Israel ataca Damasco

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Israel não esperou muito para lançar o seu ataque após o Presidente Trump ter anunciado a saída dos Estados Unidos do acordo nuclear iraniano.

Esta noite, a defesa aérea síria interceptou mísseis lançados pelas forças israelitas contra Damasco, provavelmente disparados por aviões que lançaram mísseis de longa distância.

A força aérea de Tel Avive atingiu a periferia ocidental de Damasco, causando fortes explosões perto das colinas do Golan. De acordo com os relatórios preliminares, a força aérea israelita teria atingido uma posição militar perto da cidade de Kisweh. Até agora foram contabilizados nove mortos.
Alguns relatórios afirmam que aviões israelitas atingiram um comboio do Hezbollah; no entanto, esta notícia ainda não está confirmada.

Entretanto, Tel Avive chamou os reservistas e instruiu as autoridades públicas das Colinas de Golan para a abrir os abrigos e mantê-los prontos para a população.

Com este ataque parece cada vez mais clara a vontade de israel de provocar uma guerra que se estenda do Síria até o Líbano e o Irão, sem esperar uma possível reação após a decisão de Washington.

Ipse dixit.

Fonte: Al-Masdar

One Reply to “Israel ataca Damasco”

  1. E aí quem se arrebenta novamente…e novamente, são sírios e libaneses. Os interesses dos aliados do Irão no seu território e na manutenção da sua soberania são muito fortes. E estes aliados, Rússia e China, com estes todo cuidado do Ocidente é pouco. Rússia tem interesses confessáveis e inconfessáveis com israel. E os EUA são servis a israel. A situação atual dos desgraçados sírios e libaneses me lembra a situação dos alemães durante a ocupação pela URSS,EUA, França e Inglaterra, com o término da segunda guerra mundial: os poderosos se observando, se medindo, se confrontando, aumentando e diminuindo seu poderio e dominação sobre o território alemão e os nativos vivendo um holocausto silencioso e silenciado.Vide Diário de Berlim 1945-1948 de Ruth Andreas-Friedrich para avaliar os inícios da primeira guerra fria. Sim, porque afinal de guerra em guerra sempre estamos…mudam algumas modalidades, outras permanecem.

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