Vida de blog: o fim do conspiracionismo anti-judeu

O tempo de leitura estimado deste artigo é de 10 minutos

E chegamos assim ao último capítulo da saga “o judeu é criminoso”. Admito que a minha intenção era aquela de continuar a investigar, mas as reações ao artigo “A questão judaica: Benjamin Freedman” foram tão míseras que obrigam a uma reflexão: vale a pena investir mais tempo e esforço num assunto que ninguém consegue, não digo “provar”, mas aos menos “justificar”? É lícito esperar uma discussão construtiva quando a contraparte demonstra ser totalmente incapaz de aportar argumentos?

Com a publicação do discurso de Benjamin Freedman e a respectiva análise, a intenção era clara: desmontar um dos pilares desta teoria (o discurso de Freedman) e dar aos seus apoiantes uma oportunidade para responder utilizando a mesma ferramenta (a análise). Isso porque os apoiantes desta teoria parecem ter comparecido em massa no blog durante os últimos tempos, condicionando até as escolhas de Leitores de velha data. Por esta razão pareceu-me bem enfrentar o assunto.

Como reparou Krowler, a tradução e a análise dos factos contidos no discurso de Freedman levaram tempo, algo normal quando a vontade for aquela de apresentar um bom trabalho, não apenas fundamentado no “acho que” ou no “ouvi dizer que…”. Não estou à procura de elogios: é só para frisar como foi preciso tempo e esforço para debater o tema de forma minimamente pertinente. Até decidi impor-me alguns limites, pois haveria mais para acrescentar, mas decidi restringir a análise aos factos mais salientes.

Perante isso, era suposto esperar uma reacção do mesmo nível, sobretudo em termos de análise. Isso é: evitar os proclamas, as frases vazias, os “ouvi dizer que” para concentrar-se nos factos. Porque uma teoria que não consiga ser apoiada por factos não passa duma fantasia.

Até deixei o artículo com o discurso de Freedman em evidência, não acrescentando mais durante mais de 24 horas para não retirar-lhe visibilidade e, ao mesmo tempo, para dar todo o tempo necessário para que os seus apoiantes pudessem procurar, analisar, escrever. Sinceramente: mais do que isso não sei o que fazer.

Os resultados?

Chaplin

Chaplin, o principal impulsionador do teorema “todos os judeus são criminosos e querem governar o mundo”, respondeu com uma nova teoria, segundo a qual os semitas estão empenhados numa luta contra os alemães desde a noite dos tempos, luta obviamente ganha pelos terríveis judeus. Depois sugeriu que o blog dedicasse espaço à “função clandestina (ou no mínimo discreta) das Universidades Republicanas e Democráticas” que cooptam alunos com capacidades para inseri-los em fraternidades/irmandades e “torna-los verdadeiros conspiradores sociais”.

A seguir apresentou uma longa exposição sobre os dados do Holocausto. E acabou entrando no mundo da filosofia, segundo o qual quem não confia nas suas opiniões afinal “acredita piamente, sem se dar conta na maior parte do tempo, em verdadeiras lendas/mitos” apresentados pelo “arcabouço doutrinário acadêmico”.

Resumindo: após ter alegremente ignorado o discurso relativo aos hebreus ortodoxos, que defendem um judaismo bem diferente daquele que gosta de apresentar e por isso são voluntariamente “esquecidos”, agora Chaplin responde com mais conspirações (a luta dos judeus contra os alemães ao longo dos milénios), uma dissertação não pedida acerca do Holocausto (curiosamente algo que o blog já tinha tratado em moldes muito parecidos, mas nada disso tem a ver com o discurso de Freedman), observando que os partidos políticos têm escolas nas quais tentam identificar os alunos mais dotados (olha só a novidade…), para acabar com a cereja no topo do bolo: quem não acredita nas teoria dele é um pobre estúpido que engole tudo o que o “arcabouço doutrinário acadêmico” propõe.

Chaplin não tem a menor capacidade para contra-analisar o discurso de Freedman, não consegue apresentar provas, factos, documentos, seja lá o que for. Pode só continuar a repetir que “os judeus são criminosos” e que “quem não acredita nisso é um estúpido ingenuo” mas nada mais.

Chaplin, o blog não vai gastar nem meia palavra sobre a heroica luta das elites alemãs contra os pérfidos judeus ao longo dos séculos e nem meia palavra acerca da incrível descoberta segundo a qual existem escolas de partidos nas quais os alunos mais dotados são selecionados (ooooohhhhhh!!!!). Eu nem tento fazer-lhe mudar de ideia, limito-me a convida-lo para que deixe as coisas complexas para outros com mais capacidades: porque o nosso mundo é infinitamente mais complicado daquilo que parece, a ideia dos bons dum lado e dos maus do outro é algo que pertence à ficção, não ao nosso mundo.

Aliás, o blog passa a ignorar o assunto porque totalmente desprovidos de bases, não oferecendo nada mais do que uma chave de leitura infantil para mentes simples. E, pessoalmente, acho que os Leitores de Informação Incorrecta pedem mais do que isso. Já convidei Chaplin a abrir um seu blog: não era uma provocação, era uma sugestão autêntica, porque acho que o seu tempo em Informação Incorrecta acabou. Abra um blog onde poder recolher os adeptos da sua teoria, aprofundam, investiguem, discutam, criem e mantenham vivo o vosso mundo. Mas fora daqui. Obrigado.

Última nota, sempre para Chaplin: longe de mim a ideia de ofender, mas se aquelas apresentadas forem as suas ideias de verdade (e tenho as minhas dúvidas acerca disso), procure ajuda porque a sua vida deve ser um autêntico inferno.

Os Anónimos

Além de Chaplin há (supostamente) outros Leitores que defendem a teoria do “judeu criminoso”. Nenhum deles tem a capacidade para contra-analisar o discurso de Freedman e todos mexem-se na senda indicada por Chaplin. Não admira: não há maneira de apoiar uma reconstrução tão absurda. Vamos ver.

Não entendo essa dependência quase reverente relação aos sofismas apresentados pelo blogueiro. Se o assunto lhe interessa e não se sente devidamente esclarecido , investigue por si mesmo, confie no seu discernimento.

O Anónimo fala de “sofismas” e, dado que espaço não falta, esta seria uma boa ocasião para frisar quais estes meus sofismas, quais os meus erros. Mas não, ficamos nos “sofismas”, nada mais. Uma pena. Sem surpresa aparece o espanto do Anónimo ao constatar que, quando uma pessoa raciocina, os Leitores tendem a apreciar esta atitude. Este é um ponto importante, que nem Chaplin nem os alegados acólitos deles conseguem interpretar. Aquela que chamam de “reverência” é na verdade “respeito”, construído ao longo de anos por quem, por sua vez, trata com respeito os Leitores, não tentando vender-lhes teorias absurdas, sem chama-los de analfabetas se não partilharem o ponto de vista, sem recorrer aos insultos uma vez acabados os argumentos.

Chamo a atenção, em particular dos Leitores mais antigos, acerca dum ponto: nunca o blog foi tão controverso, tão “campo de batalha”, tão insultuoso desde quando compareceram Chaplin e os alegados acólitos. Tragam as vossas conclusões.

Quanto ás “imprecisões históricas”, recordo que a história é sempre escrita pelos vencedores, e que estes são os mesmos que dominam as intrujices do mainstream mídia

Esta é uma visão interessante porque bem demonstra o esquema de raciocínio utilizado pelos conspiradores sionistas. Parte-se duma afirmação verdadeira (“a história é sempre escrita pelos vencedores”) para declarar que quem não acredita na versão apresentada é vítima das intrujices dos que dominam o mainstream. Isso significa o seguinte: tudo o que é possível encontrar que não esteja em linha com a conspiração é falso. Não importa quão profunda ou vária será a pesquisa: os dados “antipáticos” são obviamente falsos, manipulados.

É exactamente a visão utilizada por quem apoia Nibiru ou a Terra Plana: as fotografias da Nasa são todas manipuladas; aquelas que mostram algo “estranho” são o fruto da “distração” da Nasa; aquelas declaradas falsas pelos cientistas são obviamente autênticas, só que a Nasa quer encobrir tudo; quem não acredita nisso é um ingénuo ou, pior, um agente parte da conspiração.

De facto, aplicando esta teoria é possível demonstrar tudo e o contrário de tudo: não há limites. Mas onde está o truque? O truque está na incapacidade em procurar e de analisar. As “imprecisões históricas” citadas pelo Anónimo não são “imprecisões”: são erros grosseiros, ao ponto de que contradizem até quanto escrito por Adolf Hitler. Erros que não conseguem justificar o desenvolvimentos dos factos a não ser recorrendo a outros erros grosseiros e distorções. Porque este é o ponto: para reconhecer uma história ré-escrita pelos vencedores é suficiente observar o desenvolvimento dos factos, a relação causa-efeito (que está sempre presente). Claro que se a nossa fonte for Wikipedia ou outro autor e “fantasia” teremos alguma dificuldades em distinguir tais elementos, mas é também claro que quem deseja procurar de forma séria não se limita a fontes como estas.

Depois o mesmo Anónimo apresenta “a prova provada”: uma série de vídeos do General da reserva Gerd Schultze-Rhonhof. Não sei o que tem a ver Gerd Schultze-Rhonhof com quanto afirmado por Ben Freedman, que trata da Segunda Guerra Mundial de forma apenas tangencial. O facto de Gerd Schultze-Rhonhof propor uma (válida) ré-leitura da Segunda Guerra Mundial justifica os erros grosseiros e as fantasias do discurso de Freedman? Não me parece.

Como bem disse P.Lopes:

e os leitores poderiam começar a vomitar só de ouvir falar em mais conspirações

E não apenas os Leitores, acrescento. O blog entrou num círculo em que o assunto de fundo é apenas um: a super-mega-conspiração judaica para dominar o mundo. Pior: tudo isso é suportado apenas por teorias que ninguém consegue provar, que conseguem viver apenas nas mentes de alguns, defendidas com suposições, alegações, erros macroscópicos, insultos se for o caso.

Peço desculpa aos Leitores pois a responsabilidade em parte é minha também: a ideia dum blog “aberto”, onde os assuntos tratados são o fruto das opções de todos e não apenas do Autor, tem deste problemas. Mas cabe ao Autor retomar o normal percurso, afastando as teorias que visam apenas criar “nuvens de pó” para ocultar o que se passa na realidade.

Admito ter ficado desiludido. Quem, como eu (e, suponho, os Leitores do blog) está sempre à procura de algo que possa ajudar a melhor entender o mundo, sabe que perante uma teoria, apesar de aparentemente descabida, é possível encontrar elementos de interesse. Mas no caso da teoria do “judeu criminoso” não há nada: o vazio absoluto, os insultos.

Vale quanto dito ao Chaplin: procurem ajuda, entrem numa igreja se for o caso, será sempre melhor de que viver nas vossas condições actuais.

Mais do que uma dúvida

Isso causa estranheza e dúvida: para quê, afinal? Qual o objectivo? invadir e deturpar a vida dum blog apenas para demonstrar que o nosso ponto de vista é o melhor? Que os outros estão todos enganados? A tal ponto chega a frustração da nossa vida social? É possível, mas sugiro outra interpretação.

Uma possibilidade é a seguinte: ao revestir o assunto “sionismo” com uma camada de racismo puro (“todos os judeus são criminosos”), é automaticamente de-potenciada qualquer crítica contra tudo o que for hebraico. E o sionismo alcança o seu objectivo: acusar de “antissemitismo” todos os que criticam determinadas atitudes tipicamente israelitas. É a mesma atitude que utiliza israel para defender os seus actos, podemos encontra-la facilmente nos media.

Só desta forma é possível justificar o (muito relativo, verdade seja dita) sucesso duma teoria vazia, sem nenhuma fundamentação, que consiste em repetir até a náusea sempre os mesmos princípios e que quer demonstrar só uma coisa: que todos os judeus são criminosos. Se Chaplin e acólitos sejam partes activas neste processo sionista ou apenas vítimas inconscientes, não sei e nem estou interessado nisso. O que me interessa é o blog, que é e continuará a ser, entre as outras coisas, anti-sionista.

É por esta razão que acaba aqui a questão da super-mega-conspiração judaica: a partir de hoje o blog deixa de tratar desta teoria, seja sob forma de artigos, seja sob forma de comentários.

Isso significa que os comentários vão ser censurados também? Obviamente sim, em particular os comentários de Chaplin e de todos os outros infelizes cujo fim é apenas desestabilizar e distrair o blog. Lamento, mas se o desejo for criar caos, insultar, defender o cego racismo e esconder os crimes do sionismo, então a minha tarefa é impedir isso e voltar à normalidade.

 

Ipse dixit.

41 Replies to “Vida de blog: o fim do conspiracionismo anti-judeu”

  1. E que tal mudar um pouco a agulha? Já que o blog é maioritariamente vistado? Por brasileiros e portugueses que tal a vitória de Obrador no México.
    Ou como diria us infurmasson do sul us periguozos cumunista(como a bandeira do Japão)
    Na tal de copa/campeonato do mundo a equipa amarela(nada contra) e a sua mascote:
    Aquele:
    https://youtu.be/rjHc60a_aR4

    Venceu aliás quem venceu? :-))
    Ah aquilo ainda rola e rolará algum tempo:
    https://youtu.be/JDOr4r6BgHc

  2. Bom dia Max: eu lamento…e lamento muito mesmo que você se afaste do assunto. Pena que mais leitores não se manifestem, mas acredito que muitos, assim como eu, gostariam de ver expostos aqui tanta coisa que não conhecemos suficientemente. E, se não contraponho ou reafirmo com documentos e outras coisas sérias, é porque me faltam dados. Então fico dentro do que me é apresentado, externando opiniões sobre. E opiniões a gente muda quanto mais conhece, e tem sabedoria para analisar.
    Lamento também que comentaristas sempre presentes aqui muitas vezes não analisem o conteúdo do post, e respondam com outras informações/opiniões. O que do meu ponto de vista é intolerável não é a fé em determinado ponto de vista, mas as agressões desnecessárias, que indicam má fé, ma vontade, desperdício de palavras que poderiam ser usadas para análise de acontecimentos tão importantes. Mas é o que temos, e isso mostra o quanto é necessário persistires. Grande abraço Sempre

    1. Olá Maria!

      Agora não entendi: de qual assunto me afasto?

      Se for do Sionismo a resposta é “não”, não há nenhum afastamento e o tema será retomado. Tem que ser retomado pela simples razão que faz parte da nossa sociedade, é a base ideológica de israel, é a razão das miseráveis condições nas quais são mantidos os palestinianos.

      Se for da teoria “todos os judeus são criminosos” então sim, o assunto para mim acabou. Eu sou pessoa racista, no sentido que acredito no património das raças (de todas as raças, não apenas da minha) que vejo como algo que tem que ser defendido contra a uniformidade da globalização. Mas recuso a ideia de que haja raças superiores ou inferiores por acreditarem em algo diferente. Os judeus são maus porque acreditam no Talmud? Mas temos ideia do que diz a Bíblia? Achamos o nosso livro sagrado tão melhor?

      Publiquei um artigo acerca dos hebreus ortodoxos: pessoas que acreditam piamente no Talmud, que respeitam os preceitos dele. E que fartam-se de levar porradas dos sionistas. Ninguém gastou meia palavra para explicar como é que uma pessoa que acredita piamente no Talmud e vive segundo as regras nele contida é continuamente maltratado pelas forças sionistas. Não admira: os hebreus ortodoxos são ignorados porque demonstram que a equação Talmud = criminosos não faz sentido. Ou melhor: faz tanto sentido quanto a equação Bíblia = criminosos, Corão = criminosos.

      O Talmud não é um “livro mau”, não é pior de que a Bíblia. O que se passa com o Talmud é o mesmo que acontece com os muçulmanos e o Corão: todos os muçulmanos são “maus”, querem a Guerra Santa, etc. etc, isso é: julgamos os outros com base em livros velhos (e absurdos) e esquecemos que o nosso (a Bíblia) é um livro igualmente velho e absurdo, com preceitos desumanos que ninguém, na verdade, aplica. Foi por esta razão que há uns tempos decidi dedicar espaço ao mundo árabe, para tentar mostrar como afinal as pessoas não são tão diferentes, não há “monstros” do outro lado do oceano. Não sei se consegui, mas aos menos tentei. E agora eis que aparece a nova versão dos “monstros”, já não árabes mas desta vez judeus com o livro “mau” deles.

      Mas Maria sabe que os livros não são maus, são as manipulações utilizadas para convencer as pessoas que são más. Enquanto falamos aqui dos judeus “maus”, no Brasil proliferam igrejas pseudo-cristãs que convencem pessoas já miseráveis a entregar o dinheiro delas. E algumas destas igrejas começam a aparecer aqui na Europa também. Tudo baseado na Bíblia e sobretudo nos Evangelhos, a parte “boa” da Bíblia. Somos assim tão melhores do que os judeus?

      Duma coisa não posso ser acusado: de ter dedicado pouco espaço ao assunto. Mas quais foram os resultados? Publiquei o tal discurso do fanático Freedman, ninguém foi capaz de desmentir o que escrevi, todos a tentar desviar o assunto. O discurso de Freedman não coisa pouca, é um dos pilares da teoria “judeus = criminosos”, com os Protocolos dos Sábios de Sião. Mas enquanto a questão dos Protocolos é “queimada” (nesta altura é impossível estabelecer se forem falsos ou autênticos), o discurso de Freedman é bem mais actual e pode ser analisado. Com os resultados que vimos.

      Assim chegam-me e-mail no privado ou comentários aqui a dizer que generalizo porque nunca ninguém disse que os judeus são maus. Não?!? Mas se tive que impor a alguns Leitores um mínimo de atenção no utilizo dos termos, distinguindo entre “judeus” e “sionistas”! Tive que publicar um artigo para realçar as diferenças entre judeus, hebraicos, semitas e sionistas porque tudo era posto na mesma panela. E o resultado qual foi? “Shalom Max” foi um dos comentários.

      Outro comentário (que apaguei porque estou farto): “Ninguém aqui criticou Judeus pela sua raça. Mas afirmar que só os Sionistas são os únicos promotores e defensores do supremacismo racista Judeu, é simplista e patético.” Portanto temos uma nova categoria: além dos Sionistas, dos judeus não-Sionistas e dos ortodoxos, agora temos os judeus não sionistas mas que perseguem os mesmos objectivos dos Sionistas. São “para-Sionistas”, evidentemente. Quem são estes? Boh? Nomes? Nenhum. Provas? Ah, sim esqueci-me: o discurso do Freedman…

      Outras pérolas: vivo numa colónia judaica (Portugal); contra analisar o discurso de Freedman? “Seria petulante”; “não podermos falar de judeus, de maçons” (eu disse para não falar dos maçons? quando?!?); tenho que desculpar-me “para os que deixarão de acessar este espaço”; não respeito os outros e não mereço respeito, nem tenho “autoridade moral para criticar outros”. Estes são os argumentos dos apoiantes da teoria “judeu = criminoso”.

      Maria, achas mesmo que o blog deveria continuar com isso?

      Grande abraçoooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!

  3. Deixe de ser judeu totalitarista e se digne em expor minha posição.
    O título do “filme” é do blogueiro: “O judeu é criminoso”. Pois faz questão de generalizar, exaustivamente, que qualquer crítica que envolva elites judaicas, seja extensiva a qualquer pessoa que siga o judaísmo, e assim, através do diversionismo, ter o velho pretexto, tão usado por essas elites, da blindagem editorial. Acesso e comento neste blog a cerca de 6 anos, portanto, não sou a causa da queda do nível dos comentários, ocorrida a cerca de 1 ano, desde o tal “Vampera”, que o próprio blogueiro taxou de troll. Mas o que é importante é o quanto determinadas questões incomodam o editor do blog. O mesmo “esquece” da origem do sionismo. Movimento organizado basicamente por intelectualidades judaicas europeias, que desencadeou inúmeras organizações que prol do sionismo e de elites judaicas. Morastes anos em Portugal e não sabes se tratar de uma colônia judaica? Não sabes que os judeus fugidos da Inquisição Espanhola em 1497, foram aceitos pela Corte Portucalense? E que desde a invasão moura, já habitavam e enriqueciam na Península Ibérica? Quanto a existência de Fraternidades/Irmandades em Universidades, basta pesquisar em fontes até banais para constatar sua veracidade. Contra analisar o discurso de Freedman? Seria petulante para tanto, pois ele é auto explicativo/elucidativo. Entre teus “abraços” sei o quanto queres que deixe de comentar criticamente o tanto de faz de conta que enches teu blog. Dizes valorizar opiniões divergentes, mas agora, mostrar tua verdadeira face. Ah, não podermos falar de judeus, de maçons…pois conspirações são fantasias de loucos…legal! Não tem nada mais louco que a Bíblia Hebraica, e esta não foi formulada por sionistas! Ou será que foi? Agora passei a ter um exército de conspiradores…Deixas claro que só consegue conviver com contrariedades de uma forma: fazendo concessões! E este não é o caminho para quem realmente deseja trocar conteúdos, independentemente do quanto possam gerar insatisfação.
    Assim como jamais ofendi alguém (antes de ser ofendido), não estou aqui para fazer amigos. Mostra-se mesmo muito humilde qdo, não se limitando aos conteúdos/assuntos, pessoaliza sugerindo que os que não alinhados ao blog busquem alguma religião e tratarem seus problemas. Viveste em Portugal, muito antes de ter alguma influência sionista, é uma colônia judaica, desde que os judeus fugiram da Espanha Inquisitorial, e foram aceitos pelo rei Portucalense (por razões de interesse econômicos de ambas as partes, é claro). Fortalecidos desde o governo de Pombal, controlaram totalmente o país com o golpe de 1915, qdo descendentes daqueles cristãos-novos do séc.16, expulsaram a monarquia germânica.
    Deverias não fazer média perante teus iguais (como Vamperas, Charlie Chaplin (o falsário), P.Lopes, que não merecem sequer adjetivos, apenas desprezo, mas se desculpar para os que deixarão de acessar este espaço.

    1. Ehhhh chato do caraças.
      Tantas vezes já te despediste e disseste que não vinhas aqui mais mas não arredas o pé daqui.
      Não cumpres a tua palavra.
      Abre o teu blogue para expôres a tua opinião ao mundo, assim rodeias-te das pessoas que partilham a tua opinião e viverás feliz.
      Baza infeliz , não precebes que aqui serás cada vez mais humilhado?
      Não precebes quando estas a mais e te deves retirar?

  4. Para todos aqueles convencidos de representar uma mais valia para o blog ao tratar dum assunto tão “delicado” qual a teoria judeu = criminoso (porque no privado é isso que me chega também, com relativas ameaças de abandonar o blog), eis o que acontece na realidade:

    A primeira semana (a mais baixa) foi aquela da transferência para a nova plataforma, depois é só ver a hemorragia de Leitores. Ficamos esclarecidos?

  5. Na minha história pessoal, sempre fui conhecido como o mediador de conflitos, seja na família, seja no meu círculo de amigos. Vou tentar fazer o mesmo aqui, mesmo pouco acreditando no sucesso.

    Chaplin, de fato, tu és um muito antigo no blog, tal qual eu (mesmo que não comente, ou que tenha tido outro nickname). Me lembro de ti antigamente postando, como me lembro do meu antigo amigo Burgos Cãogrino (saudades de ti, guerreiro).

    Max, obviamente, é o protagonista do blog, é quem escreve os textos que tanto acompanhamos a tanto tempo.

    Para mim, está muito claro o que está acontecendo (desculpa se eu cometer alguma injustiça ou sem querer não dizer a verdade).

    Quando tratando do tema, o Max sempre foi contrário as ideias sionistas, tanto que desde sempre grafou Israel com “i” minúsculo, mas sempre deixou muito claro que não era contra a população judaica, mas contra o modus operandi a qual Israel gere suas ações e como o mundo lida hipocritamente com isto. Acho que esta é a parte onde todos aqui concordam.

    Porém, este blog nunca foi um lugar de anti-semitismo, e se hipoteticamente um dia isto ocorrer, não piso mais aqui.

    E, quando os srs e sras insistem na ideia em que todos os judeus são o problema do mundo, abrem uma janela onde qualquer explicação que conclua que a culpa é dos judeus, se torna verdade. E não é assim.

    Na minha interpretação, entre várias coisas, o que o Max pede é discernimento e senso crítico. Pode ser que cheguemos a conclusão que os judeus sejam o problema do mundo? Pode (mas altamente improvável) – desde que com muito estudo, quebrando a cabeça, analisando cada pequeno detalhe, e não através de dados rasos, sem verificação de fontes e sem comparação com outros registros históricos. Porque lidar com informações rasas é desinformação. Lidar com múltiplas fontes, comparar elas, tomar uma conclusão e assumir que tudo isto pode ser apenas o ponto de vista de quem escreve, é informação alternativa, dando ao leitor a opção de comprar ou não a ideia.

    De fato o Max tá “pistola” com o assunto, e amigo Max, não te deixe afetar com estas questões. Se te faz mal, ignore-os. Como diria o poeta, o contrário do amor não é o ódio, e sim a indiferença. E amigo Chaplin, não leves a mal a ira do Max, veja que ele simplesmente não vai comprar a tua ideia, mesmo você insistindo mil vezes. Quando ele diz para você criar um blog, ele refere-se que lá você vai poder colocar tudo o que pensa, sendo o protagonista de seu espaço, tal qual aqui ele é, e como sabes, sempre foi. Prometo acompanhar teu espaço, e tentar concordar ou discordar, ou seja, colocar em funcionamento meu senso crítico, e se por ventura eu discordar de você, não vou tentar mudar sua opinião, simplesmente deixarei de te seguir. Sabe quando tens aquela tia religiosa que tenta te importunar infinitamente para ires a igreja? Analogicamente falando, acho que é isto que está ocorrendo.

    Sobre assuntos judaicos ou não, Maria teme que nunca mais seja discutido. Dentro do que entendi, não é que nunca mais será discutido, simplesmente serão feitos posts pertinentes com fundamentos e fontes – além da possibilidade de concordar ou não, desde que com educação e mínimo de senso crítico. E não será mais alimentado ideias onde fique fácil para que digam “judeus são maus!”.

    O que torna alguém vilão, refere-se ao indivídio, jamais aos povos, do contrário, entramos no conceito de esteorotipo. Nem todo carioca é malandro, nem todo judeu é mau, nem todo francês precisa de desodorante, nem todo japonês entende de informática. Porque senão assumimos as mesmas ferramentas que os vilões que nós censuramos, utilizam.

    Espero ter contribuído para que este blog volte a ser um espaço de críticas construtivas, de boa convivência, e onde todos podem ser sim amigos, mesmo com ideias contrárias.

    Um grande abraço para todos!

    1. Nem mais. PCPONS consegue dizer o que penso melhor do que eu. Estou a ficar velho, esta é a prova 🙁

      Muito, muito obrigado!

      1. Yep, apesar de não ter lido o livro, a editora (Barnes Review) é conhecida por defender o Nazismo e promover o nacionalismo branco.

        O editor, William Crato, foi o fundador da Liberty Lobby, uma verdadeira lobby no Congresso de Washington que tinha, entre os outros objectivos, “exportar” dos Estados Unidos para África todos os afro-americanos. Não admira que Crato identificasse nos judeus a causa de todos os males. Vou ler por curiosidade, como costumo ler tudo e mais alguma coisa, oxalá encontrar algo de jeito, nunca se sabe. Claro, como fonte é o que é… Para já vi “por alto” e reparei que a história é sempre a mesma: Marx, Rothschild, Protocolos de Sion, Holocausto, Cruz Vermelha: são sempre as mesmas coisas, repetidas até o nojo, a teoria judeus = criminosos não consegue sair daí.

        Mas, como não li na integra, não vou apagar o link para já.

        Abraçoooo!

        1. Partindo desse raciocinio (julgar algo pela fonte sem conhecer o conteúdo) nunca se duvidaria das versões “oficiais” impostas. Cabe a cada um ler diferentes opiniões/versões e decidir o que eventualmente faz mais sentido e se acredita ser a verdade. Ninguém impõe nada a ninguém, cada um é livre de tirar as suas próprias conclusões, é assim que deveria ser. Da minha pesquisa até à data não tenho dúvidas nenhumas que o poder reside em quem emite e controla o dinheiro a nível internacional, com essa “infínita” quantidade de dinheiro tudo o resto se torna possível (controlar os media, politicos, sistema de educacao, história, saúde, etc) e quem controla o sistema financeiro internacional de há algumas centenas de anos pra cá, mesmo que se escondam por detrás de algumas marionetas, não é difícil de identificar… Não é à toa que as pessoas se tenham revoltado contra estes indívíduos em diferentes países do mundo, e várias vezes, ao longo dos últimos séculos… ou será que todo esse ódio/desprezo surgiu a partir do nada e sem explicacao aparente??? Quando se ligam determinados pontos tudo faz sentido, por mais que se tente deturpar ou esconder certos factos.

          1. Não apago este comentário porque é exemplar:

            “Não é à toa que as pessoas se tenham revoltado contra estes indívíduos em diferentes países do mundo, e várias vezes, ao longo dos últimos séculos… ou será que todo esse ódio/desprezo surgiu a partir do nada e sem explicacao aparente???”

            Ou seja: se existiu ódio contra os judeus (porque é deles que estamos a falar, não de Sionistas) então deve haver uma razão.

            Da mesma forma: se os pretos foram tratados como escravos ao longo de séculos, então deve haver uma razão. Ou será que o desprezo contra os pretos surgiu do nada e sem explicação aparente? Não será que os pretos nasceram para ser escravos dos brancos? Pense nisso.

            Os índios? Vamos esquecer os índios? Nem pensar. Se foram dizimados, se tantas pessoas quiseram massacra-lo e dispararam contra eles, podiam estar erradas? Acho que não, deve ter havido uma razão, este ódio não nasce do nada.

            Anónimo, queremos acrescentar mais algumas etnias ou o seu sujo racismo fica satisfeito assim? Tem uma pálida noção das bestialidades que consegue escrever? Acho que não.

            1. Nao apaga o comentário… é livre de fazer o que quiser no seu blog, mas não me parece que tenha ofendido ninguém com o meu comentário.

              Está simplesmente a focar-se numa parte do comentário para desviar a atencao do essencial, que é basicamente ter direito a uma opinião.

              Já se sabe que quando se fala em judeus não se fala em todos os judeus, para bom entendedor meia palavra basta.

              Será que a escravidão na história da humanidade se resumiu a brancos escravizarem negros? Nem por sombras.
              Aliás, diria que os pretos são bem mais racistas que os brancos, experimente ir viver para um país africano… “branca/o de merda, vai viver para a tua terra”.. é algo comum ouvir-se em Angola por exemplo.. se se atreverem a andarem em sitios públicos é claro (mas claro, não se pode generalizar, como em todo o lado há pessoas boas e pessoas más).
              E quem lucrou com o negócio da escravatura? As pessoas comuns? Não… o mesmo se aplica à questão judaica, a maior parte dos judeus provavelmente não lucra directamente, se bem que ocupar uma terra que supostamente não lhes pertence acaba por ser uma forma de aproveitamento..

              Porque são os Índios para aqui chamados? Já se sabe que sempre ouve e continua a haver injusticas, e nem todas involveram e involvem judeus certamente.

                1. Chaplin,
                  apos ja teres insultado o dono do blog varias vezes.
                  apos ja teres insultado muitos dos habituais comentadores varias vezes.
                  apos ja teres afirmado varias vezes que nao virias ca mais.
                  continuas a aparecer

                  nao tens vergonha na cara e continuas a aparecer faltando a tua palavra?
                  nao tens vergonha na cara e continuas a aparecer num sitio que tão mal falas?
                  nao tens vergonha na cara e continuas a aparecer para dizer mal?
                  seria algo perfeitamente natural rumares para outras paragens onde te sentisses em sintonia

                  Ja reparaste que esgotaste a paciencia de quem ainda te tolerava.
                  Ja reparaste que por mais que tentes impor a tua opiniao aqui nao consegues.
                  Ja reparaste que quanto mais insistes mais aversao crias e te sentes humilhado.
                  Ja reparaste que nao es bem vindo apesar de ainda te ser permitido aqui escrever.

                  Porque nao frequentas outros sitios que partilhem a tua visao?
                  Sera que nao consegues encontrar nenhum?
                  Sera que te escorraçam de todo o lado e so aqui consegues dizer alguma coisa?
                  Porque nao crias o teu proprio blog ?

                  Porque essa fixacao aqui com o ii?

                  1. Simplesmente porque se limitar a conviver ou trocar com iguais é para os fracos, covardes e estúpidos! Mas, fiques tranquilo pq aqui não permanecerei, até quando? Eu que decidirei e não como alguns idiotas querem…

                    1. Muito bem Chaplin, concordo plenamente és o maior! … mas só uma dúvida , tu aqui estas a “conviver” com quem ? Insultar, denegrir e insistir em ser humilhado é convívio ? Eu pensava que era masoquismo … Hmmm ok se calhar até tens razão … modernices …

                    2. Citação de Albert Einstein, também ele judeu :
                      “Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho certeza absoluta.”
                      Chaplin …ele estava a falar de ti :)))

                    1. E tu achas que me sentiria humilhado por gente como tu? Agora, isso não significa que silencie a comportamentos idiotas e rasos. Brincas rapaz!

        1. Neonazi anti-semita, rótulos propagandísticos difundidos pelas “vítimas” e “pobres”…para amedrontar o aprofundamento das questões que os envolvem. Assim como o orientalismo…todos previamente demonizados por quem controla a opinião publicada globalizada (não confundir com opinião pública, porque está inexiste), como os terroristas atuais…

          1. Sem dúvida.

            “Neonazi anti-semita” não existem, é só propaganda. Não existem tal como não existiram os nazistas ou os fascistas no passado, todas invenções judaicas. Comunistas? Mesma coisa. Revolução Francesa? Uma invenção judaica. Descoberta da América? Já tinha sido descoberta pelos judeus. Os Vikings? Eram judeus com cornos. Os Romanos? Eram todos judeus, na Palestina crucificavam os hebraicos só para confundir os Gentios. O Dilúvio? Uma tentativa judaica para eliminar os não-semíticos, como já tinham feito com os dinossauros (prova: alguma vez viram um dinossauro enquanto lê o Talmud?). O mundo? Foi criado por Javeh, o Deus dos judeus: de qual prova mais precisam?

            Sugestão: vão ler um site da CIA, como Veterans Today, aí podem ser felizes, há muito material daquele que vocês gostam. Aqui continuarão a ser tratados por aquilo que são. Não é preciso dizer o que, não é?

            Beijinhos judaicos para todos!

            1. O velho recurso de folclorizar para desqualificar qualquer iniciativa que confronte os “pobrezinhos”. Não tratar de judeus (de elites judaicas…fica bom assim?) é não tratar de como o dinheiro se tornou o principal valor de poder, muito antes do movimento sionista… Nazismo nada mais é do que o nacionalismo potencializado, o que os judeus estão a fazer à décadas com os palestinos. Antissemitismo é o que os mesmos judeus estão a fazer à décadas com os mesmos palestinos. Ah, mas aí não é o caso, pois os atingidos não tem a propaganda à seu favor…

              1. Muito bem Chaplin, é isso tudo, perfeito, a conspiração judaica é a teoria de tudo, muito bem. E agora que sabemos isso tudo, que conhecemos todos os meandros históricos e ínfimos pormenores o que fazemos ? Vamos fazer como os cães que correm atrás dos carros a ladrar e quando o carro para … o cão deixa de ladrar e volta para traz como se nada fosse ?

              2. Concordo que o governo de Israel é muito ruim com os palestinos, não sei se chegam a ser ruins como os nazi foram mas de fato, os palestinos são diariamente assassinados e a comunidade internacional não está nem aí. Esse ponto Chaplin, creio eu ser unanimidade aqui, entre todos.

                Agora, nazismo ser nacionalismo potencializado? Que? Existiram diversas outras sociedades nacionalistas que passaram longe do modus operandi do nazismo.

                Tenho diversos amigos judeus, eles sabem minha opinião sobre o estado de Israel, e não tem nexo eu colocar eles no mesmo balaio de um sionista.

                Só digo uma coisa: você entrou 10x na fila pra ser chato, meu deus. Esquece isso cara, respira e continua, tenho certeza que vão ter outros posts interessantes que você vai se identificar.

                A propósito, como está o blog novo? Qual é o endereço? Se ainda não registrou, sugiro http://www.conspiracaochaplin.com, está disponível por US$1 no GoDaddy kkkkkkkkk

                    1. Chaplin, o seu comentário foi removido, assim como foram removidos os do seu colega (se é que existe um colega…). Se o blog não está ao seu nível pode sempre abandona-lo, tal como anunciou. Se decidir ficar aqui tudo bem, mas até quando continuar a insultar blog e/o Leitores os comentários serão eliminados.

                      Shalom!

  6. Olá Max: folgo em saber que continuarás falando sobre o assunto. Tirando os insultos de alguns comentaristas, que eu tento ignorar porque em nada contribui, mesmo os mais dogmáticos acabam por me indicar coisas que eu não sabia. Se concordo ou não, ninguém me perguntou, logo não devo me manifestar. Como já te disse em comentário anterior, o Sr. Google traduziu para o português, e li Diga a Verdade e Envergonhe o Diabo. E como também te disse após a leitura, comentando em II: se uma quarta parte do que está escrito, documentado etc for verdade, há muitas janelas para abrir, e tenho certeza que tu saberás encaminhar a discussão da melhor maneira possível. E, à propósito, lembras de um tal vídeo que aqui foi divulgado que estava no You Tube: Tratei de baixá-lo porque ando com mania de perseguição depois de não encontrar algumas coisas na internet que eu sabia que lá estavam. Estou traduzindo, e vou ler com muita atenção. Na verdade este pessoal dogmático acaba por me disponibilizar fontes.Se fazem para esculhambar, eu não sei, mas o certo é que a mim não esculhambam E isto só acontece porque II não se exime de aguentar correntes dogmáticas, não se exime de discutir quais assuntos que tu consideras que merecem atenção. Isso é muito bom. Tira o Feedman do caminho, e continua o trabalho! Grande abraço Sempre

        1. Mas o facto destes links serem publicados por Veterans Today, um site gerido pela CIA, não vos diz nada? Não conseguem mesmo ver o esquema, não? Sejam felizes!

  7. O que se passou? Não há provas que apontem para que uns sejam os maus da fita, assim como também não as há no plano contrário. O senso-comum tem uma sabedoria de que por vezes nos devemos afastar, mas com tantas pessoas apontando o dedo a um dos lados, será caso para dizer que onde há fumo háverá fogo? Porque não a continuação da investigação com mais artigos?
    O que sei sobre esse povo está escrito no antigo testamento e diz muito acerca do que foi prometido a esse mesmo povo. E lá diz que quem não for por eles deve ser exterminado. É o que lá está. Assim aconteceu com os povos que viviam na zona que hoje é ocupada por Israel e que o antigo testamento descreve muito bem. Serão histórias inventadas? Corresponderão à verdade? Não sei. Mas actualmente um povo, naquela zona, está a passar por maus bocados. Repetição da história biblíca? Pessoalmente e até hoje, nada tenho ou tive contra o povo de deus, mas olhando para a acumulação de capital e os tentáculos que daí se ramificam, pergunto eu: ONDE ESTÁ A VERDADE no meio disto tudo? É só informação, desinformação e INFORMAÇÃO INCORRECTA. Eu contava com o Max para dar mais umas luzes sobre o assunto. Quanto mais não seja para a desmitificação desta “teoria” conspiracionista… ou a constatação de uma “cabala” deste povo para com todos os outros povos. Como disse alguém há muito tempo atrás: só sei que nada sei.

    p.s. Espero que a decisão do Max não seja devida a outros factores… !!!

  8. Opa, este post está muito concorrido, isto é bom para o negócio: Olha o OLÁ fresquinho! Há fruta ou chocolate!

    Só para completar o pensamento do PCPONS; o forte deste blog é a diversidade dos temas abordados e o cuidado posto na apresentação dos mesmos. Deve continuar assim.

    Por isso tem neste momento 2928352 visualizações. Olha a batatinha frita!

  9. Tanta coisa a acontecer:

    https://actualidad.rt.com/actualidad/279660-fiscalia-ecuador-pide-prision-preventiva-correa

    Mas a comédia hilariante(a interpol mandou os dar uma volta ao bilhar grande) adensa-se:

    https://www.bbc.com/news/world-latin-america-44706554

    A estória está com detalhes em vários sites é acusações sem provas, diz que disse, que pensa que mandou (tipo novela). Enfim tudo tão focado nisso e a justiça a martelo pneumático (sem obedecer as respetivas constituições e métodos de direito judicial internacional, já agora rasguem-nas o que conta é delação “bem premiada”, provas….nem ve-las.).
    Mas o que se passa nesse continente?

    Sinceramente perde se tempo com coisas mal contadas sem provas ou factos que faz andar por terrenos pantanosos.
    Quando no presente se está a escrever o futuro.
    O que é que o Correa fez de mal, melhorar o nível de vida dos Equatorianos e depois o sucessor, trai em tudo o que tinha prometido, enganou tudo e todos.

    Ou é impressão ou está a haver um retrocesso civilizacional na Am. do Sul, e vão todos pagar bem caro por isso, mesmo aqueles que não se sentem afectados agora, depois serão.

    https://youtu.be/cSky1utKP80

Obrigado por participar na discussão!

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