Max, The Racing Driver

Peço desculpa pela pausa, mas o Max está a tirar um curso intensivo de condução com uma duração de três dias para tornar-se o melhor condutor de Portugal ilha incluídas. Nada menos.

Entretanto, o espaço dos comentários está aberto para qualquer assunto: aproveitem!

 

Ipse carro!

102 Replies to “Max, The Racing Driver”

  1. Pessoal, gostaria de saber a opinião de vocês de um assunto: o que vocês acreditam que é a morte? Qual o ponto de vista espiritual de vocês com relação a vida e a consequente morte? Obrigado a quem participar desde já.

    1. Suspeito que a morte não deve ser coisa lá muito boa, se fosse, alguém havia de voltar para dar as boas noticias!
      Na teoria da reencarnação a memoria é “apagada” para nosso bem, também suspeito dessa história e pergunto, se a população só aumenta, como é possível que seja só “reciclagem”?
      Se quem morre volta, era normal que a população não aumentasse e sim mantivesse o mesmo numero, ou não?

      1. Caro Defunto, não tenho a menor intenção de convence-lo a aceitar a reencarnação.

        Mas, com relação ao seu questionamento, partimos do principio básico de que existe um criador. Mesmo que os dogmas religiosos sejam controversos, alguém criou o mundo. Se a vida que conhecemos começou com um simples aminoácido, ele foi criado por alguém. Usando um termo muito atual: a existência de um criador é “cláusula pétrea ”
        Diante disso, quem pode garantir que o criador ( ou os responsáveis por sua obra ) não continuem gerando novos seres humanos ?

        1. Bem, existe também a afirmação de muitos espiritualistas de que existem outros mundos, outras galáxias habitadas tanto por seres mais desenvolvidos do que nós como mais atrasados e , segundo esta explicação muitos reencarnam aqui na Terra vindo de outros lugares. Assim, poderia ser uma explicação para o aumento da população terrestre. Bem, é o que argumentam .

          1. Não sei, Nuno, sou a criatura.
            Não compreendo nem o meu criador, quanto mais o criador Dele.
            Mas, se queres uma definição de criador , posso te dar uma ( entre aspas, porque não é minha ):

            “Inteligência suprema. Causa primária de todas as coisas”

      2. Defunto, talvez não. Suponhamos que um planeta morra ou exploda em algum lugar do universo, para onde iriam estes seres sem pátria? Imagino que possa ser análogo a um servidor sobrecarregado onde os novos acessos são redirecionados aos mais próximos.

    2. A vida é um corredor, uma passagem. A morte é um fim de ciclo, que dará margem a um possível novo ciclo existencial, que chamamos de vida material

      1. Acredito que existam outros ciclos existenciais também, apesar de eu ter tido experiência de saída do corpo e isso facilitar meu entendimento disso. Certamente é difícil aceitar esse fato com nossa mente limitada pelas experiências físicas e treinamento social, eu mesmo não aceitava antes. Tampouco é coisa que nossos instrumentos científicos possam detectar e consequentemente comprovar.

    3. «…Se a existência de Deus, se a imortalidade da alma não fossem senão sonhos, ainda assim seriam a mais bela de todas as concepções do espírito humano…» – Maximilien Robespierre

  2. Pedro,
    A morte é provavelmente o assunto mais complexo que se poderá discutir.
    Sobre o tema sugiro o trabalho do Dr. Sam Parnia que desenvolve pesquisas no âmbito da ‘Consciencia após a morte clínica’.

    1. Pô, legal vou buscar, é um livro? Eu tenho pesquisado sobre testemunhos de EQM na internet, e acho incrível certas semelhanças nos relatos.

      1. ‘ O Dr. Sam Parnia é um dos maiores especialistas mundiais em estudos científicos sobre a morte, o estado da mente humana e experiências de quase-morte. Divide a sua actividade académica entre as pesquisas nos hospitais do reino Unido e a Cornell University, em Nova Iorque. Fundou o Consciousness Research Group, na Universidade de Southampton.
        Lidera um estudo académico verdadeiramente inovador, em colaboração com vários centros médicos em todo o mundo, cuja finalidade é descobrir cientificamente o que acontece quando morremos.’

        Pesquisa no Google pelo nome Sam Parnia que vai aparecer muita informação.

      1. A relação do homem com a morte, até a ascensão da civilização judaico-cristã, dava-se de forma natural, e até mesmo celebrada. Quando da institucionalização da religião, no final do Império Romano do Ocidente, e principalmente nos Impérios sucessores (Sacro Império Romano Germano, e Grego (dito Bizantino ou Romano Oriental)), foi criada uma verdadeira espada acima da cabeça do futuro cristão, onde o evento morte passou a representar um divisor entre o “céu” e o “inferno”, decidido pela Igreja conforme as ações do batizado, alinhadas ou não pelos ditames (canônes) do clero.

        1. Entendo, até a morte virou um negócio. Essa relação comercial com deus sempre me pareceu demasiada humana e incorreta, não acho que um deus se dedicaria a punir ou julgar sua própria criação, provavelmente tem coisas mais importantes a realizar.

          1. Caros Pedro e Anônimo, chegamos num ponto interessante:

            Apesar de eu achar importante buscar regrar nossas vidas com valores morais e espirituais, penso que Deus não está no controle sobre a humanidade, porque Ele é pela sua obra e não pela sua criatura.

            Basta observar as grandes catástrofes e transformações naturais ocorridas no nosso planeta.

            O que me deixa espantado é a visão tacanha que as pessoas adquirem , influenciadas por algumas religiões ( não todas ) , que deveriam propor ( mesmo dentro de sues dogmas) algo mais plausível com a realidade que nos rodeia.

            Certa vez estava assistindo um programa na TV sobre a atividade vulcânica da Terra. Ao meu lado estava um Sr. ( evangélico ) que me preguntou: “Sergio, vc não acha que Deus está segurando toda essa lava , para que a Terra não seja destruída ?” Quase não conseguindo conter o riso, respondi: ” E porque será que Ele não acaba com a Lava ?”.

            Abraço.

            1. É triste, a espiritualidade que nos é passada escraviza. A espiritualidade que eu sinto liberta e te põe em eterna dúvida e mesmo assim encontrei maior paz na segunda. O que me leva a crer que cada um é literalmente seu próprio “templo”. Minha moral existe por medo a nenhuma punição, minha moral é resultado de meu raciocínio ao perceber como todos podem viver melhor se eu deixar de andar com a cabeça virada a meu umbigo. Viver uma vida “correta” pelo medo de inferno ou punição não me parece livre. E caramba, imagina se tu é um deus: perderia teu tempo segurando lava ou julgando criaturas imperfeitas por natureza ou estaria criando universos?

  3. Amigo Pedro,
    Nunca se trata da morte.
    Trata-se da sua morte e para ela é que deve está preparado.
    Saiba, como deveriam todos saber, que tudo que você tem é emprestado.
    Chegará o momento de devolver e não importa como será feita essa devolução.
    Ao poucos para o ladrão, o cobrador de impostos, o médico e hospital… ou de uma vez só. Ocasião em que lhe desejo uma boa morte na cama: anoitecer e não amanhecer.
    Cumpre, se preza a essa personalidade que tem agora, que seja um fim elegante.
    Sem dívidas, deixando algum beneficio ao seu entorno. Uma goiabeira plantada que seja.
    Se existir algo que continue, pense em quão forte é esse algo que nem a Morte destrói.
    Mas não há garantias de que exista.
    Então, acostume-se a perder, posto que perde todo dia algo de si, nem que seja apenas o tempo que tinhas de ser até o não-ser. Até a grande “perda” que, na verdade, é só o devolver tudo o que você pensava que era seu…

      1. Anónimo, ja tive esse ponto de vista, mas não vejo assim hoje em dia, vejo a vida mais como uma forja e esse condicionamentos são fases apenas, tudo é muito passageiro nesse curtíssimo espaço de tempo que temos aqui.

          1. Anônimo, toda limitação é extrapolada mais dia menos dia, daí meu conceito de fases. Mas é tudo apenas um ponto de vista, o seu também é correto.

              1. Boa questão anônimo. Resposta: Não, considero uma única vida com muitas fazes, basta repensar no que é a vida. E se a vida for apenas consciência e esta for infinita? Isso pressupõe uma eterna evolução, daí as fases e daí a(s) forja(s). Se eu fosse comparar a uma religião, seria a religião da experiência própria.

                1. “E se a vida for apenas consciência e esta for infinita? ”

                  Creio nisso, e também creio que deve haver algum tipo de reencarnação, só que desconfio que em algum momento a vida na Terra foi sabotada, talvez seja a própria reencarnação o engano engendrado.
                  Não vejo evolução na humanidade, ao contrario, vejo um involução disfarçada de evolução que me leva a perceber que alguma coisa não bate nessa historia de reencarnação.
                  Resumindo, desconfio que estamos presos como estão os bois em fazenda de gado confinado e somos alimento de outros seres que se auto intitularam deus ou deuses e esses estão próximos de conseguir a sua meta, a saber, esse novo mundo que estamos vendo se criar, controle total pela tecnologia, esse mundo que conhecemos hoje em menos de duas gerações não existira mais, o verdadeiro fim do mundo.

                  1. É um ponto de vista. Eu penso que se a vida for consciência, isso quer dizer que o próprio corpo é um tipo de prisão, sensorial no caso, pois é como percebemos o mundo que nos cerca, com esse instrumento chamado cérebro. Mesmo que o quadro seja das cores que tu pinta (ao falar de teorias a sua também é válida até prova em contrário) eu não vejo isso como uma coisa permanente, afinal eventos de extinção são a regra aqui e mais dia menos dia todos serão livres. É a grande roda que a filosofia indiana fala. Tudo está sempre em seu devido lugar.

                    1. Que o nibiru exista então e faça como o Max, não com um Fiat mas antes com uma Ferrari.

                      Vem nibiru!!! 😀

  4. Nooossa, quanta gente se manifestando sobre morte! Não tenho nem certezas nem fé sobre o assunto. Para delirar gostaria que depois desta vida tivessemos oportunidade de ser melhores noutros mundos, noutras dimensões. Mas…quando meu corpo e minha mente pararem de funcionar, quando meu tempo de consciência caducar, vou para um pequeno cemitério com os meus cães já desaparecidos, aqui em casa, e virarei, assim como eles e junto com eles, húmus, nitrogênio, cálcio, boas coisas afinal para permitir outras vidas, árvores, verduras, flores. Nada mais, e já é o suficiente.

    1. Maria, me custa crer que sua experiência e boa fé seriam findas em um curto ciclo da vida terreno, tomara mesmo que você tenha a oportunidade de ser melhor em algum seguimento de vida.

    2. A panca que a maioria das pessoas tem com a morte, esse acontecimento natural inerente à Natureza bem como a todos os seres-vivos e eco-sistema em que habitámos, revela claramente que o Homem ainda se encontra bastante atrasado.

      Por mim, antes de virar cinzas, espero bater a bota acompanhado de vinho e cigarros, na companhia de uma mulher, melhor seria impossível, sem esquecer que a partir desse momento acabam-se as contas a pagar ao final do mês, a renda da casa, as idas ao supermercado, e toda uma quantidade de despesas que só dão dor de cabeça.

      1. A forma que uma pessoa se expressa sobre o assunto morte contém fortes indícios de sua personalidade e forma de ver a vida. JF e o lado bom de viver, em sua opinião, qual é?(além do óbvio que tu já expressou com relação a desejos em leito de morte)

  5. Ahem…não se esqueçam que há quem tenha experiências de quase morte no inferno. É só para que não se esqueçam que existe um Céu, e que como tal, há um Criador. Se este definiu regras para lá entrar, mais vale cumpri-las.
    Além disso, se existe gente que se lembra de outras vidas, eu pergunto: o que é que garante que essas memórias são da pessoa que as recorda? Suponhamos: alguém, ao entrar nesta vida, passa por um “campo” espiritual em que estão lá todas as memórias para registo e julgamento futuro (futuro para nós, que experimentamos essa coisa chamada “tempo”); ao passar por esse “campo”, ela entra em contacto com o que lá está e “aprende”, ou “passa a saber”, ou “absorve”, ou “assimila”, etc., algo do que lá está e que diz respeito a mais alguém. Ou seja, há memórias que nunca foram suas, mas das quais passou a recordar-se como se fosse. Afinal, há gente que se recorda de coisas que realmente aconteceram, e de outras que nunca aconteceram. Como é isto?

    1. Anónimo, e onde estão estas EQM no “inferno”? Como tu acredita que um criador pode punir criaturas tão pequenas? Um pai amoroso puniria seu filho a viver um inferno? Pior ainda para mim é o ser humano acreditar que possa ofender a um deus… Perceba as condições em que tu entra nessa vida, seria justo receber punição? Essa lógica de punição divina pra mim não cola.

      1. Meu/minha/ caro/a, se falei de EQMs no inferno, é porque as ouvi, logo existem.

        E como acredito em punição de um pai amoroso e como é que é possível ofender?
        Muito simples: o amor de Deus, não é um amor que tudo permite, caso contrário porque nos deu Ele regras? O amor de Deus é um amor que disciplina e que quer ver os seus filhos e filhas exemplarmente transformados no que devem ser e não no que eles querem, caso contrário todo o “regabofe” é possível. E só aconteceu porque passámos do moralismo ao hedonismo.

        Posso-lhe dizer até que a primeira coisa para que Deus nos criou é a primeira a que toda a gente hoje em dia tem aversão: ser santo e irrepreensível.

        Mas tudo isto é um sinal de cumprimento bíblico: estava previsto um tempo em que a doutrina divina se tornaria insuportável, e por isso é que quem, como eu, menciona este tipo de assuntos, é sempre escorraçado.

        Vê como tem lógica?

  6. Max, ao reler alguns comentários escritos nesta publicação (que começou com carros e já vai em cenários de «céu» e «Inferno» tipo Hollywood) se você não tiver cuidado, ainda vai ser afastado da gerência do blogue através de um golpe de estado clerical, à semelhança do que aconteceu com o Presidente Evo Morales.

    Bom fim-de-semana.

  7. Pedindo licença aos amigos e aproveitando a pausa do Max, gostaria de mudar de assunto. Até por que as coisas por aqui estão pela hora da morte. Valeu Pedro ! Desculpe-me pelo sarcasmo, mas culpe o Max, aprendi com ele.

    Falando seriamente, hoje é sexta e pensando num tema mais ameno, lembrei que hoje no brasil é o dia da “Black Friday”. Não sei como isso funciona nos outros países, mas aqui é mais ou menos assim: dobram o preço e vendem pela metade.

    As fast-foods são um caso a parte, veja na matéria abaixo como o “frenesi consumista só se torna possível pela exploração dos trabalhadores”.

    https://rodrigoratier.blogosfera.uol.com.br/2019/11/29/atendentes-de-fast-food-contam-lado-sombrio-da-black-friday/

    Abraços.

    1. Hahahahahahahaha que isso sergio, seu humor é sempre bem vindo.
      Aqui na Espanha funciona a meias, não são muitos os descontos a causar tanto alvoroço.
      No tema de exploração da moda, vi um documentário, disponível no YouTube, hoje do canal D.W. neste tema sobre a exploração dos trabalhadores e animais no uso do couro, bem legal e incrivelmente honesto.

  8. E vcs sabem de onde vem a denominação do auge do consumismo? Sexta Negra, ou seja, era uma sexta-feita escolhida pelos senhores brancos estadunidenses para vender negros à preços de liquidação…

  9. A morte estava melhor do que a sexta preta!

    A Morte é a única conselheira sábia que possuímos. Toda vez que sentir, como sente sempre, que está tudo errado, e você está prestes a ser aniquilado, vire-se para sua morte e pergunte se é verdade. Ela lhe dirá que você está errado; que nada importa realmente, além do toque dela. Sua morte lhe dirá: “Ainda não o toquei.”

    1. devemos viver um dia de cada vez, sem pensar no que será ou nao a morte, porque daí nunca teremos resposta. o que nos acontecer, acontecerá. haja ou nao o que houver, ou talvez nao! o resto é conversa para boi dormir…

  10. Ultrapassada a meia centena de comentários, resta-me sugerir ao Max um curso intensivo de culinária seguido de um post sobre a morte.

  11. Oi gente: se o Max insistir em curtir sua enésima férias de II em 2019, quem sabe os que gostam de comentar por aqui elegem o assunto que se consideram bem informados, assuntos concretos do aqui e agora, que possam oferecer múltiplas opiniões em novos comentários e continuamos discussões interessantes…

    1. O problema é que nem todos tem o dom da escrita, eu acho gostosa a escrita do Max. Mas seria uma linda anarquia, imagina quanta coisa a gente não sabe? Digo coisas específicas, como relatos da vida e a cultura quotidiana.

  12. Anedota de MUIITO MAU GOSTO sobre a morte:

    Chega o rapazola a casa vindo das aulas e pergunta:
    “Avô? Ó avô!… Onde estás?… Cheira a morto, aqui dentro… Avô?… Avô!?… AVÔ?!?!….”

    2 thumbs down, eu sei…

  13. Essa coisa do black friday é um tema interessante, penso eu. Não sei onde e quando apareceu como figura de propaganda, mas uma coisa é certa: escancara o nível de automatismo que boa parte da população alcançou. Basta detonar o gatilho e os robôs humanos atuam inclusive de forma violenta. Vi um vídeo apavorante de uma loja Americanas sendo rebentada pelo populacho desarvorado, com pessoas caídas no chão enquanto outros passam por cima, pobres atendentes gritando socorro, pedindo calma, dizendo que havia crianças na multidão furiosa, portas postas abaixo e uma visão de devastação no final. Cada dia que passa tenho mais receio destas armas robóticas ambulantes.

    1. Ó meus caros, o black friday, para quem PRECISA de comprar qualquer coisa nova e quer aproveitar o saldo, até tem justificação…o problema é o quererem deitar a mão às coisas desenfreadamente…há também gente viciada em comprar o que quer que possa e vai feito manada desenfrada, e os EUA são o perfeito exemplo de uma sociedade de consumistas para consumistas…o black friday quanto a mim, é um teste à maneira como as as populações se comportam. E caramba…é perfeitamente possível ir em multidão e comprar ordeiramente. Mas como rtudo quanto vem da América “tem que pegar”, não só pega o black friday, como pega a maneira de lá entrar.

    1. Muto bom , JF.

      Desde pequenos somos condicionados a aceitar o que nos foi convencionado. Repito aqui as palavras do mestre Caetano: ” O certo é saber que o certo é certo”.

      Ao refletirmos sobre o artigo e a realidade que nos cerca, somos levados a fazer uma analogia com o filme “Matrix”. Lembremos que no filme as pessoas aceitavam a “realidade” que lhe era imposta sem questionar. Até mesmo, um dos vilões que sabia da verdade, vendeu-se em troca de uma vida falsa, mas feliz , dentro da matriz.

      Talvez isso explique o condicionamento humano a determinada convenção, por imaginar que fora dela, estaria exposto a sua própria fragilidade.

      Abraço. Obrigado pelo artigo.

  14. “Esse silêncio todo me atordoa”.

    Quebrando o silêncio, entrei aqui para desejar a todos um Feliz Natal , mesmo que essa dita Fe$ta Cri$tã , já tenha perdido seu sentido há muito tempo.

    Foi muito prazeroso conviver com os membros do II por mais esse ano. Agradeço por tolerarem as besteiras que escrevo e peço desculpas se em algumas vezes, me excedi na rudeza das palavras.

    Desejo a todos os amigos muita saúde e paz, porque o resto, a gente se vira.
    E com sempre digo, que 2020 seja melhor que 2019 e pior que 2021.

    Abraços natalinos.

  15. O natal não é festa cristã…é uma festa criada pelo império romano, que fundiu todas as crenças, tradições, ritos e celebrações pagãos de há 2000 anos atrás, sob uma aparência/”vestimenta” cristã.

    Procurem no youtube o canal do Dr. Fred Tarsitano, e carreguem na playlist que diz “Why I’m no longer a roman christian”.
    É revelador, e ele nem toca em tudo quanto há para dizer. E já agora vejam as outras playlists todas, por ordem.

    Não desejo “feliz natal”, mas desejo que este final de ano seja favorável, que as entradas do próximo também, e que 2020 vos corra pelo melhor, desde que não vá por caminhos errados.

    E, como diz a expressão: que o melhor do passado seja o pior do futuro. Embora haja coisa sinistras no horizonte, como aquelas que este blog e outros desvendam.

  16. Lanço um possível tópico para discussão enquanto se aguarda o regresso do Max.
    Há um assunto do qual pouco se fala por aí, mas que teimo em tentar perceber, que é o que aconteceu ao povo alemão, após a invasão do seus país pelas tropas aliadas e soviéticas. Já li algumas coisas sobre o assunto e sei que quase todos os alemães foram maltratados, através da violação sistemática das mulheres e campos de prisioneiros para os homens. Atenção, o assunto que eu proponho discutir nada tem a ver com os campos de concentração para os judeus e respectivo holocausto, pois sobre isso há muita literatura por aí. Preciso é mesmo de saber o que é que os conquistadores, supostamente mais evoluídos, fizeram na Alemanha? Sobre este assunto encontro muito pouca literatura disponível nos ditos orgãos comerciais…

    1. Houve uma rendição social dos alemães que voltaram a serem um país sob a égide do capital sionista judaico e alçado a principal base da geopolitica pro sionismo estadunidense na Europa, o mesmo ocorrendo com o Japão na Ásia Oriental.

    2. «…que é o que aconteceu ao povo alemão, após a invasão do seus país pelas tropas aliadas e soviéticas…» – f. p. badio, 27 Dezembro, 2019 às 15:32

      Em primeiro lugar, não houve nenhuma invasão da Alemanha nacional-socialista por parte da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), mas sim o contrário, a Alemanha é que invadiu a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) forçando este país a expulsar o inimigo alemão.

      «…alemães foram maltratados, através da violação sistemática das mulheres e campos de prisioneiros para os homens…» – f. p. badio, 27 Dezembro, 2019 às 15:32

      Relativamente a esta questão, está profundamente documentado as atrocidades cometidas contra os cidadãos alemães por parte dos chamados «aliados», que antes haviam prestado apoio à estrutura política, económica, e militar, da Alemanha nacional-socialista e da Itália fascista, mas a partir do momento em que União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) começou a destruir as forças do eixo até ao ponto que as derrotou por completo, vencendo assim a 2ª Guerra Mundial (1939 – 1945), os chamados «aliados» deram início a massacres, bombardeamentos, encarceramentos em campos de concentração, e todo o tipo de barbaridades, contra a população civil alemã que se encontrava completamente moribunda e desgastada, como forma de iludir a opinião pública dando a falsa ideia de que estariam a combater o nacional-socialismo e o fascismo.

      Relativamente à actuação da União Soviética, existiram alguns (poucos) casos de violência (em várias vertentes) contra a população civil alemã, que foram prontamente sancionados pelo Exército Vermelho e os praticantes desses crimes exemplarmente condenados, conforme demonstram os documentos oficiais e a literatura disponível sobre o tema.

      O que não deixa de ser impressionante é o civismo e humanismo com que os cidadãos Soviéticos, o Exército Vermelho, tratou os alemães a partir do momento que penetrou no seu território, tendo em conta os 26 Milhões de Soviéticos que perderam a vida a combater o invasor nacional-socialista e os seus aliados, e as atrocidades inimagináveis cometidas por estes últimos contra o povo da Rússia.

      1. Por amor de Deus J.F !!! “…o civismo e humanismo com que os cidadãos Soviéticos, o Exército Vermelho, tratou os alemães a partir do momento que penetrou no seu território,…” E no Pai Natal e no Coelhinho da Pascoa também acreditas?

        1. Precisamente, e tinham direito a fazer igual ou pior do que os alemães fizeram, pois o facto da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) ter sido invadida e agredida pela Alemanha nacional-socialista e os seus aliados, e de acordo com o Direito Internacional da época e respectivas regras da guerra naquele período, davam-lhe todo o direito de responder na mesma moeda ou até pior.

          Porém, os Soviéticos, o Exército Vermelho, a URSS, demonstrou um civismo e diplomacia face ao sanguinário e violento agressor alemão, dignas de referência, conforme demonstram os relatos desse período histórico devidamente documentados, os documentos oficiais, e a literatura disponível sobre o tema.

          Lembre-se que o estudo e análise da História nunca pode ser feito de forma partidária, é esse o seu mal.

          1. Exacto JF eu faço uma analise da historia partidária, logo eu que nem partido politico tenho, tens razão …claro que tu és completamente imparcial e não puxas nem ou pouco para o lado da URSS , deve ser impressão minha.
            Olha, estava-me aqui a lembrar porque razão os alemães se queriam render apenas aos americanos e não aos cívicos e diplomáticos soviéticos ( e afinal os americanos fizeram lhe exactamente o mesmo que temiam que os americanos lhe fizessem) … e lembrei-me também dos cívicos e diplomáticos presos da URSS que foram todos libertados, fardados e mais ou menos armados e empurrados para a linha da frente combater os alemães, claro que antes de serem libertados tiveram aulas de etiqueta e boas maneiras … Ai J.F . ….de que planeta é que tu vieste ?

            1. «…Olha, estava-me aqui a lembrar porque razão os alemães se queriam render apenas aos americanos e não aos cívicos e diplomáticos soviéticos…» – P. Lopes, 24 Janeiro, 2020 às 19:42

              Pois claro, se os Estados Unidos da América do Norte apoiaram o nacional-socialismo e o fascismo, inclusive ajudaram a evacuar militares e elementos nazis de elevada importância a nível de comando e liderança, queria o quê? Que os alemães se rendessem aos Soviéticos, depois de terem invadido a URSS, saqueado as localidades por onde passaram, e de terem perseguido, torturado, violado, e assassinado, homens, mulheres, e crianças, queria que os nacional-socialistas se fossem render junto daqueles a quem fizeram mal e cometeram atrocidades?

              Deixe mas é de ser mal-intencionado e pare de escrever palermices.

              1. HA HA HA HA HA HA Obrigado JF. Bem, uma vez que eu só escrevo palermices e sou mal-intencionado então temos aqui bases para uma solida amizade uma vez que temos portanto pontos em comum. E devo confessar que até tenho uma especial simpatia por ti JF pareces-me daqueles indivíduos que vivem num mundo criado pela sua própria imaginação e se recusam e até reagem mal perante qualquer tentativa de demonstrar que esse mundo imaginário não existe, assim tipo Dom Quixote a lutar contra moinhos de vento … é romântico sim…mas também não deixa de poder ser visto como estúpido … dependendo do ponto do vista.
                JF…JF… os “cívicos” cidadãos soviéticos e os “facinoras” nazis partilham o mesmo ADN… são a mesma espécie e reagem de forma idêntica a estímulos semelhantes.
                Acorda JF deixa de ver o mundo pelos óculos de ideologias porque não tens falta de vista, apenas tens medo de pensar pela tua própria cabeça.

                Deste seu palerma e mal-intencionado amigo ….
                P. Lopes

                1. Quer dizer então que os “mocinhos” são os capitalistas ocidentais…Capitalismo ou o caos…Conheço de longe este tipo de gente doente que reza a ideologia dominante e tenta descredibilizar qualquer um que se oponha, e se dizem não ideológicos…

                  1. O único doente que vejo aqui é alguém que escondido atrás do anonimato se vai meter numa conversa entre duas pessoas apenas para ter a arrogância de dizer que conhece ” este tipo de gente” quando o tipo de gente a que pertence é os C.A. cobardes anónimos.

  17. Olá pessoal: sobre o tema proposto, acho que posso contribuir com experiências pessoais de um alemão que foi meu companheiro, e que com a rendição tinha 5 anos de idade, pai “neutro”, mãe nazista coordenadora das meninas nazistas da cidade e mais duas irmãs um pouco mais velhas que ele. Ele lembra perfeitamente que os compatriotas mais abonados sumiram da cidade, muitos tinham construído sótãos, sabendo que a guerra terminaria mal para eles, então guardavam víveres e alguns contrabandeavam com os mais desafortunados. Era o caso da família a qual me refiro. O chefe da família arranjava cigarros ( por suposto roubados) e trocava por comida. Mas chegou rapidamente o momento em que o negócio não mais funcionava, a casa estava bastante deteriorada, e resolveram migrar. Bem, isso significava andar a pé, de cidade em cidade, na tentativa que chegando em Berlin as coisas melhorariam. Lembra que esse episódio virou verdadeira epopeia que para manter a família viva chegaram a comer barro. Mas havia a ideia que alcançando a metrópole as forças armadas vencedoras teriam dividido e organizado a cidade. E assim parece que a maioria teve a mesma ideia. Realmente a cidade tinha sido dividida em pedaços, sendo a parte leste para os soviéticos. Havia uma especial fúria dos soviéticos contra os alemães porque os garotos berlinenses tinham explodido centenas de tanques soviéticos no perímetro de Berlin, última reservas das forças nazistas. Isso preocupava demais a família com um filho garoto. Quem era nazista, continuava nazista mais do que nunca e quem não era continuava não sendo. Mas não tardou todos os nazistas jurarem que nunca tinham sido, na esperança de obter mais cupons de comida. A situação era desesperadora mas especialmente os berlinenses que não queriam abandonar sua cidade, e isso durou dois, três e mais anos. No verão o calor produzia um cheiro de cadáver alucinante, e no inverno não havia lenha nem fogão porque os prédios tinham sido destruídos e os que ainda podiam ser aproveitados tinham sido tomados pelos vencedores. Aquela multidão recebeu a incumbência de tornar a cidade habitável, removendo escombros com as mãos, sem poupar crianças. Mas mesmo assim a água tinha sido contaminada, e os trens funcionavam tão precariamente que camas eram improvisadas com palha, mas nada era providenciado a não ser os cupons de comida, onde as filas de esfarrapados serpenteavam nos rigores do frio e do calor. As famílias não tinham conhecimento do que acontecia nos altos escalões mas procuravam se organizar artística e politicamente.Havia muita criança sem parentes, e a mãe do meu ex companheiro foi uma das mães que tentavam organizar e acolher estas crianças. Uma lembrança que marcou muito este período para o meu pseudo periodista foi o natal, com um frio desgraçado, num prédio sem telhado onde a comunidade berlinense se reuniu para cânticos e orações, preparando o advento.
    Poderia dizer muito mais , inclusive a vida do meu alemão mais chegado depois de criança e das consequências terríveis que plasmou sua vida, comportamento e sentimentos,mas creio que está de bom tamanho.

    1. Intrigante relato, Maria.

      O tema “Segunda guerra” sempre me fascinou. Talvez por motivos que eu desconheça ou por ter sido um acontecimento que mudou a cara do mundo, mesmo.

      Recentemente assisti a um documentário no History ( “Gigantes dos alimentos” ) onde pode-se ver como a industria alimentícia influenciou na campanha norte americana na guerra.
      Havia uma antiga série na Tv Educativa que mostrava alguns episódios pitorescos: como os artifícios de alguns franceses em esconder as obras de arte para não pararem nas mãos dos alemães. Outro programa, relatava o trabalho de busca por minas terrestres e bombas não detonadas.

      Porém, relatos como os seus e outros relacionados ao tema proposto pelo Baldio, são mais raros de se encontrar. Provavelmente porque o “mocinho” não quer mostrar seu lado bandido.

      Um adendo: Acabei lembrando de uma conversa entre amigos, há uns 20 anos atrás, onde defendi a tese de que um Adolfo Hitler jamais de criaria num mais como o brasil, baseando-me na índole do nosso povo.
      Quanta ingenuidade a minha.

      Abraço.

  18. A propaganda, sob total controle das elites sionistas e aceclas, se esmera em divulgar certos conteúdos sobre a segunda guerra mundial, todos direcionados em demonizar o nazismo e o tal antissemitismo (sobre judeus brancos europeus?!?!), mas o grande e principal acontecimento geopolítico do século 20 foi a primeira guerra mundial ( ou Grande Guerra) que pouco se fala, e que detonou com nada menos do que 6 Impérios de uma só vez, deu início a transferência de maior poder mundial, da Grã-Bretanha para os EUA, e o respectivo controle dessas economias e mercados.

  19. Fala Max e galera, tudo bem? De certo que estão acompanhando o conflito entre Irão e EUA. Mas eu tenho uma dúvida “conspiracionista” que não sai da minha cabeça: pouco tempo após os eventos ofensivo entre ambos os países, vcs viram que houve uma queda de avião logo após a decolagem, e também um terremoto no Irão perto de uma usina nuclear? Sobre o terremoto, ok, seria um evento natural; sobre a queda do avião, o Irão não teria nenhum interesse em derrubá-lo, uma vez que foi dentro de seu próprio território e com muitos iranianos dentro, e até o momento não existe nenhum indício claro que um míssil ou algo assim teria explodido o avião. Meu ponto é: estaríamos vendo os EUA usar algum tipo de arma daquelas que os mais conspiracionistas afirmam ser da DARPA, que poderia ter “desligado” o avião, causando a queda, e também ter causado o terremoto? Achei apenas que a coincidência destes eventos próximos a data da quase-guerra foram muitos próximos, no mínimo suspeitos… E vindo dos EUA, acho que existe uma chance de eles terem armas que façam isto…

    1. É mesmo PCPONS, quando há coincidências demais, a gente desconfia.
      Imagine um sujeito levando uma facada na barriga e ninguém ver um pingo de sangue saindo do corpo dele. Mais perplexo fico, quando penso que o agressor dese sujeito ( que normalmente seria linchado publicamente ) rapidamente recebe a proteção dos guarda costas do “esfaqueado”.

      1. Já vi e revi, aliás em Juiz de Fora ninguém teve acesso no hospital alias andou polícia paulista e mineira aos tiros lá(na mesma altura). O que se faz para não aparecer na TV ee enfrentar opositores politicos.

        N

    2. -misseis patriot atingem tudo menos o alvo
      -F 35
      -Boeing 737? Max (a propósito onde para?). Desenhado por palhaços revisto por macacos,
      Etc…
      Alguém atirou, US, Israel?

      Nuno

  20. Olá Max: se ainda estiveres no planeta terra, com certeza já completastes a corrida Paris Dacar. Então não deixa de trazer novidades inteligentes e instigantes destas terras distantes. Estou sentindo falta de artigos novos tipo II. Abraços

  21. Olá pessoal: acho que não adianta a gente ficar discutindo qual exército foi pior. Todos foram terríveis, e sempre. A guerra é uma oportunidade excelente para fazer bons negócios, em todo lugar e em qualquer tempo. Na segunda guerra seria engraçado se não fosse trágico, os judeus pobres que se safaram (porque judeu rico não pisou em campo de concentração, ou por pouquíssimo tempo) tomando a força as ruínas de prédios que sofreram bombardeio, e alugando para os desabrigados ( a mãe de meu ex companheiro alemão alugou um destes para, junto com outras alemãs estabelecerem uma precária maternidade e berçário para as que haviam engravidado com as múltiplas violações e não quiseram ou conseguiram abortar. Por sinal, segundo estatísticas o número campeão de violadores foram os norte americanos, propiciando junto à “liga das nações” o nascimento de 25.000 infelizes aproximadamente.
    Quando o exército alemão invadiu a Rússia , os primeiros embates deram sucesso à Alemanha, que juntou milhares de prisioneiros civis e militares russos, deixando-os morrer a míngua. O exército russo fez a mesma coisa quando invadiu a Alemanha.
    Dos pequenos aos grandes mesquinhos negócios, tem gente que se enriquece e outros ficam milionários, sempre. Só para mudar de território, Mossul no Iraque continua destruída, malgrado as grandes quantias fornecidas para sua reconstrução.
    Passados 10 anos o Haiti é o palco da degeneração humana, com 80% da população na miséria, malgrado as atividades beneficientes e pacificadoras. ( Exército brasileiro a frente).
    Poderia passar o resto do dia escrevendo acontecimentos similares em todas as épocas e com todos os povos. Só uma coisa é comum a todos: são humanos, e de nós podemos esperar qualquer coisa. É só ter oportunidade. As exceções confirmam a regra.

      1. E mesmo que a civilização atual seja extinta ( por catástrofe natural ou auto destruição ) e tivermos que recomeçar novamente do zero, corremos o risco de recairmos nos mesmos erros. Talvez sejamos a parte que não deu certo da criação. Quem sabe seja por isso que os extraterrestres não queiram se revelar.

        1. Acho que tem mais a ver com a madurez humana no sentido da moralidade. Somos tão infantis nesse quesito que automáticamente associamos a moralidade aos humanos e não a uma amplitude de vida universal. Todos nós ainda vivemos grandes mentiras, ao que leva ao extremismo e que por sua vez se torna basicamente um culto. A evolução é parte natural de nós, não se desanimem, a inteligência maior é sábia, confiem pois o Mal trabalha para o Bem.

          1. Investigue as entre linhas da historiografia propagandística e verás que a tal evolução atinge apenas alguns processos das relações da espécie animal falante, invariavelmente preservando as equações de poder e dominância entre pequenas minorias e grandes maiorias.

Obrigado por participar na discussão!

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