Windsor: o Embate das Duas Cristandades

O Colapso Anunciado da Casa de Windsor e o Embate de ‘Duas Cristandades’

de Matthew Ehret

 

Os últimos meses testemunharam as mais notáveis fissuras rompendo-se nos fundamentos da Casa de Windsor, cuja austera imagem de dever e moralidade cristã sucumbiu inteiramente sob tempestade de escândalos a deixar à mostra a cultura de crime e degenerescência prevalecentes nos níveis mais superiores do império. Escândalos envolvendo os próprios membros da realeza não são nada surpreendentes. Afinal de contas, toda uma indústria de tabloides foi construída em torno deles. O que agora é excepcional é a dimensão de escândalo moralmente repugnante eclodindo todo de uma vez e o efeito de choque sistêmico que ele tem tido sobre as instituições da monarquia.

No início do ano passado rede internacional de pedofilia patrocinada/apadrinhada pela realeza com tentáculos através da elite do mundo ocidental veio à luz em extremo detalhe com a consequência de o Príncipe Real Andrew ver-se “demitido” de todos os cargos/todas as funções de autoridade para viver em estado de aposentadoria precoce. Para horror dos membros da realeza, a conexão de Andrew com Epstein reavivou interesse no escândalo anterior de Jimmy Saville que veio à tona depois da morte daquele âncora/apresentador de TV em 2011. Naquele então centenas de casos de pedofilia (e necrofilia) que se estenderam por décadas foram tornados públicos. O fato de Saville ter sido amigo de vida inteira tanto do Príncipe Charles quanto de Andrew foi ainda mais prejudicial do que a conexão com Epstein.

Para pessoas pensantes tais escândalos despertaram renovado interesse na verdade a respeito de outro crime arranjado pela família real há mais de 20 anos: O assassínio da Princesa Diana em 31 de agosto de 1997. A melhor exposição da verdade daquele assassínio foi apresentada no documentário de 2011 Unlawful Killing [Abate Ilícito] dirigido por Keith Allan e financiado por Mohammed al Fayed (pai de Dodi al Fayed). Se você ainda não viu esse filme, não poderia recomendá-lo mais enfaticamente. Seriamente… veja-o.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=9&v=V2fAwemN97U

Hoje, o filho mais moço de Diana, Príncipe Harry, e sua mulher Meghan Markle fizeram manchetes ao anunciarem sua abdicação de “cargos/posições/funções de alto nível” na família real a fim de “trabalharem para tornar-se financeiramente independentes, enquanto continuam a apoiar plenamente Sua Majestade a Rainha”… no Canadá. Embora abundem teorias a respeito de por que isso está acontecendo, oriundas de círculos de bisbilhotice desejosos de contar as diversas figuras do establishment(*) liberal ocidental conexas com Clinton que atualmente cortejam o casal real, desejo avaliar essa anomalia de ângulo ligeiramente diferente.

(*) establishment – Amiúde com maiúscula, Establishment. 1. Grupo de pessoas que detém a maior parcela de poder e influência em governo ou sociedade. Amiúde usado com ‘the’ – ‘the Establishment.’ 2. Grupo controlador em dado campo de atividade. Amiúde usado com ‘the’ – ‘the Establishment.’ Heritage

O Confronto de ‘Duas Cristandades’

Esse ângulo aborda a batalha mesma, na civilização do Ocidente, entre duas formas de cristandade que se fazem dramaticamente visíveis na cerimônia de casamento, em 2018, que precisa ser vista para que se possa acreditar, e que mostrou algo muito importante entre o embate de “Duas Cristandades” que vem dando forma a 2000 anos de história ocidental.

Essa batalha é encontrada nos conceitos opostos de Homem, Deus e lei da Natureza dos quais todas as definições de “Justiça”, “Bondade”, “Beleza”, “Verdade” e “Amor” emanam. No caso do que chamaremos de “cristandade oligárquica” favorita de donos de escravos e imperialistas, categorizaremos aquela versão perversa preferida/favorita que nega a validade de passagens como a de 1 Corinthians 13

[I Coríntios 13(*)], preferindo antes enfatizar a submissiveness(**) de escravos a senhores, de massas ao clero e de servos a César.

(*) https://www.sbb.org.br/biblia/ em português

(**) submissiveness – A qualidade de ser submissive. Submissive é pronto para conformar-se com a autoridade ou vontade de outrem; docilmente obediente ou passivo. Lexico powered by Oxford / Inclinado a ou disposto a submeter-se. Heritage / Não encontrei ‘submissividade’ em dicionários de português [N. do T.]

Obediência sem amor ou conhecimento, que donos/senhores de escravos usaram para manter sua propriedade humana em servidão durante séculos, é/caracteriza a cristandade que críticos modernos como Marx e Engels atacaram como “ópio das/para as massas”.

A outra forma de cristandade é encontrada na total oposição a escravatura graças à fé principled(*) de que TODOS os seres humanos, independentemente de raça, são feitos à imagem do Criador e com direitos inalienáveis implícitos/inerentes. Essa foi a cristandade revolucionária que deu origem às maiores lutas pela liberdade da história, internacionalmente, inclusive do movimento antiescravagista do século 19 e indo até o movimento de Direitos Civis do século 20 liderado pelo Rev. Martin Luther King Jr. Essa cristandade mais potente expressa-se de várias formas e tem várias denominações, mas o denominador comum é o PRINCÍPIO de 1 Corinthians 13 – com a diretiva de Paulo de amor de maneira total, agapic(**), revolucionária, ainda quando implique a perda da segurança pessoal e até da própria vida. Antes de Cristo, essa forma de amor, que os imperialistas temiam mortalmente, estava encarnada eloquententemente no drama do 5o. século AC Prometeu Acorrentado escrito por Ésquilo (mais a ser dito abaixo/adiante).

(*) principled – Adjetivo. Dito de pessoa ou de comportamento de pessoa, significa agindo de acordo com a moralidade e mostrando discernir entre o certo e o errado. ‘Ele é um político principled.’ Dito de sistema ou método, significa baseado em conjunto de regras. ‘Abordagem coerente e principled.’ Lexico / Baseado em, caracterizado por, ou manifestando princípio. ‘Decisão principled.’ ‘Pessoa altamente principled.’ Heritage

(**) agapic – Não encontro o termo dicionarizado em inglês. Encontro agapeistic, adjetivo, significando de ou caracterizado por ágape, ou amor cristão. Lexico

Pois bem, como é que essa lição das ‘duas cristandades’ manifesta-se na história atual da saída de Harry e Markle da Casa de Windsor em colapso?

Para responder gostaria de fazer breve resenha do casamento do casal real em 2018, o qual mostrou ocorrência extremamente anômala que tem de ser vista para que nela se possa acreditar.

Aumentam As Fraturas No Casamento Real

Ao os convidados chegarem na usual pompa e atavio que evento da espécie tipicamente implica, tudo parecia estar-se desenrolando de acordo com os padrões anglicanos britânicos de conduta e de elitismo kantiano. Ao o keynote speaker(*) Bispo Michael Curry (dirigente da Igreja Episcopal Estadunidense(1)) começar seu sermão, algo começou a mudar. Com base nos trejeito/esgares/caretas/visagens da Rainha, do consorte dela e de contorções de desconforto de outros membros da casa real na plateia, foi possível entender por que algo havia saído completamente “do roteiro”.

(*) keynote speaker – Aquele que profere keynote address. Keynote address é discurso que visa a apresentar os temas de interesse principal a assembleia (como por exemplo numa convenção política) e amiúde suscitar unidade e entusiasmo. Merriam-Webster

Abrindo a cerimônia, o bispo proferiu discurso que nunca se teria imaginado possível entre as paredes da Igreja de São Jorge que, durante séculos, só conheceu por séculos a vácua forma oligárquica da cristandade. Falando da natureza do genuíno amor tipo ágape em oposição à oca carapaça de império, o Reverendo Curry declarou:

“Jesus disse: ‘você amará o senhor, seu deus, com todo o seu coração, com toda a sua mente e com toda a sua força. Esse é o primeiro e grande mandamento.’ E o segundo é semelhante a ele. Ame o próximo como a si próprio. E então, na versão de Mateus, acrescentou ele, ele disse que desses dois, amor a deus e amor ao próximo, dependem toda a lei, todos os profetas, tudo o que Moisés escreveu, tudo nos sagrados profetas, tudo nas escrituras, tudo o que deus está tentando dizer ao mundo, ame Deus. Ame seu próximo. E, no processo, ame a si próprio(#1).

Alguém já disse que Jesus começou o movimento mais revolucionário de toda a história humana, movimento fundamentado no amor incondicional de deus ao mundo. E movimento mandating(*) as pessoas viverem esse amor. E, em o fazendo, modificarem não apenas suas vidas mas a própria vida do mundo. Estou falando de algum poder, poder real, de mudar o mundo.”

(*) mandating – To mandate quer dizer tornar compulsório, como por meio de lei; decretar ou exigir. ‘Dessegregação mandated das escolas públicas.’ Heritage

Curry mudou a tônica perto do final de seu sermão a fim de exaltar a figura do drama de Ésquilo Prometeu, o portador do fogo que furtou de Zeus o fogo afim de compartilhá-lo com o gênero humano, à custa de milhares de anos de tortura.

“O fogo, em grande medida, tornou possível a civilização. O fogo tornou possível cozinhar alimentos e maneiras sanitárias de comer, o que reduziu a disseminação de doença. O fogo tornou possível criar ambientes aquecidos e assim tornar a migração pelo mundo uma possibilidade, mesmo em climas frios. O fogo tornou isso possível — não há — não houve Idade do Bronze sem fogo. Nem Idade do Ferro sem fogo. Nem Revolução Industrial sem fogo. Os avanços da ciência e da tecnologia dependem grandemente da habilidade e da capacidade humana de tomar o fogo e usá-lo para o bem do homem.”

É segredo de conhecimento geral que o fundador e patrono mais antigo do moderno movimento  ambientalista é ninguém outro senão o próprio Príncipe Philip, que fundou, juntamente com seu íntimo amigo Príncipe Bernhardt, famoso por causa de Bilderberger(*), o World Wildlife Fund for Nature – WWF em 1961. Casado com a chefe da Igreja Anglicana, o Príncipe Philip expressou sua visão misantrópica anticristã em múltiplas ocasiões ao longo dos anos e até declarou publicamente seu desejo de “reencarnar como vírus letal” para acabar com a superpopulação. Em entrevista em dezembro de 1981 na revista People Magazine, Sua Alteza Real Vírus disse tudo quando declarou:

(*) Parece referência ao clube de Bilderberg, ver por exemplo em português https://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_de_Bilderberg

“O aumento da população humana é provavelmente a ameaça, isoladamente considerada, mais séria, de longo prazo, à sobrevivência. Estamos a caminho de desastre de grandes proporções se ele não for contido… Quanto mais gente há, mais recursos consumirá, mais poluição criará, mais luta criará. Não temos opção. Se não for controlada voluntariamente, sê-lo-á involuntariamente.”

É também segredo de todos sabido que a ética orientadora do movimento ambiental que Philip e Bernhardt fundaram identifica a figura de Prometeu como imagem de homem inimigo figadal que causou todo o “desequilíbrio ambiental” ao longo da história, que os esquemas deles de descarbonização têm procurado desfazer.

Destacado Commander do Império Britânico, amigo de Philip e conselheiro de alto nível do Papa Francisco, Sir Hans Schellenhuber, foi co-autor da Encíclica de 2015 Laudato Si que impulsionou o Vaticano para nova categoria de “pecados climáticos” que se encaixa no internacional Green New Deal [Novo Pacto Verde] quando ele declara: “Na idade do fogo o gênero humano atingiu certo poder planetário… E portanto caminhamos em completa ignorância dos muros corta-fogo do sistema planetário. Haverá curso alternativo? Há muitos! Todos porém requerem não reforma, e sim extinção precoce do complexo fóssil-nuclear.”

Ter a experiência do fogo da cristandade prometeana a queimar a pele de vírus reais como o Príncipe Philip nas moralmente vácuas paredes da Catedral de São Jorge foi realmente revigorante. A intervenção musical destacando spirituals(*) africano-estadunidenses exibia honestidade naquele profano covil de hipocrisia, o que também representou bem-vinda lufada de ar fresco.

(*) spirituals – Spiritual é canção folclórica de origem africana-estadunidense. Heritage

Quaisquer sejam as razões mais profundas para a saída de Harry e Markle de suas funções para criarem vida nova distanciada da monarquia, sabemos que esse cisma entre imagem e realidade ocorreu, e está ficando maior cada dia. Quase é audível o eco de Roderick Usher de Edgar Poe (arquétipo de todo membro de casa real) que se queda em seu castelo vazio gritando de horror perante a realidade de que os dias da grandeur/esplendor feudal se foram, e as fissuras por longo tempo ignoradas nos fundamentos da herdade resultam no colapso da casa e de tudo o que ela representa.

Com esses humildes pensamentos na mente, espero que você goste, tanto quanto eu gostei, de ver os membros da realeza contorcendo-se.

https://www.youtube.com/watch?v=dxVXerqLKw4

The author can be reached at canadianpatriot1776@tutanota.com

(1) Os pais do Bispo Curry eram ambos meeiros do Alabama que se tornaram membros da Igreja Episcopal durante os dias da segregação, quando ela era a única igreja em Ohio que permitia a brancos e pretos beberem do mesmo cálice.

Comentário do tradutor – Fica bem claro que o amor, no cristianismo, não é visto como sentimento espontâneo que nasce ‘naturalmente’, pois nasce, isso sim, de obediência a uma ordem, a um mandamento. Amar a Deus não é algo que o homem faz porque o amor lhe nasça no coração, e sim porque lhe é ordenado que ame. E o mesmo no tocante ao amor ao próximo e, plausivelmente, ao amor a si próprio. Dentro dessa lógica, não vejo como o cristão possa ser contra os casamentos determinados pelos pais obrigando os filhos a se casarem com pessoas escolhidas pelos progenitores. Em tese, pais e mães cristãos podem perfeitamente ordenar a seus filhos que amem o futuro cônjuge por eles progenitores escolhido. O casamento será casamento por amor, apenas que por amor determinado, ordenado, comandado, pelos pais dos futuros cônjuges. Do mesmo modo, parece-me que no cristianismo fica mais difícil discordar do poder do estado de impor patriotismo, isto é, não de propriamente ordenar mas de supor a obrigatoriedade de o cidadão amar o lugar onde por acaso nasceu, e amá-lo a ponto de dar por ele a própria vida – e, frisemos, dá-la por amor. (E, curiosamente, se o lugar onde ele nasceu por qualquer circunstância vier a ser conquistado pelo inimigo, o estado suporá a obrigatoriedade de o cidadão odiar o lugar onde nasceu a ponto, por exemplo, de bombardeá-lo.) Naturalmente, fora dos arraiais cristãos e patrióticos a ideia de amor decorrente de ordem, comando ou obrigatoriedade, de que, conforme o bispo e conforme Jesus, tudo o mais no cristianismo depende, poderá, por poucas e bem fundadas razões, parecer monstruosa

 

Nota: Os pontos de vista de cada contribuinte não necessariamente representam os de Strategic Culture ou de Informação Incorrecta.

Artigo original: Strategic Culture Foundation

Tradução by zqxjkv0

8 Replies to “Windsor: o Embate das Duas Cristandades”

  1. Olha JF em complemento ao artigo eu recomendava que Matthew Ehret fizesse um tratamento de desintoxicação… já suspeitava que ele emborcava uns copos mas agora foi demais .

  2. Olá Max e todos: ignorando as reais fofocas do trono britânico, aquela nobreza continuada através das aparentes mudanças de regime político, sempre me cheiraram a podre, coisa muito tramada, pactos, sortilégios, e a notável perversão/perversidade dos que têm poder e dinheiro. Não sabia que a história secreta deste clã estava tão exposta. Nem com a estranha morte daquela princesa Diana parece que algo mais verdadeiro teria vindo a luz.
    Bom, Vossa Majestade há de convir que a roda da história coloca muitos concorrentes para o prato de sangue que os alimenta a todos. Esse príncipe e sua esposa devem ter lá suas alianças e interesses na contramão dos interesses reais.
    Às vezes, as pessoas quando querem dizer de alguém que não manda nada, dizem: fulano (a) é uma rainha da Inglaterra. Será? Fico pensando que se a monarca não mandasse nada, a monarquia já teria se extinguido. E a imagem que me vem a mente é a de um porco bêbado ( me desculpem os porcos que não merecem tamanha ofensa) chamado Churchill curando a ressaca com o chá da realeza acompanhado da realeza em pessoa.

    1. Maria, como toda a gente sabe, quem detém o poder e controla o regime da Inglaterra que é uma ditadura monárquica e clerical, sãos os monárquicos e o clero, ou se preferir a família real.*

      Isto não é recente, nem tem décadas, mas sim séculos, desde que a Inglaterra começou a constituir-se e a existir como país, existindo ampla literatura sobre o tema, inúmeros documentos oficiais e registos que se forem estudados por quem realmente se interessa por História vai lá encontrar os factos, provas, e evidências de quem realmente detém o poder no regime inglês conforme referido.

      O Parlamento do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte é simplesmente as cortes do reino onde a família de Isabel Maria (assim como outras linhagens no passado) que controla o regime, delega funções nos funcionários que compõem essa estrutura; é como o advogado que delega no solicitador(a) o trabalho chato de secretariado, tratar das papeladas, e andar por aí a fazer recados e penhoras.

      As eleições e os referendos no regime da Inglaterra assim como a sua suposta democracia, são uma farsa, quando o resultado de um acto eleitoral não corresponde aos interesses da oligarquia monárquica e clerical que domina o regime, são realizadas novas eleições até o resultado corresponder aos interesses da família real; se um referendo for realizado (tenha ele que teor tiver) não alcançar os resultados que interessem à cúpula real, esse referendo volta a ser repetido até se conseguir o objectivo da oligarquia.

      Se tudo isto mesmo assim não funcionar ou descambar para fora do controle, recorrem à chacina e assassinatos de indivíduos ou de grupos que coloquem em causa os interesses económicos e políticos da família real e dos que gravitam em volta da mesma.

      Desde sempre até aos dias de hoje, o violento e sanguinário regime monárquico e clerical da Inglaterra tem um historial de genocídio, tirania, perversão, e barbárie, cometidos contra o seu próprio povo para manter o domínio político e económico daqueles que se consideram de «sangue azul», os escolhidos por deus ou pela pureza da raça e valores, para submeter e decidir sobre as necessidades e aspirações dos demais.

      * Um pequeno aparte, em tempos o Max fez referência aqui no blogue à «Nobreza Negra» no artigo «O Testamento de Informação Incorrecta – Parte V», e quando se aponta para este nome obrigatoriamente vamos dar ao Vaticano.

      Agora pega-se nisso e vamos então introduzir a designação de «Defensor da Fé» (Fidei Defensor), título que vem sendo atribuído pela mais alta instância do clero através do papado, a inúmeros monarcas ingleses até aos dias de hoje.

      A partir daqui, os leitores(as) façam as vossas diligências e terem conclusões…

  3. Olá Max e Chaplin: algum de vocês, por acaso, conhecem algo ou alguma coisa que se refira a família Baruh ( não sei se o final é com r ou outra letra) Trata-se de judeus russos com uma história que deve ser bem bonita, dada sua riqueza e invisibilidade que vem de longe na história. Se puderem me indicar alguma coisa especificamente, agradeço. Mera curiosidade

    1. Oi Maria. Vou pesquisar nos meus arquivos, não lembro de antemão, mas poderia te informar sobre um outro Baruk (com k), um dos meus cães… abraço

  4. Afora o histórico teatro “ecumênico” da realeza, cuja aparência é sustentada por um conjunto de símbolos medievais, não vejo tal divisão referida entre “duas cristandades”, mas sim, a mesma lógica de poder e dominação existente no mundo laico.
    A velha Tese x Antítese = síntese. Essas pseudos cisões nada mais valem do que distanciar a boiada do foco principal.
    Imaginamos que as elites rivalizam em qualquer nível. Isto é falso, excetuando-se raríssimas exceções. A Casa dinástica real no Reino Unido, há muito deixou de deter o mais alto poder, mesmo que mantida riquíssima. Riqueza e poder não são sinônimos. A Cristandade começou a ficar nas mãos do capital judaico qdo a Bíblia foi traduzida para o inglês…

  5. Gostei do que o Chaplin escreveu. Cristandade, que é isso, alguma doença? . Na verdade acho que sim , pois toda essa história de cristo é/foi construída sobre as peças de teatro do Senador Romano, sendo assim não tem e nunca terá algum fundamento sério, somente os interesses muito bem camuflados sob batinas e rituais, quer uma religião, algo para seguir estude Vedanta, a sabedoria Indiana , abraço a todos.

Obrigado por participar na discussão!

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