A conspiração demo-pluto-judáico-maçonica (O Cantinho dos Anti-Semitas)

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Este artigo deveria ter tido como assunto a “confissão” de Benjamin Freedman. Quem era este?

Segundo a sábia Wikipedia:

Benjamin Harrison Freedman (Nova Iorque, 4 de outubro de 1890 – Maio de 1984) foi um empresário judeu americano radicado em Nova Iorque. Freedman ficou conhecido por sua oratória e como escritor, do que se valia a mostrar sua visão política antissionista e anticomunista. Era um judeu asquenaze e converteu-se ao cristianismo.

Em 1961, Freedman deu um discurso no hotel The Willard InterContinental, em Washington (EUA), não longe da Casa Branca. Neste discurso, Freedman revela a mega-conspiração sionista que abrange passado, presente e futuro. Obviamente, Freedman tornou-se o ídolo dos anti-sionistas e dos anti-semitas (porque se não é possível separar o judaísmo do sionismo, um anti-sionista deve ser necessariamente anti-semita), a prova-provada de que o planeta é alvo final de todos os hebreus.

Vamos falar disso? Não: o vídeo está aí, legendado para quem não entende o idioma inglês, não são precisas explicações. Pede-se apenas uma coisa: ligar o cérebro.

A realidade não existe

Resumo: segundo a visão anti-sionista e anti-semita, o planeta hoje está controlado pela grande conspiração demo-pluto-judáico-maçonica, que reúne as democracias ocidentais (isso é, as classes políticas que gerem o Ocidente), a Grande Finança, os judeus e os maçons: todos juntos para dominar o mundo.

É explicado que:

  • os Estados Unidos são controlados pelos demo-pluto-judáico-maçonicos;
  • a União Europeia é controlada pelos mesmos indivíduos;
  • na Rússia, Putin deve o seu poder aos oligarcas hebraicos, que obviamente fazem parte da conspiração demo-pluto-judáico-maçonica;
  • a China outra coisa não é a não ser a nova fronteira controlada pela conspiração demo-pluto-judáico-maçonica;
  • boa parte dos islâmicos são controlados também, com a vertente sunita-wahabi;
  • todos os órgãos de comunicação e derivados (como os social networks, por exemplo) trabalham ao serviço da grande conspiração.

Uma vez assumido isso, as consequências são as seguintes:

  • que os “progressistas” americanos que estão a fazer a vida negra ao Presidente Trump;
  • que os Russos que defendem a Síria e o Irão das miras israelitas e americanas;
  • que China e Estados Unidos empenhados numa guerra comercial;
  • que a União Europeia dividida e à beira do colapso;
  • que o Reino Unido que abandona a União Europeia com o Brexit;
  • que a guerra na Ucrânia;
  • que a crise entre Reino Unido e Rússia;
  • que o Isis que ocupa o Afeganistão

…e muito mais ainda, simplesmente não existem. Não podem existir porque não fazem sentido.

Se a Administração Trump e a anterior Obama são parte da mesma conspiração, porque fazer-se a guerra? Se Moscovo está ao serviço dos demo-pluto-judáico-maçonicos, por qual razão a defesa da Síria, do Irão e os atritos com o Ocidente? Se a City de Londres e Bruxelas estão nas mãos dos sionistas, qual o sentido do Brexit? Por qual motivo instalar o Isis no Afeganistão para atacar a Rússia se esta faz parte do jogo? Porque os americanos têm que deitar abaixo um regime filo-russo na Ucrânia e substitui-lo com outro pró-Ocidente? Para que implementar uma União Europeia e depois tentar continuamente sabota-la? Por qual razão propor uns acordos comerciais transcontinentais e depois apaga-los enquanto uma parte da Finança ainda os quer? Seguir a globalização para depois fazer marcha atrás?

Conseguem ver a absurdidade disso? Liguem o cérebro, façam o favor não a mim mas a vocês. Mas realmente achamos que tudo não passa dum entretenimento para distrair o povo? O mundo estaria nas mãos desta grande conspiração global que consegue reunir judaicos, democracias ocidentais, finança e maçons para obter o quê? Uma sociedade em plena fase de decadência e decomposição?

Um planeta parado

Mas não acaba aqui, porque a conspiração demo-pluto-judáico-maçonica atravessa os séculos.

As duas Guerras Mundiais foram uma criação demo-pluto-judáico-maçonica; o Comunismo também era parte do mesmo plano; a queda das monarquias, a implementação das repúblicas, a Revolução Francesa, a independência dos Estados Unidos… tudo parte do plano demo-pluto-judáico-maçonico. Na prática, durante os últimos 300 anos nada aconteceu que não fosse parte do plano para dominar o mundo. Tenho a certeza absoluta que ao ir mais atrás seria possível encontrar a longa mão demo-pluto-judáico-maçonica na queda de Roma, na Antiga Grécia, no Diluvio Universal e na invenção da escrita. Porque no nosso planeta nada acontece se não faz parte do plano, nada mesmo.

Mas valha-me Deus, mas é tão difícil pôr a funcionar dois neurónios? Os demo-pluto-judáico-maçonicos estariam a trabalhar no grande plano há séculos: provocaram revoluções em todos os continentes e até duas guerras mundiais; e após 300 anos (no mínimo) qual o resultado? Nem conseguem segurar as fronteiras de israel sem o apoio dos Estados Unidos, têm que embutir-se de ogivas nucleares para evitar de ser apagados dum dia para outro, têm que financiar uma máquina bélica que seria impossível de manter sem apoios do estrangeiro. Provocaram revoluções, guerras, dezenas de milhões de mortos, viraram de avesso inteiros Países e não conseguem controlar um território “grande” uma terceira parte de Portugal? Tão poderosos ao ponto de nem conseguir livrar-se daqueles mortos de fome que são os palestinianos em 70 anos de guerra e guerrilha?

Eu não entendo como uma pessoa normal possa acreditar em tudo isso, porque a teoria da Terra Plana tem bases científicas muito mais sólidas, e está tudo dito.

Repito pela última vez qual o meu ponto de vista.

A super-mega-conspiração demo-pluto-judáico-maçonica

Os sionistas existem: não fazem parte duma mega-conspiração demo-pluto-judáico-maçonica que quer dominar o mundo; são ultra-nacionalistas israelitas, empurrados por motivos de carácter religioso também, que desfrutam a simpatia ou a participação no movimento de pessoas colocadas em algumas posições-chave da nossa sociedade com o propósito de realizar o sonho do “Grande israel” no Médio-Oriente; são apenas uma das fações que lutam para o poder.

Então, não há nenhuma conspiração? Depende do sentido que decidimos dar ao termo “conspiração”. Do meu ponto de vista, um grupo de pessoas com dinheiro e poder que deseja fortalecer o seu monopólio (empresarial, cultural, religioso, etc.) não é uma conspiração: é a simples história da Humanidade. Sempre foi assim, onde está a novidade?

O termo “conspiração” serve para quê? Para ridicularizar a realidade, para retirar-lhe seriedade e confina-la no âmbito dos alienados da informação alternativa, aqueles que acreditam na Terra Plana, nos Annunaki, nos Reptilianos, etc. Sabemos qual o papel das palavras na propaganda: “conspiração” é um excelente termo para quem deseja apagar da mente das massas a ideia dum plano para controlar os governos e as economias.

O termo “conspiração demo-pluto-judáico-maçonica” é ainda pior. Além dos problemas da “conspiração”, o termo é enganador pois subentende um grupo monolítico, compacto: e os eventos dos últimos dois-três anos demonstram (mais uma vez) o contrário. A chamada “elite” (porque é disso que estamos a falar) não é compacta mas dividida em pelo menos duas fações.

Se depois decidimos retirar “demo-pluto-maçonica” para ficar apenas com “judaica”, o resultado é péssimo: não conseguimos explicar nada daquilo que se passa, a realidade deixa de fazer sentido (ver exemplos acima). Além disso, ao falar de “conspiração judaica” damos uma grande ajuda à propaganda: entramos na área do anti-semitismo, do racismo puro, com o resultado de afastar as massas porque ser racista é politicamente incorrecto.

Porque o Leitor precisa duma super-mega-conspiração?

Porque faz parte da nossa natureza. A ideia duma super-mega-conspiração tem várias funções:

  • simplifica a realidade (tudo tem apenas uma única causa)
  • individua um inimigo externo (a causa é bem individuada e fica fora da nossa zona de conforto)
  • desresponsabiliza (tudo o que há de ruim é culpa “dos outros”)
  • faz-nos sentir parte da manada dos bons (os injustiçados, a “gente boa”)

Estas são “pulsões” primitivas, simples, que todos conseguem entender e partilhar sem dificuldades. O que Informação Incorrecta pede aos seus Leitores é um esforço para sair desta visão básica e aceitar a realidade qual ela é: complexa, multifactorial, em parte imprevisível. Um autêntico campo de batalha com mortos e feridos, no qual nós somos não o público inocente mas os participantes. Porque não há publico aqui, todos somos parte disso de forma voluntária ou não.

Aceitar qual única explicação apenas a conspiração judaica significa escolher qual dos lados apoiar: o lado da elite. Porque desta forma aceitamos a visão básica, aquela que simplifica, do inimigo externo, que desresponsabiliza, que faz de nós a “boa gente” eternamente injustiçada. É disso que a elite precisa: pessoas que não pensam, que não tentam entender, que não aprofundam, que não perguntam, que aceitam uma explicação boa para todas as ocasiões.

A realidade

Se o Leitor chegou até aqui já deve ter percebido qual o ponto de vista de Informação Incorrecta. Não há nenhuma conspiração, há apenas uma elite que luta para manter e ampliar o seu poder. Sempre foi assim e não há sinais de que no futuro as coisas possam mudar.

Por aqui não se utiliza o termo “conspiração” porque isso significa pôr a questão na mesma panela dos Annunaki, da Terra Plana, dos Reptilianos. Mas o que a elite tenta fazer é algo incrivelmente sério, que afecta directamente as nossas vidas. Isso merece algo mais duma simples “conspiração”, não acham?

A elite é poderosa mas não invencível. Aliás: a elite tem problemas e sérios também. O principal: não há apenas uma elite mas no mínimo duas (e esta é já por si uma simplificação extrema).

A vertente sionista é transversal (todas as elites são realidades compostas de múltiplos factores que mudam o posicionamento consoante o desenrolar-se dos acontecimentos) e é apenas uma das vertentes em jogo. Por esta razão Informação Incorrecta não pode aceitar a “conspiração judaica”: é racista (culpa todos os judeus de forma indistinta, o que fica contra as evidências), limitativa (concentra todas as atenções sobre os judaicos, subestimando ou até ignorando o papel da elite toda), desviante (confina a realidade no âmbito das conspirações sem sentido).

Final

A partir de hoje recuso continuar a ofender a minha inteligência e aquela de parte dos Leitores com este assunto. Pensam que faço isso porque tenho medo dos judeus? Pensem o que quiserem, estou nas tintas: tentei explicar as minhas razões de forma muito simples, se não conseguem entende-las já não é problema meu.

Informação Incorrecta não vai tornar-se anti-semita e racista apoiando a infantil teoria da conspiração judaica: mudei de Blogger para WordPress por uma questão de princípio, não vou agora fazer um novo favor à propaganda ao ficar confinado no estéril mundo das conspirações de treta. Querem continuar a acreditar no conto de fadas onde há o lobo mau judaico que quer tramar a “boa gente”? Ou querem continuar a disfarçar o vosso racismo com o dito conto de fadas para dar-lhe um aspecto mais aceitável? Na internet, alternativas não faltam: desfrutem, sejam felizes e adeus.

 

Ipse dixit.

45 Replies to “A conspiração demo-pluto-judáico-maçonica (O Cantinho dos Anti-Semitas)”

  1. Na minha concepção simples (tomara não seja simplória) há muitas pessoas que me são antagônicas: aquelas que não ganham salários, mas dividendos; aquelas que não sofrem o poder de dominação e exploração, mas vivem da sua realização, aquelas que no lugar de amigos têm cúmplices. São todos(as) milionários, bilionários…e, pelo que sei, apesar de não reter estatísticas, muitos, mas muitos mesmo entre eles são sionistas. E todos(as) sionistas ou não, se medem entre si, formam conchavos e grupos de poder, se digladiam, travam guerras intestinas por posições de supremacia, cujas vítimas, invariavelmente somos nós, as populações comuns dos humanos. Há locus de poder preferenciais para os diferentes grupos: sionistas, por exemplo, parecem preferir meios de comunicação de massa e finanças. Também parece que isso não é de hoje no mundo inteiro; foram e são agiotas históricos. Como suas preferências entre os dispositivos de poder são extremamente funcionais, é natural que se distingam na arte da pilhagem e da mentira. Uma história do mundo moderno/ contemporâneo escrita, filmada, ou de qualquer forma comunicada por um(a) sionista provavelmente não me convencerá.

  2. Chega-se numa fronteira ideológica. Quando fica nítido o quanto o blogueiro enquadra a responsabilidade histórica das elites judaicas que envolvem questões de dominação e poder a um folclore barato, como é feito por milhares de sites/blogs pelo mundo virtual. A mensagem subliminar é: “desdenhem dessas questões, pois são pensamentos de lunáticos”.
    O significado de Conspiração está no dicionário. Trata-se de um processo (conjunto de ações) individual ou grupal humano. A traição seria uma espécie de prima pobre.
    Para quem está há anos envolvido com matérias que evidenciam a existência perene desses processos, é de se estranhar o posicionamento.
    Começa transcrevendo o conteúdo da sábia (como o próprio blogueiro a conceitua) Wikipédia, que taxa o “confessor” ex-judeu (até porque um judeu jamais pode denunciar seus irmãos), de antissemita, portanto, um herege.
    Então o blogueiro “resolve”, folcloricamente, citar o que seria a abrangência da influencia “demo-pluto-judaico-maçônica” (definição igualmente folclórica do blogueiro).
    Daí define (como se vc possível simplificar tais processos históricas) as consequências de tal influencia.
    E determina: “essas coisas não existem”!
    O mesmo bogueiro que repetidas vezes publicou matérias que evidenciam o quanto a indústria da guerra é importante nesses processos, em precarizar populações e explorar suas precariedades.
    Mesmo que cada vez fique mais claro o quanto o Comunismo (enquanto processo e não sua ideologia base) foi cooptado por elites judaicas, para que exercesse a função de contraponto no dualismo de poder, também é folclorizado.
    O blogueiro sabe que a grande maioria das pessoas, em menor grau os habituês do blog, não tem, por desinteresse ou falta de tempo, a condição de unir a linha da história e formar um juízo de valor fora do que é propagandeado.
    E chega ao Dilúvio Universal… que decepção!
    Realmente, uma pessoa normal (ou seria comum/vulgar?) que veio ao mundo para passear, cheirar dinheiro, e ter prazeres mundanos, não possui iniciativa para chegar a tal ponto.
    Dizes ser teu ponto de vista, mas colocas como axioma do blog. E eu que nesses anos sempre pensei que o blog era uma fonte para avançarmos do lugar comum…
    Aí cita Terra Plana, Annunaki, reptlianos…mistura tudo, lugar comum no folclore barato.
    Quanto aos judeus como um todo, é igualmente simplista, porque até mesmo um analfabeto funcional sabe diferenciar maiorias de minorias… em qualquer contexto.
    O conceito de antissemitismo é uma criação do Tribunal de Nuremberg, como forma das organizações judaicas (principalmente sionistas) blindarem suas ações pelo mundo.
    Depois, assume o psicólogo Max. Que me nego a comentar. Por fim, deus Max decreta: NÃO HÁ CONSPIRAÇÃO.
    Inversamente do que diz, desvendar os processos históricos de conspiração, não tem nada de simplista, mas de altíssima complexidade. Tarefa que poucos alcançam.
    Decreta também que “não há uma elite, mas duas”. Quando a essência do processo não é identificar o número de elites, mas o quanto interferem no bom andamento da humanidade.
    Preserva o conceito de judeu como povo ou nação, justamente o conceito sionista. Sionismo que na teoria, mostra-se como um movimento de cunho nacionalista, mas que de fato, é tão internacionalista e apatriado quanto um bom judeu.

    1. Pois é Chaplin.
      O objectivo de alguns bloguistas ou formadores de opinião, é exactamente diluir e desviar o factor tribalista Judeu da equação dominante Mundial.

    2. Exacto Chaplin.

      E confirmado…

      A mensagem subliminar do Max é: “desdenhem dessas questões, pois são pensamentos de lunáticos”.

        1. Patetico és tu Chaplin, a utilizar perfis anonimos para atacar o blogueiro.
          Va lá, tenta ser homenzinho uma vez na vida e assume o que dizes sem te esconderes na obscuridade.

  3. Uma narrativa á la Max tentando transformar um assunto sério numa grande salada de palhacices desinformantes, para branquear o tremendo poder do internacionalismo Judaíco Talmúdico e seus Plutocratas Financeiros.

    Não acredito que alguém que conheça os artigos por exemplo de Gilad Atzmon, que sabemos que o Max conhece, seja capaz de ter uma visão tão disparatada sobre este tema.

    Alguns elementos: ( mas para quem quiser formar uma opinião sobre o tema)

    Ovadia Yosef ( falecido em 2013) era considerado uma das mais altas autoridades judaicas em Israel, assim como no seio do judaísmo internacional. Seu partido – Shas – está representado atualmente no parlamento.

    Afirmou no seu sermão semanal no “sabbat”:

    “Os Gentios (não judeus) nasceram unicamente para nos servir. Sem isso, eles não têm qualquer lugar no mundo; apenas para servir o povo de Israel”, afirmou “Por que os gentios são necessários? Eles vão trabalhar, irão arar, colher. Nós sentaremos como um efêndi e comeremos”, disse ele rindo….Yosef, líder espiritual do partido Shas e ex-chefe dos rabinos sefarditas de Israel, também disse que a vida de não-judeus é preservada para evitar maiores perdas financeiras aos judeus…

    http://www.haaretz.com/jewish/adl-slams-shas-spiritual-leader-for-saying-non-jews-were-born-to-serve-jews-1.320235

    Ovadia Yosef ( falecido em 2013) era considerado uma das mais altas autoridades judaicas em Israel, assim como no seio do judaísmo internacional. Seu partido – Shas – está representado atualmente no parlamento.

    ——————————————-

    Lloyd Blankfein, o presidente executivo do Goldman Sachs (um dos vário Plutocratas Judeus Talmúdicos que dirigem o Mundo) afirma:

    “só faço o trabalho de Deus”

    http://www.publico.pt/economia/jornal/o-banco-que-faz-o-trabalho-de-deus-24633586

    “Alimentou a máquina do subprime, ajudou a manipular as contas da Grécia, mas continua a dirigir o mundo. ”

    Alguém duvida o que inspira este “trabalho de Deus?”

    ~Vejamos o que diz Menechem begin sobre isso:

    http://i.imgur.com/G11D0CQ.jpg
    —————————————-

    Que tal um artigo sobre o que o Talmud diz sobre os Gentios e Cristãos em particular.

    Observação:
    Lutero sempre tinha sido favorável aos Judeus.

    Até ao dia em que decidiu aprender a língua hebraica para estudar as versões Bíblicas originais.
    Ao estudar o Talmud ficou tão chocado com o que viu que decidiu escreveu um livro intitulado “Dos judeus e suas mentiras” para alertar as pessoas sobre o perigo a que estavam sujeitas.

    É considerado por muitos um dos primeiros “Anti semitas”

    ——————————————————-
    Sobre o absoluto domínio dos USA:

    Former Republican congressman Jim traficant

    https://youtu.be/z9OxhExh8WY?t=200
    https://youtu.be/-u5t6JWraPQ?t=457
    ————————————-
    Former US lawmaker Cynthia McKinney says every candidate for Congress has to sign a pledge to vote for supporting the military superiority of Israel.

    https://youtu.be/ImFMcbF2MYY?t=206

    Enfim, tudo coisa de “teóricos de conspirações”

    Não é Max?

  4. Não sei o que se passa, mas é-me Impossivel colocar as seguintes observações no espaço de resposta do blog que me bloqueia repetidamente…

  5. Prodigioso o ponto BAIXO a que o charlatão Chaplin chega, não é so de agora e não é apenas aqui.

    Ate cria perfis anonimos com textos a apoia-lo. Ridiculo

  6. Então? Acabou? Nada mais de comentários delirantes? Onde estão os anti-semitas racistas, os que têm medo do bicho-judeão? Agora que começava a divertir-me… Que seca… 🙁

      1. Lolololololol…. é o que dá o fanatismo. Acho que este artigo com os consequentes comentários dão um exemplo perfeito.
        No fanatismo não há limites, perde-se de vista por completo o quadro geral. E aqui está o resultado.

        Abraçooooo!!!

  7. Friso o seguinte pormenor: no artigo fiz algumas perguntas às quais ninguém teve a capacidade de responder. Estas perguntas são:

    “Se a Administração Trump e a anterior Obama são parte da mesma conspiração, porque fazer-se a guerra? Se Moscovo está ao serviço dos demo-pluto-judáico-maçonicos, por qual razão a defesa da Síria, do Irão e os atritos com o Ocidente? Se a City de Londres e Bruxelas estão nas mãos dos sionistas, qual o sentido do Brexit? Por qual motivo instalar o Isis no Afeganistão para atacar a Rússia se esta faz parte do jogo? Porque os americanos têm que deitar abaixo um regime filo-russo na Ucrânia e substitui-lo com outro pró-Ocidente? Para que implementar uma União Europeia e depois tentar continuamente sabota-la? Por qual razão propor uns acordos comerciais transcontinentais e depois apaga-los enquanto uma parte da Finança ainda os quer? Seguir a globalização para depois fazer marcha atrás?”

    Nenhum comentário tenta dar uma resposta. Todos os comentários são vagos, repetem o cansado mantra do “tremendo poder do internacionalismo Judaíco Talmúdico”, do bloguista que quer “diluir e desviar o factor tribalista Judeu da equação dominante Mundial”, até chegamos à “mensagem subliminar do Max”. Chaplin nem consegue reconhecer a paternidade da expressão “demo-pluto-judáico-maçonica” que classifica como “definição igualmente folclórica do blogueiro”. Surpreendente para quem gosta de apresentar-se qual “especialista” no “desvendar os processos históricos de conspiração, não tem nada de simplista, mas de altíssima complexidade. Tarefa que poucos alcançam”.

    Do meu lado paro aqui. E do vosso lado também, porque a partir de hoje qualquer comentários que tente reintroduzir a conspiração “demo-pluto-judáico-maçonica” como única solução para explicar a nossa realidade será apagado. Obviamente será possível falar dos sionistas tal como sempre fez Informação Incorrecta: o que não será consentido é o cego racismo anti-semita.

    Única oásis continuará a ser este artigo com o relativo espaço para os comentários: aqui poderão continuar a escrever sem limitações, nada será apagado. Ficará como “O Cantinho dos Anti-Semitas”.

    A recreação acabou: foi divertido, mas agora voltamos a tratar de coisas sérias.

    Nota: acabei de apagar alguns meus comentários para retomar o ar “sério” do blog, que é o mais idóneo. Reparei que o filtro anti-spam do WordPress é mais interveniente e alguns comentários ficam retidos numa espécie de sala de espera antes da minha aprovação. Como prometido, todos os comentários aqui não vão ser censurados: se o vosso comentário não aparecer logo significa simplesmente que ainda não passei pelo computador, mas vai ser publicado na mesma. Diverso é o discurso no caso dos comentários anti-semitas e racistas a partir dos próximos artigos, para os quais vale o discurso feito antes.

    Abraço para todos.

    1. Acabou? Ui … deve vir ai uma ressaca enorme, eu não queria acreditar que tudo não passou de uma festa com muito alcool e muitas drogas mas como também não acreditas em possessões demoníacas… Não consigo compreender o estado a wye o blog chegou …

      1. hehehhe
        Ressacas, alcool, drogas, possessões demoníacas. Logo logo o p flopes aparece, meio timido, para manter a aparencia mas o que ele gosta mesmo é de algazarra a grande e desmedida. Andava escondido mas la apareceu

        1. Ola ddahhhh-se parece me que o rei da algazarra por aqui estás a ser tu, aliás o estado a que o blog chegou deve se muito a comentadores como tu que em vez de comentarem os post e os usarem como ponto de partida transformam o espaço numa batalha campal parecem miudos a atirar comida uns aos outros. Parece que se mexeu na feruda de alguem e anda tudo a ganir de dor… ddahhhh-se

    2. Como diria um conhecido Judeu ( segundo o critério do Max, racista e anti semita)

      Gilad Atzmon : “o poder judaico é a capacidade de fazer com que os não-judeus parem de falar sobre o poder judaico”.

    3. To fora deste espaço desde já. Pois blá blá blá de anos, onde o fator judeu é algo a ser menosprezado é fazer de conta e vindo do próprio blogueiro, não há razão para dar credibilidade ao blog. Vá censurar teus meninos!

  8. Fala Max!

    Tô contigo 100% e não abro. Acompanho o II desde o começo (ou quase) e me identifico contigo em quase tudo que leio. Tá difícil ser lúcido nestes tempos virtuais, e você consegue. Não dá bola pra esses malucos não, continua na tua luta. Teu público não é este hater que tá gralhando acima, mas sim gente interessada em informação alternativa de alta qualidade (esta gente nem sempre posta comments, é verdade). Na língua portuguesa, é um dos únicos que consegue me satisfazer em conteúdo.

    Te mantém firme na tua jornada, guerreiro!

    Um grande abraço!

    PCPONS

    1. Obrigado PCPONS!

      Sei que a maioria dos Leitores apoia a linha de Informação Incorrecta. E sei que a maioria dos Leitores não costuma comentar: eu faço o mesmo em outros blogues ou sites. Mas dá prazer ler algumas palavras assim de vez em quando. Outra vez: muito obrigado 🙂

      Abraçoooo!!!

  9. A tropilha defensora dos pobres judeus quando não folclorizam, usam de diversionismos…e assim confundem o que já é confuso…parabéns! Senhores da seriedade…

    1. Deplorável é ter que pedir autorização para falar sobre judeus num espaço concedido pelos próprios. Ou vcs acham que a web é algo além disso? Opinião pública transformou-se em opinião publicada ou editada pelos donos do mundo.

  10. Tento compreender a posição de todos aqui. Mas chamo a atenção que muito do que aprendi sobre judeus e sionistas foi através do Max em II. E também através de vários dos comentaristas.É muito difícil distinguir a verdade da mentira, o exagero em qualquer sentido, a displicência sobre tema fundamental etc neste desgraçado mundo de pós verdade. Se traduzi e estou lendo (assombrada) o livro: Fale a verdade e envergonhe o diabo, foi justamente porque II não se priva de considerar qualquer tema. Ninguém é isento de ter posições, sejam elas ou não do agrado de todos. Eu peço muito, mas muito mesmo ao blogueiro, que continue tratando do tema, para afirmá-lo ou não. O que interessa é abrir janelas do pensamento, e isso você Max, faz melhor que qualquer blogue que eu conheça. Porque, se uma quarta parte do que o tal livro afirma, for verdade, há muitas janelas para abrir, embora alguns dos comentaristas, ao invés de discutir sobre a temática, se esforcem em discutir o blogueiro. Neste momento tenho uma curiosidade febril, também aqui despertada, pois inúmeras vezes o Max ao lado do nome de um cretino qualquer, informa que o dito é judeu. E eu penso: caramba…este também é judeu? Digamos que fosse possível elencar o nome de 10% da canalhada onipotente que domina o mundo e informar se os ditos são ou não judeus, e ainda se são sionistas. Poderíamos avançar no conhecimento do tema. E é isso que importa, não é mesmo? Sem ofensas inúteis ou posicionamentos desesperados. Grande abraço Max, como Sempre.

    1. Olá Maria!

      O pedido vai dar uma trabalheira mas… um pedido de Maria é uma ordem e vai ser executado com rigor e abnegação 🙂
      Só preciso dum tempinho para fazer umas pesquisas.

      Graaande abraçooooooo!!!!!

  11. Olá pessoal!

    Como prometido, o Cantinho dos Anti-Semitas fica aberto a todos os racistas que reivindicam um espaço para poder exprimir as suas próprias ideias. Isso não significa que sejam permitidos insultos, acusações, ilações. Tentem exprimir as vossas ideias duma forma civil, no respeito do blog e dos seus frequentadores.

    Dado que este espaço é gentilmente concedido pelo autor, que não tem nenhuma obrigação neste sentido, perante uma atitude manifestamente desrespeitosa e continuada o mesmo pode ser revogado de forma definitiva.

    Obrigado.

  12. Foram aqui escritos comentários medíocres e ridículos, que revelam muito bem a paranoia, intolerância, e incentivo ao discurso de ódio, por parte de quem os escreveu, com o claro objectivo de descredibilizar todo o importante trabalho que está publicado no blogue Informação Incorrecta desviando a atenção dos leitores do conteúdo dos seus artigos, que valem acima de tudo pela sua análise independente respeitadora, recolhida de diversas fontes, e que nos permite dar início a um raciocínio mais abrangente.

    A mania de estar sempre a insistir que os males do Mundo são culpa dos praticantes da religião judaica, é a típica retórica anglo-sionista, de eleger sempre um inimigo para ser odiado pelas massas por forma a que as mesmas se entretenham, ao invés de se guiarem pela razão.

    Antes, eram os índios, os maçons, os comunistas, etc, a causa dos males que nos afligem.

    Mas o impressionante é o fanatismo inerente em certos comentários, que são um exemplo cabal de irracionalidade, que levam inclusive quem os seus autores fanáticos a perderem por completo o bom-senso, a noção da verdade e até da própria realidade, com a agravante de começarem a usar como a calúnia e fabricação de factos, só para atingir os seus fins.

    Para terminar, e como se diz na Cidade onde nasci, vão todos dar uma volta ao bilhar grande.

    P.S.: Max, uma vez mais ignore certos comentários, quem os escreveu tem certamente faltado às consultas no homeopata.

    Antes que me esqueça, no meio disto tudo não se falou em Nibiru.

    Será que Nibiru também é controlado por judeus maus ou está do lado dos bons?

    Convinha saber isto para que todos pudéssemos ter mais esperança e ficar descansados.

  13. Como se explica algumas mudanças de discurso do Trump depois que ganhou as eleições? Principalmente na Política Externa.

  14. Poucos sabem que há apenas alguns meses atrás, foi o próprio ministro da defesa do Estado de Israel que afirmou alto e bom som que prefere “ter o Estado Islâmico em lugar do Irão” na fronteira de Israel. “Liguem os pontos” porque isto não é astrofísica e até é bastante fácil de se perceber o que se está aqui a passar.

    Israel, nunca, nem por uma única vez atacou o Estado Islâmico. Antes pelo contrário, está mais do que demonstrado que Israel tem fornecido amplo apoio ao Estado Islâmico e que o usa estrategicamente para desestabilizar os regimes árabes da região. O Estado Islâmico é em grande parte uma criação dos sionistas e eu não tenho dúvidas de que se estes realmente estivessem interessados em destruir o Estado Islâmico, já há muito que o poderiam ter feito. Mas Israel não o faz porque Israel e a vil judiaria internacional que está a puxar os cordelinhos de toda esta orgia sanguinária, tem objectivos muito mais sinistros que vão muito para além da velha conversa estafada de “manter o povo israelita seguro”.

    O Sionismo Rothschild está a levar a cabo uma guerra subversiva por intermédio do Islamismo, não apenas contra o povo britânico, mas contra todos os povos do Mundo. O reconhecimento deste simples facto deveria ser o suficiente para em circunstâncias normais a Grã-Bretanha enviar imediatamente um ultimato a Israel, ou seja, ou Israel pára de apoiar o Islamismo, ou será declarada a existência de um estado de guerra entre Israel e a Grã-Bretanha. Mas lá está, isto apenas seria possível de acontecer em circunstâncias normais e o problema é que nós não estamos a viver “circunstâncias normais”. A Grã-Bretanha, à semelhança de todos os outros países do Ocidente, é um País cujo governo está sob o controlo do “sistema” (também conhecido por “ZOG”). O parlamento britânico é, à semelhança do parlamento português, francês, alemão, espanhol, italiano, etc… um ninho de traidores e parasitas do povo que se encontra num estado de alienação tal, que é maioritariamente incapaz de perceber seja o que for do que se está verdadeiramente a passar.

    A “Democracia”, um conceito inocente que na verdade nunca passou de uma utopia e na qual apenas acreditam os ingénuos, é a capa sob a qual se esconde o monstro que nos quer devorar. Neste momento, já vamos a um ritmo de cerca de um ataque terrorista por mês na Europa (isto sem contar com os ataques falhados…). Devido à singularidade islâmica, é uma questão de tempo até passarmos a sofrer um ataque por semana e posteriormente, um ataque por dia, até ao dia em que estaremos em plena guerra civil. Quer as elites politicamente correctas queiram, quer não, nada as salvará do terror islâmico que aí vem a caminho e que foi importado por elas próprias para dentro da Europa. Se quiserem bons exemplos passados do que aí vem, têm o que ocorreu no Líbano e posteriormente nos territórios da ex-Jugoslávia.

    O plano dos supremacistas judeus para tomarem o controlo do Mundo – começando pela Europa Ocidental e os Estados Unidos, que sempre foram as “joias da coroa” que a judiaria internacional ambicionou controlar primeiro – nas suas fases iniciais explora as divisões étnicas e religiosas, como meio para quebrar as nações e assim conseguir mais facilmente dominar-nos a todos. Daqui a insistência das elites traidoras no “multiculturalismo” e nas políticas de “fronteiras abertas” que propiciam a imigração em massa. Estas políticas são um verdadeiro “caldo de morte” que visam apenas criar as condições para uma guerra civil étnico-religiosa que os autóctones europeus ainda podem vencer neste momento, mas que não terão condições para vencer dentro de algumas décadas, quando a população autóctone em países como a Grã-Bretanha ficar reduzida a cerca de apenas 30% da população total.

    Qual é o endgame disto tudo? Bem, chamem-me “esquizofrénico” à vontade e as vezes que quiserem, mas eu estou genuinamente convencido de que o endgame é a destruição total das nações – começando pelas europeias – e a posterior unificação de todos os povos da Terra debaixo da bota cardada de um governo mundial totalitário, que será liderado por uma elite – a Superclasse Mundialista – escolhida a dedo pela sua fidelidade para com o Sionismo Rothschild. A maior parte da população do planeta será simplesmente exterminada ou internada em gigantescas cidades-prisão que serão basicamente campos de trabalho forçado, ao passo que a elite reinante será dona e senhora do nosso destino (ver o documentário Endgame: Blueprint For Global Enslavament de Alex Jones). A capital do governo mundial sionista será muito provavelmente Jerusalém e no topo da hierarquia de poder estará sentado o grupo dos trezentos sobre o qual Fernando Pessoa já escreveu. Pouco a pouco o Ocidente está a avançar rumo a esta distopia tenebrosa que eu acabei muito sucintamente de descrever e o tempo escasseia, acreditem que já escasseia mesmo, para se poder evitar o pior…

    Mais aqui:

    http://historiamaximus.blogspot.com/2017/05/o-ataque-terrorista-na-manchester-arena.html

    1. Olá João José Horta Nobre!

      Informação Incorrecta já tratou das evidentes ligações entre sionismo e wahabismo, assim como o papel do Isis que nunca atacou um objectivo israelita. Há depois inteiros artigos dedicados aos Rothschild. Mais: Informação Incorrecta é declaradamente anti-sionista.

      O único ponto no qual concordo é o desenho judeu de dominação global: não acho haver um projecto judaico, há um projecto sionista. Mas não é o único: há o mais amplo projecto das elites, para o interior do qual também convergem os planos sionistas. E não acho que o sionismo seja o único problema: tomara assim fosse pois as coisas seriam muito mais simples. Infelizmente a realidade é muito mais complexa e traiçoeira.

      Mas tudo isso não é novidade: este é material que Informação Incorrecta já tratou há muito. Só como curiosidade, sugiro fazer uma pesquisa entre os artigos publicados até hoje com o termo “israel” (são mais de 100) e tentar encontrar um que fale bem do regime de Tel Avive. Ao ler os mais recentes comentários parece que Informação Incorrecta esteja a negar este tal projecto sionista: alguém pode fazer-me o favor de indicar onde é que escrevi isso? Só porque recuso utilizar o termo “conspiração”? Não o utilizo e expliquei as razões, uma das quais é: não é uma conspiração, é (infelizmente) uma atitude absolutamente normal ao longo da história humana e nem é tão disfarçada.

      Antes de começar a gritar como virgens violadas (e não estou a falar de João José Horta Nobre, como é óbvio) e postar insultos que não têm um mínimo de fundamento (acabei de apagar o dum idiota que dizia eu ser Kosher, vejam bem o nível…), tentem informar-se, pode ser que nos cerebrinhos aconteça algo, uma espécie de milagre.

      Voltando ao comentário de João José Horta Nobre: obrigado 🙂

      Abraçoooo!!!!

      1. «não acho haver um projecto judaico, há um projecto sionista.»

        As duas coisas são, de facto, diferentes, mas interligam-se. Afinal de contas, sem Judaísmo não poderia haver Sionismo, certo? Veja este documentário, acho que o Max vai gostar:

        http://historiamaximus.blogspot.com/2018/06/documentario-do-kgb-sobre-o-poder.html

        «há o mais amplo projecto das elites, para o interior do qual também convergem os planos sionistas.»

        Mais umas luzes:

        http://historiamaximus.blogspot.com/2017/01/nao-e-onu-mas-sim-os-supremacistas.html

        Abraço 😉

        1. Perfeito. Tenho esta posição há anos aqui neste blog mas o blogueiro é resistente…deve ter suas razões, mas não por falta de informações.

  15. Para entender o problema Judeu ou o Racismo Judeu para com os gentios, é necessário conhecer o talmud.

    “É preciso ler e estudar o Talmud para compreender o Sionismo Internacional, o orgulho com que os judeus se consideram os donos do mundo e o poder que possuem para controlar as finanças e os meios de comunicação a nível mundial. Reverenciando apenas o bezerro de ouro, conservam através de vários milênios a sua unidade e identidade racial, política, religiosa e nacional, fazendo-os imaginarem-se seres superiores, eleitos de Deus e recusando todo e qualquer tipo de assimilação, personificando com sua maneira de ser, a forma mais odiosa de racismo. Não crêem mais no Messias, mas unicamente no destino messiânico do Povo de Israel, que, segundo sua ótica, seus profetas e uma vontade nacional irredutível, que atinge as raias da paranóia coletiva, deverá dominar e reinar sobre o resto da humanidade.”

    http://islam-radio.net/islam/portugues/judaismo/talmud_demasc.htm

  16. Man ! Faz-te á vida, cria o teu blog e também podes imaginar o que te convém , não fazia ideia mas ” o cantinho dos anti-semitas” parece um bom tema uma verdadeira mina é pena que seja só um post, convidas a malta do Mario Machado, a Juve Leo para apoiar e agitar os pompons ( os que não estiverem presos) com sorte ainda levam o BDC, o Castelo Branco podia ser a cheerleader , o emplastro seria um optimo relações publicas, é claro que eu não irei faltar, Dom Flopes I ,o rei da algazarra lá estarei para meter veneno ,,, hã … não, quero dizer… para te dar uma forcinha. Até tremo… de emoção …

Obrigado por participar na discussão!

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