais de 100 países competindo em 27 esportes.

Depois do surto de coronavírus em Wuhan teorias da conspiração pipocaram em Wuhan como cogumelos depois de chuva de verão. Jornais chineses começaram a lançar a ideia de que atletas dos Estados Unidos – U.S./US competindo nos jogos haviam disseminado o vírus letal quando estiveram em Wuhan. As teorias apontam para duas coisas: o desempenho sem brilho/medíocre/fraco dos atletas dos U.S. o que comprovaria, de acordo com alguns comentadores chineses, eles não terem sido enviados a Wuhan por suas notáveis prendas físicas e sim para algo mais sinistro. E, em segundo lugar, as acomodações em que instalados eles ficavam perto do Huanan Seafood Market [Mercado
Atacadista de Frutos do Mar de Huanan {Wikipédia em português}], onde o primeiro conjunto de ocorrências de Covid-19 foi detectado em 31 de dezembro de 2019.

Ora bem, qual é a conexão com Bill Gates, que certamente não participava dos jogos militares de Wuhan a fim de que fossem ocultadas ações mais nefastas? Na superfície, absolutamente nada. No entanto, tratando-se de filantropo cujo nome está conexo com praticamente toda grande empresa  farmacêutica, e dúzias/dezenas de grupos de pesquisa, tendem a ser estabelecidas conexões que podem não significar nada. No mínimo, porém, são dignas de atenção.

Por exemplo, quantas pessoas sabem que há patente do coronavírus? É de propriedade do The Pirbright Institute, organização de pesquisa biológica sediada em Surrey, England. O instituto é financiado pela Bill and Melinda Gates Foundation. É importante notar, porém, que coronavírus é o nome genérico de grupo de vírus com RNA relacionados que causam doenças em mamíferos e aves. Em seres humanos esses vírus causam infecções do trato respiratório, inclusive alguns casos de resfriado comum. E há por outro lado as cepas mais letais, como SARS, MERS e COVID-19, das quais The Pirbright Institute, uma das muitas organizações empenhadas no desenvolvimento de vacina contra a Covid-19, não detém patente.

“Foi concedida ao The Institute patente, em 2018, a qual cobre o desenvolvimento de forma atenuada (enfraquecida/debilitada) de coronavírus que potencialmente poderia ser usada como vacina para impedir doenças respiratórias em pássaros, inclusive IBV(*), e em outros animais,” disse ao USA TODAY representante do Pirbright Institute.
(*) https://en.wikipedia.org/wiki/Avian_coronavirus

Mais uma nota acerca de Wuhan. Menos de um mês depois do Event 201, e menos de um mês antes do surto de Covid-19, Bill Gates apareceu na série do Netflix ‘Explained’ [Explicado] com documentário intitulado ‘The Next Pandemic.’ [A Próxima Pandemia] Ali o co-fundador da Microsoft advertiu que poderia surgir pandemia de um dos muitos ‘wet markets’(*) da China onde os fregueses podem escolher dentre ampla variedade de peixes vivos e produtos animais.
(*) wet markets – Wet market é, no sudeste da Ásia, mercado para venda de carne fresca, peixe e produtos da fazenda. Macmillan

Em 2015 Gates também proferiu palestra no TED na qual advertiu da próxima catástrofe que viria não de mísseis, mas de micróbios.

Pois bem, se Bill Gates parece ter no coração os melhores interesses do mundo, por que tanta gente não confia nele?

Por que não podemos confiar em Bill?

Em 13 de março Bill Gates anunciou que estava deixando a diretoria da Microsoft Corp., a empresa da qual foi co-fundador em 1975, para dedicar mais tempo à filantropia.

Desde então o tecnocrata de suéter de lã, que parece tentar encarnar a confiança e a ternura de um Fred Rogers, regularmente/sistematicamente dirige-se ao planeta prisão a partir de sua plataforma na grande mídia explicando como está agora devotado/dedicado a fazer “vacinas em grandes quantidades.” E, a despeito de não ter nem credenciais científicas nem posto político eletivo, Gates contudo tem alertado para o fato de que aglomerações maciças “talvez nunca mais possam ocorrer” sem alguma vacina.

Aparentemente a função biológica consagrada pelo tempo conhecida como ‘herd immunity,’(*), que vem funcionando muito bem há milênios contra doenças, é agora considerada fora de moda. Será pelo fato de não custar absolutamente nada, especialmente em termos de nossa freedom and liberty(**)? Mas divago.
(*) herd immunity – A proteção de que passa a fruir comunidade em relação a epidemia ou doença contagiosa quando número suficiente de pessoas na população é imunizada ou de alguma forma desenvolve imunidade. Wordnik
(**) freedom and liberty – Freedom e liberty. FREEDOM tem amplo espectro de aplicação, desde total ausência de restrição a apenas sensação de não ser indevidamente tolhido ou frustrado. ‘Freedom de imprensa.’ LIBERTY sugere libertação de restrição ou compulsão anterior. ‘O prisioneiro solto teve dificuldade em ajustar-se a sua nova liberty.’ Merriam-Webster / Não raro traduzo freedom como liberdade e liberty como emancipação/libertação. N. do T.

Eis aqui Gates lecturing(*) [pontificando] no Washington Post em 1o. de abril: “Os líderes do país precisam ser claros: Fechamento de algum lugar significa fechamento de todos os lugares. Até que o número de casos comece a cair nos Estados Unidos — o que poderá levar 10 semanas ou mais — ninguém poderá continuar a viver como se nada estivesse acontecendo ou afrouxar o fechamento. Qualquer confusão no tocante a esse ponto só prolongará o sofrimento econômico, aumentará a probabilidade de o vírus voltar e causará mais mortes.”
(*) lecturing – O verbo to lecture significa falar seriamente com alguém para criticá-lo ou adverti-lo, especialmente quando isso é irritante. ‘Meu médico fica lecturing a respeito do perigo de não fazer exercício suficiente.’ Macmillan

Não é preciso dizer, tal aconselhamento não profissional está deixando injuriados muitos estadunidenses, pois em decorrência autoridades oportunistas revelam seus impulsos autoritários desembestando/desatando uma série de ordens de lockdown(*) draconiano que vão desde proibir corte de grama de gramados a proibir nadar na praia, com pessoas a dedurar familiares, amigos e estranhos por quebrarem o decoro de distanciamento social.
(*) lockdown – Ocasião em que grande número de pessoas recebe ordem de ficar em casa a maior parte do tempo ou o tempo todo. Macmillan

Então, o que é que médicos de verdade dizem acerca do coronavírus e as ordens de lockdown, que ameaçam desencadear depressão global? Muitos estão totalmente boquiabertos com a decisão. Escrevendo no Wall Street Journal, o Dr. Eran Bendavid e o Dr. Jay Bhattacharya, professores de medicina da Stanford University, expressaram fortes reservas no tocante ao lockdown, destacando projeções de índices de mortalidade “profundamente falhos” no concernente à COVID-19.

“O medo da Covid-19 está baseado em avaliação avantajada de seu índice de fatalidade — 2% a 4% das pessoas com Covid-19 confirmada morreram, de acordo com a World Health Organization [Organização Mundial da Saúde] e outras entidades,” explicarm Bendavid e Bhattacharya em seu artigo, datado de 24 de março. “Portanto, se 100 milhões de estadunidenses por fim pegarem a doença, dois a quatro milhões poderiam morrer. Acreditamos que essa estimativa é profundamente falha. O verdadeiro índice de fatalidade é a parcela dos infectados que morre, não as mortes dentre casos positivos identificados(*).”
(*) Parece que estão sendo calculadas as mortes em comparação com os casos identificados/confirmados, e não as mortes em comparação com a taxa de infecção, que pode ser por exemplo 30 vezes maior do que a de casos confirmados. Por exemplo, pessoas que se recuperam sozinhas não entram nas estatísticas. Há base para dizer que em março, nos Estados Unidos, 6 milhões de pessoas estariam infectadas pelo coronavírus, mas foram registradas até 23 de março 499 mortes, ou 0,01 por cento do total de infectados, percentual que é a décima parte do percentual de 0,1 por cento no caso da gripe comum.

Ver https://www.thecollegefix.com/covid-19-could-be-a-tenth-as-deadly-as-the-flu-in-america-stanford-med-professors/ N. do T.

Não apenas a pressão incansável de Bill Gates por vacina global contra a Covid-19 traz o aroma da ganância, especialmente quando se considera quão pesadamente ele vem investindo no desenvolvimento dela, como ademais o engenheiro de computação metamorfoseado em ‘especialista da área médica’ parece particularmente entusiasmado com vacinas que tragam embutida tecnologia de surveillance(*) biométrica.
(*) surveillance – O processo de observar cuidadosa/atentamente/de perto pessoa ou lugar que possa estar envolvido em atividade criminosa. ‘A polícia manteve ambos os homens sob surveillance por diversos meses.’ Macmillan

Embora muitas pessoas provavelmente venham a ter poucas dúvidas quanto a arregaçar a manga para vacina que as proteja de vírus letal, outras muitas certamente questionarão o recurso adicional de tecnologia de rastreio que daria aos powers that be(*) controle total de todas as pessoas.
(*) powers that be – As pessoas que controlam uma situação. Essa expressão usualmente sugere que você não concorda com as decisões delas. Macmillan /A expressão é encontrada na epístola do apóstolo Paulo aos romanos, capítulo 13, versículo 1, a seguir em inglês na King James Version e em português na Nova Almeida Atualizada (N. do T):
Let every soul be subject unto the higher powers. For there is no power but of God: the powers that be are ordained of God., “Que todos estejam sujeitos às autoridades superiores. Porque não há autoridade que não proceda de Deus, e as autoridades que existem foram por ele instituídas”.

Não apenas Gates apoia a criação de “sistema nacional de rastreamento” para etiquetar os infectados como, ademais, a Microsoft está entre os membros fundadores da ID2020, empresa biométrica sediada em San Francisco a qual recentemente anunciou estar empreendendo novo projeto que envolve a “exploração de múltiplas tecnologias de identificação biométrica de crianças pequenas” baseada em “imunização de crianças pequenas” e apenas usa as “abordagens mais bem-sucedidas”.

A coisa pode ficar mais assustadora do que isso? Infelizmente pode, sim.

Duas semanas depois de Bill Gates ter deixado a diretoria da Microsoft, a empresa recebeu patente para ‘sistema de criptomoeda utilizando dados de atividade corporal.’ Embora os detalhes da tecnologia sejam verdadeiramente chocantes, o número da patente também causou alvoroço entre teóricos da conspiração: WO2020060606. Não demorou muito para detetives/sherlocks da Internet, para não falar dos entusiastas de Bíblia, dizerem que aquilo significava: ‘Ordem Mundial 2020 666.’(*)
(*) Apocalipse 13:18, King James Version em inglês e Nova Almeida Atualizada em português (N. do T.):
Here is wisdom. Let him that hath understanding count the number of the beast: for it is the number of a man; and his number is Six hundred threescore and six. “Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de ser humano. E esse número é seiscentos e sessenta e seis”.

WO2020060606 CRYPTOCURRENCY SYSTEM

USING BODY ACTIVITY DATA

ABRAMSON, Dustin

This patent search tool allows you not only to search the PCT database of about 2 million International Applicat…

De todos os milhões de números de patente que poderiam ter sido usados, por que esse? Como no caso de placas de automóvel personalizadas, teria Gates pessoalmente solicitado configuração tendente a causar medo e suspeita – e logo no meio de uma pandemia?

Embora a invenção relacionada com criptomoeda não faça menção específica de nanotecnologia injetada sob a pele, possivelmente junto com vacina, a descrição opaca tampouco a excetua: “O sistema de criptomoeda acoplado comunicativamente com o dispositivo do usuário poderá verificar se os dados de atividade do corpo satisfazem uma ou mais das condições estabelecidas pelo sistema de criptomoeda, e conceder criptomoeda ao usuário cujos dados de atividade corporal tenham sido verificados….”

A julgar por essa e outras atividades da espécie por parte da Bill and Melinda Gates Foundation, torna-se mais fácil entender por que tantas pessoas temem o pior dos verdadeiros objetivos da entidade. Se esse alto nível de desconfiança deva traduzir-se em investigação federal é pergunta melhor deixada para decisão do leitor.

 

Nota: Os pontos de vista de cada contribuinte não necessariamente representam os de Strategic Culture ou de Informação Incorrecta.

Artigo original: Strategic Culture Foundation

Tradução by zqxjkv0

6 Replies to “Fundação Bill e Melinda Gates: Crimes Contra a Humanidade?”

  1. Que ? percebi desde o princípio , depois de saber das histórias de vacinação na Caxemira, só não vê quem não quer ver.
    PS. : Estou a procura de trabalho, aceito uma vaga de “Chacal “, só preciso de equipamentos e algum para os custos.

  2. Qual o ponto de situação do (julgo, se recordo corretamente) processo instituído por um grupo de parlamentares italianos contra o primeiro-ministro?… dá para “manter um olho” no assunto.
    O mesmo vale para a eventualidade da Dr. Dolores Cahill (ou o seu partido), instituir procedimentos jurídicos na Irlanda contra o(s) membro(s) do governo irlandês.

  3. Fico intrigado pelo tamanho que está sendo dado a uma única figura e seus negócios envolvendo vacinas…como se nada ou pouca coisa a mais estivesse em jogo nos bastidores do mais alto poder…

    1. Gates não é peão, é cavalo ou bispo… são muitos menos e há-os de reserva, prontos a servirem e servirem-se.
      Têm o poder suficiente para fazer muito estrago, mas caso caiam, o estrago pode ser contido e a estratégia adaptada.
      Nunca esquecer “O JOGO”, não baralhar “AS PEÇAS”, permite-nos manter uma perspectiva adequada no tempo.
      A eventual derrota de Gates e seus associados é importante. Sabermos que será só uma batalha ganha é mais ainda.

Obrigado por participar na discussão!

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